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Indicador de inadimplência do consumidor avança pelo 11º mês seguido; país tem 62,9 milhões de negativados, estimam CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

O volume de consumidores com contas em atraso voltou a subir em todo o país. No último mês de agosto aumentou em 3,63% a quantidade de novos inadimplentes na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito a partir das bases às quais as duas instituições têm acesso. Trata-se do 11º crescimento consecutivo na comparação anual da série histórica, apesar de a alta ser mais modesta do que nos meses de junho (4,07%) e julho (4,31%). Em número absoluto, estima-se que aproximadamente 62,9 milhões de brasileiros estejam com restrições ao CPF, enfrentando dificuldades para controlar empréstimos, obter financiamentos ou realizar compras parcelas, o que representa 41% da população brasileira adulta.

Se na comparação anual houve um aumento de brasileiros com contas atrasadas, na comparação mensal a inadimplência apresentou ligeira queda. Na passagem de julho para agosto, sem ajuste sazonal, diminuiu em -0,71% a quantidade de pessoas inadimplentes. É a segunda queda mensal seguida observada pelo SPC Brasil.

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, apesar de o pequeno recuo nos últimos 30 dias, a inadimplência segue elevada, refletindo as dificuldades econômicas do país. “A recuperação econômica mais lenta do que o esperado cria dificuldades para a gestão do orçamento das famílias, frustrando planos e a volta do consumo. A reversão desse quadro passa por uma aceleração da atividade econômica, em especial, do emprego e renda, que são os fatores que mais pesam para a confiança do consumidor”, explica o presidente.

Inadimplência cresce 10,52% no Sudeste; com 49% da população adulta com pendências financeiras, Norte é a região com maior proporção de inadimplentes

A análise do indicador por região mostra que a inadimplência avançou de forma generalizada. Apenas no Sudeste o aumento foi de 10,52% na quantidade de devedores. Em segundo lugar ficou a região Norte, com alta de 3,76%, seguida do Nordeste (3,22%), Sul (2,67%) e Centro-Oeste (1,87%).

De acordo com a estimativa, proporcionalmente, a região que concentra o maior número de inadimplentes é o Norte: 49% da sua população adulta está com o CPF restrito, o que representa 5,9 milhões de consumidores negativados. A segunda região mais inadimplente é o Nordeste, que tem 43% dos adultos com contas em atraso ou 17,4 milhões de consumidores com restrições ao crédito. No Centro-Oeste são 5 milhões de inadimplentes (42% da população adulta local), no Sudeste há um total de 26,1 milhões de negativados (39% dos residentes acima de 18 anos) e no Sul, aproximadamente 8,5 milhões de pessoas com pendências financeiras (37% da população adulta).

Inadimplência cresce mais entre idosos e cai entre população jovem

O indicador ainda revela que é entre a população mais velha que se observa o aumento mais acentuado da inadimplência. Na comparação entre agosto de 2018 com agosto de 2017, aumentou em 9,56% a quantidade de inadimplentes com idade de 65 a 84 anos. Considerando apenas os brasileiros de 50 a 64 anos, a alta foi de 6,26%, enquanto na população de 40 a 49 anos, houve um aumento de 4,77% no número de negativados. Entre os consumidores de 30 a 39 anos, a alta da inadimplência foi de 1,69% em agosto.

A inadimplência apresentou queda somente entre os mais jovens. Considerando a população de 18 a 24 anos, houve um recuo considerável de -23,20%, ao passo que entre os brasileiros de 25 a 29 anos, a queda foi de -5,63%.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o comportamento distinto entre as faixas etárias é reflexo da entrada tardia dos jovens no mercado de trabalho e também da permanência prolongada dos idosos como força produtiva do país. “Fora do mercado de trabalho pelas mais diversas razões, seja estudo, desemprego ou por opção, muitos desses brasileiros acabam ficando também fora do mercado de crédito, reduzindo o contingente de potenciais inadimplentes. Já entre os idosos, que estão permanecendo por mais tempo no mercado de trabalho, a renda mais curta nessa faixa etária e o aumento expressivo de gastos com saúde, por exemplo, podem desajustar o orçamento”, analisa Pellizzaro Junior.

