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Dicas para contratar empregados temporários

Por João Paulo Silva Dia em Dicas

Chega o final do ano e o mercado se aquece cada vez mais, para suprir as necessidade a contratação de funcionários temporários é cada vez mais recorrente. Apesar de cada vez mais comum, esse tipo de contratação traz muitas dúvidas. Para não errar na hora de contratar empregados temporários, nós separamos algumas dicas para você, confira:

Contrate com quem sabe
Existem empresas especializadas que oferecem serviços de trabalho temporário, responsabilizando-se por recolocar funcionários qualificados no mercado. As vantagens deste serviço residem principalmente no trabalho de seleção, recrutamento e treinamento que estas empresas já fornecem, poupando tempo e esforço ao empreendedor que deseja contratar.

LEMBRE-SE: utilizar uma empresa especializada como intermediária do contrato é obrigatório. Se a contratação ocorrer de maneira direta entre o empregado e a empresa que irá utilizar seu serviço, o trabalhador será considerado funcionário efetivo do local e não provisório.

Integre a equipe
É importante receber e tratar os empregados temporários como qualquer outro empregado da sua empresa. Fazer com que os novos integrantes se sintam como parte do time promove a sintonia entre a equipe e motiva os empregados antigos.

Utilize a equipe fixa como apoio
A implementação de programas que transformem os funcionários regulares em mentores para os temporários é uma estratégia interessante e eficiente. Fazer com que os empregados mais experientes “adotem” os novos, dando-lhes poder para resolver eventuais problemas e orientar os mais novos, é uma excelente medida para promover a motivação da equipe.

Treinamento é fundamental
Treine com frequência e faça perguntas constantes para este trabalhador sobre os produtos vendidos, a missão e os valores do empreendimento. Assim, crie um processo para assegurar que os novos funcionários estão indo de encontro às necessidades do consumidor e construindo uma relação positiva com ele.

Fique atento aos direitos e deveres da contratação temporária
Uma regra específica deste tipo de contratação é que a empresa de trabalho temporário responsável deve ser registrada no Ministério do Trabalho e Emprego. Neste sentido, é necessária a elaboração de dois contratos por escrito: um entre o empregado provisório e esta empresa de trabalho provisório e outro entre esta empresa e a aquela que for utilizar os serviços do trabalhador, ou seja, a contratante.

Outro ponto crucial é que o contrato do trabalhador temporário não poderá exceder três meses, podendo ser prorrogado excepcionalmente uma única vez, desde que a empresa obtenha autorização da Delegacia Regional do Trabalho.

Quando o assunto em pauta são os direitos trabalhistas do profissional contratado em regime temporário, saiba que eles são os mesmos de qualquer outro funcionário, incluindo o salário piso da categoria, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), férias proporcionais com o acréscimo de 1\3, décimo terceiro salário de acordo com o tempo de trabalho, vale-transporte e INSS. Estes empregados, no entanto, não têm os direitos do aviso prévio com o fim do contrato e da multa rescisória do FGTS.

Ciente de todos os direitos e deveres, o empreendedor já está apto para analisar se a modalidade de trabalho vale a pena para sua empresa. Em períodos específicos do ano, nos quais aumenta a demanda e a necessidade de complementar o quadro de funcionários, a contratação do empregado temporário é uma solução que beneficia contratantes e contratados. E então, vai contratar para as vendas do fim de 2017?

 

Fonte:  FCDL-MG

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Home Office: como funciona esse tipo de trabalho?

Por João Paulo Silva Dia em Dicas

O Home Office tem aumentado cada vez mais o seu número de adeptos. Mas você sabe o que é essa forma de trabalho? Será que ela é realmente tão boa quanto é dito por aí? Veja neste artigo, o que é o Home Office e tire suas próprias conclusões quanto a esta modalidade de trabalho.

Não é o mesmo que trabalhar em casa
Nem sempre o home office significa que a pessoa irá trabalhar dentro de casa. Você pode trabalhar "home office" em qualquer lugar: cafés, hotéis, aeroportos, táxis, parques…ou em casa. Por isso, apesar de a tradução literal de "home office" ser "trabalho em casa", ele pode acontecer em qualquer lugar desde que seja remotamente, ou seja, em um espaço diferente do escritório da empresa.

