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Atletas representaram Bom Despacho na Itabirito Trail Run

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

No dia 16 de setembro, quatro atletas de Bom Despacho participaram do Itabirito Trail Run – 3ª Etapa, na Estância Real, em São Gonçalo do Monte. “Foi uma prova muito técnica e a chuva aumentou muito a dificuldade, deixando ainda mais desafiador. O objetivo era fazer um ‘treino de luxo’ para o X-Terra Estrada Real que disputaremos no dia 29 de setembro, na cidade de Tiradentes. Foi um excelente teste”, destaca Luís Nogueira.

Confira os atletas participantes e suas classificações – Luís Nogueira (5º lugar na categoria de 20 a 29 anos), José Lucas de Oliveira (10º lugar na categoria de 20 a 29 anos), Claudinei Silva (4º lugar na categoria de 40 a 49 anos) e Douglas Couto (11º lugar na categoria de 20 a 29 anos).

Por Redação

Fonte: http://www.bomdespacho.mg.gov.br/

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"Inovação é o motor da vantagem competitiva"

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Seguindo por essa linha, então, parece equivocada a busca desenfreada por regulação daquilo que a "startup do dia" propõe, antes mesmo que tais inovações tenham obtido sucesso de público, estejam pacificadas como aplicação ou que interfiram, em maior grandeza, na rotina e na vida comum dos indivíduos.

Em um País em que a desigualdade social atrapalha o desenvolvimento, limitar a liberdade de iniciativa é o mesmo que garantir a concentração de poder na mão dos poucos e mesmos de sempre; e quanto menos concorrência, teremos menos espaço para trabalho e menos ofertas diferenciadas para os consumidores. A regulação, por um lado, permite maior segurança nas relações entre os privados, mas protege aqueles que já alcançaram seu espaço.

Vejamos o que ocorre com os chamados criptoativos (como representantes do Banco Central do Brasil tem se referido publicamente) – entre os quais o Bitcoin é o mais notório – e com o blockchain, onde os prováveis impactados (bancos e outras infraestruturas do mercado financeiro) retardam o desenvolvimento do mercado relacionado a tais tecnologias.

Temos acompanhado o movimento dos maiores bancos brasileiros ao cancelar as contas bancárias de corretoras de criptoativos. Todos sabemos que os canais bancários são um meio para desenvolvimento de qualquer atividade comercial e que, portanto, essa decisão das grandes instituições financeiras criam uma barreira para o setor. Um processo que está em votação na Corte brasileira, questiona justamente o possível abuso de direito dos bancos nesse caso.

Esses mesmos bancos tentaram realizar semelhante bloqueio no Chile, mas foram impedidos pelas autoridades locais, que defenderam a liberdade de iniciativa. Tal qual ocorreu no mercado de transporte de passageiros ou de reserva de apartamentos, quando essas mudanças ameaçam o domínio de quem se vê estabelecido, o grito é de que a inovação é ilegal, irregular. Este é o remédio chamado às pressas para curar a dor de saber-se ineficiente, ultrapassado.

Em especial, sobre os criptoativos, embora nenhuma lei defina a sua natureza jurídica, normas gerais permitem acolher tais ativos. Inclusive, esse é o entendimento da Receita Federal do Brasil, ao tratá-las como bens comuns, sujeitos à tributação de ganho de capital como qualquer outro de sua categoria. Diversos bens são negociados em estruturas semelhantes às das corretoras de criptoativos, e nem por isso, os bancos lhes negam, de forma organizada, acesso ao sistema bancário.

Nesse sentido, uma corretora que permite acesso a bitcoins, ether, ripple e outros ativos digitais pode (e deve) seguir as normas que são, também, obedecidas por bolsas de mercadorias físicas, como a Bolsa Brasileira de Mercadorias. Podem (e devem), inclusive, saber quem são seus clientes, realizar monitoramento de operações suspeitas e comunicar ao COAF casos em que percebam indícios de lavagem de dinheiro ou financiamento ao terrorismo.

