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Inadimplência das empresas cresce 9% em agosto, aponta indicador da CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Finanças

O volume de empresas com contas em atraso e incluídas nos cadastros de inadimplentes continua crescendo a taxas elevadas. Em agosto de 2018 foi registrado um aumento de 9%, ante o mesmo período do ano passado. A alta foi puxada mais uma vez pela região Sudeste, que subiu 16,31% no número de empresas devedoras. Com exceção da região Norte, que teve um avanço na quantidade de devedores (1,9%), as demais também apresentaram aceleração: 4,4% no Sul, 3,2% no Centro-Oeste e 3,1% no Nordeste. Os dados são do Indicador de Inadimplência da Pessoa Jurídica apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Com relação ao número de pendências devidas pelas empresas, o crescimento foi de 7,4%. Ao avaliar as dívidas por setor credor, serviços apresentou maior alta: um crescimento de 9,7% na comparação com o ano passado. Em seguida aparece a indústrias (5,8%) e o comércio (1,8%). Já o ramo da agricultura foi o único a ter queda na inadimplência (-1,7%).

Inadimplência das empresas cresce 9% em agosto, aponta indicador da CNDL/SPC Brasil

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, os dados ainda são reflexo das dificuldades econômicas presentes no cenário brasileiro. “Apesar da economia dar sinais de recuperação e a inflação ter recuado, há uma considerável distância entre os níveis atuais de atividade e os que antecedem a crise”, analisa.

Recuperação de Crédito sobe 2,6% em 12 meses e registra maior alta desde dezembro de 2015

Outro indicador mensurado pela CNDL e pelo SPC Brasil é o de Recuperação de Crédito, que avalia o processo de quitação das dívidas em atraso. O índice vem acelerando desde junho, e em agosto, a variação acumulada dos 12 meses foi de 2,6% — maior alta desde dezembro de 2015.

A análise da recuperação de crédito por setor devedor revela que, do total de empresas que saíram do cadastro de devedores mediante pagamento, a maior parte (45%) atua no setor de comércio. Além dessas empresas, 41% atuam no setor de serviços e 9% na indústria.

Metodologia

O Indicador de Inadimplência das Empresas sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação.

Por Redação

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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12 livros sobre finanças que você precisa ler para fazer coaching financeiro

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Finanças

Se você quer estudar mais sobre coaching financeiro e ficar craque em finanças comportamentais para ajudar o seu coachee a destravar quando ele acha que o problema que ele tem de não alcançar seus objetivos é o dinheiro, eu preparei uma lista de livros para te ajudar!

Hoje te apresentarei os 12 livros sobre finanças que li e recomendo para quem deseja fazer coaching financeiro. Confira:

 
Dinheiro é Emocional – Tiago Brunet

Neste livro sobre finanças, Brunet apresenta a estreita relação que o dinheiro possui com a emoção humana. Com ele, você aprenderá qual é o verdadeiro sentido da palavra prosperidade e como aplicá-la em sua vida.

Fator de enriquecimento – Paulo Vieira

Qual é a verdadeira riqueza? Paulo Vieira aborda a questão de acordo com as três dimensões humanas: ser, fazer e ter. É uma excelente oportunidade para aprender as condutas da riqueza e ser rico de verdade e aplicar nos seus processos de coaching financeiro.

Bolsa blindada – Patrícia Lages

Você sabe o que define a estabilidade financeira? Nesta obra, a autora te apresenta, por meio de dicas simples e práticas, como você pode alcançar a eficiência e organização financeira tão sonhada.

Conexão com a prosperidade – Bruno J. Gimenes e Patrícia Candido

Todos querem ter dinheiro e serem prósperos, mas infelizmente só uma pequena parcela das pessoas consegue. Há quem pense que tudo se trate de sorte, porém não é verdade. É preciso ter conhecimento, dedicação e conexão adequada de pensamento e emoções. O livro mostra exercícios práticos que você pode, até mesmo, aplicar nas sessões de coaching financeiro.

Speed Health – Como fazer um milhão com seu negócio em até 3 anos – T. Harv Eker

Você já se perguntou como é possível uma pessoa criar o seu próprio negócio praticamente do zero e em um prazo de até 3 anos se tornar um milionário? O que parece um sonho para uns e impossível para outros, acabou se tornando realidade na vida do escritor, empresário e palestrante T. Harv Eker. Agora, que tal alcançar o seu primeiro milhão?

Os segredos dos homens mais ricos do mundo – Steven K. Scott

Este é um dos livros sobre finanças mais citados e lidos, pois discute exatamente o segredo que existe e faz com que alguns homens se tornem extremamente ricos. Nesta obra, você encontrará as 15 mais importantes estratégias e técnicas utilizadas por eles e que te fará alcançar o sucesso financeiro desejado.