Em números absolutos, a maior parte dos inadimplentes está compreendida na faixa dos 30 aos 39 anos: são 17,9 milhões de pessoas nesse momento da vida que não conseguem honrar seus compromissos financeiros. Considerando a população de 40 a 49 anos, são 14,1 milhões de inadimplentes e outros 13 milhões que possuem de 50 a 64 anos. Na população idosa, que vai dos 65 aos 84 anos, são 5,4 milhões que estão com o CPF restrito. Na população mais jovem, os números também são expressivos: 7,8 milhões de inadimplentes com idade de 25 a 29 anos e 4,5 milhões com contas atrasadas que têm de 18 a 24 anos.

Volume de dívidas tem alta de 1,11% em agosto; dívidas bancárias crescem 7,03%, enquanto crediário tem queda

Outro número calculado pela CNDL e pelo SPC Brasil é o volume de dívidas que estão no nome de pessoas físicas. Nesse caso, houve um crescimento de 1,11% em agosto deste ano na comparação com o ano passado. Na base mensal de comparação, isto é, agosto frente julho, foi observado uma leve queda de -0,66% no volume de dívidas em atraso.

Os dados das pendências por setor credor revelam que as dívidas bancárias, que englobam cartão de crédito, cheque especial e empréstimos, por exemplo, é a que apresentou a alta mais expressiva em agosto: 7,03% na comparação com o mesmo mês de 2017. O segundo setor mais impactado pela inadimplência foi o de serviços básicos, como água e luz, cujo crescimento foi de 3,42%. Os atrasos no crediário do comércio caíram -6,01%, enquanto as pendências com TV por assinatura, internet e telefonia se mantiveram estáveis, com pequeno avanço de 0,01% no período.

Em termos de participação, mais da metade (52%) de todos os compromissos financeiros não quitados pelo brasileiro foi contraída em bancos ou financeiras, seguidas do comércio (18%), setor de comunicação (14%) e emprestas prestadoras de serviços básicos (8%).

Metodologia

O indicador de inadimplência do consumidor sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) têm acesso. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%.

Por Redação

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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Prefeitura inaugura Residencial Geraldo Cesário em BD

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

O Residencial Geraldo Cesário é um bairro completo com casas de excelente acabamento, ruas asfaltadas e iluminadas, água encanada, rede coletora de esgoto. Cada residência tem também área para um jardim na frente e um bom quintal. Enfim, pronto para morar.

Mas o novo bairro foi também uma oportunidade para homenagear gente importante para nossa cidade.

Em projeto de lei de iniciativa dos vereadores Vital Guimarães e Marcelão, sete moradores da região foram homenageadas dando nomes às ruas que compõem a primeira etapa. São elas: Rua Antônio Teodolino; Rua Arlinda Graia; Rua Gercino da Costa Paz; Rua Jardel Maximiano Martins; Rua Libério Lajão; Rua Miguel Alves Correia e Rua Vicente de Paula do Couto

Já o nome do conjunto é uma merecida homenagem a um bom-despachense que foi um grande destaque na construção civil de Bom Despacho, o construtor Geraldo Cesário da Silva. Nas décadas de 50 e 60, Geraldo Cesário foi o mais importante construtor de nossa cidade. Embora não fosse engenheiro formado, fez obras não só de elevada complexidade técnica, mas também de acabamento refinado.

Alguns exemplos estão listados no texto abaixo, de autoria de um dos filhos de Geraldo Cesário. Vale a pena conhecer um pouco da vida de Geraldo Cesário:

O bom-despachense Geraldo Cesário da Silva (1910, 2007), filho de Sancho Cesário Fernandes e Maria Madalena de Jesus, possuía três irmãos e quatro irmãs. Casou-se, em 06/11/1933, com Alice Alves de Souza (1917, 2004) e constituíram uma bela família de 13 filhos (7 mulheres e 6 homens) todos vivos e também bom-despachenses.

