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Atletas representaram Bom Despacho na Itabirito Trail Run

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Inovação

No dia 16 de setembro, quatro atletas de Bom Despacho participaram do Itabirito Trail Run – 3ª Etapa, na Estância Real, em São Gonçalo do Monte. “Foi uma prova muito técnica e a chuva aumentou muito a dificuldade, deixando ainda mais desafiador. O objetivo era fazer um ‘treino de luxo’ para o X-Terra Estrada Real que disputaremos no dia 29 de setembro, na cidade de Tiradentes. Foi um excelente teste”, destaca Luís Nogueira.

Confira os atletas participantes e suas classificações – Luís Nogueira (5º lugar na categoria de 20 a 29 anos), José Lucas de Oliveira (10º lugar na categoria de 20 a 29 anos), Claudinei Silva (4º lugar na categoria de 40 a 49 anos) e Douglas Couto (11º lugar na categoria de 20 a 29 anos).

Por Redação

Fonte: http://www.bomdespacho.mg.gov.br/

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"Inovação é o motor da vantagem competitiva"

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Inovação

Seguindo por essa linha, então, parece equivocada a busca desenfreada por regulação daquilo que a "startup do dia" propõe, antes mesmo que tais inovações tenham obtido sucesso de público, estejam pacificadas como aplicação ou que interfiram, em maior grandeza, na rotina e na vida comum dos indivíduos.

Em um País em que a desigualdade social atrapalha o desenvolvimento, limitar a liberdade de iniciativa é o mesmo que garantir a concentração de poder na mão dos poucos e mesmos de sempre; e quanto menos concorrência, teremos menos espaço para trabalho e menos ofertas diferenciadas para os consumidores. A regulação, por um lado, permite maior segurança nas relações entre os privados, mas protege aqueles que já alcançaram seu espaço.

Vejamos o que ocorre com os chamados criptoativos (como representantes do Banco Central do Brasil tem se referido publicamente) – entre os quais o Bitcoin é o mais notório – e com o blockchain, onde os prováveis impactados (bancos e outras infraestruturas do mercado financeiro) retardam o desenvolvimento do mercado relacionado a tais tecnologias.

Temos acompanhado o movimento dos maiores bancos brasileiros ao cancelar as contas bancárias de corretoras de criptoativos. Todos sabemos que os canais bancários são um meio para desenvolvimento de qualquer atividade comercial e que, portanto, essa decisão das grandes instituições financeiras criam uma barreira para o setor. Um processo que está em votação na Corte brasileira, questiona justamente o possível abuso de direito dos bancos nesse caso.

Esses mesmos bancos tentaram realizar semelhante bloqueio no Chile, mas foram impedidos pelas autoridades locais, que defenderam a liberdade de iniciativa. Tal qual ocorreu no mercado de transporte de passageiros ou de reserva de apartamentos, quando essas mudanças ameaçam o domínio de quem se vê estabelecido, o grito é de que a inovação é ilegal, irregular. Este é o remédio chamado às pressas para curar a dor de saber-se ineficiente, ultrapassado.

Em especial, sobre os criptoativos, embora nenhuma lei defina a sua natureza jurídica, normas gerais permitem acolher tais ativos. Inclusive, esse é o entendimento da Receita Federal do Brasil, ao tratá-las como bens comuns, sujeitos à tributação de ganho de capital como qualquer outro de sua categoria. Diversos bens são negociados em estruturas semelhantes às das corretoras de criptoativos, e nem por isso, os bancos lhes negam, de forma organizada, acesso ao sistema bancário.

Nesse sentido, uma corretora que permite acesso a bitcoins, ether, ripple e outros ativos digitais pode (e deve) seguir as normas que são, também, obedecidas por bolsas de mercadorias físicas, como a Bolsa Brasileira de Mercadorias. Podem (e devem), inclusive, saber quem são seus clientes, realizar monitoramento de operações suspeitas e comunicar ao COAF casos em que percebam indícios de lavagem de dinheiro ou financiamento ao terrorismo.

