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3 formas de reduzir a inadimplência em sua rede de estabelecimentos

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Economia

Atualmente, a maioria das organizações que possui grandes redes de estabelecimentos (venda direta, distribuidores, atacadistas, franquias, etc.) não percebe o potencial que tem em mãos, principalmente quando o assunto é crédito, inadimplência e soluções para os clientes. Segundo um levantamento realizado pela Serasa, 5,1 milhões de empresas estão inadimplentes com o CNPJ, totalizando R$ 119 bilhões em dívidas.

Nesse cenário, estabelecer estratégias para mitigar o risco de calote é essencial para que as companhias prosperem cada vez mais. A seguir, confira três formas de evitá-lo.

1. Defina prazos e boas parcerias

Um dos fatores para a inadimplência é o trade-off – situação em que há conflito de escolha, entre a venda de produtos com um maior prazo para o pagamento, o que aumenta o risco de inadimplência, e uma venda menor porém com a segurança de um pagamento mais rápido. Especialmente no cenário econômico atual do país, a ameaça desse tipo de negociação é alto, mas sem alternativas vantajosas, as empresas deixam de ser parceiros atrativos.

É de extrema importância que haja a definição de alianças estratégicas, para as quais o fornecimento pode ser feito com prazo mais extenso, assumindo a chance de inadimplência sem comprometer o orçamento da companhia.

2. A solução pode estar com seus clientes

Em uma situação comum, as empresas terão que ponderar entre um dos dois caminhos: crescer de maneira mais rápida mas com maior risco ou progredir de forma moderada sendo mais conservador. O que muda, em ambos os casos, é o entendimento sobre como a rede de estabelecimentos se relaciona e auxilia na resolução dos problemas, não só do seu cliente, mas também dos consumidores finais. A tecnologia pode auxiliar nisso ao diminuir a quantia de intermediários e entregar soluções de ponta a ponta capazes de transacionar de maneira mais rápida e eficiente.

O gestor deve buscar por alternativas melhores e inovadoras, que atuem com o que há de mais novo na tecnologia, garantindo a assertividade nas ofertas e opções.

3. Use tecnologia de pagamentos a favor do negócio

A parte de pagamentos é um dos elos onde há mais oportunidades na rede de estabelecimentos. É possível gerir os recebíveis de cartão de crédito de parceiros e clientes e tirar, logo na fonte, as cobranças, taxas administrativas, quitação de produtos, etc. Assim, ao invés de vender os artigos com alto prazo de pagamento, é possível acessar os recebíveis de longo prazo dos parceiros e os utilizar como garantia, visando zerar a inadimplência.

Nesse cenário, as organizações podem ter as suas próprias máquinas de cartão. Assim, quando o consumidor a utiliza, uma parte do valor (referente ao repasse de produto) pode ir diretamente para a companhia, resolvendo os problemas de inadimplência e diminuindo o ciclo financeiro. Por consequência disso, é possível vender cada vez mais, sem ameaça de calote.

Por João Miranda (Fundador da Hash Lab, empresa de tecnologia focada em meios de pagamento).

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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O que diz a lei sobre trabalhar em dias de jogos da seleção?!

Por CDL/ACIBOM Dia em Economia

Não há dúvida de que o Brasil inteiro vai parar para ver a Seleção Brasileira jogar na Copa do Mundo. Será mesmo? Das três partidas do Brasil na primeira fase, duas são em horário comercial: contra a Costa Rica, às 9h, no dia 22 (sexta-feira), e contra com a Sérvia, às 15h do dia 27 (quarta-feira).

Para quem não é dono do próprio negócio, a notícia pode ser um banho de água fria na torcida pelo Hexa: dia de jogo da Seleção é como qualquer outro aos olhos da legislação trabalhista. Ou seja, a liberação de funcionários é opcional para a empresa, depende da intenção dela em fazer um acordo com os empregados. Caso o empregador decida que nada muda na rotina de trabalho, a jornada será normal.

