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Entenda os motivos de investir em capacitação em sua empresa

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Economia

Quando o assunto é gestão empresarial, o investimento em capacitação de colaboradores deve ser um dos pontos primordiais para os empreendedores que pretendem crescer seus negócios.

Embora o cenário econômico brasileiro não seja favorável, em 2017, o investimento anual em treinamento e desenvolvimento (T&D) cresceu 21% em relação ao ano anterior. A média anual investida pelas empresas foi de R$ 788,00 e de 21 horas por colaborador. Os dados são da pesquisa O Panorama do Treinamento no Brasil.

Outro fato interessante identificado foi o de que quanto menor a empresa, maior foi o investimento em capacitação por colaborador. Enquanto as pequenas empresas investem 1,70% do faturamento bruto anual, as grandes empresas investem em média 0,13%.

A pesquisa ainda revelou que, ano a ano, cresce o investimento em atividades terceirizadas, apontando uma tendência, com aumento de 4% em 2017 e 11% nos últimos quatro anos. Segundo os dados, 49% das empresas optam pelo treinamento terceirizado, por meio de consultoria especializada para a área que se pretende desenvolver na organização.

Mas a minha empresa é pequena. Por que devo colocar a capacitação em foco?

Essa certamente é uma questão comum entre gestores de pequenas empresas. A verdade é que a capacitação é um dos três pilares da gestão de sucesso.

Por isso, se as empresas tendem a priorizar os investimentos em tecnologia, com a aquisição de sistemas e equipamentos, além também de consultoria, e de alguma maneira negligenciam a capacitação, há um desequilíbrio de investimentos.

Se você busca uma gestão de excelência, precisa concordar que ela depende muito de como a equipe da empresa está preparada. É importante ressaltar que, para que a empresa evolua, as pessoas que estão à frente dela precisam ser treinadas sempre.

Isso não quer dizer que seja apenas para orientação nos desafios diários do negócio, mas também para estarem alinhadas sobre as mudanças no mercado em que a empresa está inserida e identifiquem potenciais melhorias.

A Jiva, empresa que fornece sistemas de gestão empresarial, preza muito por esse pilar. Por isso, criou o tripé da melhoria da gestão que engloba tecnologia, capacitação e consultoria. Esses três pilares formam a base do que é oferecido pela Jiva para os clientes.

No pilar "tecnologia", a Jiva oferta um sistema de gestão empresarial (ERP) com funcionalidades ideais para a automatização de processos, considerando a realidade dos pequenos negócios.

Diferente de outras soluções do mercado, a Jiva é a única que oferta o pilar "capacitação" por meio de cursos de educação a distância para ensinar aos colaboradores muito além da utilização do ERP. A equipe é treinada para entender conceitos de gestão que são essenciais para o dia a dia do negócio.

Esse conhecimento é fundamental para a melhoria dos processos e para o desenvolvimento da empresa. Isso porque, adotado o ERP, os colaboradores estarão preparados para usar as funcionalidades em sua totalidade, com tudo o que elas têm a oferecer. Além disso, eles podem fazer sugestões e aplicar melhorias ao negócio, já que terão informações suficientes para observar pontos que podem ser mudados.

No pilar "consultoria", a Jiva acompanha a evolução do negócio por meio de uma metodologia que recebeu o nome de "acompanhamento evolutivo". Por meio de consultores especializados e capacitados, a Jiva orienta a empresa parceira sobre as melhores práticas do mercado para que ela se mantenha competitiva e esteja sempre à frente dos concorrentes.

Gostou dessa dica? Aplique o tripé da melhoria da gestão na sua empresa e observe o quanto ele facilita o atingimento dos resultados que você busca.

Agende uma visita com um dos consultores Jiva, receba uma análise gratuita sobre a maturidade da gestão da sua empresa e dê o passo definitivo para o crescimento da sua empresa.

