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Cobrança x recuperação de crédito: entenda as diferenças

Por João Paulo Silva Dia em Empreendedorismo

Na hora de solicitar o pagamento de uma dívida vencida, seja de fornecedores ou clientes, é preciso estar preparado para lidar com as situações que podem surgir, principalmente as constrangedoras. O primeiro passo para fazer isso da melhor maneira é entender a diferença entre a cobrança e a recuperação de crédito, afinal, ambas envolvem um assunto delicado para os consumidores e de extrema importância para a empresa: dinheiro. 

Primeiro vamos falar da cobrança que, ao pé da letra, significa solicitar um valor devido a um determinado consumidor. Em suma, ela é usada para cobrar ou renegociar uma dívida específica de uma pessoa (ou empresa) também específica. A finalidade dela é bem simples: receber o pagamento por aquilo que foi vendido ou por um serviço.

Já a recuperação de crédito tem um objetivo um pouco diferente, já que não busca atingir uma só pessoa e muito menos receber alguma quantia. A ideia da recuperação de crédito é, como o próprio nome diz, devolver ao consumidor o crédito na praça para que ele volte a comprar e volte a fazer parte da economia ativa de um município, movimentando dinheiro e colocando o desenvolvimento para avançar. Essas ações são voltadas a consumidores que já possuem dívidas e que foram inseridos em cadastros negativos de órgãos como o SPC Brasil.

Já é tradição nas CDLs a realização das Campanhas de Recuperação de Crédito. São eventos e/ou chamadas para convocar aquelas pessoas que atrasaram pagamentos e querem limpar o nome com o apoio necessário, que é oferecido pela entidade. As CDLs, em acordo com os seus associados, promovem parcelamentos das dívidas com juros consideravelmente mais baixo ou oferecem descontos atrativos para pagamentos à vista.

Recuperar o crédito, como citado anteriormente, significa fazer a economia girar. O consumidor com o nome limpo está muito mais propenso a fazer financiamentos, adquirir produtos e injetar o seu dinheiro na economia. E você? Sabe como anda a inadimplência na sua cidade? Que tal se inspirar e realizar uma grande campanha? Mãos à obra!

Fonte: F-CDL

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Participe do Empretec!

Por João Paulo Silva Dia em Empreendedorismo

Já ouviu falar no EMPRETEC?! Se a reposta for "já", você sabe que não pode ficar de fora da próxima edição!

O EMPRETEC é uma metodologia utilizada pela Organização das Nações Unidas - ONU voltada para o desenvolvimento de características empreendedoras e identificação de oportunidade de negócios, promovida em cerca de 40 países. E vai acontecer aqui em Bom Despacho!

No Brasil, é realizado pelo SEBRAE, que já capacitou mais de 250 mil pessoas com o evento, e cerca de 10 mil todo ano. Frente a tanto sucesso, chegou a vez de Bom Despacho receber mais uma edição recheada de aprendizado, networking e empreendedorismo!

Acontecerá entre os dias 23 a 28/07 e para participar basta entrar em contato no (37) 3522-5001 ou (37) 9 8851-0117. Se você é empreendedor, ou tem muita vontade de se tornar um, você não pode perder tempo e deve fazer já a sua inscrição!

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Mudanças no Simples Nacional Começam a Valer a partir de Janeiro!

Por João Paulo Silva Dia em Empreendedorismo

Em Minas Gerais, 518 mil Micro e Pequenas Empresas (MPE) e 851 mil Microempreendedores Individuais (MEI) serão impactados com as novas mudanças que ocorrerão no Simples Nacional no próximo ano. Entre as alterações está o aumento do limite de faturamento, medida que entrar em vigor a partir de 1º de janeiro.

O Sebrae Minas esclarece as principais mudanças que impactarão os pequenos negócios. Veja algumas delas:

Novos tetos de faturamento: a partir de janeiro do ano que vem, o limite para enquadramento do MEI passa de R$ 60 mil por ano para R$ 81 mil por ano, média mensal de R$ 6,75 mil. Já a Pequena Empresa aumenta de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões anuais, média mensal de R$ 400 mil. Porém, as EPP que ultrapassarem o valor anterior de R$ 3,6 milhões de faturamento terão o ICMS e ISS calculados fora da tabela do Simples Nacional.