A pretensão de muitos advogados que militam no mercado financeiro e de capitais em vê-las tratadas como ativo financeiro ou valor mobiliário deve ser mantida em debates conjuntos com as discussões globais sobre o tema, mas não podem servir de armadilha para que as empresas estabelecidas impeçam a inovação com subterfúgios regulatórios.

Nos Estados Unidos, por exemplo, temos visto o movimento mais favorável ao mercado, ainda que não haja estabilização sobre o tratamento a ser dado pelos reguladores locais. Neste sentido, recentemente, a ICE (operadora de 23 principais bolsas globais, incluindo a Bolsa de Valores de Nova York - NYSE), que já era investidora da Coinbase (maior corretora americana), divulgou que irá montar uma plataforma para desenvolver instrumentos de investimento em criptoativos (Bakkt).

Como em todos os setores da economia, regulado estritamente ou não, a negociação de desses ativos digitais pode atrair pessoas que façam mau uso do negócio. E, como em todos os demais setores, quem opera regularmente irá colaborar para que aquelas pessoas sejam punidas e excluídas do mercado.

Essa tecnologia não pode ser punida no lugar dos infratores, assim como o dinheiro não foi condenado por aparecer em malas, nem se tem notícia de avestruz aprisionado por pirâmides construídas em seu nome.

Por Reinaldo Rabelo de Morais Filho

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/

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Até uma padaria pode e deve inovar, diz especialista em inovação

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Inovação

“O que foi o iPhone? Uma nova combinação que Steve Jobs fez de recursos que já existiam”.

O exemplo é citado por André Cherubini Alves, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e diretor do Silicon Valley Institute for Business Innovation, para explicar o que é inovação. Mas não se trata, necessariamente, de inovação tecnológica.

A tecnologia é parte central na inovação, diz Alves, mas não da forma como costumamos imaginar. Toda empresa, seja a padaria da esquina ou a Apple, parte de algum conhecimento para resolver um problema do mercado. O conhecimento aplicado para esse fim, segundo o professor, é tecnologia.

“Relacionar inovação apenas a invenções, como a de um smartphone, faz o empreendedor achar que ela está muito distante. Na verdade, está na interface direta que ele tem com seu consumidor”, afirma. É possível inovar na comunicação com os clientes, por exemplo, usando o próprio smartphone inventado por Jobs. O importante é que, mais do que ser uma novidade, essa inovação gere resultado – seja como um produto, um serviço ou um processo.

Quem, quando e como
Mas, afinal, todos os negócios precisam inovar? Segundo o professor da Fundação Getulio Vargas, a tendência é que sim. “Ao mesmo tempo que as possibilidades trazidas pela tecnologia empoderam a pessoa que tem acesso a elas, elas também afetam setores, atividades e formas de trabalho”, afirma. A tendência é as empresas buscarem inovação quando as vendas param de crescer ou começam a cair. Mas muitas vezes já é tarde demais.

Antes de partir para a missão, porém, é necessário olhar para dentro. “As empresas do Brasil têm muitos problemas de organização e de eficiência em processos. Na medida em que você não tem eficiência na operação, não consegue nem focar na inovação ou no mercado. Sua tarefa no dia a dia é apagar incêndios”, diz Alves. Em um cenário como esse, a própria reorganização pode ser inovadora – diminuindo custos, promovendo eficiência e abrindo espaço para os projetos que garantirão longevidade ao negócio.

A burocracia no país é um entrave nessa área, mas não é o único. Segundo o professor, é preciso força de vontade para buscar capacitação e ferramentas que auxiliem nessa organização. Além de garantir um melhor desempenho localmente, ela também pode abrir espaço para maiores ambições. “Nos Estados Unidos, as empresas nascem pequenas, mas com pensamento global. Isso falta para nós, e tem uma razão: as dificuldades de resolver as coisas aqui as impedem de pensar para fora”, diz.

Erros, acertos e necessidades
No caso de muitas empresas, o problema não está na falta de inovação, mas no foco que se dá a ela. Em 2010, o professor da Fundação Getulio Vargas organizou um estudo que mapeou 1.500 empresas no Rio Grande do Sul. Elas foram analisadas a partir de quatro competências centrais: operacional, gerencial, comercial e capacidade de desenvolvimento.