– Dia de jogo da Seleção na Copa do Mundo não é feriado. É uma questão da vontade da empresa de liberar ou não. Via de regra, recomendamos uma conversa entre patrão e empregados – diz o professor e advogado especialista em Direito do Trabalho Flavio Ordoque.

Ele tem sindo consultado nas últimas semanas por muitas empresas que querem saber o que fazer com os empregados nesses dias. E a sua resposta tem sido que o melhor é liberar e acertar a compensação das horas não trabalhadas. O mesmo entendimento tem o advogado especialista em relações trabalhistas e previdenciárias Marcus Vinicius Freitas.

– Não liberar para assistir aos jogos, pelo menos da Seleção, pode gerar um desconforto com o trabalhador. E hoje há ferramentas para compensação de jornada que permitem se chegar a um meio termo satisfatório. A empresa pode decidir seguir em frente normalmente, mas não nos parece o mais indicado – avalia o especialista.

O governo federal já publicou decreto flexibilizando os horários de suas repartições públicas nos dias de jogos do Brasil. O governo do Estado e a prefeitura de Porto Alegre ainda não divulgaram a orientação para seus serviços, o que deve ser feito nos próximos dias.

>>Liberação para os jogos da Seleção<<

Sem obrigação

– Não existe obrigação legal para uma empresa liberar seus empregados. Ela pode decidir seguir a sua jornada normal em dias de partidas.

Acordo entre patrão e empregado

– Advogados empresariais têm aconselhado, entretanto, que seja realizado um acordo com os empregados prevendo a compensação das horas de trabalho dispensadas.

Exemplo: Brasil X Costa Rica, às 9h, dia 22 (sexta-feira) – Pode ser acordado que o expediente começa às 13h. As horas do turmo da manhã podem ser compensadas posteriormente.

Dentro do mesmo mês: o advogado Flavio Ordoque tem sugerido que, para compensação de horas no mesmo mês, se faça apenas um acordo verbal entre patrão e empregado.

Em até seis meses: para compensação em até seis meses, a sugestão é acordo por escrito enter empregado e empregador.

Além de seis meses: nesse caso, quando o período de compensação é maior, o especialista aconselha acordo por escrito entre patrão e empregado com a participação do sindicato por cautela para ambas as partes.

Liberação total

– Sim, o empregador pode decidir liberar os empregados no dia do jogo sem qualquer prejuízo na remuneração e sem necessidade de compensar. Mas isso tem de ficar bem claro entre as partes.

Assistindo na empresa

– O empregador poderá oferecer um espaço na empresa para os funcionários assistirem aos jogos. Na medida em que eles não se desligam do trabalho, permanecendo à disposição da empresa, se trata de período de trabalho normal, não há desconto no salário e não é necessário compensar o tempo parado.

– Muitas empresas podem adotar essa prática por não se perder mais do que duas horas de produção, com os trabalhadores retomando as atividades rapidamente depois do jogo.

Primeira fase da Copa para o Brasil

17/6, domingo, 15h, Rostov
Brasil x Suíça

22/6, sexta-feira, 9h, São Petersburgo
Brasil x Costa Rica

27/6, quarta-feira, 15h, Moscou
Sérvia x Brasil

Por Leandro Rodrigues
Fonte: gauchazh.clicrbs.com.br

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Vantagens e desvantagens do financiamento de dívidas tributárias

Por CDL/ACIBOM Dia em Economia

O financiamento de dívidas tributárias é um assunto em alta no momento, já que paira sobre os micro e pequenos empresários a dúvida sobre a possibilidade ou não de participarem do REFIS. Sancionado em janeiro pelo Congresso Nacional, a medida foi vetada pelo presidente Michel Temer para as MPEs optantes pelo Simples. O REFIS, se fosse sancionado sem vetos, reproduziria, para as microempresas, as condições de parcelamento de débitos oferecidas para grandes empresas. Por essa razão, separamos algumas vantagens e riscos do financiamento de dívidas tributárias para micro e pequenas empresas. Vamos lá?

ARGUMENTOS A FAVOR

1) Empregos

As MPEs são responsáveis por 27% do PIB (produto interno bruto) brasileiro e 57% dos empregos formais. Caso o REFIS seja vetado, 600 mil pequenas e micro empresas seriam excluídas do Simples Nacional, o que implicaria em, no mínimo, dois milhões de empregos a menos.

