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5 maneiras de conquistar os consumidores da Geração Z

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Nascidos entre 1994 e 2002, os membros da Geração Z possuem um grande poder de compra, apesar de serem muito jovens. E não apenas isso, eles também gastam consideravelmente, tanto online quanto off-line. 

O estudo The Gen Z Report, conduzido pela Criteo em países como Brasil, Estados Unidos, França, Alemanha, Japão e Reino Unido, revela uma alta média de gastos. Isso é especialmente verdade no consumo de eletrônicos, categoria na qual os jovens gastaram em torno de US$ 182 dólares nas compras online e US$ 125 dólares no varejo off-line dentro de um período de seis meses.

 

 
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E assim como a renda do grupo cresce com o passar do tempo, o mesmo acontece com seu poder de compra. O que significa que a Geração Z merece atenção. Ao abordar as preferências específicas desse público, há boas chances de obter um grande retorno. Então vamos analisar algumas características-chave e como os varejistas podem oferecer o que eles desejam. 

1. Quem é a Geração Z? 

Apesar de ter muito em comum com outras faixas etárias, a Geração Z possui características únicas. Mobile e mídias sociais são seus canais preferidos, o que significa que eles navegam o mundo com seus smartphones e estão em contato próximo com seus pares pelas redes sociais, registrando o que é novidade, o que está em alta e o que não está. 

2. Social e Mobile moldam suas vidas

Facebook, Snapchat, Instagram e Twitter são fundamentais para os membros da Geração Z. No geral, eles acessam as redes sociais várias vezes ao dia. Por isso, é importante que a estratégia de marketing corresponda a esse padrão de uso. 

Eles passam mais tempo no mobile que as gerações anteriores, concluindo 32% de suas transações nesse ambiente. Além disso, eles reproduzem mais conteúdo streaming - programas de TV, vídeos, música, podcasts - se comparados aos consumidores mais velhos, chegando a uma média de 23 horas por semana. E, sim, normalmente as transmissões são feitas pelo smartphone. 

3. O varejo físico é importante

Essa geração tão conectada ao mobile e ao mundo online tem afinidade pela experiência no varejo físico. Se eles vão comprar, querem experimentar os produtos antes. Prova disso é que 71% deles gostam de comprar em lojas físicas e 80% gostam de visitar e testar novas lojas. 

A Geração Z tem um comportamento muito particular em relação a uma variedade de coisas. Não surpreende, porém, que o preço seja um fator importante para eles. Uma loja com bom design também é valorizada. Nos estabelecimentos físicos, eles querem mercadorias únicas, displays que mostrem o produto em uso e maneiras de experimentar os itens. 

Eles também são omnishoppers: pesquisam mercadorias online e depois experimentam na loja física. A compra ocorre nos dois ambientes, dependendo do que funcionar melhor naquele momento. O estilo de compras da Geração Z segue alguns comportamentos: 

● 34% Webrooming — pesquisam online, mas compram na loja física.

● 27% Scan and Scram — veem o produto na loja física e compram de outro varejista no ambiente online.

● 18% Click and Collect — compram online, mas retiram o produdo na loja física ou em um quiosque.

● 18% Showrooming — veem o item na loja física, mas compram online.

● 15% Click and Ship — veem o produto na loja física e compram mais tarde no site mobile ou no app do varejista. 

4. A loja online também precisa ser atraente

 
Assim como os membros da Geração Z esperam que a loja física seja lindamente projetada, o site do varejista também precisa ser atraente. Não basta apenas ter uma boa aparência, é necessário oferecer fácil navegação, imagens esteticamente agradáveis, recursos como visão de 360 graus para os produtos, descrições precisas dos itens com conteúdo dinâmico, vídeos voltados para a faixa etária, comentários otimizados para suas mentes céticas e frete grátis (com devoluções de baixo ou nenhum custo).

5. Personalização, por favor!

Os consumidores da Gen Z esperam personalização nos anúncios que eles veem e nas mercadorias oferecidas. O Youtube e as redes sociais apresentam janelas para milhares de influenciadores do varejo e da moda - os membros da Geração Z simplesmente não querem se parecer com todo mundo. É importante se basear em dados para oferecer produtos novos e diferentes e não ter medo de ver esses consumidores indo embora. A Geração Z está constantemente comprando e eles voltarão em breve para ver o que há de novo. 

