CDL ACIBOM / Notícias / Notícias

Conheça os 9 pontos sobre gestão financeira para pequenas empresas

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

É comum que alguns donos de pequenos negócios foquem mais na oferta de seus produtos ou serviços, dando menos atenção à outros pontos, tais como o aprender a desenvolver estratégias de marketing e também o planejamento de uma gestão financeira para pequenas empresas.

Se você tem uma pequena empresa, é preciso prestar atenção à gerência financeira dela a fim de tomar as melhores decisões para o sucesso.

Afinal, um dos pilares de qualquer negócio é justamente a sua base financeira que começa com o dinheiro reservado para o investimento inicial, seguido pelo capital de giro e, assim, continua ao longo do tempo de existência da empresa. Todo dinheiro que entra deve ser organizado de forma que o negócio continue crescendo e prosperando.

Por isso, separamos aqui neste artigo os 9 pontos que você precisa saber para fazer uma boa gestão das finanças no seu empreendimento. Vamos conhecê-las?

1. Ter uma educação financeira é essencial

Se você não consegue pôr as finanças pessoais em ordem, dificilmente conseguirá fazê-lo na sua empresa. Portanto, antes mesmo de dar início ao empreendimento, é preciso ter um comprometimento de manter as tarefas financeiras da vida pessoal em dia.

Você anda gastando mais do que ganha? Ou pior: não tem ideia se está fechando o mês no azul ou no vermelho? Possui poucas ou mesmo nenhuma forma de investir o seu dinheiro? Usa o cartão de crédito torcendo para conseguir pagar a fatura no próximo mês?

Se você respondeu “sim” a, pelo menos, uma dessas perguntas, fique atento a esse ponto.

2. Sua empresa precisa de uma conta bancária somente dela

É comum que os pequenos negócios comecem por meio das finanças pessoais, porém, no longo prazo, isso pode ser prejudicial para a empresa, sobretudo se você tiver sócios.

Portanto, tenha uma conta corrente dedicada unicamente ao empreendimento, além de um cartão de crédito corporativo. Este é o primeiro passo para determinar o que pertence a você e o que corresponde a sua empresa.

3. É preciso saber quais são os custos do negócio

Da mesma forma que você dedica boa parte do seu tempo para atender os clientes ou estudando para desenvolver estratégias de marketing, utilize esse tempo para levantar todos os custos que a sua empresa tem no decorrer de 1 ano.

Se necessário, levante todos os gastos que envolvam impostos, folha de pagamento de funcionários, notas fiscais, fornecedores e materiais de trabalho. Isso lhe fará ver quais são as despesas do negócio a médio e longo prazo de modo a saber quais planos de ação traçar para otimizá-las e reduzi-las.

4. Cartão de crédito corporativo deve ser usado somente para a sua empresa

Solicitar um cartão corporativo é um processo bem burocrático de modo que alguns pequenos empreendedores acabam optando por usar o seu cartão pessoal. E o contrário também pode acontecer: quando o cartão corporativo chega, o dono do negócio acaba usando-o para gastos pessoais.

O resultado de qualquer um dos dois cenários é muita dor de cabeça, sobretudo na hora de prestar contas para os seus sócios, contador e até para você mesmo.

Portanto, desde o primeiro momento, tenha o hábito de usar o cartão da empresa somente para gastos referentes ao negócio. Se você achar que existe o risco de usá-lo alguma vez para gastos pessoais, deixe-o em posse de outra pessoa na empresa.

5. Pagamentos eletrônicos e faturas online são as melhores opções

Lembra da época em que as empresas contavam com um office-boy cuja função era ir ao banco fazer os pagamentos ou mesmo cobrar clientes. Bom, anunciamos aqui o que você já deve saber: essa era acabou.

Hoje, os pagamentos podem ser feitos online e com segurança. Além do internet banking possibilitar pagar contas e receber transferências, há também plataformas para fazer ou receber pagamentos, tais como como Paypal, PagSeguro e Google Wallet.

6. É preciso ter alguém que cuide da gestão financeira para pequenas empresas

Os empreendedores que não conhecem bem as áreas contábeis costumam ter dúvidas sobre as finanças do negócio e só procuram ajuda quando um problema surge.

