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Programa Aprendiz abre inscrições

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Jovem, entre 14 e 24 anos, interessado em participar do Programa Aprendiz, deverá comparecer em nossa sede, localizada na Rua Marechal Floriano Peixoto, 121, centro, entre os dias 03 e 07 de dezembro, de 8h e 17h, retirar na recepção a ficha de inscrição, preencher com todas as informações, anexar os documentos obrigatórios e entregar no mesmo local até a data limite, 07 de dezembro, às 17h.

Fique atento aos documentos obrigatórios. Fichas incompletas não serão recebidas!

PROGRAMA APRENDIZ

O programa opera em Bom Despacho, desde 2009, onde já capacitou para o mercado de trabalho mais de 1.000 jovens, que hoje ocupam os mais variados cargos em empresas da cidade e região.

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Natal deve movimentar R$ 53,5 bi na economia, projetam CNDL/SPC Brasil

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Apesar da lenta recuperação da economia no país e do ambiente de incertezas, a maior parte dos brasileiros pretende manter a tradição e ir às compras neste Natal, movimento que promete aquecer as vendas do varejo em 2018. É o que revela pesquisa realizada em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). As projeções permanecem no mesmo patamar do último ano e indicam uma injeção de aproximadamente R$ 53,5 bilhões na economia.

Além disso, espera-se que mais de 110,1 milhões de consumidores presenteiem alguém no Natal de 2018. Em termos percentuais, 72% dos brasileiros planejam comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado principalmente nas classes A e B (83%). Apenas 9% disseram que não vão presentear — 26% porque não gostam ou não têm o costume, 23% por estarem desempregados e 17% por não ter dinheiro — enquanto 19% ainda não se decidiram.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia reforça o porquê a data é a mais aguardada do ano para consumidores e comerciantes. “Embora o cenário econômico atual não esteja tão favorável, a expectativa positiva para o Natal dá indícios sobre a disposição dos brasileiros em consumir”, afirma Pellizzaro Junior.

Consumidor pretende comprar entre quatro e cinco presentes; ticket médio será de R$ 116 por item. Considerando os que realizaram compras no ano passado, 27% planejam gastar mais

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa devem comprar entre quatro e cinco presentes. O valor médio com cada item será de R$ 115,90, sendo maior entre os homens (R$ 136,51). O levantamento também revela que o número dos que pretendem desembolsar entre R$ 101 e R$ 200 com presentes cresceu na comparação com 2017, passando de 10% para 16%. Esse percentualchega a mais de um terço (33%) na faixa acima de 55 anos. Há, contudo, uma parcela considerável de consumidores (33%) que ainda não decidiu qual ao valor a ser desembolsado. 

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal é que quase um terço (27%) dos entrevistados que compraram presentes em 2017irá gastar um valor superior este ano — alta de oito pontos percentuais na comparação com o último Natal. Outros 30% planejam gastar a mesma quantia e 22% menos. Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2018, 29% afirmam que vão adquirir um presente melhor, enquanto 25% reclamam do aumento dos preços, principalmente as classes A e B (41%). Há ainda, 22% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos, em especial as mulheres (33%).

Entre os que irão diminuir os gastos, a principal razão deve-se à situação financeira ruim e ao orçamento apertado (34%). Outros 30% afirmaram que querem economizar, enquanto 14% possuem outras prioridades de compra, como a casa própria ou um automóvel e 12% estão desempregados.

85% dos consumidores vão pesquisar preços antes de comprar presentes; lojas de departamento e internet são principais locais de compra.

Os reflexos da crise continuam sendo sentidos no bolso do consumidor, que enfrenta orçamento mais apertado e renda que não acompanhou ajustes de preço dos produtos. Tanto que a maioria dos consumidores ouvidos (56%) disseram que os presentes de Natal estão mais caros em 2018 do que no ano passado. Para 28%, os produtos estão na mesma faixa de preço, enquanto apenas 6% disseram que os preços estão menores.

Pesquisar preço antes de comprar já se consolidou como hábito entre os brasileiros: 85% dos entrevistados adotarão essa prática pensando em economizar e a internet (67%) será a principal aliada. O tradicional comércio de rua e as lojas de shopping são dois outros destinos de quem pretende comparar preços, com 49% e 47% das menções, respectivamente. Quanto ao local escolhido para as compras de Natal, este ano as lojas de departamento dividem a preferência dos consumidores (42%) com as lojas online (40%) — 75% desses consumidores virtuais farão, pelo menos, metade de suas compras neste canal. 

