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UOL DIVEO e Microsoft lançam site para orientar varejistas na transformação digital

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

O UOL DIVEO, especializado em soluções voltadas à transformação digital de empresas,  está lançando, em parceria com a Microsoft, um microsite especializado em “smart business”, ou seja, no conjunto de técnicas, tendências e conceitos para tornar um “negócio inteligente”, proporcionando uma melhor experiência aos clientes, por meio da tecnologia. Esse microsite, especificamente, é focado em varejo.

A iniciativa é parte dos projetos da empresa na área do varejo inteligente, o que inclui a participação na próxima edição do LATAM Retail Show, o mais completo evento de varejo e consumo da América Latina, que será realizado nos próximos dias 28, 29 e 30 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo. Guilherme Lopes, Gerente de Big Data & Analytics, será o representante da empresa no palco de um dos principais congressos sobre o setor no continente.

“A página é um serviço a varejistas e curiosos sobre tecnologia que pretendem compreender como é possível usufruir das ferramentas mais modernas da atualidade para transformar qualquer negócio em um varejo inteligente. De forma bem didática e ilustrada, o conteúdo demonstra como uma loja pode coletar dados sobre seus consumidores e, assim, promover atendimento personalizado e oferecer os melhores produtos”, explicou Cleyton Ferreira, CTO do UOL DIVEO.

Além do conteúdo sobre as soluções tecnológicas disponíveis, com dicas e guias passo-a-passo, o site oferece um teste que permite que o varejista compare seu negócio com as grandes redes mundiais (como Walmart e Amazon). O recurso permite saber quais ferramentas são utilizadas pelos players gigantes do mercado, considerando BI/ Analytics, Enterprise Resource Planning, Customer Relationship Management, Marketing Digital, Infrastructure/ Datacenter, Omnichannel, E-business/ E-commerce, Mobile Apps, Cloud Services e Artificial Intelligence.

A página também apresenta cases de varejo inteligente, detalhando como marcas famosas transformaram seus negócios por meio da tecnologia. Como complemento, o usuário pode ainda baixar um e-book desenvolvido pelo UOL DIVEO e a Microsoft sobre o tema. “Temos realizado webinários sobre smart business e sentido a grande demanda por informação a respeito das novas tecnologias. Soluções disruptivas como Internet of Things, Big Data, Automação, Analytics, Chatbots e muitas outras já são realidade, mas existe um receio ou muita dúvida de quem ainda não se inteirou com esse universo. A página foi desenvolvida para propagar esse conhecimento de forma simples e eficiente, encorajando os varejistas a modernizarem seus negócios”, finalizou Ferreira.

*Imagem reprodução

Por Redação

Fonte:https://www.mercadoeconsumo.com.br/

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12 livros sobre finanças que você precisa ler para fazer coaching financeiro

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Se você quer estudar mais sobre coaching financeiro e ficar craque em finanças comportamentais para ajudar o seu coachee a destravar quando ele acha que o problema que ele tem de não alcançar seus objetivos é o dinheiro, eu preparei uma lista de livros para te ajudar!

Hoje te apresentarei os 12 livros sobre finanças que li e recomendo para quem deseja fazer coaching financeiro. Confira:

 
Dinheiro é Emocional – Tiago Brunet

Neste livro sobre finanças, Brunet apresenta a estreita relação que o dinheiro possui com a emoção humana. Com ele, você aprenderá qual é o verdadeiro sentido da palavra prosperidade e como aplicá-la em sua vida.

Fator de enriquecimento – Paulo Vieira

Qual é a verdadeira riqueza? Paulo Vieira aborda a questão de acordo com as três dimensões humanas: ser, fazer e ter. É uma excelente oportunidade para aprender as condutas da riqueza e ser rico de verdade e aplicar nos seus processos de coaching financeiro.

Bolsa blindada – Patrícia Lages

Você sabe o que define a estabilidade financeira? Nesta obra, a autora te apresenta, por meio de dicas simples e práticas, como você pode alcançar a eficiência e organização financeira tão sonhada.

Conexão com a prosperidade – Bruno J. Gimenes e Patrícia Candido

Todos querem ter dinheiro e serem prósperos, mas infelizmente só uma pequena parcela das pessoas consegue. Há quem pense que tudo se trate de sorte, porém não é verdade. É preciso ter conhecimento, dedicação e conexão adequada de pensamento e emoções. O livro mostra exercícios práticos que você pode, até mesmo, aplicar nas sessões de coaching financeiro.