Um dos principais livros sobre finanças: Os segredos da mente milionária – T. Harv Eker

Este é um livro indispensável em uma boa biblioteca de coaching financeiro. Nele você aprenderá como administrar as finanças, como lidar com os gastos excessivos e como fazer o dinheiro trabalhar para você. Interessante, não é mesmo?

Casais inteligentes enriquecem juntos – Gustavo Cerbasi

Trata-se de um dos livros sobre finanças mais famosos dedicados aos casais. Uma boa parceria amorosa pode-se estender para o campo do dinheiro e Cerbasi mostra, através de vários tópicos como é possível construir a riqueza.

 
Empreendedores inteligentes enriquecem mais – Gustavo Cerbasi

Outra grande contribuição do Cerbasi voltada para o empreendedorismo que, entre várias lições apresenta o quanto é importante simplificar o seu modelo de gestão para ter mais tempo e se dedicar as suas vendas.

Eu vou te ensinar a ser rico – Ben Zruel

Nesta obra você aprende como se livrar das dívidas e construir a sua liberdade financeira para que possa ter uma vida mais plena por meio de um método prático.

Ganhar + Gastar – Investir + – Denise Damiani

Esse é um dos livros que eu considero mais importantes de coaching financeiro dedicado às mulheres, tanto que seu subtítulo é “o livro do dinheiro para mulheres”. É preciso mudar e Damiani mostra como fazer.

Inclusive, você pode se interessar também no meu artigo em que falo porque gastamos mais dinheiro quanto estamos tristes.

Pense e enriqueça (para mulheres) – Sharon Lechter

Quer ser rica como a Angela Merkel? Para isso é preciso superar obstáculos e agarrar as oportunidades. Como? Por meio dos princípios de riqueza de Napoleon Hill apresentados neste livro.

Por Aline Soaper - Terapeuta Financeira

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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Inovação no Varejo: “Pedras que rolam não criam musgo. E a TI está sempre rolando!”

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Finanças

Se tem um setor impactado pela transformação digital é o Varejo. Em contato direto com o consumidor final, este cada vez mais ávido por serviços personalizados, ágeis e por uma experiência marcante, o segmento está em constante busca por inovações. No entanto, por mais necessário que seja inovar para se manter competitivo, existem diversos desafios dificultando esse processo nas empresas e, muitas vezes, o empecilho não é de infraestrutura ou orçamento, mas cultural. Como a TI deve ser portar diante dessa realidade?

 

O tema será um dos grandes destaques da 7ª edição do Congresso TI & Varejodeste ano, que acontecerá no dia 04 de setembro, em São Paulo, reunindo os principais líderes do setor. Paulo Farroco, CIO das Lojas Riachuelo, será um dos painelistas que debaterá o assunto Liderança Digital ao lado de outros especialistas.

 

Para Farroco, essa “metamorfose cultural corporativa” em cima da inovação não deve ser encarada como um obstáculo, mas um desafio interessante, embora concorde que mudar é sempre desconfortável. “Todos nós nos classificamos como pessoas não resistentes a mudanças, mas por vezes nos vemos resistentes a mesma”, assume. E no caso da TI mudar é uma constante. “Pedras que rolam não criam musgo. E a TI está sempre rolando”.

 

No caso do Varejo e muitos outros negócios, inovar é uma questão de sobrevivência, de garantir a perenidade e a longevidade. Sendo assim, mudar é um estado permanente. Mas o fato é que o atual momento econômico em conjunto com as transformações dos hábitos dos consumidores tornou essas mudanças mais intensas e profundas. “Mesmo assim é mudar ou mudar”, enfatiza.

 

Dificulta ainda o fato de muitas empresas não enxergarem a TI como esse ponto de transformação. Farroco afirma que, embora não tenha essa percepção onde atua, sabe que muitos colegas ainda não conseguiram expor o real valor que a TI agrega ao negócio. “Em muitos casos, é uma área vista como executora, por isso não é chamada para participar das decisões estratégicas”, explica.

 

Para reverter essa situação, o CIO da Riachuelo diz ser sempre importante evidenciar a visão holística que os executivos têm para conquistar um lugar na “locomotiva”. “Brinco internamente com meu time que quem está na locomotiva sabe para onde o trem vai, a que velocidade e se teremos paradas ou não. Ficamos a par das novidades participando da concepção das mesmas, e não apenas com conceito de pura execução”, analisa.