Por Redação

Fonte: https://www.administradores.com.br/

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Indicador de inadimplência do consumidor avança pelo 11º mês seguido; país tem 62,9 milhões de negativados, estimam CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Economia

O volume de consumidores com contas em atraso voltou a subir em todo o país. No último mês de agosto aumentou em 3,63% a quantidade de novos inadimplentes na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito a partir das bases às quais as duas instituições têm acesso. Trata-se do 11º crescimento consecutivo na comparação anual da série histórica, apesar de a alta ser mais modesta do que nos meses de junho (4,07%) e julho (4,31%). Em número absoluto, estima-se que aproximadamente 62,9 milhões de brasileiros estejam com restrições ao CPF, enfrentando dificuldades para controlar empréstimos, obter financiamentos ou realizar compras parcelas, o que representa 41% da população brasileira adulta.

Se na comparação anual houve um aumento de brasileiros com contas atrasadas, na comparação mensal a inadimplência apresentou ligeira queda. Na passagem de julho para agosto, sem ajuste sazonal, diminuiu em -0,71% a quantidade de pessoas inadimplentes. É a segunda queda mensal seguida observada pelo SPC Brasil.

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, apesar de o pequeno recuo nos últimos 30 dias, a inadimplência segue elevada, refletindo as dificuldades econômicas do país. “A recuperação econômica mais lenta do que o esperado cria dificuldades para a gestão do orçamento das famílias, frustrando planos e a volta do consumo. A reversão desse quadro passa por uma aceleração da atividade econômica, em especial, do emprego e renda, que são os fatores que mais pesam para a confiança do consumidor”, explica o presidente.

Inadimplência cresce 10,52% no Sudeste; com 49% da população adulta com pendências financeiras, Norte é a região com maior proporção de inadimplentes

A análise do indicador por região mostra que a inadimplência avançou de forma generalizada. Apenas no Sudeste o aumento foi de 10,52% na quantidade de devedores. Em segundo lugar ficou a região Norte, com alta de 3,76%, seguida do Nordeste (3,22%), Sul (2,67%) e Centro-Oeste (1,87%).

De acordo com a estimativa, proporcionalmente, a região que concentra o maior número de inadimplentes é o Norte: 49% da sua população adulta está com o CPF restrito, o que representa 5,9 milhões de consumidores negativados. A segunda região mais inadimplente é o Nordeste, que tem 43% dos adultos com contas em atraso ou 17,4 milhões de consumidores com restrições ao crédito. No Centro-Oeste são 5 milhões de inadimplentes (42% da população adulta local), no Sudeste há um total de 26,1 milhões de negativados (39% dos residentes acima de 18 anos) e no Sul, aproximadamente 8,5 milhões de pessoas com pendências financeiras (37% da população adulta).

Inadimplência cresce mais entre idosos e cai entre população jovem

O indicador ainda revela que é entre a população mais velha que se observa o aumento mais acentuado da inadimplência. Na comparação entre agosto de 2018 com agosto de 2017, aumentou em 9,56% a quantidade de inadimplentes com idade de 65 a 84 anos. Considerando apenas os brasileiros de 50 a 64 anos, a alta foi de 6,26%, enquanto na população de 40 a 49 anos, houve um aumento de 4,77% no número de negativados. Entre os consumidores de 30 a 39 anos, a alta da inadimplência foi de 1,69% em agosto.

A inadimplência apresentou queda somente entre os mais jovens. Considerando a população de 18 a 24 anos, houve um recuo considerável de -23,20%, ao passo que entre os brasileiros de 25 a 29 anos, a queda foi de -5,63%.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o comportamento distinto entre as faixas etárias é reflexo da entrada tardia dos jovens no mercado de trabalho e também da permanência prolongada dos idosos como força produtiva do país. “Fora do mercado de trabalho pelas mais diversas razões, seja estudo, desemprego ou por opção, muitos desses brasileiros acabam ficando também fora do mercado de crédito, reduzindo o contingente de potenciais inadimplentes. Já entre os idosos, que estão permanecendo por mais tempo no mercado de trabalho, a renda mais curta nessa faixa etária e o aumento expressivo de gastos com saúde, por exemplo, podem desajustar o orçamento”, analisa Pellizzaro Junior.