Estamos diante de consumidores muito jovens e que estão mais que dispostos a comprar. Adaptar as ofertas de varejo às suas preferências únicas abre caminho para construir uma geração de clientes entusiasmados e fiéis.

 Por: Alessander Firmino — Diretor geral da Criteo para o Brasil e América Latina

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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Em julho, 19% dos brasileiros tiveram crédito negado ao tentarem comprar a prazo, apontam CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Em meio ao cenário de alta da inadimplência e de desemprego elevado, o consumidor brasileiro tem encontrado dificuldades para comprar a prazo. Dados do Indicador de Uso do Crédito apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que em cada dez brasileiros, dois (19%) tiveram crédito negado ao tentarem parcelar uma compra, o percentual é ligeiramente acima dos 17% observados em junho. De acordo com os entrevistados, a restrição do CPF em virtude do não pagamento de contas foi a principal razão para a negativa (39%), seguida renda insuficiente (18%) e falta de comprovação de renda (12%).

A contratação de empréstimos ou de financiamentos também é um entrave na avaliação dos consumidores. Metade (50%) dos entrevistados considera difícil a sua contratação, sendo que o percentual aumenta para 55% dos consumidores que ganham até cinco salários mínimos.

Para o presidente da CNDL, José Cesar da Costa, a recuperação econômica abaixo das expectativas acaba intensificando os cuidados das instituições financeiras e do comércio nas políticas de concessão de crédito, o que dificulta seu acesso pelo consumidor. “Há um contingente grande de consumidores que já tiveram acesso ao crédito em um passado recente, mas que hoje enfrentam restrições em razão de atrasos de pagamentos ou pela perda do emprego. Por mais que isso seja algo frustrante para o consumidor, a sua liberação sem critérios mínimos aumentaria o risco de inadimplência, de endividamento excessivo e também exigiria a cobrança de juros elevados para cobrir esse risco”, explica Costa.

O estado das finanças do consumidor colabora para esse comportamento cauteloso por parte dos credores. Apenas 13% dos consumidores brasileiros estão com as contas no azul – ou seja, com sobra de recursos para consumir ou fazer investimentos. A maior parte (46%) admite estar no ‘zero a zero’, sem sobra e nem falta de dinheiro, enquanto 35% encontram-se no vermelho e não conseguem pagar todas as contas com a renda que possuem.

Cresce para 44% o percentual de consumidores que usaram crédito em julho; 23% dos usuários do cartão caíram no rotativo


As condições pouco propícias ao crédito fizeram como que a maior parte (56%) dos brasileiros não recorresse a nenhuma modalidade no mês de julho. Ainda assim, cresceu a parcela dos que conseguiram contratar algum tipo de crédito, passando de 40% em junho para 44% em julho. O cartão de crédito, que é uma linha pré-aprovada, liderou o ranking como a modalidades mais utilizada no período, mencionado por 38% dos consumidores. O crediário apareceu em segundo lugar, com apenas 10% de citações, seguido do cheque especial (7%), empréstimos (5%) e financiamentos (4%).

Sobre as dificuldades que o mau uso do crédito pode acarretar, o levantamento detectou que 44% dos tomadores de empréstimos e financiamentos atrasaram, em algum momento, parcelas dessa dívida – sendo que 18% ainda possuem prestações pendentes. Além disso, 23% dos usuários de cartão de crédito entraram no rotativo no mês de julho ao não quitarem o valor integral da fatura. Os juros cobrados pelos bancos quando o cliente não paga a fatura cheia do cartão de crédito são altos e chegam a 285% ao ano, em média, segundo dados oficiais do Banco Central.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, aconselha que, a cada compra no cartão, o consumidor avalie o quanto a prestação comprometerá a sua renda. “O cartão de crédito pode ser um aliado do consumidor na organização das finanças. O problema está em sua utilização inadequada. Para quem é disciplinado, o cartão é uma forma inclusive de registro dos gastos, além de permitir em alguns casos o parcelamento sem a incidência de juros”, afirma a economista.