2) Transição econômica

O Brasil está se recuperando de uma grave recessão em sua economia. É natural que as condições para a reabilitação das empresas, que estão auxiliando nessa recuperação, sejam facilitadas e melhoradas para que todo mundo esteja em dia e pronto para voltar com a força toda. 

3) Reposição de caixa

Nos últimos três anos, o micro e pequeno empresário foi obrigado a fazer uma dura escolha. Ou pagava fornecedores e funcionários, ou pagava seus impostos. Para seguir trabalhando, abriu mão do pagamento deste último, o que gerou um déficit nas contas do próprio Governo Federal. Com o REFIS esse dinheiro será reposto, mesmo que gradualmente. 

ARGUMENTOS CONTRA

1) Injustiça

Por quê alguns empresários conseguiram cumprir com suas obrigações e outros não? Algumas instituições consideram o refinanciamento injusto, já que todos passaram pelas mesmas dificuldades econômicas.

2) Inadimplência

Há o risco de que o financiamento seja feito e não cumprido. Que, após manter-se no Simples Nacional, o empresário deixe de pagar as parcelas e perca o benefício, entrando em um círculo vicioso de dívidas tributárias.

3) Inconstitucionalidade

A inadimplência de optantes do Simples configura exclusão automática do programa. Por isso, não é cabível que o benefício do refinanciamento seja estendido a essas empresas.

Como você pode ver, são vários argumentos a favor ou contra o financiamento de dívidas tributárias para pequenas e micro empresas. A nossa dica é que a prioridade seja sempre do brasileiro, que gera empregos, faz a roda da economia girar e não fica preso em normatividades burocráticas que apenas travam o avanço do país.

Fonte: F-CDL

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Cobrança x recuperação de crédito: entenda as diferenças

Por CDL/ACIBOM Dia em Economia

Na hora de solicitar o pagamento de uma dívida vencida, seja de fornecedores ou clientes, é preciso estar preparado para lidar com as situações que podem surgir, principalmente as constrangedoras. O primeiro passo para fazer isso da melhor maneira é entender a diferença entre a cobrança e a recuperação de crédito, afinal, ambas envolvem um assunto delicado para os consumidores e de extrema importância para a empresa: dinheiro. 

Primeiro vamos falar da cobrança que, ao pé da letra, significa solicitar um valor devido a um determinado consumidor. Em suma, ela é usada para cobrar ou renegociar uma dívida específica de uma pessoa (ou empresa) também específica. A finalidade dela é bem simples: receber o pagamento por aquilo que foi vendido ou por um serviço.

Já a recuperação de crédito tem um objetivo um pouco diferente, já que não busca atingir uma só pessoa e muito menos receber alguma quantia. A ideia da recuperação de crédito é, como o próprio nome diz, devolver ao consumidor o crédito na praça para que ele volte a comprar e volte a fazer parte da economia ativa de um município, movimentando dinheiro e colocando o desenvolvimento para avançar. Essas ações são voltadas a consumidores que já possuem dívidas e que foram inseridos em cadastros negativos de órgãos como o SPC Brasil.

Já é tradição nas CDLs a realização das Campanhas de Recuperação de Crédito. São eventos e/ou chamadas para convocar aquelas pessoas que atrasaram pagamentos e querem limpar o nome com o apoio necessário, que é oferecido pela entidade. As CDLs, em acordo com os seus associados, promovem parcelamentos das dívidas com juros consideravelmente mais baixo ou oferecem descontos atrativos para pagamentos à vista.

Recuperar o crédito, como citado anteriormente, significa fazer a economia girar. O consumidor com o nome limpo está muito mais propenso a fazer financiamentos, adquirir produtos e injetar o seu dinheiro na economia. E você? Sabe como anda a inadimplência na sua cidade? Que tal se inspirar e realizar uma grande campanha? Mãos à obra!

Fonte: F-CDL

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Faça já a sua Certificação Digital!