Os shopping centers aparecem em seguida, com 34% das citações, enquanto as lojas de rua foram mencionadas por 30%.  Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas nacionais (75%), sites de classificados de compra e venda (27%) e lojas virtuais especializadas em ofertas e descontos (22%).

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a internet vem se consolidando como um importante canal de vendas no país “Cada vez mais, os consumidores usam a rede para compras, principalmente pela comodidade e praticidade, além da possibilidade de comparar preços e encontrar uma diversidade de produtos disponíveis”, comenta Marcela.

Roupas continuam sendo o item mais procurado para o Natal e os filhos mantêm lugar cativo como os mais presenteados 

Por mais um ano, as roupas permanecem na primeira posição do rankingde produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (55%). Calçados (32%), perfumes e cosméticos (31%), brinquedos (30%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (19%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. 

Quando o assunto se refere a quem deve receber os presentes neste Natal, os filhos continuam em primeiro lugar (57%). Em seguida, os entrevistados mencionaram maridos ou esposas (48%), mães (46%), irmãos (24%), sobrinhos (21%), pais (20%) e namorados (17%). Os filhos também receberão os presentes mais caros (25%).

Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é a qualidade do item adquirido (21%). A pesquisa aponta que dois aspectos chamam a atenção este ano e ganharam importância frente a 2017, tanto as promoções ou descontos oferecidos pelas lojas (20%, contra 13% no último ano) quanto o preço dos presentes (17%, contra 9% no ano passado). Além desses, os entrevistados destacaram ainda o perfil do presenteado (17%) e o desejo do presenteado (13%) como pontos a serem considerados na decisão.

57% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, quatro meses

De acordo com o levantamento, a maioria dos entrevistados (57%) vai optar por uma modalidade de pagamento à vista — percentual que sobe para 61% nas classes C, D e E. Os que vão utilizar alguma modalidade de crédito somam 40% dos compradores, dos quais 26% vão recorrer ao cartão de crédito parcelado, 10% preferem pagar no cartão em parcela única e apenas 2% devem usar o cartão de lojas.

Na média, as compras parceladas serão divididas entre quatro e cinco vezes, o que significa para o consumidor comprometer parte de sua renda com prestações de Natal até a Páscoa do próximo ano. Para 54% das pessoas ouvidas pela pesquisa que irão dividir o pagamento de suas compras, a escolha pelo parcelamento deve-se à falta de condições em comprar todos os presentes de uma única vez, enquanto 29% preferem parcelar para garantir sobras de dinheiro no orçamento e 25% esperam poder comprar presentes melhores.

“O ideal é que se o consumidor estiver inadimplente não contraia novas dívidas com o Natal, já que o início do próximo trará despesas altas com impostos, férias e matrícula escolar. Recomenda-se que a pessoa faça as contas e se a opção for o pagamento parcelado, é preciso estar atento para que a prestação não comprometa o pagamento das contas que virão no próximo ano”, orienta a economista-chefe do SPC Brasil.

Cenário mineiro

Assim como acontece no cenário nacional, em Minas, a lenta recuperação econômica e as incertezas no cenário político afetam um crescimento expressivo na intenção de consumo do mineiro. Ainda assim, o apelo emocional da data juntamente com a injeção do 13º salário na economia, estimulará as compras no estado, como analisa o economisra da FCDL-MG, Vinícius Carlos.

De acordo com ele ainda, o setor de vestuário também será a principal escolha dos mineiros para a compra de presentes neste fim do ano, seguido por calçados e eletrônicos, como apontou uma prévia da pesquisa de intenção de consumo da FCDL-MG.

Para o economista, o momento pede a criação de estratégias que possam minimizar os impactos negativos deste quadro. "Existem várias formas de reverter tal situação e todas envolvem muito trabalho e dedicação. Melhorar a vitrine, atender o cliente com vontade de vender, agregar mais valores do que efetivamente ele está comprando, dentre outras. Cabe ao lojista, fazer o que ele sabe fazer de melhor: reinventar-se", afirmou.

Metodologia

Inicialmente foram ouvidas 761 pessoas nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 607 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de 3,5 e 4,0 p.p, respectivamente, para um intervalo de confiança de 95%.  

 

Fonte: FCDL

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Um modelo de excelência e inovação

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Re­cen­te­men­te es­ti­ve em Is­ra­el, em mis­são pe­lo IEL e CNI, que con­tou com a pre­sen­ça de em­pre­sá­rios, ges­to­res, re­pre­sen­tan­tes de uni­ver­si­da­des e do go­ver­no fe­de­ral.

