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Capacitação do empresário: como se tornar um empreendedor de sucesso

Por CDL/ACIBOM Dia em Dicas

Muitos empresários reconhecem a importância de investir em capacitação profissional e não poupam esforços para aprimorar os conhecimentos de sua equipe em prol do crescimento do negócio. Porém, acabam esquecendo de investir em treinamento para alguém muito importante: ele mesmo!

A capacitação do empresário é tão, ou mais importante que a de qualquer outro profissional. Um empreendedor que não se recicla e não busca conhecimento está fadado ao fracasso. Afinal, por mais qualificado que ele seja, o mercado está em constante mudança, assim como os consumidores, e é preciso se atualizar.

Ou seja, sai na frente o empresário que estiver bem preparado para aproveitar as oportunidades. Mas como se capacitar? Um empresário pode se capacitar de diversas maneiras.  Existem várias áreas que, se desenvolvidas, trarão muitos benefícios para a empresa. Confira algumas: 

Administração e Gestão de Pessoas

Procure conhecer novos – e mais eficientes - métodos e instrumentos para gerir os colaboradores e os incentivarem a alcançarem os melhores resultados na gestão da sua instituição.

Comunicação e Marketing

Apesar de ser imprescindível contar com profissionais de comunicação e marketing para um planejamento eficaz, o empreendedor deve ter algum conhecimento da área para, não só, se comunicará melhor, como ter uma noção maior de qual o melhor caminho para conduzir o empreendimento.

Gestão Financeira

Independente de qual o ramo de atuação, um empresário deve saber como gerir as finanças de seu negócio. É preciso sempre escolher a melhor estratégia para otimizar os gastos dos recursos para garantir saúde financeira da sua empresa, liquidez e até mesmo ampliação dos lucros sobre os investimentos

Confira algumas sugestões para começar a se capacitar agora mesmo:

HSM Experience

É uma plataforma de conhecimento exclusiva para empresários associados ao Sistema CNDL (cndl.org.br). Nela, o usuário terá acesso a conteúdos e cases dos melhores profissionais das áreas de gestão, vendas, liderança e muito mais.
São mais de 1.000 horas em vídeos, 2.500 artigos, palestras ao vivo com chat e fórum para troca de experiências. Clique aqui para saber mais! 

Sebrae

Desde 1972, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), é referência na capacitação do empresário. A entidade tem como foco o estímulo ao empreendedorismo, atuando na capacitação dos empresários.

Para tal, o Sebrae oferece cursos online e presenciais, palestras, seminários, oficinas, além de um vasto banco com informações para o empreendedor. Acesse o site da instituição aqui! 

Endeavor

A Endeavor também oferece cursos – gratuitos! - online de diversas áreas para auxiliar e capacitar o empreendedor. Alguns, inclusive, em parceria com o Sebrae. Atualmente, são mais de 30 cursos, alguns de cura duração, disponíveis.  Acesse aqui o site da empresa para saber mais.

Meu sucesso

Por um valor mensal, você tem acesso a diversos cursos e materiais para aprimorar seus conhecimentos. Além disso, o site oferece acesso a uma plataforma, nos moldes do Netflix, com documentários sobre o ramo empresarial. Saiba mais clicando aqui! 

Dica de leitura

Além de cursos e palestras, todos os sites mencionados anteriormente possuem uma vasta biblioteca de conteúdo online, sempre atualizada, com publicações, livros virtuais, entre outros para auxiliar na capacitação do empresário. Não deixe de conferir!

Matéria Original: F-CDL

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O que todo gerente de loja deveria fazer!

Por CDL/ACIBOM Dia em Dicas

Todo mundo sabe da importância de um gerente de loja. O gerente permite que a empresa acelere seu crescimento sem depender do “olho do dono”. Desta forma, a empresa poderá expandir, abrir filiais e o dono ter mais tempo para questões estratégicas. Além disso, o gerente consegue estar mais perto do cliente, da equipe e da comunidade. Ele é a cara e a voz da loja para o mundo.