Entre os consumidores que utilizaram o cartão de crédito em julho, 34% aumentaram o valor da fatura nesse período e somente 24% notaram um queda. Para 34% houve estabilidade. Entre os que se lembram o valor que gastaram, a média da fatura encerrada em julho foi de R$ 888,91. Os itens mais adquidos em julho no cartão foram alimentos em supermercados (67%), remédios (45%), combustíveis (33%), roupas, calçados e acessórios (31%) e idas a bares e restaurantes (30%). Para o mês de agosto, 53% pretendiam cortar gastos ao longo do mês, principalmente por conta do alto custo de vida (29%), para economizar (28%) e em virtude do desemprego (24%).

Por: Redação

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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Bom Despacho comemora excelentes resultados no último IDEB

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Bom Despacho comemora excelentes resultados no último IDEB

As escolas municipais de Bom Despacho receberam excelentes notas no IDEB 2017. Juntas, alcançaram a média de 6,7 pontos. Este resultado ultrapassa a meta estipulada para 2021, que é de 6,6. Também supera a média de todas as escolas do país (5,8), dos estados (6,0), dos municípios (5.6) e das escolas das rede pública (5,5).

“Os resultados me deixaram muito, muito feliz e alegre. Este desempenho que nossos alunos mostraram não é dádiva brotada do acaso, mas fruto de um trabalho consciente, perseverante e amoroso dos nossos profissionais da educação e seus auxiliares. Mais importante, porém, é saber que este trabalho é a fundação sólida sobre a qual nossos alunos construirão o seu futuro”, comemora o Prefeito Fernando Cabral.

“Afirmo que educação não é gasto. Educação é investimento. Nesta área, administramos primeiramente as pessoas. Por isso, em Bom Despacho ouvimos as equipes das escolas e refletimos os resultados da aprendizagem e as soluções em conjunto. Com estas duas práticas temos trabalhado e melhorado a qualidade do ensino para os quase 4 mil alunos da Prefeitura”, destaca a secretária de Educação, Ivy Lílian.

Em Bom Despacho, educação é prioridade – Em Bom Despacho, os educadores da Prefeitura são valorizados. Eles recebem qualificações constantes e reajustes salariais acima da média regional. Todos recebem o piso nacional da categoria, feito que pouquíssimas prefeituras conseguem. Nunca houve atraso de salários.

Além disso, a Administração Cabral já investiu mais de R$ 129 milhões na educação. Anualmente, mais de 27% da arrecadação municipal são aplicados no ensino. Só nos dois primeiros anos de governo, mais de R$ 8 milhões foram usados na reforma e ampliação de todas as escolas. Isso fez com que muitas novas vagas fossem criadas.

Hoje, a Prefeitura atende 100% da demanda de ensino fundamental (6 a 14 anos) e pré-escola (4 e 5 anos). Também já atende 75% da demanda de creche, que recebe crianças de 0 a 3 anos. Com a construção de mais salas de aula na Creche Nossa Senhora Auxiliadora e a inauguração da Creche do Bela Vista, este último percentual chegará a 100%. Bom Despacho entrará para o restrito rol de cidades com 100% das crianças de todas as idades acolhidas.

Em Bom Despacho, alunos são avaliados semestralmente – o resultado das escolas municipais também está ligado à criação do Sistema Municipal de Avaliação da Educação Básica (Simaeb). Semestralmente os alunos de 4 a 14 anos são avaliados pela Secretaria de Educação. Com o resultado em mãos, as equipes das escolas e da secretaria readequam os planejamentos.

“Criamos nosso próprio Simaeb. Elaboramos e aplicamos as avaliações de acordo com a nossa realidade. Assim, acompanhamos de perto a evolução do desempenho dos alunos, a fim de ajustar nossas práticas pedagógicas às realidades de cada turma”, completa Ivy Lílian.

Por: Redação

Fonte: www.bomdespacho.mg.gov.br/

 

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Onde acontece a inovação no varejo

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Por sua condição de mudar positivamente a realidade, a inovação, para todos os setores, se transformou em um dos elementos mais fundamentais do cenário global.