Algum dia você vai ter que ir a empresa 
Só porque a maior do parte do seu trabalho vai acontecer de maneira remota (longe da empresa), não quer dizer que você não terá que ir até ela. Na verdade, o mais comum nesse tipo de trabalho é que o colaborador trabalha de maneira remota 2 ou 3 dias na semana. E mesmo quem trabalha todos os dias da semana em Home Office, tem de comparecer em reuniões presenciais de 15 em 15 dias.

É preciso disciplina
Para funcionar com produtividade, o home office exige autocontrole. A geladeira e a TV estão muito perto de você, então é necessário saber quando você vai poder ir até eles. Além disso, por mais que você esteja dentro de casa, não pega bem trabalhar sem camisa. Já ouviu aquele ditado: o hábito faz o monge? Pois é, um traje não profissional pode contaminar a seriedade do trabalho e reduzir a credibilidade e até a auto-estima do colaborador.

Mas... tem "lugar" melhor pra se trabalhar que home office?
Apesar dos desafios, quem consegue administrar seu tempo e produzir com qualidade no home office acaba trabalhando melhor e aproveitando muito mais a vida. O tempo que o colaborador ganha escapando dos congestionamentos pode ser utilizado para praticar esporte, acompanhar um filho no médico, relaxar, ou até mesmo adiantar as tarefas para garantir tempo livre em outro momento. Com a redução do stress no trânsito e a possibilidade de controlar a qualidade da própria alimentação, quem sai ganhando é a saúde do colaborador. Além disso, trabalhar em home office aumenta a motivação e reduz interrupções de colegas e reuniões desnecessárias, aumentando a produtividade. Bom para o colaborador, melhor ainda para a empresa que o emprega.

 

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07 regras que fazem o seu negócio perder clientes

Por João Paulo Silva Dia em Dicas

Você já entrou em algum estabelecimento e viu alguma dessas regras expostas em uma placa? Você se sentiu confortável após ler? Pois é, seus clientes também não gostam desse tipo de coisa.

Frente a um cenário super competitivo que vivemos hoje, estas regras apenas servem apenas para afastar clientes. Veja abaixo algumas dessas regras que, infelizmente, ainda encontramos em alguns estabelecimentos:

1- Não toque nos produtos,
2- Não aceitamos trocas,
3- Não temos WI-FI,
4- Não temos água ou banheiro,
5- Não aceitamos cartões
6- Não fazemos trocas aos sábados
7- Não fazemos embrulho

Ao restringir ou negar um serviço básico, você está dizendo ao cliente que ele não é bem-vindo ao seu estabelecimento. Por isso, antes de criar qualquer regra, vale a pena refletir um pouco e pensar: "Por que eu estou implementando esta regra?" e "Estou ajudando ou dificultando a vida daquele que movimenta o meu negócio?"

Fonte: Varejo Ativo

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Por que a sua empresa deve usar o SPC Brasil?

Por João Paulo Silva Dia em Dicas

As estatísticas não mentem: o número de pessoas inadimplentes tem crescido no Brasil. Segundo dados do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 59,2 milhões de consumidores estavam nas listas de inadimplência — 900 mil novos nomes, em comparação com dezembro de 2016.

Se a tendência é a do aumento da inadimplência, o varejista deve tomar suas precauções para não sofrer com esse problema ou, pelo menos, tentar minimizá-lo. Para isso, usar o SPC pode ser uma boa estratégia. Quer saber o porquê? Nós explicamos a seguir:

O que é o SPC?
A sigla significa Serviço de Proteção ao Crédito, e como o próprio nome já diz, essa nada mais é do que uma empresa privada que atua na formulação e gestão de um banco de dados com informações de crédito de grande parte da população economicamente ativa no Brasil. 

Por que o varejo deve usar o SPC?
Como vimos, o grande cerne do SPC é garantir uma maior segurança no comércio. Por meio dos registros contidos no banco de dados é possível traçar um perfil de crédito do consumidor, avaliando os riscos envolvidos ao fazer algum tipo de transação comercial com ele e evitando futuros problemas.
As vantagens experimentas pelo varejista ao estabelecer uma parceria com o SPC são muita, veja:

- Proteção da saúde financeira do negócio
Ao se valer do SPC, o lojista acaba reforçando a gestão financeira da sua empresa. Analisando os riscos envolvidos em vendas a prazo, por exemplo, é possível imprimir um ritmo mais seguro nas suas vendas, permitindo planejar-se a longo prazo sem ter que se preocupar muito com ausências de capital.