Aos 23 anos, conheceu e casou-se com Alice Alves de Souza (1917, 2004), mulher de fibra, forte, de inigualável paciência, amabilidade materna e dedicação aos filhos e, juntos, constituíram e criaram de forma sólida e amorosa, uma bela família composta de 13 filhos, todos ainda vivos (7 mulheres e 6 homens) e bom-despachenses.

Quando ainda jovem, empregou-se na construção da Fábrica de Tecidos de propriedade do empresário Francisco Pio. Foi designado por Francisco Pio e seu genro Dr. Fúlvio para acompanhar o engenheiro responsável pela instalação da Usina Hidrelétrica, que substituiria os Grupos Geradores que ainda supriam a cidade de energia. Sua dedicação e desempenho com foco na qualidade dos trabalhos realizados lhe propiciou um convite para realizar trabalhos em outros países. Mesmo diante de um convite quase irrecusável, optou por dedicar todos os seus esforços ao crescimento do seu núcleo familiar e contribuir para o desenvolvimento da sociedade bom-despachense.

Embora vindo de família de pouco estudo, foi capaz de antever, além dos princípios éticos da formação familiar, a necessidade de crescimento cultural de sua família. Ele sempre supriu sua casa com livros de todas as áreas: enciclopédias, romances, científicos, revistas e de todas as novidades tecnológicas surgidas na época, sempre buscando e orientando os filhos com a sabedoria de que todos os obstáculos podem sempre ser superados. O que fez uma grande diferença no crescimento de todos os filhos, como pôde ser confirmado mais tarde, já em Belo Horizonte e como se verifica até os dias de hoje.

Disciplinado e responsável, ainda jovem iniciou sua longa jornada acumulando larga experiência na área da construção civil, como pedreiro, oficial e construtor licenciado pelo CREA. Teve grande participação na construção da Igreja Matriz da cidade. Foi responsável, juntamente com seu filho primogênito José, também licenciado pelo CREA como construtor e projetista, por aproximadamente 30 anos, pela implantação das construções de maior importância e pioneiras da cidade como: Edifício para Geraldo Fidélis. (1° prédio de 2 andares em Bom Despacho); Residência do prefeito Antônio Leite; Cine Regina e residência para Dr. Juca; Residência para Dr. Geraldo (Gê); Prédio para agência de veículos e posto de gasolina para Costa Irmãos; Residência para Odílio Silva; Prédio de 2 pavimentos Leão da Esquina; Prédio para Pedro Gontijo; Prédio do José Camilo; Igreja do Rosário; Prédio em Dores do Indaiá para Geraldo Fidélis; Grupo escolar na cidade de Moema; Prédio para Cia. Telefônica de Bom Despacho e Prédio do Clube Social, além de várias outras.

Fundador do Círculo Operário em Bom Despacho em meados dos anos 50.

Em 1966 se mudou, juntamente com a família, para Belo Horizonte, em apoio à necessidade dos filhos de perseguirem novos sonhos.

Em Belo Horizonte, continuou seus trabalhos até os 80 anos no que mais amava, depois de sua família – a construção civil. Criou juntamente com seu genro José Hamdan, a empresa Cesário Hamdan Construções construindo vários empreendimentos em Belo Horizonte.

Amava a sua terra natal, e jamais perdeu o contato com os seus amigos e familiares que aqui ficaram. Um bom-despachense "genuíno", daqueles que jamais desligam dos acontecimentos, das tradições, do jeito de ser das pessoas, dos lugares pitorescos, dos detalhes de sua terra natal.

Visitava a cidade constantemente, em companhia de sua esposa e filhos. As pescarias com os amigos (as) nos Rios Picão, Machado, Lambari e São Francisco eram bastante animadas, com ou sem peixe, mas sempre com um churrasco e uma cervejinha. As pessoas mais constantes de sua turma de pescaria eram suas sobrinhas Júlia e Terezinha e seus irmãos Mavinier e Antônio. Preferiu não transferir o seu título de eleitor para Belo Horizonte para continuar participando, como eleitor, da política bom-despachense.

Partiu aos 97 anos, deixando um vazio muito grande em toda a família e em todos aqueles que o conheceram.