A Imer­são em Ecos­sis­te­mas de Ino­va­ção te­ve co­mo ob­je­ti­vo re­u­nir co­nhe­ci­men­to e ex­pe­ri­ên­cia em te­mas de­ter­mi­nan­tes pa­ra o fu­tu­ro da in­dús­tria.

Ti­ve­mos a opor­tu­ni­da­de de co­nhe­cer o que há de mais avan­ça­do em tec­no­lo­gia, in­fra­es­tru­tu­ra e mo­de­los de ne­gó­cio, em áre­as co­mo se­gu­ran­ça, mo­bi­li­da­de ur­ba­na, sa­ú­de, edu­ca­ção, co­mu­ni­ca­ção etc.

Es­tou ca­da vez mais con­ven­ci­do de que ino­va­ção é al­go im­pres­cin­dí­vel e es­tra­té­gi­co pa­ra as or­ga­ni­za­ções, se­jam elas pu­bli­cas ou pri­va­das.

Pre­ci­sa­mos de­sen­vol­ver a cul­tu­ra de ino­var e de per­ce­ber­mos opor­tu­ni­da­des pa­ra ofe­re­cer so­lu­ções. Paí­ses têm ob­ti­do re­le­van­tes re­sul­ta­dos de de­sen­vol­vi­men­to pe­la co­ra­gem e ou­sa­dia que ti­ve­ram em mu­dar e cri­ar um am­bi­en­te de es­tí­mu­lo à ino­va­ção, com in­ves­ti­men­tos em edu­ca­ção e pes­qui­sa.

A ges­tão pú­bli­ca pre­ci­sa des­per­tar pa­ra a ne­ces­si­da­de de mu­dan­ça, im­plan­tan­do ações que pro­por­ci­o­nem mais efi­ci­ên­cia e re­sul­ta­dos.

Em­pre­sas pre­ci­sam se adap­tar ao de­sa­fio da era di­gi­tal, com ações que pro­por­ci­o­nem mais pro­du­ti­vi­da­de, com­pe­ti­ti­vi­da­de e agre­ga­ção de va­lor aos seus pro­du­tos.

Is­ra­el é um gran­de exem­plo de na­ção que tem si­do re­fe­rên­cia co­mo cen­tro de tec­no­lo­gia. É um pa­ís pe­que­no, qua­se sem re­cur­sos na­tu­ra­is, cli­ma des­fa­vo­rá­vel, que con­vi­ve com con­fli­tos, mas que for­ne­ce co­nhe­ci­men­to e pes­qui­sa pa­ra em­pre­sas de to­das as par­tes e seg­men­tos do mun­do, co­mo de tec­no­lo­gia do Va­le do Si­lí­cio e das gran­des mon­ta­do­ras mun­di­ais.

Fez da cri­se uma opor­tu­ni­da­de de de­sen­vol­vi­men­to sus­ten­tá­vel e de cres­ci­men­to. Ou­tro di­fe­ren­ci­al é a for­te in­te­ra­ção en­tre go­ver­no, em­pre­sas e aca­de­mia, pois va­lo­ri­zam o pes­qui­sa­dor, que é im­bu­í­do no pro­pó­si­to de de­sen­vol­ver tes­es e so­lu­ções prá­ti­cas. Não bas­ta ape­nas cri­ar tes­es e en­ga­ve­ta-las. É pre­ci­so que ge­rem re­sul­ta­dos pa­ra a so­ci­e­da­de.

Cha­mou-me mui­to a aten­ção co­mo é im­por­tan­te um pa­ís ter al­vo, me­tas, pla­ne­ja­men­to, o que fi­ze­ram de Is­ra­el fi­gu­rar co­mo po­lo mun­di­al de par­ques tec­no­ló­gi­cos, in­cu­ba­do­ras de em­pre­sas, star­tups e fun­dos de ino­va­ção.

É o pa­ís que mais in­ves­te em pes­qui­sa e de­sen­vol­vi­men­to no mun­do, na or­dem de 4,3% do PIB. Há in­for­ma­ções de que ca­da dó­lar in­ves­ti­do ge­ra de cin­co a oi­to dó­la­res.

Nes­te ano o go­ver­no is­ra­e­len­se do­a­rá pra­ti­ca­men­te meio bi­lhão de dó­la­res pa­ra fi­nan­ciar pes­qui­sa, de­sen­vol­vi­men­to e ino­va­ção em em­pre­sas lo­ca­is, o que tem con­tri­bu­í­do pa­ra ob­ten­ção de cres­ci­men­to con­tí­nuo da eco­no­mia, sen­do 4% em 2016 e 3,3% em 2017.