A pretensão de muitos advogados que militam no mercado financeiro e de capitais em vê-las tratadas como ativo financeiro ou valor mobiliário deve ser mantida em debates conjuntos com as discussões globais sobre o tema, mas não podem servir de armadilha para que as empresas estabelecidas impeçam a inovação com subterfúgios regulatórios.

Nos Estados Unidos, por exemplo, temos visto o movimento mais favorável ao mercado, ainda que não haja estabilização sobre o tratamento a ser dado pelos reguladores locais. Neste sentido, recentemente, a ICE (operadora de 23 principais bolsas globais, incluindo a Bolsa de Valores de Nova York - NYSE), que já era investidora da Coinbase (maior corretora americana), divulgou que irá montar uma plataforma para desenvolver instrumentos de investimento em criptoativos (Bakkt).

Como em todos os setores da economia, regulado estritamente ou não, a negociação de desses ativos digitais pode atrair pessoas que façam mau uso do negócio. E, como em todos os demais setores, quem opera regularmente irá colaborar para que aquelas pessoas sejam punidas e excluídas do mercado.

Essa tecnologia não pode ser punida no lugar dos infratores, assim como o dinheiro não foi condenado por aparecer em malas, nem se tem notícia de avestruz aprisionado por pirâmides construídas em seu nome.

Por Reinaldo Rabelo de Morais Filho

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/

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Clientes: Impressões sobre a qualidade da gestão no Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Lidando diariamente com a realidade do atendimento aos clientes de empresas de diversos setores e regiões do Brasil, é possível dizer que hoje, apesar da baixa qualidade e ineficiência ainda recorrente em muitas empresas, a consciência da importância do setor avançou a passos largos, sendo quase unanimidade para quem dispõe de um negócio. É impossível pensar em vendas, serviços, atração e retenção de clientes sem pensar em gestão de atendimento e , nesse ponto , é inegável a evolução que temos presenciado.

Por outro lado, quando partimos para prática, percebemos que as empresas ainda cometem erros básicos desde o início do planejamento desta gestão. Um simples levantamento realizado pela Octadesk com 200 profissionais, que responderam espontaneamente a um questionário sobre o assunto, revelou que pouco mais de 20% deles realiza pesquisas de satisfação frequentes com seus consumidores (com intervalos de até um mês).

 
O número é preocupante. Para garantir a eficiência do atendimento e mesmo para aprimorar o que uma empresa vende é importante perguntar a opinião do consumidor, saber se ele tem alguma sugestão em relação ao produto ou serviço e colher feedbacks frequentes.

Pelos resultados obtidos, também vemos como a maioria dos negócios está no meio do caminho quando o assunto é gestão de pessoas. Quase 60% dos respondentes revelaram ter dificuldade em ter uma base de dados consistente para acessar e mensurar o trabalho do time de atendimento. Sem esse conhecimento, o serviço dos colaboradores acaba ficando muito pautado apenas na observação do dia a dia e não em dados concretos e relatórios de produtividade.

Além disso, a maioria das empresas ou não oferece treinamento aos agentes de atendimento (22%) ou apenas os orienta sem nenhum material didático ou reuniões de feedback (38%). O investimento em qualificação de pessoas é essencial. São elas que estão à frente do seu negócio e, muitas vezes, são o único contato que o consumidor tem com a empresa. Por isso, deixar os atendentes despreparados é um tiro no pé.

É interessante observar que, apesar da maioria dos respondentes (79%) oferecer múltiplos canais de atendimento ao cliente (o que é altamente recomendável), uma parcela pouco expressiva deles integra esses canais (25%), caindo num erro grave que resulta em retrabalho e oportunidade para falhas.

 
Com base na pesquisa e também na observação da rotina, o que percebemos é que existe um grande gap entre a teoria e prática no que concerne o atendimento ao cliente que precisa ser deixado para trás. Ao mesmo tempo, em termos de recursos e estrutura, percebe-se que a maioria dos respondentes divide-se entre um nível mediano a elevado de maturidade em relação ao atendimento. Por fim, há uma grande oportunidade, visto que existe uma consciência a respeito da qualidade do próprio serviço, o que já é um primeiro passo para evoluir nesse quesito.