A importância da construção civil

A construção de conjuntos habitacionais como o Geraldo Cesário traz dois grandes benefícios imediatos e palpáveis para a cidade. O primeiro e mais visível são as moradias. As casas realizam os sonhos de muita gente. O segundo é a movimentação da economia. A construção de 125 casas como estas recém-inauguradas movimenta algo em torno de R$ 10 milhões de reais. Uma parte vem na forma de salários de engenheiros, pedreiros, bombeiros, eletricistas, telhadistas e outros profissionais. Outra parte vem na forma de material de construção, serviço de terraplenagem e infraestrutura.

Por isto, quando se inaugura um residencial como este, a cidade tem bons motivos para comemorar.

Por Fernando Cabral

Redação:http://www.ibom.com.br/

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Até uma padaria pode e deve inovar, diz especialista em inovação

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

“O que foi o iPhone? Uma nova combinação que Steve Jobs fez de recursos que já existiam”.

O exemplo é citado por André Cherubini Alves, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e diretor do Silicon Valley Institute for Business Innovation, para explicar o que é inovação. Mas não se trata, necessariamente, de inovação tecnológica.

A tecnologia é parte central na inovação, diz Alves, mas não da forma como costumamos imaginar. Toda empresa, seja a padaria da esquina ou a Apple, parte de algum conhecimento para resolver um problema do mercado. O conhecimento aplicado para esse fim, segundo o professor, é tecnologia.

“Relacionar inovação apenas a invenções, como a de um smartphone, faz o empreendedor achar que ela está muito distante. Na verdade, está na interface direta que ele tem com seu consumidor”, afirma. É possível inovar na comunicação com os clientes, por exemplo, usando o próprio smartphone inventado por Jobs. O importante é que, mais do que ser uma novidade, essa inovação gere resultado – seja como um produto, um serviço ou um processo.

Quem, quando e como
Mas, afinal, todos os negócios precisam inovar? Segundo o professor da Fundação Getulio Vargas, a tendência é que sim. “Ao mesmo tempo que as possibilidades trazidas pela tecnologia empoderam a pessoa que tem acesso a elas, elas também afetam setores, atividades e formas de trabalho”, afirma. A tendência é as empresas buscarem inovação quando as vendas param de crescer ou começam a cair. Mas muitas vezes já é tarde demais.

Antes de partir para a missão, porém, é necessário olhar para dentro. “As empresas do Brasil têm muitos problemas de organização e de eficiência em processos. Na medida em que você não tem eficiência na operação, não consegue nem focar na inovação ou no mercado. Sua tarefa no dia a dia é apagar incêndios”, diz Alves. Em um cenário como esse, a própria reorganização pode ser inovadora – diminuindo custos, promovendo eficiência e abrindo espaço para os projetos que garantirão longevidade ao negócio.

A burocracia no país é um entrave nessa área, mas não é o único. Segundo o professor, é preciso força de vontade para buscar capacitação e ferramentas que auxiliem nessa organização. Além de garantir um melhor desempenho localmente, ela também pode abrir espaço para maiores ambições. “Nos Estados Unidos, as empresas nascem pequenas, mas com pensamento global. Isso falta para nós, e tem uma razão: as dificuldades de resolver as coisas aqui as impedem de pensar para fora”, diz.

Erros, acertos e necessidades
No caso de muitas empresas, o problema não está na falta de inovação, mas no foco que se dá a ela. Em 2010, o professor da Fundação Getulio Vargas organizou um estudo que mapeou 1.500 empresas no Rio Grande do Sul. Elas foram analisadas a partir de quatro competências centrais: operacional, gerencial, comercial e capacidade de desenvolvimento.

Entre outras conclusões, a pesquisa constatou que gestão, comercial e desenvolvimento são as capacidades que mais influenciam no aumento do lucro da empresa, enquanto a operação foi considerada pouco significativa. Outro bloco buscou identificar onde as empresas mais investiram esforços em inovação. 80% delas responderam "operação".

“Isso mostra um certo grau de defasagem tecnológica de operação. Se você pergunta o que é inovação para elas, elas respondem que é a compra de equipamento e atualização do maquinário”, diz o professor. “Enquanto não nos atualizarmos com melhores práticas e tecnologias mais avançadas, não conseguiremos pensar em inovação.”