Portanto, para evitar que eles apareçam, conte com um profissional – tal como um contador – para organizar as suas finanças e lhe apontar na direção certa para o seu negócio ter sucesso financeiramente.

7. Sobrar ou faltar dinheiro no seu caixa não significa lucro ou prejuízo

É comum pensar que fechar o dia com dinheiro a mais no caixa quer dizer que a empresa lucrou e que, se faltar dinheiro, o negócio teve prejuízo.

Porém, ambos representam falta de atenção ao fluxo de caixa, o que significa que, mesmo quando você termina o dia ou mês com um faturamento maior que o apresentado no seu planejamento, é um mal sinal.

Para que isso não aconteça, conte com um sistema que registre, planeje e acompanhe o seu fluxo de caixa.

8. Cortar custos e reduzir despesas regularmente é importante

Para um negócio ser financeiramente viável, é preciso lucrar. Portanto, se ao analisar o seu fluxo de caixa, perceber que houve mais saídas do que entradas de dinheiro, este é um alerta vermelho, pois significa que é necessário começar a cortar custos desnecessários e reduzir despesas.

Comece por tudo que não é essencial para a empresa e que não comprometerá as suas operações ou resultados comerciais.

9. Conhecer termos e conceitos financeiros é fundamental

Empreendedores precisam saber tudo que acontece financeiramente do seu negócio. Por isso, esteja familiarizado com termos técnicos que serão corriqueiros nas finanças da sua empresa.

Claro que você não precisa se transformar num especialista no assunto, porém alguns conhecimentos são essenciais, tais como:

  • técnicas para mapear com clareza o panorama do seu negócio;
  • planejar o orçamento, seus tributos, além de traçar metas e objetivos;
  • conhecer as ferramentas essenciais para a gestão financeira de uma empresa.

--

Fonte: Sai do Lugar

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter

Cresce o número de brasileiros que conversam sobre o orçamento familiar em casa, aponta pesquisa CNDL/SPC Brasil e Banco Central

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Falar sobre dinheiro tem sido uma rotina cada vez mais frequente entre as famílias brasileiras. É o que revela uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). Os dados mostram que 85% dos entrevistados conversam em casa sobre o orçamento, sendo que metade (51%) discute com frequência – número que cresceu 7 p.p. em relação ao ano passado – e 21% apenas quando a situação financeira não está boa. Além disso, 15% assumem não tocar no assunto.

Considerando a forma como os rendimentos da família são organizados, 51% mantêm os ganhos em contas separadas, com cada um administrando suas finanças individualmente. Outros 25% possuem conta conjunta envolvendo todo o rendimento da família e, em 19% dos casos, cada familiar separa parte dos rendimentos para guardar na conta única da família e faz o que quiser com o restante do seu dinheiro.

Quando se observa como os casais pensam no que se refere à reserva financeira da família, 23% dos entrevistados afirmaram nunca ter sobras no orçamento familiar, fazendo com que o dinheiro seja sempre direcionado para o pagamento de contas básicas. Em 17% dos casos, quando há sobras, esse recurso é destinado para uso pessoal — percentual que sobre para 23% entre os mais jovens. Para outros 17%, o dinheiro fica guardado para gastos do mês seguinte, enquanto 15% direcionam para poupança ou algum tipo de investimento pessoal e outros 15% guardam o valor que sobra em um investimento da família.

Ainda de acordo com o estudo, 79% dos brasileiros que moram com familiares tomam decisões sobre os gastos em conjunto com todos da casa. Já 21% afirmam que a última palavra cabe a um único morador. No que diz respeito ao uso do próprio dinheiro no dia a dia, 91% disseram tomar as próprias decisões.

Independentemente de quem paga as contas, se não há diálogo, a tendência é que surjam divergências e gastos que vão extrapolar o orçamento. É muito importante manter conversas frequentes para estabelecer alguns pontos, como valor disponível para as despesas da casa, se haverá sobras para gastos extras e, acima de tudo, definir uma quantia que possa servir de reserva para imprevistos e realização de planos da família”, ressalta o Chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central, Luis Mansur.