- Redução dos riscos de fraudes com cheques
O Serviço de Proteção ao Crédito oferece a possibilidade de consulta a registros de emissão de cheques, permitindo que o varejista, rapidamente, tenha informações confiáveis sobre o consumidor que está emitindo a ordem de pagamento. É importante mencionar que, ainda que o consumidor não tenha nenhum tipo de registro negativo em seu histórico, é possível checar o histórico da conta bancária atrelado ao cheque. 

- Confiabilidade das informações
Outro grande benefício do SPC e uma das características que o fez ser tão popular no comércio é a confiabilidade das informações prestadas. Todos os registros são feitos com extrema segurança e precisão em relação à identidade exata do consumidor. Para tornar os dados mais precisos e confiáveis, o SPC trabalha com base no monitoramento de CPF e CNPJ que, como se sabe, são dados exclusivos e pertencentes aos bancos de dados da Receita Federal do Brasil (RFB), o que garante ainda mais autenticidade a todas as informações. Assim, de forma totalmente automatizada e ágil, o lojista tem o que precisa para negar ou conceder o crédito a um cliente, podendo dedicar seu tempo em ações que realmente possam trazer retorno para a empresa.

Ao associar-se à CDL ACIBOM você tem acesso ao SPC Brasil junto de todos os benefícios acima. Entre em contato conosco e agende uma visita com nosso Representante Comercial no (37) 3522-5001 ou contato@cdlacibom.com.br.

Fonte da matéria: F-CDL

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5 estratégias de marketing para pequenas empresas e entidades

Por Dia em Dicas

O marketing digital está presente na vida de qualquer pessoa que hoje tenha acesso à internet. Antes adotado apenas por empresas de grande porte — graças aos custos elevados de se manter online há alguns anos —, hoje em dia o marketing digital pode ser utilizado por qualquer um. Não importa o tamanho do seu empreendimento, basta saber como se adaptar às melhores ferramentas. Aliás, segundo estatísticas, o marketing digital chega a ser 62% mais econômico que o tradicional e gera até quatro vezes mais resultados. Como escolher estratégias de marketing digital ainda é um pouco difícil para quem ainda não está totalmente familiarizado com o assunto, separamos 5 dicas que podem se adequar à realidade das pequenas empresas e aumentar o fluxo de vendas destas. 

 1) Redes sociais

Muitas pessoas pensam que o investimento inicial para estruturar uma página em determinada rede social é muito alto e foge dos limites orçamentários de empresas de pequeno porte. Na verdade, estabelecer sua presença em uma rede social possui custo inicial bem próximo de zero e requer uma pequena dedicação de tempo por parte de quem vai administrar a rede.

A manutenção desses perfis é que pode se tornar mais custosa com o tempo, mas é sempre possível adequar tudo ao seu orçamento. Se a sua presença digital já está ficando mais relevante e tomando o seu tempo como gestor (que deve focar em outras atividades), entenda que essa é uma boa hora para contratar um profissional para cuidar disso.

 2) Site e blog

Diferente das redes sociais, a criação de um site e de um blog exige um certo investimento inicial, mas que, com certeza, será recompensado. Estabelecer uma plataforma própria para a divulgação dos seus serviços e conteúdo é uma maneira de melhorar a reputação da sua marca e fidelizar clientes.

Além disso, a possibilidade de customizar totalmente essas ferramentas — o que você não pode fazer em uma rede social, por exemplo — é um diferencial de encher os olhos, pode confiar.

 3) E-mail marketing


O e-mail marketing é uma ferramenta de marketing digital que até hoje dá resultados incríveis e é bastante econômica. Campanhas bem feitas podem aumentar o fluxo de vendas e ainda atrair novos clientes.

No entanto, cuidado, existem algumas boas práticas que não devem ser ignoradas. Busque oferecer conteúdo relevante para os leads e enviar seus e-mails apenas para pessoas que autorizaram o seu contato. Para fazer isso é preciso trabalhar com uma lista de clientes que tenha demonstrado sinais de que realmente quer receber o seu conteúdo.