Por:  Redação

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/

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5 maneiras de conquistar os consumidores da Geração Z

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Nascidos entre 1994 e 2002, os membros da Geração Z possuem um grande poder de compra, apesar de serem muito jovens. E não apenas isso, eles também gastam consideravelmente, tanto online quanto off-line. 

O estudo The Gen Z Report, conduzido pela Criteo em países como Brasil, Estados Unidos, França, Alemanha, Japão e Reino Unido, revela uma alta média de gastos. Isso é especialmente verdade no consumo de eletrônicos, categoria na qual os jovens gastaram em torno de US$ 182 dólares nas compras online e US$ 125 dólares no varejo off-line dentro de um período de seis meses.

 

 
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E assim como a renda do grupo cresce com o passar do tempo, o mesmo acontece com seu poder de compra. O que significa que a Geração Z merece atenção. Ao abordar as preferências específicas desse público, há boas chances de obter um grande retorno. Então vamos analisar algumas características-chave e como os varejistas podem oferecer o que eles desejam. 

1. Quem é a Geração Z? 

Apesar de ter muito em comum com outras faixas etárias, a Geração Z possui características únicas. Mobile e mídias sociais são seus canais preferidos, o que significa que eles navegam o mundo com seus smartphones e estão em contato próximo com seus pares pelas redes sociais, registrando o que é novidade, o que está em alta e o que não está. 

2. Social e Mobile moldam suas vidas

Facebook, Snapchat, Instagram e Twitter são fundamentais para os membros da Geração Z. No geral, eles acessam as redes sociais várias vezes ao dia. Por isso, é importante que a estratégia de marketing corresponda a esse padrão de uso. 

Eles passam mais tempo no mobile que as gerações anteriores, concluindo 32% de suas transações nesse ambiente. Além disso, eles reproduzem mais conteúdo streaming - programas de TV, vídeos, música, podcasts - se comparados aos consumidores mais velhos, chegando a uma média de 23 horas por semana. E, sim, normalmente as transmissões são feitas pelo smartphone. 

3. O varejo físico é importante

Essa geração tão conectada ao mobile e ao mundo online tem afinidade pela experiência no varejo físico. Se eles vão comprar, querem experimentar os produtos antes. Prova disso é que 71% deles gostam de comprar em lojas físicas e 80% gostam de visitar e testar novas lojas. 

A Geração Z tem um comportamento muito particular em relação a uma variedade de coisas. Não surpreende, porém, que o preço seja um fator importante para eles. Uma loja com bom design também é valorizada. Nos estabelecimentos físicos, eles querem mercadorias únicas, displays que mostrem o produto em uso e maneiras de experimentar os itens. 

Eles também são omnishoppers: pesquisam mercadorias online e depois experimentam na loja física. A compra ocorre nos dois ambientes, dependendo do que funcionar melhor naquele momento. O estilo de compras da Geração Z segue alguns comportamentos: 

● 34% Webrooming — pesquisam online, mas compram na loja física.

● 27% Scan and Scram — veem o produto na loja física e compram de outro varejista no ambiente online.

● 18% Click and Collect — compram online, mas retiram o produdo na loja física ou em um quiosque.

● 18% Showrooming — veem o item na loja física, mas compram online.

● 15% Click and Ship — veem o produto na loja física e compram mais tarde no site mobile ou no app do varejista. 

4. A loja online também precisa ser atraente

 
Assim como os membros da Geração Z esperam que a loja física seja lindamente projetada, o site do varejista também precisa ser atraente. Não basta apenas ter uma boa aparência, é necessário oferecer fácil navegação, imagens esteticamente agradáveis, recursos como visão de 360 graus para os produtos, descrições precisas dos itens com conteúdo dinâmico, vídeos voltados para a faixa etária, comentários otimizados para suas mentes céticas e frete grátis (com devoluções de baixo ou nenhum custo).