Por Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk, especializada na gestão de atendimento ao cliente.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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Indicador de inadimplência do consumidor avança pelo 11º mês seguido; país tem 62,9 milhões de negativados, estimam CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

O volume de consumidores com contas em atraso voltou a subir em todo o país. No último mês de agosto aumentou em 3,63% a quantidade de novos inadimplentes na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito a partir das bases às quais as duas instituições têm acesso. Trata-se do 11º crescimento consecutivo na comparação anual da série histórica, apesar de a alta ser mais modesta do que nos meses de junho (4,07%) e julho (4,31%). Em número absoluto, estima-se que aproximadamente 62,9 milhões de brasileiros estejam com restrições ao CPF, enfrentando dificuldades para controlar empréstimos, obter financiamentos ou realizar compras parcelas, o que representa 41% da população brasileira adulta.

Se na comparação anual houve um aumento de brasileiros com contas atrasadas, na comparação mensal a inadimplência apresentou ligeira queda. Na passagem de julho para agosto, sem ajuste sazonal, diminuiu em -0,71% a quantidade de pessoas inadimplentes. É a segunda queda mensal seguida observada pelo SPC Brasil.

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, apesar de o pequeno recuo nos últimos 30 dias, a inadimplência segue elevada, refletindo as dificuldades econômicas do país. “A recuperação econômica mais lenta do que o esperado cria dificuldades para a gestão do orçamento das famílias, frustrando planos e a volta do consumo. A reversão desse quadro passa por uma aceleração da atividade econômica, em especial, do emprego e renda, que são os fatores que mais pesam para a confiança do consumidor”, explica o presidente.

Inadimplência cresce 10,52% no Sudeste; com 49% da população adulta com pendências financeiras, Norte é a região com maior proporção de inadimplentes

A análise do indicador por região mostra que a inadimplência avançou de forma generalizada. Apenas no Sudeste o aumento foi de 10,52% na quantidade de devedores. Em segundo lugar ficou a região Norte, com alta de 3,76%, seguida do Nordeste (3,22%), Sul (2,67%) e Centro-Oeste (1,87%).

De acordo com a estimativa, proporcionalmente, a região que concentra o maior número de inadimplentes é o Norte: 49% da sua população adulta está com o CPF restrito, o que representa 5,9 milhões de consumidores negativados. A segunda região mais inadimplente é o Nordeste, que tem 43% dos adultos com contas em atraso ou 17,4 milhões de consumidores com restrições ao crédito. No Centro-Oeste são 5 milhões de inadimplentes (42% da população adulta local), no Sudeste há um total de 26,1 milhões de negativados (39% dos residentes acima de 18 anos) e no Sul, aproximadamente 8,5 milhões de pessoas com pendências financeiras (37% da população adulta).

Inadimplência cresce mais entre idosos e cai entre população jovem

O indicador ainda revela que é entre a população mais velha que se observa o aumento mais acentuado da inadimplência. Na comparação entre agosto de 2018 com agosto de 2017, aumentou em 9,56% a quantidade de inadimplentes com idade de 65 a 84 anos. Considerando apenas os brasileiros de 50 a 64 anos, a alta foi de 6,26%, enquanto na população de 40 a 49 anos, houve um aumento de 4,77% no número de negativados. Entre os consumidores de 30 a 39 anos, a alta da inadimplência foi de 1,69% em agosto.

A inadimplência apresentou queda somente entre os mais jovens. Considerando a população de 18 a 24 anos, houve um recuo considerável de -23,20%, ao passo que entre os brasileiros de 25 a 29 anos, a queda foi de -5,63%.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o comportamento distinto entre as faixas etárias é reflexo da entrada tardia dos jovens no mercado de trabalho e também da permanência prolongada dos idosos como força produtiva do país. “Fora do mercado de trabalho pelas mais diversas razões, seja estudo, desemprego ou por opção, muitos desses brasileiros acabam ficando também fora do mercado de crédito, reduzindo o contingente de potenciais inadimplentes. Já entre os idosos, que estão permanecendo por mais tempo no mercado de trabalho, a renda mais curta nessa faixa etária e o aumento expressivo de gastos com saúde, por exemplo, podem desajustar o orçamento”, analisa Pellizzaro Junior.