Em números absolutos, a maior parte dos inadimplentes está compreendida na faixa dos 30 aos 39 anos: são 17,9 milhões de pessoas nesse momento da vida que não conseguem honrar seus compromissos financeiros. Considerando a população de 40 a 49 anos, são 14,1 milhões de inadimplentes e outros 13 milhões que possuem de 50 a 64 anos. Na população idosa, que vai dos 65 aos 84 anos, são 5,4 milhões que estão com o CPF restrito. Na população mais jovem, os números também são expressivos: 7,8 milhões de inadimplentes com idade de 25 a 29 anos e 4,5 milhões com contas atrasadas que têm de 18 a 24 anos.

Volume de dívidas tem alta de 1,11% em agosto; dívidas bancárias crescem 7,03%, enquanto crediário tem queda

Outro número calculado pela CNDL e pelo SPC Brasil é o volume de dívidas que estão no nome de pessoas físicas. Nesse caso, houve um crescimento de 1,11% em agosto deste ano na comparação com o ano passado. Na base mensal de comparação, isto é, agosto frente julho, foi observado uma leve queda de -0,66% no volume de dívidas em atraso.

Os dados das pendências por setor credor revelam que as dívidas bancárias, que englobam cartão de crédito, cheque especial e empréstimos, por exemplo, é a que apresentou a alta mais expressiva em agosto: 7,03% na comparação com o mesmo mês de 2017. O segundo setor mais impactado pela inadimplência foi o de serviços básicos, como água e luz, cujo crescimento foi de 3,42%. Os atrasos no crediário do comércio caíram -6,01%, enquanto as pendências com TV por assinatura, internet e telefonia se mantiveram estáveis, com pequeno avanço de 0,01% no período.

Em termos de participação, mais da metade (52%) de todos os compromissos financeiros não quitados pelo brasileiro foi contraída em bancos ou financeiras, seguidas do comércio (18%), setor de comunicação (14%) e emprestas prestadoras de serviços básicos (8%).

Metodologia

O indicador de inadimplência do consumidor sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) têm acesso. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%.

Por Redação

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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5 maneiras de conquistar os consumidores da Geração Z

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Economia

Nascidos entre 1994 e 2002, os membros da Geração Z possuem um grande poder de compra, apesar de serem muito jovens. E não apenas isso, eles também gastam consideravelmente, tanto online quanto off-line. 

O estudo The Gen Z Report, conduzido pela Criteo em países como Brasil, Estados Unidos, França, Alemanha, Japão e Reino Unido, revela uma alta média de gastos. Isso é especialmente verdade no consumo de eletrônicos, categoria na qual os jovens gastaram em torno de US$ 182 dólares nas compras online e US$ 125 dólares no varejo off-line dentro de um período de seis meses.

 

 
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E assim como a renda do grupo cresce com o passar do tempo, o mesmo acontece com seu poder de compra. O que significa que a Geração Z merece atenção. Ao abordar as preferências específicas desse público, há boas chances de obter um grande retorno. Então vamos analisar algumas características-chave e como os varejistas podem oferecer o que eles desejam. 

1. Quem é a Geração Z? 

Apesar de ter muito em comum com outras faixas etárias, a Geração Z possui características únicas. Mobile e mídias sociais são seus canais preferidos, o que significa que eles navegam o mundo com seus smartphones e estão em contato próximo com seus pares pelas redes sociais, registrando o que é novidade, o que está em alta e o que não está. 

2. Social e Mobile moldam suas vidas

Facebook, Snapchat, Instagram e Twitter são fundamentais para os membros da Geração Z. No geral, eles acessam as redes sociais várias vezes ao dia. Por isso, é importante que a estratégia de marketing corresponda a esse padrão de uso. 