5. Personalização, por favor!

Os consumidores da Gen Z esperam personalização nos anúncios que eles veem e nas mercadorias oferecidas. O Youtube e as redes sociais apresentam janelas para milhares de influenciadores do varejo e da moda - os membros da Geração Z simplesmente não querem se parecer com todo mundo. É importante se basear em dados para oferecer produtos novos e diferentes e não ter medo de ver esses consumidores indo embora. A Geração Z está constantemente comprando e eles voltarão em breve para ver o que há de novo. 

Estamos diante de consumidores muito jovens e que estão mais que dispostos a comprar. Adaptar as ofertas de varejo às suas preferências únicas abre caminho para construir uma geração de clientes entusiasmados e fiéis.

 Por: Alessander Firmino — Diretor geral da Criteo para o Brasil e América Latina

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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Em julho, 19% dos brasileiros tiveram crédito negado ao tentarem comprar a prazo, apontam CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Em meio ao cenário de alta da inadimplência e de desemprego elevado, o consumidor brasileiro tem encontrado dificuldades para comprar a prazo. Dados do Indicador de Uso do Crédito apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que em cada dez brasileiros, dois (19%) tiveram crédito negado ao tentarem parcelar uma compra, o percentual é ligeiramente acima dos 17% observados em junho. De acordo com os entrevistados, a restrição do CPF em virtude do não pagamento de contas foi a principal razão para a negativa (39%), seguida renda insuficiente (18%) e falta de comprovação de renda (12%).

A contratação de empréstimos ou de financiamentos também é um entrave na avaliação dos consumidores. Metade (50%) dos entrevistados considera difícil a sua contratação, sendo que o percentual aumenta para 55% dos consumidores que ganham até cinco salários mínimos.

Para o presidente da CNDL, José Cesar da Costa, a recuperação econômica abaixo das expectativas acaba intensificando os cuidados das instituições financeiras e do comércio nas políticas de concessão de crédito, o que dificulta seu acesso pelo consumidor. “Há um contingente grande de consumidores que já tiveram acesso ao crédito em um passado recente, mas que hoje enfrentam restrições em razão de atrasos de pagamentos ou pela perda do emprego. Por mais que isso seja algo frustrante para o consumidor, a sua liberação sem critérios mínimos aumentaria o risco de inadimplência, de endividamento excessivo e também exigiria a cobrança de juros elevados para cobrir esse risco”, explica Costa.

O estado das finanças do consumidor colabora para esse comportamento cauteloso por parte dos credores. Apenas 13% dos consumidores brasileiros estão com as contas no azul – ou seja, com sobra de recursos para consumir ou fazer investimentos. A maior parte (46%) admite estar no ‘zero a zero’, sem sobra e nem falta de dinheiro, enquanto 35% encontram-se no vermelho e não conseguem pagar todas as contas com a renda que possuem.

Cresce para 44% o percentual de consumidores que usaram crédito em julho; 23% dos usuários do cartão caíram no rotativo


As condições pouco propícias ao crédito fizeram como que a maior parte (56%) dos brasileiros não recorresse a nenhuma modalidade no mês de julho. Ainda assim, cresceu a parcela dos que conseguiram contratar algum tipo de crédito, passando de 40% em junho para 44% em julho. O cartão de crédito, que é uma linha pré-aprovada, liderou o ranking como a modalidades mais utilizada no período, mencionado por 38% dos consumidores. O crediário apareceu em segundo lugar, com apenas 10% de citações, seguido do cheque especial (7%), empréstimos (5%) e financiamentos (4%).

Sobre as dificuldades que o mau uso do crédito pode acarretar, o levantamento detectou que 44% dos tomadores de empréstimos e financiamentos atrasaram, em algum momento, parcelas dessa dívida – sendo que 18% ainda possuem prestações pendentes. Além disso, 23% dos usuários de cartão de crédito entraram no rotativo no mês de julho ao não quitarem o valor integral da fatura. Os juros cobrados pelos bancos quando o cliente não paga a fatura cheia do cartão de crédito são altos e chegam a 285% ao ano, em média, segundo dados oficiais do Banco Central.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, aconselha que, a cada compra no cartão, o consumidor avalie o quanto a prestação comprometerá a sua renda. “O cartão de crédito pode ser um aliado do consumidor na organização das finanças. O problema está em sua utilização inadequada. Para quem é disciplinado, o cartão é uma forma inclusive de registro dos gastos, além de permitir em alguns casos o parcelamento sem a incidência de juros”, afirma a economista.