 

Liderar esse processo de inovação e transformação digital exige habilidades, e uma delas é estar sempre alinhado com o negócio. “Este skill não pode ser deixado de lado, pois trata-se de uma das mais relevantes e a que pode diferenciar a percepção da TI”, destaca Farroco.

 

O executivo ressalta ainda a importância do relacionamento num mundo mais colaborativo, a perspicácia na escolha de parceiros diante de uma certa abundância de startups e fintechs e saber gerir um time com atitudes e visões diferentes. “Resistências são normalmente causadas pela insegurança do novo. Preparar e embarcar cada um é de suma importância e facilita a mitigar a resistência à inovação”, diz.

 

Paulo Farroco estará ao lado de outros CIOs e grandes líderes do mercado varejista debatendo esse e outros temas no Congresso TI & Varejo, no dia 04 de setembro, no Grand Mercure Hotel. As inscrições estão abertas e são gratuitas para os times de TI das empresas varejistas.

Por Redação

Fonte: http://www.decisionreport.com.br/

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51% dos internautas fizeram compras por aplicativos no último ano, revela estudo da CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Finanças

Facilidade de acesso é principal vantagem das compras por aplicativos, mas tela pequena é entrave. WhatsApp já foi usado por ao menos 44% dos usuários para interagir com vendedores e já supera telefone como canal de contato favorito

Onipresentes no dia a dia de muitos brasileiros, os smartphones facilitam a vida de diversas maneiras, inclusive para fazer compras. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que nos últimos 12 meses, mais da metade (51%) dos internautas fizeram alguma compra por meio de aplicativos – o percentual é ainda maior entre a população mais jovem (60%).

Os tipos de produtos que os internautas mais compraram via aplicativos durante esse período foram os eletrônicos e itens de informática (44%), contratação de serviços de transporte particular (39%),vestuário (36%), ingressos para atividades de lazer (25%), comidas por delivery (24%) e produtos de beleza ou perfumes (23%).

Para esses entrevistados, a facilidade de acesso, uma vez que a compra pode ser realizada pelo próprio smartphone é o que mais leva as pessoas a comprarem via app (52%). Outras razões são a praticidade e rapidez (49%), disponibilidade de melhores ofertas (37%) e a facilidade de organização que os aplicativos oferecem (26%).

“Os dados da pesquisa não deixam dúvidas quanto ao futuro do e-commerce. Ele passará cada vez mais pelos aplicativos em dispositivos móveis, utilizados não apenas para comunicar-se durante o processo de compra, mas também para adquirir produtos e serviços, pesquisar e comparar preços”, analisa o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

Para 44% dos que compram por aplicativo, tela pequena é obstáculo; 67% também são adeptos de aplicativos financeiros

Mas na hora de comprar via app, nem tudo é visto de forma positiva. Indagados sobre os principais obstáculos para esse tipo de compra, 44% acham que a tela pequena acaba atrapalhando a experiência de consumo e 35% ainda não confiam na segurança oferecida pelos aplicativos. Há ainda 17% de entrevistados que consideram os aplicativos difíceis de serem usados e 16% que nem sempre estão conectados ao Wi-Fi ou possuem plano de dados.

“O mobile é uma tendência irreversível no mercado de consumo. Desta maneira, é preciso que os varejistas desenvolvam experiências que cativem os consumidores e facilitem o engajamento. Este é um momento de mudanças
intensas, em que os varejistas precisarão estar atentos para avaliar sua presença na internet, ampliando canais de relacionamento e facilitando o acesso dos clientes”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

A pesquisa descobriu que dentre os consumidores que usam aplicativos para compras, a maioria também é adepta de aplicativos para tarefas financeiras (67%), principalmente os de operações bancárias (47%), comparação de preços (25%) e organização das finanças pessoais (19%).

44% dos usuários de WhatsApp já usaram o aplicativo para se comunicar com lojas; 79% acham importante que loja ofereça recurso aos clientes

Concebido inicialmente para troca de mensagens pessoais, o WhatsApp vem se tornando também uma plataforma para negócios. De acordo com o levantamento, 44% dos entrevistados já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com uma loja ou vendedor no processo de compras, sendo que na maioria das vezes (73%) sempre houve um retorno por parte do estabelecimento comercial. Os que nunca tiveram a experiência de utilizar o WhatsApp para interagir com lojistas somam 56% dos seus usuários.

As interações mais comuns entre consumidor e loja foram na consulta sobrepreços após recebimento de uma oferta (14%), concretizar uma compra por meio do aplicativo (12%), agendar um serviço (12%), consultar sobre um produto que ficou interessado (11%) ou realizar uma reclamação (10%).