Eles passam mais tempo no mobile que as gerações anteriores, concluindo 32% de suas transações nesse ambiente. Além disso, eles reproduzem mais conteúdo streaming - programas de TV, vídeos, música, podcasts - se comparados aos consumidores mais velhos, chegando a uma média de 23 horas por semana. E, sim, normalmente as transmissões são feitas pelo smartphone. 

3. O varejo físico é importante

Essa geração tão conectada ao mobile e ao mundo online tem afinidade pela experiência no varejo físico. Se eles vão comprar, querem experimentar os produtos antes. Prova disso é que 71% deles gostam de comprar em lojas físicas e 80% gostam de visitar e testar novas lojas. 

A Geração Z tem um comportamento muito particular em relação a uma variedade de coisas. Não surpreende, porém, que o preço seja um fator importante para eles. Uma loja com bom design também é valorizada. Nos estabelecimentos físicos, eles querem mercadorias únicas, displays que mostrem o produto em uso e maneiras de experimentar os itens. 

Eles também são omnishoppers: pesquisam mercadorias online e depois experimentam na loja física. A compra ocorre nos dois ambientes, dependendo do que funcionar melhor naquele momento. O estilo de compras da Geração Z segue alguns comportamentos: 

● 34% Webrooming — pesquisam online, mas compram na loja física.

● 27% Scan and Scram — veem o produto na loja física e compram de outro varejista no ambiente online.

● 18% Click and Collect — compram online, mas retiram o produdo na loja física ou em um quiosque.

● 18% Showrooming — veem o item na loja física, mas compram online.

● 15% Click and Ship — veem o produto na loja física e compram mais tarde no site mobile ou no app do varejista. 

4. A loja online também precisa ser atraente

 
Assim como os membros da Geração Z esperam que a loja física seja lindamente projetada, o site do varejista também precisa ser atraente. Não basta apenas ter uma boa aparência, é necessário oferecer fácil navegação, imagens esteticamente agradáveis, recursos como visão de 360 graus para os produtos, descrições precisas dos itens com conteúdo dinâmico, vídeos voltados para a faixa etária, comentários otimizados para suas mentes céticas e frete grátis (com devoluções de baixo ou nenhum custo).

5. Personalização, por favor!

Os consumidores da Gen Z esperam personalização nos anúncios que eles veem e nas mercadorias oferecidas. O Youtube e as redes sociais apresentam janelas para milhares de influenciadores do varejo e da moda - os membros da Geração Z simplesmente não querem se parecer com todo mundo. É importante se basear em dados para oferecer produtos novos e diferentes e não ter medo de ver esses consumidores indo embora. A Geração Z está constantemente comprando e eles voltarão em breve para ver o que há de novo. 

Estamos diante de consumidores muito jovens e que estão mais que dispostos a comprar. Adaptar as ofertas de varejo às suas preferências únicas abre caminho para construir uma geração de clientes entusiasmados e fiéis.

 Por: Alessander Firmino — Diretor geral da Criteo para o Brasil e América Latina

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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E-commerce deve se preparar para o Black Friday com o máximo de antecedência

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Economia

Desde que chegou em terras brasileiras, em 2010, a Black Friday, dia de descontos organizado pelo varejo na última sexta-feira de novembro, tem se consolidado como uma das mais importantes datas para o comércio no país, tirando, inclusive, muitos comerciantes do 'vermelho'.

Apenas para ter uma ideia, a data, que costuma zerar os estoques das lojas, movimenta cifras exorbitantes: somente em 2017, o evento movimentou a marca total de R$ 2,1 bilhões.

 
E apesar de ter se popularizado também nas lojas físicas, o período – bastante aguardado por milhares de brasileiros que buscam comprar produtos e serviços de todos os tipos com grandes descontos – tem como foco prioritário o e-commerce.