Speed Health – Como fazer um milhão com seu negócio em até 3 anos – T. Harv Eker

Você já se perguntou como é possível uma pessoa criar o seu próprio negócio praticamente do zero e em um prazo de até 3 anos se tornar um milionário? O que parece um sonho para uns e impossível para outros, acabou se tornando realidade na vida do escritor, empresário e palestrante T. Harv Eker. Agora, que tal alcançar o seu primeiro milhão?

Os segredos dos homens mais ricos do mundo – Steven K. Scott

Este é um dos livros sobre finanças mais citados e lidos, pois discute exatamente o segredo que existe e faz com que alguns homens se tornem extremamente ricos. Nesta obra, você encontrará as 15 mais importantes estratégias e técnicas utilizadas por eles e que te fará alcançar o sucesso financeiro desejado.

Um dos principais livros sobre finanças: Os segredos da mente milionária – T. Harv Eker

Este é um livro indispensável em uma boa biblioteca de coaching financeiro. Nele você aprenderá como administrar as finanças, como lidar com os gastos excessivos e como fazer o dinheiro trabalhar para você. Interessante, não é mesmo?

Casais inteligentes enriquecem juntos – Gustavo Cerbasi

Trata-se de um dos livros sobre finanças mais famosos dedicados aos casais. Uma boa parceria amorosa pode-se estender para o campo do dinheiro e Cerbasi mostra, através de vários tópicos como é possível construir a riqueza.

 
Empreendedores inteligentes enriquecem mais – Gustavo Cerbasi

Outra grande contribuição do Cerbasi voltada para o empreendedorismo que, entre várias lições apresenta o quanto é importante simplificar o seu modelo de gestão para ter mais tempo e se dedicar as suas vendas.

Eu vou te ensinar a ser rico – Ben Zruel

Nesta obra você aprende como se livrar das dívidas e construir a sua liberdade financeira para que possa ter uma vida mais plena por meio de um método prático.

Ganhar + Gastar – Investir + – Denise Damiani

Esse é um dos livros que eu considero mais importantes de coaching financeiro dedicado às mulheres, tanto que seu subtítulo é “o livro do dinheiro para mulheres”. É preciso mudar e Damiani mostra como fazer.

Inclusive, você pode se interessar também no meu artigo em que falo porque gastamos mais dinheiro quanto estamos tristes.

Pense e enriqueça (para mulheres) – Sharon Lechter

Quer ser rica como a Angela Merkel? Para isso é preciso superar obstáculos e agarrar as oportunidades. Como? Por meio dos princípios de riqueza de Napoleon Hill apresentados neste livro.

Por Aline Soaper - Terapeuta Financeira

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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45% dos beneficiários do PIS/PASEP vão usar dinheiro extra para pagar dívidas em atraso, mostra levantamento da CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Os recursos do fundo PIS/PASEP, cujos novos saques estarão liberados para trabalhadores de todas as idades a partir desta terça (14/8), devem ajudar muitos brasileiros a sair do sufoco financeiro. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito aponta que 45% dos cotistas devem utilizar os recursos para pagar dívidas em atraso – o percentual sobe para 57% considerando apenas os consumidores das classes C, D e E.

A segunda principal finalidade do dinheiro extra será os investimentos, com 30% de citações. Há ainda 30% de entrevistados que devem pagar despesas do dia a dia com o saldo disponível e 15% que anteciparão o pagamento de contas não atrasadas, como prestações da casa, do carro ou crediário, por exemplo. Outros 9% de entrevistados vão usar o dinheiro para adquirir roupas e calçados.

Tem direito a sacar recursos, os trabalhadores de empresas públicas e privadas que contribuíram para o PIS ou para o Pasep entre os anos de 1971 e 1988 e que não tenham resgatado o saldo. Ao todo, aproximadamente 28,75 milhões de cidadãos brasileiros têm direito ao saldo das contas, o que deve totalizar uma injeção de R$ 39,52 bilhões na economia, segundo dados oficiais do governo.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o acesso ao dinheiro das cotas do fundo PIS/PASEP é uma medida importante que deve injetar uma quantidade de dinheiro significativa na economia do país. “Isso pode ajudar o cidadão afetado pela crise e pelo desemprego a sanar suas dívidas, limpar o nome e recuperar seu crédito na praça. Ao reduzir a inadimplência o impacto sobre a economia é positivo”, explica. O presidente da CNDL, José Cesar da Costa, também destaca que os recursos também poderão impactar o consumo. “É positivo ver que uma quantidade relevante de beneficiários usará os recursos para antecipar dívidas que não estavam atrasadas. Isso mostra uma atitude preventiva e prudente do consumidor”, analisa.