Diz um ditado, que a equipe sempre será a cara do líder, o que é verdade. Um gerente motivado, engajado e energizado terá como resultado uma equipe que gosta de desafios e que está sempre com sorriso no rosto. Um gerente burocrático, que gosta de rotina e sem flexibilidade, poderá acorrentar a equipe de tal forma que todos percam a motivação para as vendas. Mas o que de fato precisa ter um gerente de loja para ter sucesso e bons resultados?

Usando a metáfora das 7 grandes partes do ser humano, vou responder a esta pergunta de uma forma bem simples e didática. Imagine estas 7 grandes partes do ser humano: cabeça, coração, olhos, ouvidos, boca, mãos e pernas. Como o gerente deve usar cada uma?

Cabeça: o cérebro é responsável pelo nosso raciocínio lógico. O gerente deve usar esta parte para analisar relatórios, criar e analisar indicadores de vendas, avaliar o desempenho da equipe e criar estratégias comerciais para a loja. É com a cabeça também que ele deve lidar consigo mesmo. Usar a razão para tomar decisões ajudará muito a ser cada vez mais assertivo.

Coração: Se para lidar consigo mesmo o gerente de loja precisa usar a cabeça, para lidar com as outras pessoas ele precisa utilizar o coração. A equipe, os chefes, fornecedores, clientes e comunidade, todos os públicos estratégicos para o negócio são seres humanos. E para lidarmos com seres humanos, precisamos aprender a lidar com as emoções. Gerar empatia, colocar-se no lugar do outro. Sentir, perceber o que acontece com as pessoas, de tal forma que o líder perceba quando uma pessoa está desmotivada e conseguindo assim, evitar uma perda de resultado ou até mesmo um pedido de demissão.

Olhos: Está na visão o poder que o gerente de loja tem para detectar falhas que devem ser corrigidas. Detalhes na arrumação, exposição de produtos, aparência e postura da equipe, fachada e mais do que isto, é preciso ter uma visão sistêmica, conseguir enxergar as consequências das ações tomadas no presente, ter uma visão ampla do todo e não uma viseira míope que o impeça enxergar à frente e aos lados.

Fonte: F-CDL

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Dicas para contratar empregados temporários

Por CDL/ACIBOM Dia em Dicas

Chega o final do ano e o mercado se aquece cada vez mais, para suprir as necessidade a contratação de funcionários temporários é cada vez mais recorrente. Apesar de cada vez mais comum, esse tipo de contratação traz muitas dúvidas. Para não errar na hora de contratar empregados temporários, nós separamos algumas dicas para você, confira:

Contrate com quem sabe
Existem empresas especializadas que oferecem serviços de trabalho temporário, responsabilizando-se por recolocar funcionários qualificados no mercado. As vantagens deste serviço residem principalmente no trabalho de seleção, recrutamento e treinamento que estas empresas já fornecem, poupando tempo e esforço ao empreendedor que deseja contratar.

LEMBRE-SE: utilizar uma empresa especializada como intermediária do contrato é obrigatório. Se a contratação ocorrer de maneira direta entre o empregado e a empresa que irá utilizar seu serviço, o trabalhador será considerado funcionário efetivo do local e não provisório.

Integre a equipe
É importante receber e tratar os empregados temporários como qualquer outro empregado da sua empresa. Fazer com que os novos integrantes se sintam como parte do time promove a sintonia entre a equipe e motiva os empregados antigos.

Utilize a equipe fixa como apoio
A implementação de programas que transformem os funcionários regulares em mentores para os temporários é uma estratégia interessante e eficiente. Fazer com que os empregados mais experientes “adotem” os novos, dando-lhes poder para resolver eventuais problemas e orientar os mais novos, é uma excelente medida para promover a motivação da equipe.

Treinamento é fundamental
Treine com frequência e faça perguntas constantes para este trabalhador sobre os produtos vendidos, a missão e os valores do empreendimento. Assim, crie um processo para assegurar que os novos funcionários estão indo de encontro às necessidades do consumidor e construindo uma relação positiva com ele.