Novas alíquotas: também não será mais aplicada uma alíquota simples sobre a receita bruta mensal. A partir de 2018, a alíquota a ser paga dependerá de um cálculo que leva em consideração a receita bruta acumulada nos doze meses anteriores e o desconto fixo. Essas mudanças poderão aumentar ou reduzir a carga tributária para algumas empresas. Por isso, o ideal é buscar a ajuda de um contatado.

Redução de tabelas e de faixas: as tabelas do Simples Nacional passaram de seis para cinco anexos, sendo um para comércio, um para indústria e três para serviços. O número de faixas de alíquotas aplicadas diretamente no faturamento cai de 20 para seis. Também haverá alteração do cálculo do imposto incidente sobre faturamento. Antes era feito pela multiplicação da alíquota  pelo faturamento, a partir de 2018 será considerado o valor fixo de abatimento da tabela.

Universalização: algumas atividades que antes não podiam se enquadrar no Simples Nacional foram contempladas nesta nova versão. As principais atividades que poderão ingressar no sistema tributário simplificado são:
• Indústria ou comércio de bebidas alcoólicas como: micro e pequenas cervejarias; micro e pequenas vinícolas; produtores de licores e micro e pequenas destilarias desde que não produzam ou comercializem no atacado.
• Serviços médicos como a própria atividade de medicina, inclusive laboratorial e enfermagem; medicina veterinária; odontologia; psicologia, psicanálise, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição e de vacinação e bancos de leite.
• Representação comercial e demais atividades de intermediação de negócios e serviços de terceiros;
• Auditoria, economia, consultoria, gestão, organização, controle e administração;
• Outras atividades do setor de serviços que tenham por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não, desde que não sujeitas à tributação na forma dos Anexos III, IV ou V da Lei Complementar 123/2006

Investidor-anjo: foi criada a figura do investidor anjo, beneficiando principalmente as startups. Podem ser tornar investidor-anjo pessoas físicas ou jurídicas, além de fundos de investimentos, que queiram investir capital em micro e pequenas empresas e participar dos lucros, em contratos com duração de sete anos, não tendo direito a voto, mas também contraindo as dívidas da empresa.

Empresa Simples de Crédito (ESC): outra novidade é a criação da Empresa Simples de Crédito, figura jurídica que teria o papel de expandir a oferta de financiamentos para as micro e pequenas empresas (MPE), suprindo lacunas deixadas pelos bancos. Só pode poderá atuar com capital próprio e as atividades devem ser restringir ao município onde a empresa sede ou em municípios vizinhos.

Em caso de dúvidas, procure os Pontos de Atendimento do Sebrae Minas em sua cidade ou entre em contato com nossa Central de Atendimento, pelo telefone 0800 570 0800.

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Você sabe como são escolhidos as melhores empresas e os melhores profissionais do ano?

Por João Paulo Silva Dia em Empreendedorismo

Falta menos de um mês para o evento que prestigia as melhores empresas e profissionais de cada segmento da cidade: o Mérito Empresarial. E para deixar você bem informado, preparamos um artigo simples e esclarecedor, com algumas informações sobre esta aclamada cerimônia:

• VOCÊ SABE COMO OS DESTAQUES SÃO ESCOLHIDOS?

As melhores empresas e profissionais do ano são escolhidos através de pesquisa popular, realizada pela Integrar Pesquisas, da cidade de Divinópolis.

A pesquisa é realizada em todos os bairros de Bom Despacho, onde o entrevistado indica uma empresa ou um profissional destaque em cada segmento participante, sem qualquer forma de indução por parte do entrevistador. Uma das exigências da CDL ACIBOM é que os entrevistadores não residam em Bom Despacho, não conheçam os entrevistados e, muito menos, os apontados na pesquisa.

• QUANDO SERÃO DIVULGADOS OS HOMENAGEADOS?

Próximo ao evento, iremos divulgar em todas as nossas redes sociais e em nosso site. Então, fique atento!

• E QUANDO SERÁ O MÉRITO EMPRESARIAL? ONDE?

O Mérito Empresarial 2017 acontecerá no dia 28 de outubro, no SESC Laces Bom Despacho.

Fotos e vídeos serão disponibilizados em nossas redes sociais logo após o evento, então, fique ligado em nosso Facebook e Instagram.