Entre outras conclusões, a pesquisa constatou que gestão, comercial e desenvolvimento são as capacidades que mais influenciam no aumento do lucro da empresa, enquanto a operação foi considerada pouco significativa. Outro bloco buscou identificar onde as empresas mais investiram esforços em inovação. 80% delas responderam "operação".

“Isso mostra um certo grau de defasagem tecnológica de operação. Se você pergunta o que é inovação para elas, elas respondem que é a compra de equipamento e atualização do maquinário”, diz o professor. “Enquanto não nos atualizarmos com melhores práticas e tecnologias mais avançadas, não conseguiremos pensar em inovação.”

Por:  Redação

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/

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Onde acontece a inovação no varejo

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Inovação

Por sua condição de mudar positivamente a realidade, a inovação, para todos os setores, se transformou em um dos elementos mais fundamentais do cenário global.

A visão mundial mais abrangente tende a associar inovação com o setor industrial, mas, no varejo, tem um papel fundamental, considerando as dimensões das transformações precipitadas pela era digital.

A medida da grau de inovação entre países é avaliada anualmente e, no último dia 10 de julho, foi divulgado o Global Innovation Index (GII) 2018, em sua 11a edição, que colocou o Brasil na posição 64 numa escala que abrange perto de 130 países. Em 2017 estava na posição 69.

O GII é apurado por diversas instituições e é resultado da colaboração entre a Universidade Cornell, a INSEAD e a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). No Brasil conta com o apoio da CNI – Confederação Nacional da Indústria e do Sebrae.

Seu cálculo é baseado na ponderação de uma série de fatores e como resultado é definida a classificação de cada país no ranking global. Em 2018, os seis primeiros países foram Suiça, Holanda, Suécia, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos. Na América Latina, os três primeiros foram Chile, Costa Rica e México.

E a inovação no varejo, como acontece?

Se pudéssemos medir globalmente a inovação com origem no varejo, provavelmente nos decepcionaríamos pelo baixo investimento dedicado pelas maiores corporações do setor ao tema. São poucas corporações que têm uma estrutura dedicada de forma permanente ao assunto.

De forma geral, o varejo no mundo deixa a pesquisa e a inovação para seus fornedores e define depois o que irá incorporar em suas plataformas, de forma muita vezes reativa, integrando o que faz mais sentido de acordo com sua visão futura. E, muitas vezes, evitando ser precursor, e até preferindo ser seguidor, incorporando o que deu certo.

Não é nas visitas às lojas que se conhece a inovação do varejo.

Ela é apresentada muito antes nos eventos mais importantes do setor pelo mundo. É na NRF-Show em Nova York, anualmente em janeiro, ou na Euroshop, a cada três anos, em Dusseldorf, ou no Latam Retail Show, anualmente em agosto, em São Paulo, que pode ser visto o que estará nas lojas e todos os demais canais de distribuição posterioremente.

Não é exatamente nas organizações varejistas que começa a inovação.

Ela é antes pesquisada, desenvolvida, implantada e medida pelos fornecedores de produtos, instalações, tecnologia, sistemas, equipamentos e serviços para o setor. O varejo avalia o que é apresentado e proposto e decide implantar.

Talvez a maior exceção fique por conta do comércio eletronico, pois os chamados “pure players”, ou operadores que não tem histórico de atuação em outros canais de distribuição, inovam e lançam seus conceitos diretamente no mercado também apoiados pelas empresas de tecnologia e aplicações digitais que participam do desenvolvimento conjunto de novas soluções.

No Brasil, correndo algum risco de avaliacão, encontramos no varejo estruturas dedicadas à inovação no varejo em empresas como Magazine Luíza, Carrefour, Pão de Açúcar, Via Varejo, O Boticário, Natura. A lista definitiva não será muito maior do que esta, sem contar, evidentemente, com algumas outras corporações globais que importam a inovação desenvolvida fora do país.

Mas o varejo é provavelmente um dos setores mais demandantes de inovação por conta da crescente competitividade e por sua conexão direta com o Omniconsumidor, o segmento com maior poder transformador de hábitos, atitudes, comportamentos e demandas.