Para 2018, esse número tende a aumentar, apesar de esse ano ter sido bastante atípico para o varejo, com eventos como a greve dos caminhoneiros, que causou um prejuízo milionário a algumas categorias de comerciantes, e a Copa do Mundo, a qual costuma aumentar o faturamento de determinados setores, como eletroeletrônicos (televisores e celulares), vestuário (camisetas personalizadas) e outros que desenvolvem produtos que remetem a esse universo da bola, além de bares e restaurantes e hotéis; mas causa retração em outros segmentos que não são vinculados à Copa e acabam sofrendo com as paralisações causadas pelos jogos.

Diante de uma demanda tão crucial para a economia como um todo e para a reputação das marcas envolvidas no processo, é fundamental que as lojas online antecipem o quanto antes o seu planejamento. E não me refiro apenas a detalhes mais óbvios, como controle de estoque e layout customizado. É preciso ficar atento a questões, por exemplo, como segurança, já que essa época é um chamariz para todo o tipo de fraude na internet.

Se o lojista deseja se precaver em relação a isso, principalmente se ele for um micro ou pequeno empresário, precisa reservar uma verba para investir com mais ênfase em segurança da informação, a fim de evitar danos à estrutura da rede e, principalmente, o roubo de informações confidenciais, não só da empresa, mas dos seus clientes. E esse processo, obviamente, não é feito do dia para a noite. É necessário realizar testes de segurança para avaliar os pontos fracos, além de otimizar os serviços utilizando configurações automatizadas, introduzir processos de certificação digital, entre outros detalhes, principalmente se for a primeira vez do e-commerce em um evento de alto impacto.

 
Outra questão importante que merece antecipação é a criação de campanhas. Caso o empreendedor queira realizar ações assertivas, que engajem um número expressivo de pessoas e torne a marca conhecida antes mesmo da época do Black Friday, fazendo com que o cliente fique ávido pela entrada dos produtos com descontos em seu site (sem nem fazer questão de pesquisar em outros), precisa direcionar uma parte dos investimentos para ações de mídia. Para isso, a recomendação é contratar uma agência especializada em marketing digital que desenvolva e monitore essas atividades, fazendo a gestão de métricas no Google ADS, Facebook e outras plataformas; ou uma equipe para cuidar do marketing do seu negócio.

Sem mencionar, é claro, as etapas do planejamento financeiro, que incluem a avaliação da situação atual da empresa e do cenário econômico, reserva de capital de giro, entre outros detalhes; e de logística, onde devem ser observadas as etapas de frete e entrega. Quem trabalha com e-commerce deve se fazer a seguinte pergunta: "meus fornecedores estão preparados para o crescimento exponencial da demanda nessa época do ano?".

Enfim, esses são apenas alguns dos exemplos nos quais o empreendedor necessita dispensar atenção, tempo e dinheiro. Estamos há praticamente quatro meses do Black Friday e, enquanto muitos gestores acreditam que o evento esteja distante do ponto de vista do planejamento, na minha opinião, já passou da hora de as empresas iniciarem a sua investida para alcançar o público que ainda não conhece a sua marca ou conquistar de vez aquele que talvez até seja cliente cativo da sua loja física, mas que ainda não tem a confiança necessária ou o hábito de comprar no seu e-commerce. O caminho é longo, mas os resultados o justificam. Antecipe-se e colha os frutos.

Por: Denis Casita —  Especialista em Marketing Digital e CEO da Performa Web.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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Blockchain quântica: entenda como a Rússia vem se preparando para as transformações digitais do futuro

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Economia

As tecnologias exponenciais e inteligências artificiais vêm avançando de forma cada vez mais ágil. Diante de tanta inovação e mudanças, todos precisamos aprender a lidar com essas transformações, além de entender como elas vão afetar nossa rotina, a sociedade e a economia no futuro.

O computador foi uma das invenções mais disruptivas da humanidade. Entretanto, mesmo com a tecnologia avançada, ele ainda tem muitas limitações, principalmente com relação a sua velocidade de processamento. Segundo a Lei de Moore, a velocidade de um computador é dobrada cada 18 meses, porém essa evolução tem um limite.