De acordo com a pesquisa, 14% dos brasileiros ainda não sabem se têm direito ou não ao recebimento do benefício e 10% desconheciam a informação de que o governo havia liberado os saques.

Metodologia

A pesquisa foi realizada em 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

Por Redação

Fonte:http://site.cndl.org.br/

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Inovação no Varejo: “Pedras que rolam não criam musgo. E a TI está sempre rolando!”

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Se tem um setor impactado pela transformação digital é o Varejo. Em contato direto com o consumidor final, este cada vez mais ávido por serviços personalizados, ágeis e por uma experiência marcante, o segmento está em constante busca por inovações. No entanto, por mais necessário que seja inovar para se manter competitivo, existem diversos desafios dificultando esse processo nas empresas e, muitas vezes, o empecilho não é de infraestrutura ou orçamento, mas cultural. Como a TI deve ser portar diante dessa realidade?

 

O tema será um dos grandes destaques da 7ª edição do Congresso TI & Varejodeste ano, que acontecerá no dia 04 de setembro, em São Paulo, reunindo os principais líderes do setor. Paulo Farroco, CIO das Lojas Riachuelo, será um dos painelistas que debaterá o assunto Liderança Digital ao lado de outros especialistas.

 

Para Farroco, essa “metamorfose cultural corporativa” em cima da inovação não deve ser encarada como um obstáculo, mas um desafio interessante, embora concorde que mudar é sempre desconfortável. “Todos nós nos classificamos como pessoas não resistentes a mudanças, mas por vezes nos vemos resistentes a mesma”, assume. E no caso da TI mudar é uma constante. “Pedras que rolam não criam musgo. E a TI está sempre rolando”.

 

No caso do Varejo e muitos outros negócios, inovar é uma questão de sobrevivência, de garantir a perenidade e a longevidade. Sendo assim, mudar é um estado permanente. Mas o fato é que o atual momento econômico em conjunto com as transformações dos hábitos dos consumidores tornou essas mudanças mais intensas e profundas. “Mesmo assim é mudar ou mudar”, enfatiza.

 

Dificulta ainda o fato de muitas empresas não enxergarem a TI como esse ponto de transformação. Farroco afirma que, embora não tenha essa percepção onde atua, sabe que muitos colegas ainda não conseguiram expor o real valor que a TI agrega ao negócio. “Em muitos casos, é uma área vista como executora, por isso não é chamada para participar das decisões estratégicas”, explica.

 

Para reverter essa situação, o CIO da Riachuelo diz ser sempre importante evidenciar a visão holística que os executivos têm para conquistar um lugar na “locomotiva”. “Brinco internamente com meu time que quem está na locomotiva sabe para onde o trem vai, a que velocidade e se teremos paradas ou não. Ficamos a par das novidades participando da concepção das mesmas, e não apenas com conceito de pura execução”, analisa.

 

Liderar esse processo de inovação e transformação digital exige habilidades, e uma delas é estar sempre alinhado com o negócio. “Este skill não pode ser deixado de lado, pois trata-se de uma das mais relevantes e a que pode diferenciar a percepção da TI”, destaca Farroco.

 

O executivo ressalta ainda a importância do relacionamento num mundo mais colaborativo, a perspicácia na escolha de parceiros diante de uma certa abundância de startups e fintechs e saber gerir um time com atitudes e visões diferentes. “Resistências são normalmente causadas pela insegurança do novo. Preparar e embarcar cada um é de suma importância e facilita a mitigar a resistência à inovação”, diz.

 

Paulo Farroco estará ao lado de outros CIOs e grandes líderes do mercado varejista debatendo esse e outros temas no Congresso TI & Varejo, no dia 04 de setembro, no Grand Mercure Hotel. As inscrições estão abertas e são gratuitas para os times de TI das empresas varejistas.