A visão mundial mais abrangente tende a associar inovação com o setor industrial, mas, no varejo, tem um papel fundamental, considerando as dimensões das transformações precipitadas pela era digital.

A medida da grau de inovação entre países é avaliada anualmente e, no último dia 10 de julho, foi divulgado o Global Innovation Index (GII) 2018, em sua 11a edição, que colocou o Brasil na posição 64 numa escala que abrange perto de 130 países. Em 2017 estava na posição 69.

O GII é apurado por diversas instituições e é resultado da colaboração entre a Universidade Cornell, a INSEAD e a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). No Brasil conta com o apoio da CNI – Confederação Nacional da Indústria e do Sebrae.

Seu cálculo é baseado na ponderação de uma série de fatores e como resultado é definida a classificação de cada país no ranking global. Em 2018, os seis primeiros países foram Suiça, Holanda, Suécia, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos. Na América Latina, os três primeiros foram Chile, Costa Rica e México.

E a inovação no varejo, como acontece?

Se pudéssemos medir globalmente a inovação com origem no varejo, provavelmente nos decepcionaríamos pelo baixo investimento dedicado pelas maiores corporações do setor ao tema. São poucas corporações que têm uma estrutura dedicada de forma permanente ao assunto.

De forma geral, o varejo no mundo deixa a pesquisa e a inovação para seus fornedores e define depois o que irá incorporar em suas plataformas, de forma muita vezes reativa, integrando o que faz mais sentido de acordo com sua visão futura. E, muitas vezes, evitando ser precursor, e até preferindo ser seguidor, incorporando o que deu certo.

Não é nas visitas às lojas que se conhece a inovação do varejo.

Ela é apresentada muito antes nos eventos mais importantes do setor pelo mundo. É na NRF-Show em Nova York, anualmente em janeiro, ou na Euroshop, a cada três anos, em Dusseldorf, ou no Latam Retail Show, anualmente em agosto, em São Paulo, que pode ser visto o que estará nas lojas e todos os demais canais de distribuição posterioremente.

Não é exatamente nas organizações varejistas que começa a inovação.

Ela é antes pesquisada, desenvolvida, implantada e medida pelos fornecedores de produtos, instalações, tecnologia, sistemas, equipamentos e serviços para o setor. O varejo avalia o que é apresentado e proposto e decide implantar.

Talvez a maior exceção fique por conta do comércio eletronico, pois os chamados “pure players”, ou operadores que não tem histórico de atuação em outros canais de distribuição, inovam e lançam seus conceitos diretamente no mercado também apoiados pelas empresas de tecnologia e aplicações digitais que participam do desenvolvimento conjunto de novas soluções.

No Brasil, correndo algum risco de avaliacão, encontramos no varejo estruturas dedicadas à inovação no varejo em empresas como Magazine Luíza, Carrefour, Pão de Açúcar, Via Varejo, O Boticário, Natura. A lista definitiva não será muito maior do que esta, sem contar, evidentemente, com algumas outras corporações globais que importam a inovação desenvolvida fora do país.

Mas o varejo é provavelmente um dos setores mais demandantes de inovação por conta da crescente competitividade e por sua conexão direta com o Omniconsumidor, o segmento com maior poder transformador de hábitos, atitudes, comportamentos e demandas.

As organizações varejistas globais e nacionais que têm se destacado em desempenho são aquelas que têm estado mais sensíveis ao tema da inovação, com estruturas dedicadas para isso e trabalhando de forma integrada com seus mais diversos fornecedores.

Sempre buscando, em conjunto, acelerar o processo de pesquisa, desenvolvimento, implantação e monitoramento de desempenho e, ao mesmo tempo, conciliar o aumento de eficiência e resultados para a própria empresa com a melhora da experiência e da satisfação de seus consumidores.

Repensar estrategicamente o papel crítico da inovação no setor de varejo talvez seja hoje uma das mais importantes áreas de decisão na cúpula das empresas pelo que significa de construção do futuro.

Por Redação

Fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br/

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Como saber se sua ideia é inovadora, pode dar certo e gerar lucro?