Essa barreira fez com que pesquisadores começassem a estudar a criação de uma máquina mais potente e veloz: os computadores quânticos. Ainda em desenvolvimento, eles têm o poder de resolver algoritmos muito difíceis e de forma incrivelmente rápida. Já existem quatro tipos de computador quântico sendo elaborados e estudados pelos cientistas, mas eles afirmam que essa nova tecnologia poderá mudar o rumo de muita coisa em menos de dez anos, inclusive tornar possível uma rede de internet ainda mais rápida do que a atual.

Graças a essa eficiência, a redução do tempo de resolução de problemas facilita a quebra de um dos sistemas mais seguros do mundo hoje em dia: a blockchain.

A tecnologia por trás das criptomoedas como o bitcoin pode estar ameaçada com a chegada do computador quântico, isso porque, devido ao algoritmo de Shor, ele poderia quebrar a criptografia RSA, ferramenta usada para proteger a transmissão de dados na internet.

Além disso, as assinaturas digitais usadas para garantir a segurança das criptomoedas também podem ser afetadas, facilitando a falsificação.

“Isso significaria que você poderia falsificar transações e roubar moedas”, explica Bernardo David, criptógrafo do Instituto de Tecnologia de Tóquio.

Para tranquilizar o ânimo de muitos criptógrafos que já estão preocupados com essa nova ameaça, o especialista em computação quântica do Google, John Martinis, afirmou em um evento de criptografia na Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, que poderia levar uma década ou mais para construir um computador quântico.

Mesmo que pesquisadores já estejam trabalhando em alguns deles, ainda restam muitos anos para que isso se torne realidade. Até lá, há um tempo para promover melhorias nessas assinaturas e resolver esse problema.

No entanto, a Rússia parece não querer esperar tanto tempo assim para resolver um problema do futuro, e já saiu na frente. O banco russo Gazprombank diz ter implementado com sucesso uma plataforma com base na mecânica quântica, a “blockchain quântica”.

A ideia é que as assinaturas digitais que protegem os dados dentro do sistema blockchain sejam trocadas por chaves quânticas. Isso tornará praticamente impossível fraudá-las — sucesso garantido pela física.

Mesmo que todas essas tecnologias ainda estejam um pouco longe de entrar em vigor, a Rússia mostrou que é sempre bom se antecipar a mudanças que poderão ocorrer.

Por Redação

Fonte: https://www.hsm.com.br/

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44% dos empresários do varejo e de serviços estão otimistas com economia para o segundo semestre, apontam CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Economia

Os empresários dos ramos do varejo e de serviços estão otimistas com o segundo semestre, embora os primeiros seis meses do ano tenham sido difíceis para os setores. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 44% apostam em um cenário econômico melhor do país no segundo semestre em relação ao primeiro — número que cai para 27% na região Centro-Oeste. Enquanto 38% acreditam que será igual e apenas 14% estimam um quadro pior.

Os empresários também têm uma expectativa favorável quanto ao desempenho do próprio negócio, que corresponde a 55% dos entrevistados. Já um terço (33%) estima que a segunda metade do ano se manterá no mesmo patamar do primeiro semestre. “Esse clima de confiança é bastante positivo, principalmente se olharmos a situação crítica enfrentada por muitas empresas nos seis primeiros meses do ano”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa. O estudo mostra, por exemplo, que 49% tiveram de fazer cortes no orçamento, como a demissão de funcionários (36%). Além disso, 28% tiveram que reduzir o mix de produtos ou serviços.