Por Redação

Fonte: http://www.decisionreport.com.br/

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E-commerce deve se preparar para o Black Friday com o máximo de antecedência

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Desde que chegou em terras brasileiras, em 2010, a Black Friday, dia de descontos organizado pelo varejo na última sexta-feira de novembro, tem se consolidado como uma das mais importantes datas para o comércio no país, tirando, inclusive, muitos comerciantes do 'vermelho'.

Apenas para ter uma ideia, a data, que costuma zerar os estoques das lojas, movimenta cifras exorbitantes: somente em 2017, o evento movimentou a marca total de R$ 2,1 bilhões.

 
E apesar de ter se popularizado também nas lojas físicas, o período – bastante aguardado por milhares de brasileiros que buscam comprar produtos e serviços de todos os tipos com grandes descontos – tem como foco prioritário o e-commerce.

Para 2018, esse número tende a aumentar, apesar de esse ano ter sido bastante atípico para o varejo, com eventos como a greve dos caminhoneiros, que causou um prejuízo milionário a algumas categorias de comerciantes, e a Copa do Mundo, a qual costuma aumentar o faturamento de determinados setores, como eletroeletrônicos (televisores e celulares), vestuário (camisetas personalizadas) e outros que desenvolvem produtos que remetem a esse universo da bola, além de bares e restaurantes e hotéis; mas causa retração em outros segmentos que não são vinculados à Copa e acabam sofrendo com as paralisações causadas pelos jogos.

Diante de uma demanda tão crucial para a economia como um todo e para a reputação das marcas envolvidas no processo, é fundamental que as lojas online antecipem o quanto antes o seu planejamento. E não me refiro apenas a detalhes mais óbvios, como controle de estoque e layout customizado. É preciso ficar atento a questões, por exemplo, como segurança, já que essa época é um chamariz para todo o tipo de fraude na internet.

Se o lojista deseja se precaver em relação a isso, principalmente se ele for um micro ou pequeno empresário, precisa reservar uma verba para investir com mais ênfase em segurança da informação, a fim de evitar danos à estrutura da rede e, principalmente, o roubo de informações confidenciais, não só da empresa, mas dos seus clientes. E esse processo, obviamente, não é feito do dia para a noite. É necessário realizar testes de segurança para avaliar os pontos fracos, além de otimizar os serviços utilizando configurações automatizadas, introduzir processos de certificação digital, entre outros detalhes, principalmente se for a primeira vez do e-commerce em um evento de alto impacto.

 
Outra questão importante que merece antecipação é a criação de campanhas. Caso o empreendedor queira realizar ações assertivas, que engajem um número expressivo de pessoas e torne a marca conhecida antes mesmo da época do Black Friday, fazendo com que o cliente fique ávido pela entrada dos produtos com descontos em seu site (sem nem fazer questão de pesquisar em outros), precisa direcionar uma parte dos investimentos para ações de mídia. Para isso, a recomendação é contratar uma agência especializada em marketing digital que desenvolva e monitore essas atividades, fazendo a gestão de métricas no Google ADS, Facebook e outras plataformas; ou uma equipe para cuidar do marketing do seu negócio.

Sem mencionar, é claro, as etapas do planejamento financeiro, que incluem a avaliação da situação atual da empresa e do cenário econômico, reserva de capital de giro, entre outros detalhes; e de logística, onde devem ser observadas as etapas de frete e entrega. Quem trabalha com e-commerce deve se fazer a seguinte pergunta: "meus fornecedores estão preparados para o crescimento exponencial da demanda nessa época do ano?".

Enfim, esses são apenas alguns dos exemplos nos quais o empreendedor necessita dispensar atenção, tempo e dinheiro. Estamos há praticamente quatro meses do Black Friday e, enquanto muitos gestores acreditam que o evento esteja distante do ponto de vista do planejamento, na minha opinião, já passou da hora de as empresas iniciarem a sua investida para alcançar o público que ainda não conhece a sua marca ou conquistar de vez aquele que talvez até seja cliente cativo da sua loja física, mas que ainda não tem a confiança necessária ou o hábito de comprar no seu e-commerce. O caminho é longo, mas os resultados o justificam. Antecipe-se e colha os frutos.

Por: Denis Casita —  Especialista em Marketing Digital e CEO da Performa Web.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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