46% dos casais costumam brigar por questões ligadas a dinheiro; gastos além das condições financeiras estão entre os principais motivos

Quando o assunto é dinheiro, no entanto, manter um diálogo em casa nem sempre é tarefa fácil, já que cada pessoa possui uma forma própria de lidar com as contas no dia a dia. O levantamento revela que 46% dos casais admitem brigar por questões financeiras, sendo que o principal motivo das desavenças está ligado aos gastos realizados pelo parceiro além de suas condições financeiras (38%). Já 54% não costumam entrar em conflito por causa de dinheiro.

As discussões também são motivadas pelo fato de o cônjuge gastar tudo o que ganha e não formar uma reserva financeira (27%), existir discordâncias em relação aos gastos da casa (25%) e os atrasos no pagamento das contas (25%). Além disso, o hábito de consumir além da capacidade financeira também é considerado prejudicial à saúde do orçamento familiar, de acordo com o levantamento. Metade dos entrevistados (51%) acredita que algum dos familiares compromete com frequência o equilíbrio das contas, sendo o cônjuge apontado como um dos maiores responsáveis (20%). O estudo mostra ainda que 40% costumam gastar mais do que podem para satisfazer as vontades do marido ou da mulher.

Questionados sobre quem costuma ser mais cuidadoso em administrar as finanças da casa, entre os casados ou que vivem em união estável, 52% consideram ter um controle melhor do que seus cônjuges. Já 27% declararam que ambos são igualmente controlados e 18% que é o outro. Apenas 2% reconhecem que ambos são descontrolados.

“Dividir a vida com outra pessoa requer compartilhar não apenas sonhos e planos, mas sobretudo a realidade dos gastos pessoais e da família, com maior abertura possível. Não é saudável deixar para conversar com o parceiro apenas na hora em que acontece um problema. A confiança acaba sendo comprometida, com desgaste no relacionamento”, avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Três em cada dez entrevistados contam ao parceiro apenas parte das compras que fazem; principais itens omitidos são roupas e calçados

A pesquisa também constatou que 89% dos entrevistados compartilham com o cônjuge ou companheiro quanto ganham por mês, sendo que 60% sabem o valor exato e 29% apenas a quantia aproximada. A grande maioria (95%) costuma abrir seus gastos pessoais ao parceiro, sendo que 66% contam todas as compras que fazem e 29% apenas algumas.

Entre os itens omitidos em relação aos gastos, estão roupas, calçados e acessórios (32%), maquiagem, perfumes e cosméticos (27%), além de comida ou guloseimas (25%). A principal razão apontada para não contar para o cônjuge as compras feitas é evitar brigas ou conflitos (45%). Outros 25% reservam parte do dinheiro para gastar como quiser no dia a dia e 15% evitam comentar quanto consomem por não gostar de ter seu dinheiro controlado pelas pessoas.

Ao avaliar se os casados pensam no futuro, 42% responderam que têm um planejamento de vida em conjunto para os próximos cinco anos e respeitam a estratégia traçada para atingir a meta — especialmente os mais jovens, com 80% das menções. Em contrapartida, 31% dos casais não possuem qualquer tipo de plano, e 27% dos entrevistados afirmam ter planos financeiros para o futuro, mas não fazem nada de concreto para atingi-lo.

Metodologia

Foram entrevistados 804 consumidores acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais, sendo que continuaram a ser ouvidos 90% dos consumidores que residiam com seus familiares. A margem de erro no geral é de no máximo 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

--

Fonte: SPC Brasil

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter

Qualidade no atendimento: 6 dicas para fidelizar seus clientes

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Um atendimento cortês é requisito obrigatório para qualquer negócio. No entanto, com o mercado altamente acirrado, uma assistência de excelência pode se tornar um diferencial competitivo e destacar sua empresa da concorrência.

Quer saber o que fazer para aumentar a satisfação dos clientes? Continue a leitura e veja como usar o atendimento para gerar consumidores fiéis. Aproveite!

Quais são as vantagens do bom atendimento?