Os tipos de produtos e serviços mais adquiridos via WhatsApp são manutenção e consertos de produtos diversos (31%), compra de roupas, calçados e acessórios (29%) e aquisição de remédios ou suplementos vitamínicos (26%).

Dentre os internautas que costumam fazer compras ou agendamento de serviços via WhatsApp, 42% consideram o processo fácil e rápido e 39% destacam a conveniência de poder comprar mesmo sem sair de casa. Há ainda 30% de entrevistados que veem vantagem em receber fotos e vídeos dos produtos que estão interessados. “As empresas já começam a perceber que não podem mais abrir mão de uma ferramenta de conexão instantânea entre a marca e o consumidor. A praticidade e o imediatismo proporcionados pelo aplicativo fazem com que os consumidores vejam com bons olhos a adoção da ferramenta como forma de relacionar-se com empresas. Isso significa que cada vez mais o consumidor será atraído pelas marcas que forem verdadeiramente responsivas no ambiente digital”, afirma Pellizzaro Junior.

Outra constatação do estudo é que o WhatsApp já é o canal favorito dos internautas para se comunicar com as lojas: 27% preferem esse tipo de contato. A opção aparece à frente do telefone, citado por 25% dos entrevistados. No geral, 79% dos entrevistados que já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com vendedores consideram importante que os estabelecimentos comerciais ou prestadores de serviços ofereçam ao cliente essa opção. Apenas 7% são contrários a essa necessidade e 13% demonstram indiferença.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%.

Por Vinícius Bruno, Andrea Giardino, Amanda Wall

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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46% dos usuários do cheque especial recorrem ao limite todos os meses, apontam SPC Brasil e CNDL

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Finanças

Assim como o cartão de crédito, o cheque especial é uma das modalidades de crédito mais populares entre os consumidores brasileiros. Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país revela que 17% dos consumidores recorreram ao cheque especial nos últimos 12 meses ― sobretudo as classes A e B (29%) ―, sendo que quase a metade (46%) possui o hábito de entrar todos os meses e 20% a cada dois ou três meses. Por outro lado, 80% afirmam não ter usado o limite neste período.

Seu uso teve como principais finalidades cobrir imprevistos com doenças e medicamentos (34%), quitar dívidas em atraso (23%) e realizar manutenção de automóveis ou motos (18%). Outros 17%, entraram no cheque especial por descontrole no pagamento das contas. A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta que o fato do serviço não exigir qualquer tipo de burocracia ou garantia acarreta no alto custo de uso. “Sem perceber, muitos entram no limite por achar que o recurso faz parte do seu saldo bancário. E no fim das contas, acabam pagando juros altos”, ressalta.

Prova disso é que quase a metade dos entrevistados (45%) reconhece não ter analisado as tarifas e os juros ao utilizar o cheque especial, seja por que não pensou nisso na hora (20%) ou porque precisava muito do recurso e acabou contratando independentemente dos custos (19%). Resultado: a maioria dos entrevistados (63%) afirma desconhecer as taxas e os juros cobrados pelo uso do limite, principalmente as classes C, D e E (72%). Em contrapartida, 48% disse ter avaliado os custos cobrados na hora de usar.

30% dos entrevistados já ficaram com nome sujo por não cobrir o limite do cheque especial

A inadimplência dos que recorrem ao limite do cheque especial e não conseguem cobri-lo levou um terço dos entrevistados (30%) a ter seu nome sujo. Dentre esses, 15% já regularizaram a situação e 14% permanecem negativados. De acordo com os especialistas do SPC Brasil, as mudanças nas regras do cheque especial que entraram em vigor ontem (1/7) prometem melhorar esse quadro — as instituições financeiras passarão a entrar em contato com os clientes que usarem mais de 15% do limite da conta por 30 dias consecutivos. Pela nova regra, os bancos deverão oferecer como alternativa um financiamento pessoal mais barato, com a possibilidade de parcelar a dívida.

“A mudança vai ajudar a evitar o efeito bola de neve, principalmente para quem realmente enfrentou alguma emergência em um determinado mês. Entretanto, para aqueles que costumam fazer uso recorrente do cheque especial, é preciso ter em mente que estará trocando uma dívida por outra mais longa. Assim, o cuidado com os limites do orçamento continua sendo essencial para manter o equilíbrio das contas e evitar a inadimplência”, explica a Marcela Kawauti.

O levantamento mostra ainda que antes de entrar no limite do banco, mais de um terço dos usuários de cheque especial (36%) até tentou outras alternativas de crédito, mas não conseguiu. Já 53% sequer cogitaram essa possibilidade.