Fique atento aos direitos e deveres da contratação temporária
Uma regra específica deste tipo de contratação é que a empresa de trabalho temporário responsável deve ser registrada no Ministério do Trabalho e Emprego. Neste sentido, é necessária a elaboração de dois contratos por escrito: um entre o empregado provisório e esta empresa de trabalho provisório e outro entre esta empresa e a aquela que for utilizar os serviços do trabalhador, ou seja, a contratante.

Outro ponto crucial é que o contrato do trabalhador temporário não poderá exceder três meses, podendo ser prorrogado excepcionalmente uma única vez, desde que a empresa obtenha autorização da Delegacia Regional do Trabalho.

Quando o assunto em pauta são os direitos trabalhistas do profissional contratado em regime temporário, saiba que eles são os mesmos de qualquer outro funcionário, incluindo o salário piso da categoria, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), férias proporcionais com o acréscimo de 1\3, décimo terceiro salário de acordo com o tempo de trabalho, vale-transporte e INSS. Estes empregados, no entanto, não têm os direitos do aviso prévio com o fim do contrato e da multa rescisória do FGTS.

Ciente de todos os direitos e deveres, o empreendedor já está apto para analisar se a modalidade de trabalho vale a pena para sua empresa. Em períodos específicos do ano, nos quais aumenta a demanda e a necessidade de complementar o quadro de funcionários, a contratação do empregado temporário é uma solução que beneficia contratantes e contratados. E então, vai contratar para as vendas do fim de 2017?

 

Fonte:  FCDL-MG

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Home Office: como funciona esse tipo de trabalho?

Por CDL/ACIBOM Dia em Dicas

O Home Office tem aumentado cada vez mais o seu número de adeptos. Mas você sabe o que é essa forma de trabalho? Será que ela é realmente tão boa quanto é dito por aí? Veja neste artigo, o que é o Home Office e tire suas próprias conclusões quanto a esta modalidade de trabalho.

Não é o mesmo que trabalhar em casa
Nem sempre o home office significa que a pessoa irá trabalhar dentro de casa. Você pode trabalhar "home office" em qualquer lugar: cafés, hotéis, aeroportos, táxis, parques…ou em casa. Por isso, apesar de a tradução literal de "home office" ser "trabalho em casa", ele pode acontecer em qualquer lugar desde que seja remotamente, ou seja, em um espaço diferente do escritório da empresa.

Algum dia você vai ter que ir a empresa 
Só porque a maior do parte do seu trabalho vai acontecer de maneira remota (longe da empresa), não quer dizer que você não terá que ir até ela. Na verdade, o mais comum nesse tipo de trabalho é que o colaborador trabalha de maneira remota 2 ou 3 dias na semana. E mesmo quem trabalha todos os dias da semana em Home Office, tem de comparecer em reuniões presenciais de 15 em 15 dias.

É preciso disciplina
Para funcionar com produtividade, o home office exige autocontrole. A geladeira e a TV estão muito perto de você, então é necessário saber quando você vai poder ir até eles. Além disso, por mais que você esteja dentro de casa, não pega bem trabalhar sem camisa. Já ouviu aquele ditado: o hábito faz o monge? Pois é, um traje não profissional pode contaminar a seriedade do trabalho e reduzir a credibilidade e até a auto-estima do colaborador.

Mas... tem "lugar" melhor pra se trabalhar que home office?
Apesar dos desafios, quem consegue administrar seu tempo e produzir com qualidade no home office acaba trabalhando melhor e aproveitando muito mais a vida. O tempo que o colaborador ganha escapando dos congestionamentos pode ser utilizado para praticar esporte, acompanhar um filho no médico, relaxar, ou até mesmo adiantar as tarefas para garantir tempo livre em outro momento. Com a redução do stress no trânsito e a possibilidade de controlar a qualidade da própria alimentação, quem sai ganhando é a saúde do colaborador. Além disso, trabalhar em home office aumenta a motivação e reduz interrupções de colegas e reuniões desnecessárias, aumentando a produtividade. Bom para o colaborador, melhor ainda para a empresa que o emprega.

 

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07 regras que fazem o seu negócio perder clientes

Por CDL/ACIBOM Dia em Dicas

Você já entrou em algum estabelecimento e viu alguma dessas regras expostas em uma placa? Você se sentiu confortável após ler? Pois é, seus clientes também não gostam desse tipo de coisa.