Em números absolutos, a maior parte dos inadimplentes está compreendida na faixa dos 30 aos 39 anos: são 17,9 milhões de pessoas nesse momento da vida que não conseguem honrar seus compromissos financeiros. Considerando a população de 40 a 49 anos, são 14,1 milhões de inadimplentes e outros 13 milhões que possuem de 50 a 64 anos. Na população idosa, que vai dos 65 aos 84 anos, são 5,4 milhões que estão com o CPF restrito. Na população mais jovem, os números também são expressivos: 7,8 milhões de inadimplentes com idade de 25 a 29 anos e 4,5 milhões com contas atrasadas que têm de 18 a 24 anos.

Volume de dívidas tem alta de 1,11% em agosto; dívidas bancárias crescem 7,03%, enquanto crediário tem queda

Outro número calculado pela CNDL e pelo SPC Brasil é o volume de dívidas que estão no nome de pessoas físicas. Nesse caso, houve um crescimento de 1,11% em agosto deste ano na comparação com o ano passado. Na base mensal de comparação, isto é, agosto frente julho, foi observado uma leve queda de -0,66% no volume de dívidas em atraso.

Os dados das pendências por setor credor revelam que as dívidas bancárias, que englobam cartão de crédito, cheque especial e empréstimos, por exemplo, é a que apresentou a alta mais expressiva em agosto: 7,03% na comparação com o mesmo mês de 2017. O segundo setor mais impactado pela inadimplência foi o de serviços básicos, como água e luz, cujo crescimento foi de 3,42%. Os atrasos no crediário do comércio caíram -6,01%, enquanto as pendências com TV por assinatura, internet e telefonia se mantiveram estáveis, com pequeno avanço de 0,01% no período.

Em termos de participação, mais da metade (52%) de todos os compromissos financeiros não quitados pelo brasileiro foi contraída em bancos ou financeiras, seguidas do comércio (18%), setor de comunicação (14%) e emprestas prestadoras de serviços básicos (8%).

Metodologia

O indicador de inadimplência do consumidor sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) têm acesso. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%.

Por Redação

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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Prefeitura inaugura Residencial Geraldo Cesário em BD

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

O Residencial Geraldo Cesário é um bairro completo com casas de excelente acabamento, ruas asfaltadas e iluminadas, água encanada, rede coletora de esgoto. Cada residência tem também área para um jardim na frente e um bom quintal. Enfim, pronto para morar.

Mas o novo bairro foi também uma oportunidade para homenagear gente importante para nossa cidade.

Em projeto de lei de iniciativa dos vereadores Vital Guimarães e Marcelão, sete moradores da região foram homenageadas dando nomes às ruas que compõem a primeira etapa. São elas: Rua Antônio Teodolino; Rua Arlinda Graia; Rua Gercino da Costa Paz; Rua Jardel Maximiano Martins; Rua Libério Lajão; Rua Miguel Alves Correia e Rua Vicente de Paula do Couto

Já o nome do conjunto é uma merecida homenagem a um bom-despachense que foi um grande destaque na construção civil de Bom Despacho, o construtor Geraldo Cesário da Silva. Nas décadas de 50 e 60, Geraldo Cesário foi o mais importante construtor de nossa cidade. Embora não fosse engenheiro formado, fez obras não só de elevada complexidade técnica, mas também de acabamento refinado.

Alguns exemplos estão listados no texto abaixo, de autoria de um dos filhos de Geraldo Cesário. Vale a pena conhecer um pouco da vida de Geraldo Cesário:

O bom-despachense Geraldo Cesário da Silva (1910, 2007), filho de Sancho Cesário Fernandes e Maria Madalena de Jesus, possuía três irmãos e quatro irmãs. Casou-se, em 06/11/1933, com Alice Alves de Souza (1917, 2004) e constituíram uma bela família de 13 filhos (7 mulheres e 6 homens) todos vivos e também bom-despachenses.

Aos 23 anos, conheceu e casou-se com Alice Alves de Souza (1917, 2004), mulher de fibra, forte, de inigualável paciência, amabilidade materna e dedicação aos filhos e, juntos, constituíram e criaram de forma sólida e amorosa, uma bela família composta de 13 filhos, todos ainda vivos (7 mulheres e 6 homens) e bom-despachenses.