Entre os consumidores que utilizaram o cartão de crédito em julho, 34% aumentaram o valor da fatura nesse período e somente 24% notaram um queda. Para 34% houve estabilidade. Entre os que se lembram o valor que gastaram, a média da fatura encerrada em julho foi de R$ 888,91. Os itens mais adquidos em julho no cartão foram alimentos em supermercados (67%), remédios (45%), combustíveis (33%), roupas, calçados e acessórios (31%) e idas a bares e restaurantes (30%). Para o mês de agosto, 53% pretendiam cortar gastos ao longo do mês, principalmente por conta do alto custo de vida (29%), para economizar (28%) e em virtude do desemprego (24%).

Por: Redação

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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Bom Despacho comemora excelentes resultados no último IDEB

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Bom Despacho comemora excelentes resultados no último IDEB

As escolas municipais de Bom Despacho receberam excelentes notas no IDEB 2017. Juntas, alcançaram a média de 6,7 pontos. Este resultado ultrapassa a meta estipulada para 2021, que é de 6,6. Também supera a média de todas as escolas do país (5,8), dos estados (6,0), dos municípios (5.6) e das escolas das rede pública (5,5).

“Os resultados me deixaram muito, muito feliz e alegre. Este desempenho que nossos alunos mostraram não é dádiva brotada do acaso, mas fruto de um trabalho consciente, perseverante e amoroso dos nossos profissionais da educação e seus auxiliares. Mais importante, porém, é saber que este trabalho é a fundação sólida sobre a qual nossos alunos construirão o seu futuro”, comemora o Prefeito Fernando Cabral.

“Afirmo que educação não é gasto. Educação é investimento. Nesta área, administramos primeiramente as pessoas. Por isso, em Bom Despacho ouvimos as equipes das escolas e refletimos os resultados da aprendizagem e as soluções em conjunto. Com estas duas práticas temos trabalhado e melhorado a qualidade do ensino para os quase 4 mil alunos da Prefeitura”, destaca a secretária de Educação, Ivy Lílian.

Em Bom Despacho, educação é prioridade – Em Bom Despacho, os educadores da Prefeitura são valorizados. Eles recebem qualificações constantes e reajustes salariais acima da média regional. Todos recebem o piso nacional da categoria, feito que pouquíssimas prefeituras conseguem. Nunca houve atraso de salários.

Além disso, a Administração Cabral já investiu mais de R$ 129 milhões na educação. Anualmente, mais de 27% da arrecadação municipal são aplicados no ensino. Só nos dois primeiros anos de governo, mais de R$ 8 milhões foram usados na reforma e ampliação de todas as escolas. Isso fez com que muitas novas vagas fossem criadas.

Hoje, a Prefeitura atende 100% da demanda de ensino fundamental (6 a 14 anos) e pré-escola (4 e 5 anos). Também já atende 75% da demanda de creche, que recebe crianças de 0 a 3 anos. Com a construção de mais salas de aula na Creche Nossa Senhora Auxiliadora e a inauguração da Creche do Bela Vista, este último percentual chegará a 100%. Bom Despacho entrará para o restrito rol de cidades com 100% das crianças de todas as idades acolhidas.

Em Bom Despacho, alunos são avaliados semestralmente – o resultado das escolas municipais também está ligado à criação do Sistema Municipal de Avaliação da Educação Básica (Simaeb). Semestralmente os alunos de 4 a 14 anos são avaliados pela Secretaria de Educação. Com o resultado em mãos, as equipes das escolas e da secretaria readequam os planejamentos.

“Criamos nosso próprio Simaeb. Elaboramos e aplicamos as avaliações de acordo com a nossa realidade. Assim, acompanhamos de perto a evolução do desempenho dos alunos, a fim de ajustar nossas práticas pedagógicas às realidades de cada turma”, completa Ivy Lílian.

Por: Redação

Fonte: www.bomdespacho.mg.gov.br/

 

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