As organizações varejistas globais e nacionais que têm se destacado em desempenho são aquelas que têm estado mais sensíveis ao tema da inovação, com estruturas dedicadas para isso e trabalhando de forma integrada com seus mais diversos fornecedores.

Sempre buscando, em conjunto, acelerar o processo de pesquisa, desenvolvimento, implantação e monitoramento de desempenho e, ao mesmo tempo, conciliar o aumento de eficiência e resultados para a própria empresa com a melhora da experiência e da satisfação de seus consumidores.

Repensar estrategicamente o papel crítico da inovação no setor de varejo talvez seja hoje uma das mais importantes áreas de decisão na cúpula das empresas pelo que significa de construção do futuro.

Por Redação

Fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br/

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UOL DIVEO e Microsoft lançam site para orientar varejistas na transformação digital

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Inovação

O UOL DIVEO, especializado em soluções voltadas à transformação digital de empresas,  está lançando, em parceria com a Microsoft, um microsite especializado em “smart business”, ou seja, no conjunto de técnicas, tendências e conceitos para tornar um “negócio inteligente”, proporcionando uma melhor experiência aos clientes, por meio da tecnologia. Esse microsite, especificamente, é focado em varejo.

A iniciativa é parte dos projetos da empresa na área do varejo inteligente, o que inclui a participação na próxima edição do LATAM Retail Show, o mais completo evento de varejo e consumo da América Latina, que será realizado nos próximos dias 28, 29 e 30 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo. Guilherme Lopes, Gerente de Big Data & Analytics, será o representante da empresa no palco de um dos principais congressos sobre o setor no continente.

“A página é um serviço a varejistas e curiosos sobre tecnologia que pretendem compreender como é possível usufruir das ferramentas mais modernas da atualidade para transformar qualquer negócio em um varejo inteligente. De forma bem didática e ilustrada, o conteúdo demonstra como uma loja pode coletar dados sobre seus consumidores e, assim, promover atendimento personalizado e oferecer os melhores produtos”, explicou Cleyton Ferreira, CTO do UOL DIVEO.

Além do conteúdo sobre as soluções tecnológicas disponíveis, com dicas e guias passo-a-passo, o site oferece um teste que permite que o varejista compare seu negócio com as grandes redes mundiais (como Walmart e Amazon). O recurso permite saber quais ferramentas são utilizadas pelos players gigantes do mercado, considerando BI/ Analytics, Enterprise Resource Planning, Customer Relationship Management, Marketing Digital, Infrastructure/ Datacenter, Omnichannel, E-business/ E-commerce, Mobile Apps, Cloud Services e Artificial Intelligence.

A página também apresenta cases de varejo inteligente, detalhando como marcas famosas transformaram seus negócios por meio da tecnologia. Como complemento, o usuário pode ainda baixar um e-book desenvolvido pelo UOL DIVEO e a Microsoft sobre o tema. “Temos realizado webinários sobre smart business e sentido a grande demanda por informação a respeito das novas tecnologias. Soluções disruptivas como Internet of Things, Big Data, Automação, Analytics, Chatbots e muitas outras já são realidade, mas existe um receio ou muita dúvida de quem ainda não se inteirou com esse universo. A página foi desenvolvida para propagar esse conhecimento de forma simples e eficiente, encorajando os varejistas a modernizarem seus negócios”, finalizou Ferreira.

*Imagem reprodução

Por Redação

Fonte:https://www.mercadoeconsumo.com.br/

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Pensar Omni é para todos

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Inovação

Muitas empresas de varejo já perceberam que para se manter no radar de seus clientes, para oferecer uma experiência de compra memorável e para fortalecer os valores da sua marca, devem ter uma visão única sobre o cliente. Independente do canal ou ponto de contato, essa visão integrada é fundamental para mapear e entender toda jornada e processo de compra e relacionamento que o negócio tem, desde o momento da pesquisa até o pós venda.

Na urgência que esse momento trás para os negócios, muitos gestores desenvolvem iniciativas digitais ou de integração de canais, batizadas de Omnichannel. No entanto, queimam etapas, sem ter desenvolvido o primeiro passo:

Como eu devo pensar a estratégia para o meu negócio?