Quando ainda jovem, empregou-se na construção da Fábrica de Tecidos de propriedade do empresário Francisco Pio. Foi designado por Francisco Pio e seu genro Dr. Fúlvio para acompanhar o engenheiro responsável pela instalação da Usina Hidrelétrica, que substituiria os Grupos Geradores que ainda supriam a cidade de energia. Sua dedicação e desempenho com foco na qualidade dos trabalhos realizados lhe propiciou um convite para realizar trabalhos em outros países. Mesmo diante de um convite quase irrecusável, optou por dedicar todos os seus esforços ao crescimento do seu núcleo familiar e contribuir para o desenvolvimento da sociedade bom-despachense.

Embora vindo de família de pouco estudo, foi capaz de antever, além dos princípios éticos da formação familiar, a necessidade de crescimento cultural de sua família. Ele sempre supriu sua casa com livros de todas as áreas: enciclopédias, romances, científicos, revistas e de todas as novidades tecnológicas surgidas na época, sempre buscando e orientando os filhos com a sabedoria de que todos os obstáculos podem sempre ser superados. O que fez uma grande diferença no crescimento de todos os filhos, como pôde ser confirmado mais tarde, já em Belo Horizonte e como se verifica até os dias de hoje.

Disciplinado e responsável, ainda jovem iniciou sua longa jornada acumulando larga experiência na área da construção civil, como pedreiro, oficial e construtor licenciado pelo CREA. Teve grande participação na construção da Igreja Matriz da cidade. Foi responsável, juntamente com seu filho primogênito José, também licenciado pelo CREA como construtor e projetista, por aproximadamente 30 anos, pela implantação das construções de maior importância e pioneiras da cidade como: Edifício para Geraldo Fidélis. (1° prédio de 2 andares em Bom Despacho); Residência do prefeito Antônio Leite; Cine Regina e residência para Dr. Juca; Residência para Dr. Geraldo (Gê); Prédio para agência de veículos e posto de gasolina para Costa Irmãos; Residência para Odílio Silva; Prédio de 2 pavimentos Leão da Esquina; Prédio para Pedro Gontijo; Prédio do José Camilo; Igreja do Rosário; Prédio em Dores do Indaiá para Geraldo Fidélis; Grupo escolar na cidade de Moema; Prédio para Cia. Telefônica de Bom Despacho e Prédio do Clube Social, além de várias outras.

Fundador do Círculo Operário em Bom Despacho em meados dos anos 50.

Em 1966 se mudou, juntamente com a família, para Belo Horizonte, em apoio à necessidade dos filhos de perseguirem novos sonhos.

Em Belo Horizonte, continuou seus trabalhos até os 80 anos no que mais amava, depois de sua família – a construção civil. Criou juntamente com seu genro José Hamdan, a empresa Cesário Hamdan Construções construindo vários empreendimentos em Belo Horizonte.

Amava a sua terra natal, e jamais perdeu o contato com os seus amigos e familiares que aqui ficaram. Um bom-despachense "genuíno", daqueles que jamais desligam dos acontecimentos, das tradições, do jeito de ser das pessoas, dos lugares pitorescos, dos detalhes de sua terra natal.

Visitava a cidade constantemente, em companhia de sua esposa e filhos. As pescarias com os amigos (as) nos Rios Picão, Machado, Lambari e São Francisco eram bastante animadas, com ou sem peixe, mas sempre com um churrasco e uma cervejinha. As pessoas mais constantes de sua turma de pescaria eram suas sobrinhas Júlia e Terezinha e seus irmãos Mavinier e Antônio. Preferiu não transferir o seu título de eleitor para Belo Horizonte para continuar participando, como eleitor, da política bom-despachense.

Partiu aos 97 anos, deixando um vazio muito grande em toda a família e em todos aqueles que o conheceram.

