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Juízes não vão aplicar as reformas trabalhistas? Nem eles sabem o que fazer

Por João Paulo Silva Dia em Presenciais

 

A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) foi protagonista da principal polêmica em torno da reforma nas últimas semanas. A entidade divulgou um documento no qual questiona mais de uma centena de pontos da Lei 13.467/2017, que trata da reforma.

A manifestação gerou reação de políticos, advogados e de inclusive de outros juízes, alguns de instâncias superiores da Justiça, como o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Martins Filho. Ele afirmou que “a lei está aí para ser cumprida” e quem defende o contrário “presta um desserviço à Justiça do Trabalho”.

Algumas entidades de classe, como a Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgaram orientação aos seus associados sobre como prestar queixa ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra juízes que se negarem a aplicar a nova lei trabalhista.

Documento traz 125 sugestões de interpretação e aplicação da nova lei

A Anamatra promoveu, nos dias 9 e 10 de outubro, a “2ª Jornada de Direito Material e Processual do Trabalho” para debater a reforma. Participaram do evento mais de 600 juízes, procuradores, auditores fiscais e advogados da área trabalhista.

A Anamatra recebeu, inicialmente, 344 enunciados, ou seja, sugestões de interpretação ou de aplicação de artigos da nova lei. Após os debates, os participantes aprovaram 125 enunciados propostos, que deram origem ao documento divulgado pela entidade.

“Já realizamos eventos semelhantes para debater a legislação, mas nunca recebemos um número inicial de enunciados tão grande. Isso demonstra a angústia de juízes, procuradores e advogados a respeito do texto que foi aprovado pelo Congresso Nacional”, diz a vice-presidente da Anamatra, Noêmia Porto.

Entidade aponta problemas técnicos, mas diz que não é contra a lei

A Anamatra argumenta que a Lei 13.467/2017 apresenta uma série de problemas técnicos, que contrariam outras normas, ou que dificultam sua aplicação. “Há artigos que afrontam a Constituição e violam compromissos internacionais, previstos nas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT)”, diz Noêmia.

“Não é verdade que a Anamatra prega a não aplicação da reforma. O problema é o texto que foi aprovado no Congresso. É o texto que causa insegurança jurídica. O que nós fizemos foi apontar os problemas técnicos e sugerir formas de interpretação da lei”, afirma a vice-presidente da Anamatra.

Entidade defende que juiz deve ter independência para interpretar a lei

A ideia de divulgar os 125 enunciados sobre a reforma trabalhista, segundo a Anamatra, é apresentar sugestões aos juízes sobre a aplicação dos pontos mais polêmicos da lei.

“São propostas de interpretação. Mas não há nenhuma imposição para que os juízes sigam os enunciados. Muito pelo contrário. Defendemos que os juízes tenham total independência para interpretar e aplicar a lei. Isso é um pressuposto básico da democracia”, afirma Noêmia.

Entre os enunciados aprovados no evento promovido pela entidade está o que rejeita o conceito de literalidade da lei. A reforma trabalhista defende que os juízes só devem observar a literalidade da lei sem interpretá-la.

O enunciado da Anamatra diz que isso compromete “a livre convicção motivada de cada juiz do Trabalho, que é responsável por apreciar qualquer litígio de maneira imparcial e tecnicamente apta para, à luz das balizas constitucionais e legais, dizer a vontade concreta da lei”.

Advogados acham que entidade provocou mais insegurança jurídica

Entre os advogados, a divulgação dos enunciados sobre a reforma provocou efeito contrário ao desejado pela Anamatra. A sensação entre os especialistas é de que o documento apenas aumentou a incerteza sobre a aplicação da nova lei.

“Não podemos ignorar a manifestação de uma entidade como a Anamatra. Mas não acho que ela represente a opinião da maioria dos magistrados”, diz Carlos Eduardo Ambiel, professor de Direito Trabalhista da Faap.

“Eu não vejo essa grandeza de inconsistências na nova lei como foi apontado pela Anamatra. Há alguns problemas, mas passa longe dessa dimensão. Na hora de julgar, o juiz deve aplicar a lei, sem ser influenciado por opiniões políticas ou pessoais. O Judiciário não questiona norma. Aplica”, afirma Ambiel.

Para a advogada Mayra Palópoli, sócia do escritório Palópoli & Albrecht, o posicionamento da Anamatra é preocupante. “Esse documento divulgado por eles provoca uma instabilidade jurídica grande, às vésperas da implementação da reforma.”

Solução para polêmica dependerá de tribunais superiores

Independentemente da posição da Anamatra, a nova lei abre espaço para a “polemização” de temas que já tinham uma jurisprudência (entendimento legal) clara, diz o advogado Alexandre de Almeida Cardoso, sócio do escritório TozziniFreire.

“O trabalhador que se sentir prejudicado pela nova lei poderá acionar a Justiça para que ela defina uma posição. Mas a discussão de alguns temas mais polêmicos pode levar alguns anos, até que os processos alcancem as instâncias superiores e haja uma consolidação sobre esses novos conceitos”, avalia Cardoso.

Para o especialista, uma forma de facilitar o entendimento da nova lei e afastar a polêmica seria o Tribunal Superior do Trabalho (TST) concluir rapidamente a revisão de suas súmulas, ou seja, de interpretações de pontos da lei, para que sirvam de referência para as decisões judiciais.