Metodologia

Foram entrevistados 910 consumidores no mês de março, nas 27 capitais brasileiras, acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para uma confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Por Redação CNDL

Fonte: http://cndl.cdls.org.br

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Como negociar um aumento de salário ainda em 2018?

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Finanças

Já estamos no meio do ano e, apesar da promessa de recuperação econômica prevista no início do ano, as incertezas eleitorais e a greve dos caminhoneiros tornaram 2018 uma caixinha de surpresas. Todo esse contexto torna a negociação de aumento de salário ainda mais delicada. Apesar disso, é possível conquistar um reajuste na folha de pagamento que esteja à altura dos resultados que foram entregues no primeiro semestre. 

A maioria das pessoas acha que o aumento de salário precisa estar atrelado ao aumento de trabalho, mas a verdade é que a negociação é feita em cima do quu já foi entregue, e não como uma promessa para entregar mais. Nesse sentido, o primeiro passo para conseguir negociar um aumento é fazer um bom trabalho dentro das funções que você já tem. E, por fazer um bom trabalho, entende-se planejar metas e prazos, mensurar resultados e fazer as entregas dentro ou acima do esperado. 

 
Quando se está diante da liderança pleiteando uma remuneração maior, ou uma promoção, você precisa “provar” porquê merece aquele reconhecimento. Nada melhor do que números para sustentar seu argumento. Sempre sugiro que o profissional faça um levantamento de seus resultados, projetos concluídos, os desafios que surgiram e como foram superados, e metas atingidas. Mostre o que tem feito pela empresa, pela área, pelos seus colegas. Cresça profissionalmente: Confira 4 dicas para conquistar reconhecimento e ser promovido  

O marketing pessoal também faz diferença nessas horas. A maneira como o profissional é visto e se expõem diante dos pares e líderes, influencia no tom de sua negociação. Como a imagem que passamos não se constrói do dia para a noite, mas sim ao longo do relacionamento, a dica é manter-se bem visto por todos. 

A melhor maneira de medir seu desempenho é pedir feedbacks constantemente da liderança. Isso mesmo que você leu, peça por feedbacks, não fique esperando as reuniões de calibração anuais, até porque ainda não são todas as empresas que incluem esse tipo de oportunidade como parte dos processos internos.

Dessa forma, o termômetro estará sempre regulado e o profissional conseguirá escolher o time perfeito para ter essa conversa. Outra variável que precisa ser coloca no papel é o momento econômico da empresa. Se o mercado não está indo bem, demissões estão acontecendo por falta de dinheiro, não adianta reunir dados sólidos e argumentos convincentes. O “não” será uma resposta certa nesses casos. Vale o bom senso entre as metas que o profissional alcançou e o impacto que a empresa está sofrendo com a crise ou incertezas do mercado. 

Se para a maioria dos profissionais o assunto ainda gera frio na barriga, do outro lado da mesa a liderança também precisa se preparar para ter essa conversa. De modo geral, durante a negociação, além de avaliar os resultados, a empresa também vai olhar o conjunto da obra. Ou seja, quais as habilidades comportamentais e técnicas, se ele busca assumir riscos e responsabilidades, se possui bom relacionamento interpessoal, se investe em treinamentos e aperfeiçoamento profissional. 

Quando a empresa não tem uma política de remuneração clara, plano de carreira definido, a negociação pode demorar um pouco mais, uma vez que o líder precisará analisar com calma a demanda profissional. Em muitos casos, o líder direto também precisará submeter o pedido para uma gestão superior ou diretoria. Para não criar expectativas que talvez não possa cumprir, é importante acolher os argumentos sem fazer promessas.

 
Nem sempre o profissional receberá um “sim” como resposta e, caso isso aconteça, o melhor caminho é entender e alinhar com o seu superior o que precisa ser feito para alcançar essa meta. O “não” precisa ser seguido de um feedback bem estruturado, acompanhado dos motivos e de novos alvos a serem buscados. Caso contrário, o funcionário ficará desmotivado e certamente irá se descolar do propósito empresarial.

Terminar 2018 com um salário maior do que o começou requer, acima de tudo, muito trabalho e dedicação. A boa notícia é que estamos entrando no segundo semestre. Aqueles que alcançaram as metas precisam mensurar seus resultados e defender o aumento. Os que ainda não alcançaram, tem tempo para virar o jogo e buscar uma remuneração maior ainda esse ano.

Por Marcelo Olivieri (bacharel em psicologia e possui MBA em Gestão Estratégica. Com mais de 10 anos de experiência no recrutamento especializado nas áreas de marketing e vendas, Olivieri é diretor da Trend Recruitment).

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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