Quem aplica iniciativas omni sem um pensamento integrado por trás corre um sério risco de não atingir seus objetivos. Em diversas ocasiões, o desconhecido paralisa as iniciativas.

Quais experiências que devemos oferecer para nosso cliente?

Que iniciativas omnichannel são adequadas ao meu negócio?

Quais são as dores e atritos que meu cliente tem no relacionamento com minha marca?

Qual o nível de maturidade do meu negócio quando penso em integração de canais?

Esse negócio de Omnichannel é só uma palavra da moda!

Não importa se seu negócio seja uma startup, uma rede de pequeno ou médio porte, ou um grande varejista de atuação nacional.

Só existe uma alternativa: pensar seu negócio de maneira integrada, enxergar seu consumidor com uma visão única, realizar uma oferta adequada, no momento correto – independente do tamanho ou modelo de negócio.

Dentro da nossa realidade brasileira, existem bons exemplos de negócios de segmentos distintos, que mesmo enfrentando todas as dificuldades econômicas e operacionais, desafiam o status quo e desenvolvem um Pensamento Omni antes de implementar iniciativas desconexas.

A Zissou, startup brasileira, poderia ser mais uma empresa que vende colchões, mas tem como objetivo “redefinir a sua relação como sono”. A partir de um modelo de negócio que simplificou o processo de vendas entregando o produto diretamente ao cliente, sem intermediários, a Zissou consegue desenvolver um produto de altíssima qualidade com excelente custo benefício. A empresa é uma DNVB (digital native vertical brands), termo que caracteriza as empresas que já nascem digitais, que dialogam diretamente com seus clientes, tem presença física, mas não fazem distinção entre os canais. É um só negócio, é um só canal. Um canal vertical de contato direto da marca com seu consumidor, que se vale de todos os benefícios de inteligência de dados que esse modelo permite. No entanto, não são empresas de tecnologia, são varejistas. São vários os exemplos de DNVBs no mercado global: BONOBOS, recentemente comprada pelo WalMart, Warby Parker que revolucionou a forma de comprar óculos, Dollar Shave comprada pela Unilever por U$1 bilhão e a Casper que vende colchões e travesseiros e serviu de inspiração para o modelo da Zissou.

A Drogaria Onofre, que há poucos anos foi comprada pela gigante americana CVS, enfrenta hoje uma disputa gigantesca com concorrentes que tem milhares de farmácias. Como a Onofre, que tem hoje cerca de 40 lojas, pode se manter competitiva nesse mercado?  A rede desenvolveu um “pensamento omni” antes de colocar na rua iniciativas “digitais”. A integração entre as áreas da empresa foi um processo crítico de alinhamento dos objetivos, das ações e prioridades que seriam implementadas. Hoje, as vendas digitais da Onofre são representativas dentro do seu negócio e a experiência de compra em suas lojas está cada vez mais integrada com uma única visão do consumidor.

O último exemplo serve hoje de benchmark para todo o varejo brasileiro: o Magazine Luiza. A transformação recente do negócio da família Trajano desafiou muitos especialistas do mercado. Ele apostou na integração das operações digitais e físicas, suportada, entre outras iniciativas, pelo Luizalabs. A rede acabou de divulgar que “quase dobrou o lucro líquido do segundo trimestre de 2018 para 140,7 milhões de reais, após registrar a maior expansão trimestral de vendas em cinco anos”, segundo o site Money Report. As vendas “mesmas lojas físicas” cresceram 27% no segundo trimestre e a participação do e-commerce no total vendido passou para 33%.

O Luizalabs é um laboratório de tecnologia e inovação que desenvolve ”produtos e serviços com foco no varejo, oferecendo aos clientes mais benefícios e uma melhor experiência de compra.”

Isto é, o pensamento omni deve partir de dentro da empresa para fora. O sucesso desta iniciativa depende mais da sua ambição como negócio do que do tamanho da sua operação.

Por Redação

Fonte: https://www.mercadoeconsumo.com.br/

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