 4) Conteúdo relevante e direcionado ao seu público

O marketing de conteúdo é definido como uma técnica que consiste em criar e distribuir conteúdo para atrair, envolver e conquistar o público-alvo do seu negócio. Exemplificando: você não vai mais até o seu cliente e, em vez disso, se prepara para atender as suas primeiras dúvidas, com o objetivo de que ele sempre venha até você como possível solucionador de problemas.

Uma pesquisa apontou que 90% dos consumidores começa uma compra ou contratação de serviços a partir de uma busca na internet e que esta tem se consolidado como aspecto decisivo no momento de escolher o melhor fornecedor.

Em suma, tirar dúvidas e solucionar problemas antes que o cliente tenha conhecimento do seu produto é uma boa estratégia para que, no momento da compra, a sua marca esteja no topo da lista de geradores de soluções. Plataformas como sites e blogs são excelentes para esse tipo de estratégia.

 5) Anúncios patrocinados no Google

No Google existem duas formas de anunciar: a rede de pesquisa e a rede de display. A rede de pesquisa é formada por sites ou aplicativos que estão relacionados à busca realizada. Quando se faz a opção de anunciar nesta rede, o seu anúncio deve ser exibido ao lado dos resultados de pesquisa quando um termo relacionado é buscado.

A rede de display, por sua vez, é formada por sites do próprio Google (como Youtube, Gmail, etc) ou parceiros como G1 e outros figurões da internet. Nela os anúncios são exibidos nas páginas que se relacionam com o seu produto ou serviço.

Seu anúncio pode ser em texto, imagens ou até em pequenos vídeos, que serão exibidos no topo, na barra lateral ou no rodapé dessas grandes páginas — o que é muito bom porque o número de acessos diários a elas é grande, portanto, sua visibilidade será proporcional.

 Como saber quais são as melhores estratégias de marketing digital?

Agora que você conhece algumas das estratégias que geram bons resultados, é preciso decidir qual (ou quais) utilizar. É importante avaliar onde está o seu público, antes de mais nada. Adianta muito pouco investir em uma rede social se o seu público não está presente ali, certo? Entenda que a sua audiência tem um determinado tom de voz e consegue absorver melhor as suas informações se você se comunicar da mesma forma. Objetivos, metas e prioridades devem ser definidos para determinar qual a melhor estratégia a ser seguida e, então, a sua empresa poderá traçar um planejamento para alcançá-los.

A eficiência do marketing está no planejamento, na boa execução deste e, principalmente, na medição dos resultados. Todas as suas ações vão gerar uma infinidade de dados que podem ou não ser relevantes para a estratégia. No fundo, tudo o que você quer saber é se sua campanha está dando certo, não é? Para isso, analise as variáveis que influenciam diretamente no seu objetivo. Só depois de analisar os resultados e entender como cada ação foi recebida pelo público é que você vai conseguir definir o que funciona e o que não funciona em uma estratégia, o que é essencial para continuar trabalhando ou quando é a hora de buscar novas abordagens.

Não se esqueça de que as ações devem ser pautadas pelas particularidades do seu público e do seu negócio e, a partir daí, coloque a mão na massa!

Fonte: FCDL-MG

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Procedimento correto no recebimento de cheque de terceiros

Por Dia em Dicas

Para maior garantia no recebimento de cheques de terceiros, o associado pode solicitar que o cliente assine no verso do cheque como avalista, no caso de cheque ao portador, obrigando este, em caso de devolução do cheque, a efetuar o pagamento de acordo com o artigo 31 da Lei 7.357/85.

É necessário que o estabelecimento colha também as informações de CPF, RG e endereço residencial deste avalista. Caso este avalista seja casado é necessária a assinatura do cônjuge para que o aval tenha validade. No entanto, mesmo sem a vênia conjugal, de acordo com o entendimento do Enunciado 114 do CJF (Conselho de Justiça Federal), o aval será considerado válido.

Se o cheque estiver nominal a este cliente, somente o endosso do mesmo é suficiente para exigir o pagamento do cheque. Da mesma forma é necessário colher os dados do endossante.

FONTE: FCDL-MG

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