O atendimento ao cliente é tão importante que 68% dos compradores estão dispostos a pagar mais por um serviço ou produto que ofereça uma assistência de qualidade. Foi o que revelou uma pesquisa realizada pela NeoAssist sobre o estado dessa área no Brasil.

Alguns benefícios do suporte de qualidade são:

  • fidelização de clientes;
  • geração credibilidade e confiança para a empresa;
  • aumento do ticket médio.

Além do mais, um atendimento de excelência pode atrair novos clientes para o seu negócio. Afinal de contas, um comprador satisfeito indica outros consumidores para a sua loja.

Já um cliente contrariado não volta e ainda faz propaganda negativa da sua empresa. Quem nunca deixou de frequentar um estabelecimento porque foi mal atendido, não é mesmo?

O que fazer para garantir a qualidade no atendimento ao cliente?

Para um resultado eficiente, o processo de atendimento precisa ser estruturado. Veja, a seguir, 6 dicas para melhorar o atendimento e fidelizar clientes!

1. Ofereça treinamentos para os atendentes

Um atendimento de qualidade não é baseado na simpatia dos vendedores. Cada empresa apresenta suas particularidades, por isso é essencial oferecer uma qualificação interna para a equipe.

Durante o processo de capacitação, é possível passar todas as diretrizes da empresa e deixar os funcionários informados sobre os produtos e serviços ofertados.

Por isso, faça simulações de atendimento para identificar falhas e acertos no processo de vendas. Nesse momento, use exemplos reais de situações anteriores para mostrar o melhor caminho para agradar o cliente.

Outro aspecto importante para garantir a qualidade do atendimento é manter um time motivado. Funcionários satisfeitos conseguem gerar melhores resultados para a empresa.

2. Invista em tecnologias de autoatendimento

As inovações tecnológicas estão aí para agilizar a vida dos clientes e da empresa. Com os canais de autoatendimento, o cliente tem independência e pode resolver as demandas de forma autônoma.

Além da facilidade para os consumidores, a ferramenta permite que os atendentes fiquem dedicados a questões mais complexas, contribuindo para o aumento da produtividade e a redução dos custos. Mas cuidado para não dificultar o contato direto do consumidor com a empresa!

Veja alguns exemplos de canais de autoatendimento:

  • URA (Unidade de Resposta Audível): o consumidor tem acesso a um menu de opções pelo telefone e escolhe a alternativa desejada. Assim, ele é direcionado para o atendente mais apto a solucionar o seu problema. Muitas vezes, o menu eletrônico fornece todas as informações que o consumidor precisa, dispensando a necessidade da interação humana;
  • FAQ (Frequently Asked Questions): documento com as dúvidas mais frequentes dos consumidores. Assim, ele pode solucionar questões sem a necessidade de entrar em contato com a empresa;
  • totens: telas touchscreen com serviço interativo para realizar tarefas rápidas.

3. Disponibilize atendimento omnichannel

O omnichannel é a integração de diversos canais de atendimento. Essa é uma forma de melhorar a experiência do consumidor, pois ele terá mais opções de contato com a empresa.

Com a tecnologia, é possível que o cliente inicie o atendimento por telefone, por exemplo, e finalize pela internet sem precisar começar o processo todo novamente.

Isso acontece porque a ferramenta possibilita que todas as interações do cliente com a empresa fiquem armazenadas em um só lugar. Assim, é possível garantir o mesmo nível de atendimento em qualquer canal.

Essa facilidade é tudo que o cliente sempre sonhou. Afinal de contas, não há nada mais cansativo do que entrar em contato com a empresa para uma reclamação, por exemplo, e ter que repetir a mesma história diversas vezes.

4. Utilize uma ferramenta de CRM

O Customer Relationship Management (CRM) — em português, Gestão do Relacionamento com o Cliente — é um conjunto de estratégias focadas no cliente. A ferramenta é essencial para conhecer o público, oferecer um atendimento personalizado e fidelizar.

O CRM reúne informações valiosas sobre o consumidor, como nome, endereço, sexo, idade, contatos, classe social e interesses. Além do mais, é possível identificar o comportamento de compra e se antecipar às necessidades dele. Com base nessas informações, é possível implementar ações efetivas para agradar os clientes.