A importância da construção civil

A construção de conjuntos habitacionais como o Geraldo Cesário traz dois grandes benefícios imediatos e palpáveis para a cidade. O primeiro e mais visível são as moradias. As casas realizam os sonhos de muita gente. O segundo é a movimentação da economia. A construção de 125 casas como estas recém-inauguradas movimenta algo em torno de R$ 10 milhões de reais. Uma parte vem na forma de salários de engenheiros, pedreiros, bombeiros, eletricistas, telhadistas e outros profissionais. Outra parte vem na forma de material de construção, serviço de terraplenagem e infraestrutura.

Por isto, quando se inaugura um residencial como este, a cidade tem bons motivos para comemorar.

Por Fernando Cabral

Redação:http://www.ibom.com.br/

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Até uma padaria pode e deve inovar, diz especialista em inovação

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

“O que foi o iPhone? Uma nova combinação que Steve Jobs fez de recursos que já existiam”.

O exemplo é citado por André Cherubini Alves, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e diretor do Silicon Valley Institute for Business Innovation, para explicar o que é inovação. Mas não se trata, necessariamente, de inovação tecnológica.

A tecnologia é parte central na inovação, diz Alves, mas não da forma como costumamos imaginar. Toda empresa, seja a padaria da esquina ou a Apple, parte de algum conhecimento para resolver um problema do mercado. O conhecimento aplicado para esse fim, segundo o professor, é tecnologia.

“Relacionar inovação apenas a invenções, como a de um smartphone, faz o empreendedor achar que ela está muito distante. Na verdade, está na interface direta que ele tem com seu consumidor”, afirma. É possível inovar na comunicação com os clientes, por exemplo, usando o próprio smartphone inventado por Jobs. O importante é que, mais do que ser uma novidade, essa inovação gere resultado – seja como um produto, um serviço ou um processo.

Quem, quando e como
Mas, afinal, todos os negócios precisam inovar? Segundo o professor da Fundação Getulio Vargas, a tendência é que sim. “Ao mesmo tempo que as possibilidades trazidas pela tecnologia empoderam a pessoa que tem acesso a elas, elas também afetam setores, atividades e formas de trabalho”, afirma. A tendência é as empresas buscarem inovação quando as vendas param de crescer ou começam a cair. Mas muitas vezes já é tarde demais.

Antes de partir para a missão, porém, é necessário olhar para dentro. “As empresas do Brasil têm muitos problemas de organização e de eficiência em processos. Na medida em que você não tem eficiência na operação, não consegue nem focar na inovação ou no mercado. Sua tarefa no dia a dia é apagar incêndios”, diz Alves. Em um cenário como esse, a própria reorganização pode ser inovadora – diminuindo custos, promovendo eficiência e abrindo espaço para os projetos que garantirão longevidade ao negócio.

A burocracia no país é um entrave nessa área, mas não é o único. Segundo o professor, é preciso força de vontade para buscar capacitação e ferramentas que auxiliem nessa organização. Além de garantir um melhor desempenho localmente, ela também pode abrir espaço para maiores ambições. “Nos Estados Unidos, as empresas nascem pequenas, mas com pensamento global. Isso falta para nós, e tem uma razão: as dificuldades de resolver as coisas aqui as impedem de pensar para fora”, diz.

Erros, acertos e necessidades
No caso de muitas empresas, o problema não está na falta de inovação, mas no foco que se dá a ela. Em 2010, o professor da Fundação Getulio Vargas organizou um estudo que mapeou 1.500 empresas no Rio Grande do Sul. Elas foram analisadas a partir de quatro competências centrais: operacional, gerencial, comercial e capacidade de desenvolvimento.

Entre outras conclusões, a pesquisa constatou que gestão, comercial e desenvolvimento são as capacidades que mais influenciam no aumento do lucro da empresa, enquanto a operação foi considerada pouco significativa. Outro bloco buscou identificar onde as empresas mais investiram esforços em inovação. 80% delas responderam "operação".

“Isso mostra um certo grau de defasagem tecnológica de operação. Se você pergunta o que é inovação para elas, elas respondem que é a compra de equipamento e atualização do maquinário”, diz o professor. “Enquanto não nos atualizarmos com melhores práticas e tecnologias mais avançadas, não conseguiremos pensar em inovação.”

Por:  Redação

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/

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