Frente a um cenário super competitivo que vivemos hoje, estas regras apenas servem apenas para afastar clientes. Veja abaixo algumas dessas regras que, infelizmente, ainda encontramos em alguns estabelecimentos:

1- Não toque nos produtos,
2- Não aceitamos trocas,
3- Não temos WI-FI,
4- Não temos água ou banheiro,
5- Não aceitamos cartões
6- Não fazemos trocas aos sábados
7- Não fazemos embrulho

Ao restringir ou negar um serviço básico, você está dizendo ao cliente que ele não é bem-vindo ao seu estabelecimento. Por isso, antes de criar qualquer regra, vale a pena refletir um pouco e pensar: "Por que eu estou implementando esta regra?" e "Estou ajudando ou dificultando a vida daquele que movimenta o meu negócio?"

Fonte: Varejo Ativo

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Por que a sua empresa deve usar o SPC Brasil?

Por CDL/ACIBOM Dia em Dicas

As estatísticas não mentem: o número de pessoas inadimplentes tem crescido no Brasil. Segundo dados do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 59,2 milhões de consumidores estavam nas listas de inadimplência — 900 mil novos nomes, em comparação com dezembro de 2016.

Se a tendência é a do aumento da inadimplência, o varejista deve tomar suas precauções para não sofrer com esse problema ou, pelo menos, tentar minimizá-lo. Para isso, usar o SPC pode ser uma boa estratégia. Quer saber o porquê? Nós explicamos a seguir:

O que é o SPC?
A sigla significa Serviço de Proteção ao Crédito, e como o próprio nome já diz, essa nada mais é do que uma empresa privada que atua na formulação e gestão de um banco de dados com informações de crédito de grande parte da população economicamente ativa no Brasil. 

Por que o varejo deve usar o SPC?
Como vimos, o grande cerne do SPC é garantir uma maior segurança no comércio. Por meio dos registros contidos no banco de dados é possível traçar um perfil de crédito do consumidor, avaliando os riscos envolvidos ao fazer algum tipo de transação comercial com ele e evitando futuros problemas.
As vantagens experimentas pelo varejista ao estabelecer uma parceria com o SPC são muita, veja:

- Proteção da saúde financeira do negócio
Ao se valer do SPC, o lojista acaba reforçando a gestão financeira da sua empresa. Analisando os riscos envolvidos em vendas a prazo, por exemplo, é possível imprimir um ritmo mais seguro nas suas vendas, permitindo planejar-se a longo prazo sem ter que se preocupar muito com ausências de capital.

- Redução dos riscos de fraudes com cheques
O Serviço de Proteção ao Crédito oferece a possibilidade de consulta a registros de emissão de cheques, permitindo que o varejista, rapidamente, tenha informações confiáveis sobre o consumidor que está emitindo a ordem de pagamento. É importante mencionar que, ainda que o consumidor não tenha nenhum tipo de registro negativo em seu histórico, é possível checar o histórico da conta bancária atrelado ao cheque. 

- Confiabilidade das informações
Outro grande benefício do SPC e uma das características que o fez ser tão popular no comércio é a confiabilidade das informações prestadas. Todos os registros são feitos com extrema segurança e precisão em relação à identidade exata do consumidor. Para tornar os dados mais precisos e confiáveis, o SPC trabalha com base no monitoramento de CPF e CNPJ que, como se sabe, são dados exclusivos e pertencentes aos bancos de dados da Receita Federal do Brasil (RFB), o que garante ainda mais autenticidade a todas as informações. Assim, de forma totalmente automatizada e ágil, o lojista tem o que precisa para negar ou conceder o crédito a um cliente, podendo dedicar seu tempo em ações que realmente possam trazer retorno para a empresa.

Ao associar-se à CDL ACIBOM você tem acesso ao SPC Brasil junto de todos os benefícios acima. Entre em contato conosco e agende uma visita com nosso Representante Comercial no (37) 3522-5001 ou contato@cdlacibom.com.br.

Fonte da matéria: F-CDL

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