Além disso, a ferramenta possibilita a integração de departamentos, a automatização de processos e ainda gera relatórios analíticos.

5. Solicite feedback ao cliente

O melhor medidor de sucesso da sua empresa é a opinião dos clientes. O retorno dado por eles mostra informações relevantes sobre a qualidade do atendimento e possibilita a implementação de melhorias nos processos.

A estratégia mais eficiente para fazer isso é por meio do atendimento pós-venda. Essa é uma forma de mostrar que sua empresa está preocupada com a satisfação dos clientes e não apenas em vender. O resultado é um cliente fidelizado!

Outra ferramenta importante são as pesquisas de satisfação. Por meio desse estudo é possível coletar as opiniões dos clientes sobre os serviços da sua empresa. Contudo, vale lembrar que manter um cadastro de clientes atualizado é essencial para viabilizar esse contato.

Além do mais, monitorar as redes sociais também é um caminho para conseguir um retorno dos consumidores. Verifique todas as menções feitas a sua empresa nas mídias.

No entanto, não se preocupe com as reclamações. Elas são ainda mais valiosas do que os elogios, porque indicam as falhas do seu negócio. Após reconhecer o problema, você pode buscar soluções efetivas.

6. Monitore e mensure os resultados

Não acompanhar os resultados é um dos maiores erros de gestão que travam o crescimento da sua empresa. Sem essa análise, não é possível certificar que o negócio está no caminho certo.

Para isso, é essencial definir métricas para medir o desempenho do atendimento ao cliente. Veja alguns indicadores que podem ser usados:

  • tempo médio de espera: período que o cliente espera para ser atendido;
  • tempo médio de atendimento: período de conversação entre o cliente e o vendedor;
  • taxa de abandono: clientes que abandonam a ligação por causa da demora no atendimento ou por insatisfação.

Além disso, os feedbacks dados pelos clientes também fornecem informações para avaliar a qualidade do atendimento.

Manter a qualidade no atendimento ao cliente não é uma tarefa fácil. No entanto, a estratégia é essencial para garantir o sucesso da sua empresa. Afinal de contas, o cliente tem participação fundamental nos resultados de um negócio. Invista na assistência de excelência e colha os bons frutos!

--

Fonte: Comércio em Ação

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter

WhatsApp no trabalho pode resultar em dispensa por justa causa?

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 126,4 milhões de usuários conectados à internet, o que representa aproximadamente 70% da população com 10 anos de idade ou mais. Hoje em dia é quase impossível encontrar alguém que não utilize o WhatsApp como ferramenta de comunicação. 

Segundo o instituto, o acesso à internet através do smartphone ultrapassou, desde 2016, o acesso via computadores no país.

Ninguém mais larga o celular, inclusive durante a jornada de trabalho. Por conta disso, é natural que o seu uso venha se tornando tema corriqueiro de advertências, suspensões e até mesmo de dispensas por justa causa nas empresas.

Mas, afinal, utilizar o WhatsApp no trabalho pode resultar em um problema ou não? Pode o empregador proibir o uso do celular?

Sim. O empregador possui o direito de proibir o uso do celular e, caso a ordem seja descumprida, a empresa poderá advertir, suspender ou até mesmo dispensar o trabalhador, não necessariamente nessa mesma ordem. Em alguns casos, o trabalhador poderá ser dispensado por justa causa logo na primeira infração. É para ser levada a sério a proibição. 

Ao contrário do que muitos pensam, não existe na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) um número mínimo ou máximo de advertências que caracterizem a justa causa. A lei fala apenas que a aplicação da pena deve ser proporcional à gravidade ou à reincidência do fato. 

O correto é que a questão seja analisada caso a caso e de forma proporcional ao ato praticado. Vejamos dois exemplos: um empregado que trabalha como auxiliar administrativo pode ser advertido na primeira ou segunda oportunidade e, caso continue descumprindo as ordens da empresa, poderá ser penalizado com uma suspensão ou até mesmo com uma dispensa motivada. Já um motorista de ônibus que for flagrado utilizando o celular enquanto trabalha, isto é, enquanto dirige, pode sim ser dispensado por justa causa já na primeira oportunidade, uma vez que uso do celular nessas circunstancias coloca em risco a vida dos passageiros. 