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

É comum ouvir falar sobre inovação em empresas do Vale do Silício, em corporações com faturamentos milionários e companhias tecnológicas. Mas e as pequenas e médias empresas? Incorporar a cultura de inovação no dia a dia, como atividade habitual, em qualquer tipo de empresa – é mais simples do que se imagina. Inovar não é apenas criar um produto novo, mas também avançar os negócios de sua empresa, reinventar os processos internos e identificar oportunidades de ganhar mais, gastando menos. 

Dados da Serasa Experian mostram que, em 2017, surgiram 2,2 milhões de novos empreendimentos no Brasil. Infelizmente, um terço destas novas empresas fecha em 2 anos. Qual o principal motivo disso? Além da gestão, a falta de inovação figura entre os vilões para o desenvolvimento de uma empresa.  
 
Às vezes, a empresa é inovadora, mas sua proposta oferecida para o mercado não atende às necessidades do público. De nada adianta uma ideia genial ou uma tecnologia inovadora se elas não resolvem um problema real dos consumidores. Antes de criar um produto, é necessário pensar nesta resposta e testar o ‘coração’ da sua ideia. 

Antes de iniciar este processo, é preciso ter em mente algumas premissas. A primeira delas é de que a inovação precisa de velocidade para acontecer. Hoje, nenhuma empresa pode ser inovadora se não for veloz, tanto nas fases de pesquisa e desenvolvimento quanto na especificação e no modelo de produção e entrega de serviços. Outra premissa é de que perfeição é evolutiva. Um produto ou serviço de sucesso não é criado de uma hora para outra. É fruto de um processo evolutivo, no qual cada interação é um passo em direção ao produto perfeito. 

Para saber se sua ideia é inovadora, pode ser aplicável e gerar lucro, desenvolvemos um processo de criação e execução de provas de conceito, chamado de Proof of Concept Design, ou PoC Design. O objetivo é testar projetos e avaliar não apenas a viabilidade técnica, mas principalmente se os usuários desejam a solução e se estão dispostos a pagar por ela, antes de colocá-la no mercado. A metodologia viabiliza a inovação no dia a dia da empresa, com agilidade e aumento das chances de sucesso. O modelo pode ser aplicável a qualquer cenário de negócios e a todos os perfis de empresas e compreende cinco etapas: Imersão, Ideação, Priorização, Prototipação e, por fim, o Teste. 

 
Em dois anos de atuação, a Action Labs já executou mais de 80 projetos e tem mais de 15 produtos lançados – uma média de pouco mais de um produto criado a cada dois meses. A utilização do PoC Design nos permitiu testar a viabilidade técnica de uma série de ideias e verificar como seria sua aceitação no mercado. 

A inovação não é um momento de genialidade, mas um resultado de uma postura de negócios e de processos que tornam a empresa “fértil” para a inovação. É preciso criar rotinas e procedimentos que colocam a inovação no dia a dia da empresa. A experimentação, rápida e com custo relativamente baixo, pode virar uma rotina de negócios para empresas de todos os portes. 

Por Paulo Renato — Publicitário especializado em internet, dramaturgo e escalador.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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Prefeitura orienta pacientes das UBS do Centro sobre os males do açúcar

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Equipes da UBS Doutor Hugo e Doutor Miguel (localizadas no Centro) promoveram encontro do grupo Medida Certa. Durante a ação, os servidores falaram sobre a quantidade de açúcar nos alimentos e o seu impacto negativo para a saúde.

Além da palestra, as equipes realizaram avaliação antropométrica e auriculoterapia em todos participantes. “A cada encontro é notória a mudança na alimentação e seu impacto positivo no estado nutricional dos participantes. A maioria deles apresentou melhora significativa nos hábitos alimentares, perda de peso corporal e redução na circunferência abdominal”, relata nutricionista do Nasf, Nathália Firmino.

Participe do Medida Certa – O grupo atende pacientes das unidades, quinzenalmente. Para participar entre em contato com seu agente de saúde nas UBS que ficam na Praça da Matriz, 320, Centro, de 7h às 11h ou de 13h às 17h.

Veja fotos da reunião: https://bit.ly/2MEl0h9

Por Redação

Fonte:https://bit.ly/2C6CfTi

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