O go­ver­no va­lo­ri­za o em­pre­en­de­do­ris­mo e fo­men­ta a ino­va­ção. Aci­ma de tu­do, edu­ca­ção, sa­ú­de e se­gu­ran­ça são itens de qua­li­da­de e ex­ce­lên­cia ofe­re­ci­dos à po­pu­la­ção.

Pre­ci­sa­mos apren­der mui­to com Is­ra­el, nos es­pe­lhar­mos co­mo um mo­de­lo de cul­tu­ra em­pre­en­de­do­ra e que va­le a pe­na in­ves­tir em pes­qui­sa, ci­ên­cia e tec­no­lo­gia.

 

Por Pau­lo Afon­so Fer­rei­ra Vi­ce-pre­si­den­te da Con­fe­de­ra­ção Na­ci­o­nal da In­dús­tria (CNI) e di­re­tor Ge­ral do Ins­ti­tu­to Eu­val­do Lo­di (IEL)

Fonte: https://www.dm.com.br/

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Sete estratégias para criar promoções fracassadas de marketing

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Muitas empresas estão correndo para acompanhar o aumento de vendas que chega com o fim de ano. Indústrias e comércios já estão contratando, promoções estão sendo elaboradas e muitas estratégias já foram desenhadas. Porém, o que muitos não sabem é que algumas promoções já nascem fracassadas.

Isso acontece porque devidos cuidados não foram tomados com relação a empresa e a marca como um todo. Mesmo o que um dia deu certo, hoje pode ser uma promoção natimorta. Por isso, antes de dispender equipe, recursos, esforços e dinheiro em uma promoção ou campanha de fim de ano fadada ao fracasso, fique atento a alguns pontos chave de atenção.
 
Copie o ano passado: algumas grandes empresas possuem campanhas que se repetem anualmente. Marcas famosas costumam ter slogans, mascotes, entre outras coisas, ligadas ao natal, ano novo, etc. Entretanto, cada ano é diferente, e não é possível simplesmente copiar o que foi feito e esperar que dê certo como no ano anterior. Campanhas precisam carregar originalidade, mesmo que se conectem a um tema que se repete anualmente.

Ignore as mudanças do mercado: é preciso levar em conta que o mercado mudou de 2017 para 2018. A crise recuou, há novas tensões e alívios econômicos, novos players, novas tecnologias e novas formas de comprar. É preciso estar atento ao que mudou para que sua campanha não fale a um público que já não está mais prestando atenção àquela forma de comunicação. Quais as preocupações do seu consumidor atual? Quem está comprando de você é a mesma pessoa do ano anterior, ou seus valores mudaram? Ignorar isso é fracassar.

Desconheça o consumidor 4.0: a tecnologia mudou a forma como as pessoas consomem marcas, produtos e serviços. Uma empresa que pretende aproveitar o fim de ano para vender mais, precisa estar atenta a como as pessoas consomem hoje em dia. Interação em redes sociais, compras online, auto serviço, são só alguns tópicos a se analisar. O consumidor é estimulado em diversos canais e a venda ocorre de maneira muito diferente. É preciso trazer sua empresa para o diálogo com essa realidade. A interação com o cliente deve ser constante.

Não crie uma experiência de compra: o cross selling, posicionamento nas gôndolas, e todas as antigas maneiras de se fazer o cliente transitar pela loja e comprar mais, ainda são válidas em diversos aspectos. Conheça bem sua loja, mas saiba que não é só isso. Muito da venda ocorre antes mesmo da ida à loja, então é preciso estar apto a receber um cliente mais informado e que quer algo mais da experiência de compra. Por vezes, a loja tem papel apenas de entreter, de criar um sentimento agradável ao cliente, porque ele vai acabar comprando mesmo é na internet. A loja tem que proporcionar algo novo e interessante, uma experiência de relacionamento e interação.

 
Não personalize o atendimento: as pessoas mantêm relacionamentos com suas marcas preferidas. Não basta jogar um slogan espertinho, uma musiquinha chiclete e uma logo com cores bonitas. Os consumidores realmente dispendem tempo e energia amando e odiando marcas, dialogado com elas em redes sociais. É o que chamamos de ações omnichannel, que dialogam por todos os meios de comunicação ao mesmo tempo. É preciso um atendimento primoroso em todas essas frentes - não só através do vendedor - para que o cliente se sinta acolhido e veja que aquilo é para ele como indivíduo único.