Após analisados esses pontos, ainda pode restar a seguinte dúvida: mas o WhatsApp também não pode ser utilizado como uma ferramenta de trabalho?

Pode, desde que autorizado expressamente pela empresa. Contudo, ainda assim os trabalhadores devem ficar atentos com o uso do aplicativo, em especial aos chamados grupos de WhatsApp. Não são raras as penalidades aplicadas por conversas ou pelo uso impróprio dessa ferramenta. 

Assim, a fim de evitar maiores transtornos, é preciso que o trabalhador fique atento ao que diz o regulamento interno da empresa a respeito do uso. Já os empregadores devem aplicar as penalidades de forma razoável e proporcional ao ato praticado, de preferência após o aval do departamento jurídico. 

Importante ressaltar ainda que, caso o empregado não concorde com a pena, a fim de reverter a justa causa aplicada, o trabalhador poderá ingressar com uma reclamação trabalhista na Justiça do Trabalho, que analisará se a penalidade aplicada pelo empregador foi proporcional ao ato praticado pelo empregado ou não. O ideal é que os patrões e trabalhadores tenham bom senso na utilização das ferramentas tecnológicas.

--

Fonte: Administradores

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter

Por que ter uma loja virtual com site próprio

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Quando alguém decide transformar um talento natural em negócio, toda a atenção é dedicada ao trabalho. Para vender, são utilizados canais como o Whatsapp, Instagram e outras redes sociais. Mas é importante que você tenha também uma loja virtual com site próprio e vamos explicar o porquê neste artigo.

Se você trabalha com artesanato, música, ensino de habilidades e outras áreas que exigem o desenvolvimento autônomo de um produto ou serviço, este artigo é direcionado para você. Entenda adiante a razão de ter um espaço próprio na web e como isso pode beneficiar suas vendas, garantindo sustentabilidade ao negócio.

Por que devo ter uma loja virtual com site próprio

O Instagram, Whatsapp e Facebook são pontos de contato importantes entre sua marca e seus clientes e devem ser valorizados. Mas fazer das redes sociais seu único ponto de vendas é como colocar toda a loja na vitrine — na verdade, uma vitrine que não é sua.

Uma página comercial no Facebook é um ativo que pertence ao próprio Facebook. Por mais tempo que você a tenha, por mais publicações que você impulsione, aquela página nunca será realmente sua.

É como, por exemplo, ser um agricultor e trabalhar em uma terra arrendada. Em poucos segundos, a terra pode ser tirada de você e o trabalho da sua vida não terá valido nada.

O mesmo acontece com seu perfil comercial nas redes. Você trabalha para atrair público, cria conteúdos engajadores, converte curiosos em clientes, investe tempo e dinheiro para, no fim das contas, não ter nada disso.

Com uma loja própria, hospedada em um domínio seu, a história é outra. Como lojista, você pode atrair o púlico para a sua página — inclusive a partir das redes sociais — se posicionar estrategicamente nos mecanismos de busca, processar pagamentos, segmentar públicos, criar fluxos de nutrição para diversas bases e ter um fluxo constante de compras sobre um investimento fixo.

Abaixo, separamos 5 benefícios de que você, lojista, pode desfrutar ao ter uma plataforma própria de e-commerce.

5 benefícios concretos que um site próprio garante às vendas

1. SEO

Hoje, ter um bom posicionamento no Google e em outros agregadores de ofertas pode garantir o sucesso de uma loja. A competição pelas primeiras colocações nos resultados de pesquisas tem se tornado cada vez mais acirrada. Ou seja, sem estratégia de posicionamento, sem vendas.

Com uma página nas redes sociais é mais difícil conseguir um bom posicionamento — afinal, seus produtos estão anunciados dentro de outra plataforma proprietária. Em um site próprio, é possível estruturar os anúncios de produtos e serviços de forma otimizada para SEO (Search Engine Optimization), atraindo clientes que buscam o item que você tem para oferecer.