Por CDL/ACIBOM Dia em Economia

Tá esperando o que para emitir a sua Certificação Digital?!

O Certificado Digital é a identidade digital da pessoa física e jurídica no meio eletrônico. Ele garante autenticidade, confidencialidade, integridade e não repúdio nas operações que são realizadas por meio dele, atribuindo validade jurídica.

Por identificar no meio eletrônico, ele permite que diversos serviços sejam realizados sem a necessidade da presença física, o que significa: agilidade nos processos, sustentabilidade e redução de custos.

Já tem o seu?! Talvez seja hora de renovar! 

Agenda aberta a partir de 12/03, segunda-feira!

Em caso de dúvidas, entre em contato com Priscila no (37) 3522-5001 ou nos mande um e-mail! Será um prazer ouvir o que você tem a nos dizer.

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Carnaval deve mobilizar 72 milhões de consumidores, aponta estudo do SPC Brasil e CNDL

Por Gabriel Philipe Dia em Economia

O ano de 2018 mal começou e muitos brasileiros já fazem planos para comemorar a festa mais popular do país. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que o Carnaval deve mobilizar mais de 72 milhões de consumidores em todas as capitais do país. De acordo com o estudo, 48% dos brasileiros devem realizar alguma compra ou contratação de serviços para aproveitar os dias de feriado. Os que não devem consumir produtos relacionados ao Carnaval somam 27% dos entrevistados, enquanto 25% mostram-se indecisos.

Por ser um dos feriados mais extensos do calendário, o Carnaval é uma data em que muitas pessoas decidem viajar para aproveitar a folia longe de casa. De acordo com o levantamento, 32% dos entrevistados devem viajar a lazer na data, 27% pretendem viajar para a casa de parentes e amigos, enquanto 20% devem participar de eventos na própria cidade onde moram. Os que vão descansar em retiros espirituais somam 4% da amostra. Os locais de hospedagem mais comuns devem ser a casa de familiares e amigos (46%), hotéis e pousadas (23%) e apartamentos, sítios ou casas alugadas (14%).

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, além de fazer parte da cultura nacional, o Carnaval representa um grande potencial de consumo para os empresários brasileiros. “Mais do que uma grande festa, o Carnaval é um grande negócio, que impulsiona muitos setores da economia. Se por um lado, o país inteiro está prestes a mergulhar em um longo feriado coletivo, por outro, a indústria do turismo e empresas de comércio e serviços comemoram o enorme alcance da data e se preparam para atender a uma demanda de consumo diversificada”, afirma Pellizzaro Junior.

De acordo com o levantamento, considerando os brasileiros que devem desembolsar no Carnaval deste ano, 49% planejam participar de blocos de rua para comemorar o feriado. Outras atividades comuns neste ano serão as festas em clube ou boates (26%), ensaios de escola de samba (24%), shows em trios elétricos (23%) e desfiles em escolas de samba (20%).

Gasto médio por consumidor será de R$ 847; consumo de cerveja e idas a bares e restaurantes serão principais gastos

De acordo com a pesquisa, a maior parte dos consumidores deve reduzir os gastos com o Carnaval ou mantê-los parecidos com os do ano passado. Quatro em cada dez (40%) entrevistados planejam gastar menos, enquanto 32% vão desembolsar a mesma quantia que em 2017. Os que pretendem aumentar os gastos somam 21% da amostra.

No total, o gasto médio do consumidor brasileiro com os dias de folia deve ser de aproximadamente R$ 847,35, cifra que sobe para R$ 969,10 entre os homens e para R$ 1.185,42 entre as pessoas das classes A e B.

O consumo de bebidas, como cerveja (57%), refrigerantes (52%) e água (52%), além de lanches (51%) e protetor solar (43%) serão os produtos mais consumidos no Carnaval deste ano. Destaca-se ainda que três em cada dez (31%) entrevistados devem adquirir alguma fantasia ou adereços para comemorar o feriado e 24% vão comprar preservativos.

Considerando os serviços, os mais procurados devem ser os de bares e restaurantes (50%), taxis ou serviços de transporte por aplicativos (31%), passagens aéreas (24%) e hospedagens em hotéis e pousadas (23%).