Entre as polêmicas que poderão ser respondidas pelas súmulas, está a questão do direito adquirido. Não está claro se a nova lei  poderá alterar alguns direitos adquiridos que constam dos contratos vigentes, ou se as mudanças valerão apenas para os novos contratos de trabalho, assinados após 11 de novembro, em alguns casos específicos.

“As súmulas atuais colidem com a jurisprudência trazida pela nova lei. A revisão é importante, mas não há um prazo para que o TST faça isso”, diz Cardoso.

CNT orienta como fazer queixa contra juiz que não seguir reforma

Defensores da reforma trabalhista também se manifestaram nas últimas semanas contra o posicionamento crítico da Anamatra. A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou documento recomendando que as empresas do setor apresentem queixa contra os juízes que se negarem a aplicar a nova lei trabalhista.

No documento, a CNT orienta seus associados sobre como fazer uma reclamação disciplinar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Qualquer pessoa que se sentir prejudicada em um julgamento pode apresentar queixa contra um juiz, sem necessidade de acompanhamento de um advogado. Basta seguir o modelo de petição disponível no site do CNJ

Via Agência Globo e Redação JC

Fonte: Jornal Contábil

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Quem é Padre Chrystian Shankar? E por que VOCÊ deve ir em sua palestra?!

Por Gabriel Philipe Dia em Presenciais

Pra você que ainda não conhece o Padre Chrystian Shankar, e também pra você que conhece, mas gostaria de saber mais sobre ele, foi preparado este artigo com algumas curiosidades e motivos do porquê você deve comparecer à palestra do dia 06 de junho! Confira:

Afinal, quem é o Padre Chrystian Shankar?

Chrystian Shankar de Oliveira Lima, nasceu no dia 14 de agosto de 1975, na cidade de Itaúna, Minas Gerais. Ou seja, é mineiro como a gente, sô! Quando pequeno já demonstrava sinais de vocação sacerdotal. Em 1998, entrou para o Seminário Propedêutico da Diocese de Divinópolis. Estudou Filosofia no Seminário Arquidiocesano de Mariana e também Teologia no Instituto Dom João Resende Costa na PUC de Belo Horizonte. No dia 27 de agosto de 2005, foi ordenado sacerdote. Muita coisa, né?


Atualmente é Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Divinópolis (MG).  Além disso, o Padre Chrystian tem formação em Coaching, carregando já mais de 2.000 horas palestradas por todo o Brasil, tendo os títulos de Coach Palestrante, Leader Coach e Professional Coach (3º Programa #SERCOACH – Formação e Certificação Internacional Online) pelo IBC.

 

Por que VOCÊ deveria ir na sua palestra, no dia 06 de Junho?

1 – Pe. Chrystian Shankar é Coaching, ou seja, especialista em ajudar você a sair do lugar onde você está em sua vida e a chegar aonde você quer chegar.
2 – O tema de sua palestra é: “Seja um Profissional de Alta Performance”, para te ajudar a ser o melhor profissional que você puder ser.
3 – Suas palestras não tem como finalidade levar uma doutrina ou credo confessional, mas fazer você pensar no modo como anda vivendo e se relacionando com seu próximo.
4 – O Padre Chrystian carrega consigo mais de 2.000 horas palestradas em várias cidades do país.
5 – Ao invés de adotar um tom sério para levar seus conhecimentos, suas palestras tem um tom irreverente e descontraído que só o Padre Chrystian consegue entregar.
6 – Coleciona mais de 500.000 seguidores em suas redes sociais e não para de crescer.
7 – É uma pessoa que está crescendo cada vez mais em todo o Brasil por causa de seu excelente e admirável trabalho, e que, além de tudo, é nosso conterrâneo!

Sua palestra vai acontecer no dia 06 de junho de 2017, no Sesc Bom Despacho, às 19h30. O tema é "Seja um Profissional de Alta Performance". O ingresso para a palestra tem o valor de R$ 30,00 + 1kg de alimento não perecível. Lembrando que, empresas associadas e seus funcionários tem desconto!

Quer mais motivos? Entre em nosso Facebook e veja você mesmo alguns vídeos do Padre Chrystian Shankar e comprove que ele tem talento!

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[CURSO] Escrituração Fiscal - Bloco K

Por João Paulo Silva Dia em Presenciais

A CDL ACIBOM realizará mais uma ótima capacitação: Escrituração Fiscal - Bloco K.

O curso será ministrado por Isaias Jonas, que é Consultor Tributário, Contador, Auditor, Instrutor e Palestrante. O treinamento abordará assuntos referentes a Escrituração Fiscal Digital e Registro do Controle da Produção e do Estoque(Bloco K), como:

  • Obrigatoriedade do SPED Fiscal
  • Penalidade Fiscal
  • Nota Fiscal de Energia Elétrica
  • Implantação e Controle do Bloco K
  • Operações de Exportação
  • Informação Sobre Valores
  • Vigência da Obrigatoriedade do Bloco K
  • Entre outros.

Muita coisa, não é verdade?! A capacitação acontecerá dia 19 de dezembro de 08h30 às 17h30, aqui mesmo, na CDL ACIBOM. O valor para associados é de R$150,00 e para não-associados R$180,00.

Para se inscrever é muito fácil, é só ligar no (37) 3522-5001 ou vir pessoalmente até a CDL ACIBOM. O que você está esperando? Garanta já sua vaga!

Obs: O conteúdo detalhado do curso pode ser acessado clicando no link a seguir: Conteúdo EFD e Bloco K.

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