2. Marketing estratégico

No Instagram, um usuário pode rolar a tela para cima e dar de cara com o seu produto ou anúncio. Com um simpels gesto, ele acessa outro post que atrai sua atenção ou até mesmo um produto concorrente do seu.

Ou seja, você não tem controle sobre a exibição das postagens no feed dos usuários. Conforme dissemos logo acima, a terra não pertence a você. As regras são feitas pelos donos, não pelos arrendatários.

Em uma loja virtual própria, a exibição dos produtos fica completamente sob seu controle. Dessa maneira, você pode destacar itens, exibir promoções e oferecer produtos de forma segmentada para cada consumidor, aproveitando oportunidades de upselling e cross-selling.

3. Controle do processo de vendas

O momento do pagamento é o mais crítico em vendas nas redes sociais. É a hora em que o cliente pode simplesmente desistir da compra, mesmo que toda a conversa tenha indicado seu interesse no produto.

Numa loja virtual, há outra percepção de valor. Você pode trabalhar outros aspectos da marca para mostrar ao cliente que aquele produto vale o preço cobrado.

Além disso, os meios de pagamento — seja por gateways, seja por intermediários como o PagSeguro — transmitem total confiabilidade na hora da compra e diversas opções de cobrança e de métodos de pagamento — incluindo os formatos recorrentes, ideal para quem vende serviços.

Na loja virtual, você também pode integrar um software CRM (Customer Ralationship Management) para trabalhar o pós-venda e tentar converter clientes que já visitaram sua loja ou que abandonaram o carrinho de compras.

Em suma, você tem todos os dados em suas mãos para utilizar de maneira estratégica e lucrativa.

4. Inserção de banners promocionais

Numa loja virtual, você tem controle sobre todos os espaços do site. Em vez de se preocupar com os melhores horários para postar promoções nas redes sociais, você pode focar em converter o público que já está na sua página com promoções.

É uma forma de aproveitar, por exemplo, períodos como a Black Friday. Segundo a Ebit, o comércio eletrônico faturou R$ 2,6 bilhões na data em 2018, 23% a mais do que no ano anterior.

Posts em redes sociais, mesmo com ofertas de descontos, ainda precisam passar por filtros de algoritmos que podem torná-los simplesmente irrelevantes.

5. E-mail marketing e conteúdo

Essa é a mina de ouro que cada lojista pode construir para si. Com um site próprio, é possível captar e-mails por meio de ofertas de conteúdo, transformando usuários curiosos em leads.

Cada lead tem uma história própria com a sua marca. Alguns já efetuaram compras, outros apenas conhecem a loja, há aqueles que ficaram insatisfeitos por alguma razão, dentre outros. Mas a sacada é conhecer cada uma dessas histórias e como se comunicar com as pessoas.

Para isso, existem os fluxos de nutrição — que nada mais são do que enviar o e-mail certo às pessoas certas no momento certo com a mensagem certa. É construir um relacionamento para que aquele cliente volte a comprar.

Outra possibilidade é utilizar bases próprias de e-mails para envio de ofertas e promoções — o chamado e-mail marketing. Ele está mais vivo e relevante do que nunca, basta ter cuidado para não enviar mensagens que possam ser identificadas como spams.

É importante enfatizar que nada disso significa que você deve abrir mão dos seus perfis nas redes sociais. Pelo contrário, é possível trabalhar estratégias para atrair o público das redes sociais para o seu site. O importante é não depender apenas de outras plataformas para garantir suas vendas e passar o resto da vida como um arrendatário.

Se você já deu o primeiro passo nesse sentido e criou uma loja virtual própria, saiba o que fazer de agora em diante.

--

Fonte: Administradores

 

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter

Número de inadimplentes que regularizaram dívidas cresce 11,5%, apontam CNDL/SPC Brasil

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Com a retomada da economia a passos lentos, o cenário de recuperação de crédito entre os consumidores começa a dar sinais de melhora. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito ao Crédito (SPC Brasil) mostra que cresceu 11,5% o volume de brasileiros inadimplentes que regularizaram suas pendências e, que por isso, sairam do cadastro de devedores. Os dados do Indicador de Recuperação de Crédito são de janeiro de 2019 e dizem respeito ao acumulado em 12 meses. Em janeiro de 2018, houve uma queda de -0,7% na quantidade de consumidores que pagaram dívidas em atraso, resultado negativo que se repetiu em igual período de 2017 (- 2,2%) e de 2016 (-2,5%). A última vez que o dado ficou no azul foi em janeiro de 2015, cuja alta fora de 6,2%, também no acumulado em 12 meses.