Por outro lado, o levantamento aponta que metade dos entrevistados (50%) não acredita em um crescimento da economia nos próximos meses — um aumento significativo na comparação com o ano passado (39%). Em outra frente, 40% avaliam que a economia poderá avançar. “Apesar de boa parte dos empresários não estar confiante de que a economia possa voltar a crescer este ano, em razão das incertezas com as eleições, a boa notícia é que muitos estão esperançosos que o próprio negócio deve ganhar fôlego no segundo semestre”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

Mais da metade dos empresários prevê aumento das vendas no segundo semestre; 52% dos pessimistas com próprio negócio estimam que economia ruim vai comprometer suas atividades

Entre os que estimam uma melhor situação para sua empresa no segundo semestre, 46% dizem estar otimistas quanto a uma melhora do cenário — muito embora sem apontarem uma razão concreta — e 33% esperam ampliar sua carteira de clientes. Nessa onda de confiança, mais da metade dos empresários brasileiros (51%) espera ter uma receita superior ao primeiro semestre. Para 36%, o comércio deve seguir igual e 9% acreditam em um volume de vendas menor.

Ainda como reflexo da tímida retomada da economia, a pesquisa revela que entre os empresários que vislumbram um cenário pior para a própria empresa, 52% enxergam que o fato de a situação econômica permanecer ruim irá comprometer os negócios, além de prejudicar as vendas (33%). As perspectivas negativas têm como base os resultados obtidos na primeira metade do ano, em que muitos viram o ritmo da economia diminuir e suas vendas também em relação ao ano passado. De acordo com o estudo, 48% dos entrevistados disseram que a economia do país no primeiro semestre, inclusive, piorou ante ao mesmo período de 2017.

60% dos entrevistados pretendem seguir projetos traçados para 2018, com destaque para ampliação do negócio ou lançamento de produtos

A pesquisa identificou que a economia fraca não vai impedir o andamento de projetos para o segundo semestre. Se no primeiro semestre o percentual de empresários que adiaram os planos previstos foi de 31%, principalmente por falta de recursos financeiros, para os próximos meses 60% dos varejistas sinalizaram que pretendem seguir com os projetos já traçados.

Entre as ações previstas estão a ampliação do seu negócio (18%) ― percentual que é ainda maior nas capitais (22%) —, o lançamento de produtos ou serviços (17%) e o ingresso no ramo do comércio online (11%). Na contramão, 40% disseram não ter nada previsto, percentual menor do que o registrado em 2017 (51%).

O estudo também buscou verificar a intenção das empresas em relação a suas finanças: 19% desejam constituir uma reserva financeira ― sendo que em 2017 este percentual foi de 5% ―, 9% esperam adquirir máquinas e equipamentos, enquanto apenas 6% preveem tomar empréstimo em banco ou financeira (contra 4% registrados no ano anterior). Outros 24% não visam tomar crédito, guardar dinheiro ou investir, percentual que aumentou em relação ao ano passado (16%).

Em um claro sinal de que a maior parte do empresariado ainda se mantém cautelosa em relação à lenta recuperação da economia brasileira, 72% pensam em manter o número de colaboradores. Em outra frente, somente 17% desejam ampliar seu quadro de pessoal durante esse período e outros 6% querem reduzir sua equipe de colaboradores. Entre os que estimam reforçar os times, 64% disseram optar pela contratação formal, percentual inferior ao registrado no ano passado (77%) e maior entre os comerciantes (72%). Para 18%, as contratações serão de profissionais informais, enquanto outros 15% vão contratar terceirizados (contra 1% em 2017).

Componente importante para balizar o grau de confiança empresarial este ano, as eleições também preocupam os empresários quanto ao rumo da economia no segundo semestre. Para 44% dos entrevistados, o custo de vida e o preço das coisas irão aumentar, enquanto 41% acreditam que as taxas de juros sofrerão elevação em função da disputa eleitoral. Já o desemprego (45%) e as vendas (47%) devem permanecer da mesma forma para a maior parte dos ouvidos pelo estudo. “Esse resultado reflete as incertezas dos empresários do varejo em relação ao próximo governo”, comenta Pellizzaro.

Metodologia

A pesquisa foi realizada com 827 empresários de todos os portes, dos segmentos de comércio e serviços, nas 27 capitais e no interior, nos meses de junho e julho. A margem de erro é de 3,4 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

Por Redação

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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