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Salão do Lixo - Empreendedores de Sucesso

Por Gabriel Philipe Dia em Empreendedorismo

Leandro Campos, teve a sua vida transformada pelo empreendedorismo. Com origem de um bairro pobre de Belo Horizonte, veio jovem para Bom Despacho e hoje, seu empreendimento, o Salão do Lixo é Barbearia é referência na cidade graças a seu trabalho inovador.

Conheça a trajetória desse empreendedor nato!

Todos os meses, uma nova história de empreendedores de sucesso de Bom Despacho. Acompanhe a CDL ACIBOM e confira!

SALÃO LIXO É BARBEARIA
(37) 9 9806-7783 - Leandro Campos (Lixo)
(37) 9 9859-9312 - Caio César Caizinho

 

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Todo empresário merece uma segunda chance

Por Dia em Empreendedorismo

A empresária Joyce Venâncio, proprietária da marca de bonecas artesanais Preta Pretinha, é uma empreendedora que fez do fracasso da primeira experiência o alicerce para a  empreitada seguinte.

Quando abri em 1998 um café junto com duas sócias em São Paulo falhamos na organização, no planejamento e na escolha do tipo de negócio. Não consideramos a localização, não calculamos custos e não antecipamos dificuldades”, conta.

O café fechou as portas no segundo ano de vida, engrossando as estatísticas da alta taxa de mortalidade dos pequenos negócios nos primeiros anos de atividade.

Joyce conta que ao fim da experiência estava esgotada, mas procurou o Sebrae para saber por que o negócio "não deu certo.”

Com a ajuda de um consultor, ela identificou os erros e teve clareza dos motivos. Após se reerguer financeiramente depois do fechamento do café, ela e suas sócias voltaram ao mundo dos negócios abrindo a Preta Pretinha em 2000, marca presente no mercado paulistano há 17 anos, e em expansão.

A loja começou em 15m2 na Vila Madalena e agora ocupa um espaço 10 vezes maior no mesmo bairro. A experiência de Joyce não é um caso isolado. O levantamento do Sebrae do ano passado mostrou que apenas 45% das microempresas abertas em 2012 sobreviveram aos primeiros dois anos de atividade, um importante indicador nesse segmento de pessoas jurídicas. Os dados deveriam ser mais instrutivos do que assustadores. Experiências como a de Joyce Venâncio mostram que, em se tratando de negócios, o aprendizado dos erros é essencial na sobrevivência e na disputa por nichos de mercado.

Principais motivos do fracasso de Pequenos negócios nos dois primeiros anos:

Todo empresário merece uma segunda chance

Analisar os desacertos comuns, verificar as derrapagens e equívocos que poderiam ter sido evitados são alguns dos caminhos para planejar a vida das empresas. Valorizar as falhas e aprender com as derrotas são temas centrais do livro “As virtudes do fracasso”, do fi lósofo francês Charles Pépin, que será lançado no Brasil este ano pela editora Estação Liberdade.

Nas palavras do autor de “As virtudes do Fracasso”, o francês Charles Pépin, devemos “ousar fracassar”. “O livro traz uma proposta de força mental para construir a partir de derrotas porque em negócios, como em outras áreas, há momentos em que é preciso ter sangue frio e perseverança”,diz Angel Bojadsen, diretor editorial da Liberdade.

A publicação chega ao mercado com uma proposta diferente dos títulos disponíveis nas livrarias e que focam em experiências bem-sucedidas e casos excepcionais de sucesso sem considerar que, assim como na vida em geral, o caminho da maior parte das empresas iniciantes é pautado por um dia a dia de dificuldades, incerteza e risco de fechamento nos primeiros anos.

Recheado de exemplos e citando grandes personalidades que não se deixaram abater pelo medo, a publicação mostra que os fracassos podem ser experiências de longo alcance para a vida pessoal e profissional, lembrando que contratempos dolorosos são, em várias situações, a base para o sucesso.

Não por acaso figura entre as personalidades do livro o visionário Thomas Edison, fundador de 1878 da General Eletric. Responsável pelo registro de mais de 2 mil patentes, o criador da GE faz um convite à reflexão e à persistência: “Eu não fracassei mil vezes, eu fui bem-sucedido em milhares de tentativas que não funcionaram.”

FONTE: REVISTA VAREJO S.A.

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