66% dos consumidores vão concentrar compras em supermercados. Apesar da inflação baixa, sensação é de que Carnaval está mais caro

Os supermercados são os locais que devem concentrar a maior parte das compras ligadas ao Carnaval: 66% dos consumidores devem frequentar algum desses estabelecimentos. Em segundo lugar aparecem os shopping centers (30%), em terceiro as lojas de rua (30%) e logo depois, as lojas de departamento (27%).

Apesar de a inflação ter se mantido abaixo da meta estipulada pelo governo em 2017, a maioria dos entrevistados (51%) acredita que os preços dos produtos e serviços ligados ao Carnaval estão mais caros neste ano do que no mesmo período do ano passado. Outros 30% consideram que estão na mesma faixa de preço, ao passo que 15% pensam estar mais baratos.

Considerando as despesas com comida e bebida, a pesquisa indica que a maioria tem a intenção de pagar à vista, seja em dinheiro (68%) ou no cartão de débito (47%). Algo semelhante ocorre com os gastos previstos com viagens nesse período. A metade (50%) desses entrevistados planeja pagá-las em dinheiro, enquanto 39% vão optar pelo cartão de débito e 38% escolherão as parcelas no cartão de crédito. Para quem vai dividir as despesas da viagem em prestações, a média é de seis parcelas, o que significa que o orçamento do consumidor ficará comprometido com esses gastos pelo menos até o mês de agosto.

Dois em cada dez entrevistados vão curtir o Carnaval sem ter planejado orçamento. Carnaval do ano passado deixou 21% com o nome sujo

O levantamento demonstra que a empolgação com os gastos de Carnaval pode comprometer as finanças do brasileiro. Embora a maioria (80%) dos foliões garanta ter feito um planejamento para os gastos que farão no feriado, 20% das pessoas ouvidas disseram que vão aproveitar a data sem ter estipulado um teto de gastos ou juntado dinheiro para isso.

De modo geral, 40% dos consumidores que terão gastos no Carnaval deste ano admitem ter o costume de extrapolar o orçamento quando festejam a data, sobretudo com comidas e bebidas (24%), festas (14%) e viagens (12%).

O Carnaval do ano passado é um lembrete de que o excesso de gastos não planejados no orçamento pode trazer prejuízos e complicar a vida financeira do consumidor. Dados do levantamento apontam que 21% dos brasileiros que tiveram gastos no período do Carnaval de 2017 ficaram com o nome sujo por conta de pagamentos pendentes da data. E considerando aqueles que manifestaram a intenção de gastar no Carnaval de 2018, 31% estão com o CPF em cadastros de inadimplentes, principalmente os consumidores de 35 a 49 anos (41%) e das classes C, D e E (36%).

Para o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, a descontração e euforia típicas do Carnaval são naturais, mas os excessos podem
custar caro ao bolso do consumidor. “Se o consumidor se deixar levar pela empolgação, o risco assumido é o de passar grande parte de 2018 lidando com as dívidas de poucos dias de festa. É necessário estabelecer um limite para os gastos e planejá-los com antecedência”, orienta Vignoli.

Maioria vai pegar estrada para aproveitar o Carnaval e 72% temem sofrer alguma violência

Outra constatação do estudo é que a maioria dos foliões vai pegar a estrada para passar o Carnaval. Considerando o meio de transporte, 64% vão optar pela viagem de automóvel, 35% escolherão ônibus e outros 23% devem viajar de avião.

De modo geral, sete em cada dez (69%) consumidores que vão aproveitar o Carnaval pretendem usar seus perfis nas redes sociais para compartilhar com os amigos os momentos de descontração. Apesar de toda a alegria associada ao Carnaval, 72% dos entrevistados temem sofrer algum tipo de violência durante as festas do feriado.

METODOLOGIA

Inicialmente foram ouvidos 1.211 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia consumir no Carnaval e, depois, a partir de 648 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo. A margem de erro é de no máximo 2,8 e 3,8 p.p, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

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