Do total de devedores que recuperaram crédito no mês passado, 41% residem na região Sudeste e 31% moram no Nordeste. Em terceiro lugar aparece a região Sul (11%), seguida do Centro-oeste (8%) e Norte (6%). Já o número de dívidas que foram retiradas do cadastro de inadimplência mediante pagamento cresceu 9,6% no acumulado em 12 meses. Há um ano, esse dado representava uma queda de 5,1%.

O levantamento ainda mostra que entre os devedores que recuperaram crédito em janeiro, a maior parte (24%) tem entre 30 e 39 anos. Outros 22% estão na faixa de 50 a 64 anos e 13% possuem idade acima de 64 anos. O Indicador de Recuperação de Crédito aponta que não há diferença significativa entre os gêneros: 51% dos que pagaram as dívidas são mulheres, ao passo que 49% são homens.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o dado positivo observado neste início de ano acompanha a tendência de melhora gradual da economia, mas ainda é insuficiente para reverter o quadro geral de inadimplência elevada no país. “O número de inadimplentes que estão conseguindo honrar compromissos atrasados vem aumentando. Só que ao mesmo tempo, também cresce a quantidade de novos devedores. Isso faz com que a inadimplência continue elevada. Para os próximos meses, o movimento da inadimplência dependerá da evolução do crédito e de outras variáveis macroeconômicas como o desemprego e renda. A melhora desses dois últimos pontos poderá fazer a recuperação de crédito avançar mais do que o número de novos negativados, culminando na queda da inadimplência”, explica a economista.

79% dos que foram negativados em janeiro são reincidentes, sendo que 28% haviam regularizado uma dívida no último ano

O levantamento ainda mostra que, em muitos casos, a inadimplência não é um evento isolado. Do total de consumidores que foram negativados no último mês de janeiro, 79% são reincidentes, ou seja, já haviam aparecido no cadastro de devedores ao longo dos últimos 12 meses. Nesses casos, 28% haviam regularizado a dívida anterior, enquanto 51% ainda estavam com uma dívida pendente. Os 20% restantes de pessoas que se tornaram inadimplentes em janeiro não estiveram com restrições no CPF ao longo dos últimos 12 meses e, por isso, não são considerados reincidentes.

Outro dado observado é que, o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida para a outra é de 96 dias, em média. Isso significa que, depois de pouco mais de três meses após ficar inadimplentes, o consumidor volta a atrasar o pagamento de uma segunda conta.

A economista Marcela Kawauti chama a atenção para o cuidado que o consumidor deve tomar ao fechar um acordo com credores, a fim de evitar que haja novos atrasos. “Um dos principais erros cometidos em uma renegociação de dívida é aceitar os termos do acordo sem avaliar sua capacidade de pagamento. Se o consumidor atrasar as parcelas acordadas, nada impede dele ver seu nome voltar para a lista de inadimplentes. Então é preciso ter plena consciência de que o combinado será cumprido e não ter medo de fazer uma contraproposta dentro de suas condições”, alerta a economista.

Metodologia

O Indicador de Recuperação de Crédito mostra a evolução da quantidade de devedores que deixaram o cadastro de inadimplentes num dado mês por conta do pagamento das suas pendências em atraso, bem como a quantidade de dívidas. Já o Indicador de Reincidência mostra o volume de devedores que atrasaram mais de duas contas. Para isso, são usados os registros de saída de CPFs das bases a que o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) tem acesso. Os dados são de abrangência nacional. Baixe a íntegra do indicador em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/indices-economicos

Fonte: FCDL-MG

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter

Cadastre-se e descubra todas as vantagens de ser um dos nossos associados!

Nós também odiamos spam!