Ignore o futuro: você já pensou que talvez seu produto não dialogue com os novos valores e mindsets atuais? Talvez o que você vende já não seja o que as pessoas procuram. É preciso reinventar e até voltar-se a produtos e segmentos totalmente novos. Por vezes, o fracasso não está na campanha em si, mas no mundo que mudou e que a empresa não acompanhou. É preciso mudar sua empresa para algo que o consumidor espere dela, e não se prender ao passado. O processo é gradual, mas vale a pena começar a se questionar, sempre.

Não tenha um propósito: as empresas, hoje, mantêm relacionamentos com seus consumidores, mas ele não dura se não houver sinergia entre o propósito de ambos. Por isso, é preciso que sua empresa tenha seu propósito bem definido, ideias claras e apoios a causas. O cliente deve saber que sua empresa defende os mesmos ideais que ele, e que vocês estão juntos naquela causa, seja ela algo grandioso ou apenas um gosto particular. Uma promoção ou campanha só terá sucesso se o público enxergar mais valor intangível do que simplesmente preços baixos. Vivemos a época de promoções com propósito, porque vivemos uma época de maior consciência do consumidor e do fornecedor.

Por André Romero — Diretor da Red Lemon Agency, agência especializada em comunicação, field marketing e ações promocionais.

Fonte:http://www.administradores.com.br/

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Inadimplência das empresas cresce 9% em agosto, aponta indicador da CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

O volume de empresas com contas em atraso e incluídas nos cadastros de inadimplentes continua crescendo a taxas elevadas. Em agosto de 2018 foi registrado um aumento de 9%, ante o mesmo período do ano passado. A alta foi puxada mais uma vez pela região Sudeste, que subiu 16,31% no número de empresas devedoras. Com exceção da região Norte, que teve um avanço na quantidade de devedores (1,9%), as demais também apresentaram aceleração: 4,4% no Sul, 3,2% no Centro-Oeste e 3,1% no Nordeste. Os dados são do Indicador de Inadimplência da Pessoa Jurídica apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Com relação ao número de pendências devidas pelas empresas, o crescimento foi de 7,4%. Ao avaliar as dívidas por setor credor, serviços apresentou maior alta: um crescimento de 9,7% na comparação com o ano passado. Em seguida aparece a indústrias (5,8%) e o comércio (1,8%). Já o ramo da agricultura foi o único a ter queda na inadimplência (-1,7%).

Inadimplência das empresas cresce 9% em agosto, aponta indicador da CNDL/SPC Brasil

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, os dados ainda são reflexo das dificuldades econômicas presentes no cenário brasileiro. “Apesar da economia dar sinais de recuperação e a inflação ter recuado, há uma considerável distância entre os níveis atuais de atividade e os que antecedem a crise”, analisa.

Recuperação de Crédito sobe 2,6% em 12 meses e registra maior alta desde dezembro de 2015

Outro indicador mensurado pela CNDL e pelo SPC Brasil é o de Recuperação de Crédito, que avalia o processo de quitação das dívidas em atraso. O índice vem acelerando desde junho, e em agosto, a variação acumulada dos 12 meses foi de 2,6% — maior alta desde dezembro de 2015.

A análise da recuperação de crédito por setor devedor revela que, do total de empresas que saíram do cadastro de devedores mediante pagamento, a maior parte (45%) atua no setor de comércio. Além dessas empresas, 41% atuam no setor de serviços e 9% na indústria.

Metodologia

O Indicador de Inadimplência das Empresas sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação.

Por Redação

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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Sindicato Rural fará 48ª Expobom com foco na promoção do agronegócio e na atração de investimentos

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Com apoio da Prefeitura, entre os dias 10 e 13 de outubro, o Sindicato Rural promoverá a 48ª Feira Agropecuária e Industrial de Bom Despacho (Expobom). Esta edição focará na mostra de novas tecnologias e no fomento do agronegócio.

“Será uma grande feira. Apresentaremos o que há de mais novo no setor. Trataremos de temas importantes e atuais. Também divulgaremos nossa produção e atrairemos mais investimentos”, destaca Dr. Bertolino da Costa Neto, Prefeito em Exercício e presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico.

Na Expobom também haverá espaço gourmet com deliciosas comidas típicas, área kids e muita música boa. A feira será aberta ao público e terá portaria liberada todos os dias.

Maior produtora de leite da região Centro-oeste – Bom Despacho produz 68 milhões de litros de leite por ano. Ocupa a 10ª posição na produção de ovos (6 milhões) e ainda está em 13º lugar de Minas em número de vacas ordenhadas (30 mil). Também colhe uma média alta de grãos. “Possuímos excelentes indicadores e concentramos a estrutura necessária para realizar uma grande feira de negócios”, completa Dr. Bertolino.

Por Redação

Redação: www.bomdespacho.mg.gov.br/

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