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Programa Aprendiz abre inscrições

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Jovem, entre 14 e 24 anos, interessado em participar do Programa Aprendiz, deverá comparecer em nossa sede, localizada na Rua Marechal Floriano Peixoto, 121, centro, entre os dias 03 e 07 de dezembro, de 8h e 17h, retirar na recepção a ficha de inscrição, preencher com todas as informações, anexar os documentos obrigatórios e entregar no mesmo local até a data limite, 07 de dezembro, às 17h.

Fique atento aos documentos obrigatórios. Fichas incompletas não serão recebidas!

DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS

Para que sua ficha seja recebida e tenha oportunidades de participar do programa, é necessário anexar à ficha:

  • Duas cópias legíveis da CTPS do candidato a aprendiz;
  • Duas cópias legíveis do RG do responsável legal (para menores de 18 anos);
  • Duas cópias legíveis do CPF do responsável legal (para menor de 18 anos);
  • Duas cópias legíveis do comprovante de endereço;
  • Declaração escolar de matrícula (original).

Caso o candidato não tenha algum dos documentos citados, não poderá realizar a inscrição e/ou ingressar no programa. Para concorrer à vaga é quesito nunca ter tido a CTPS assinada.

PROGRAMA APRENDIZ

O Programa Aprendiz é desenvolvido pela CDL ACIBOM há quase de 10 anos. 

Ao longo de todo esse tempo, buscamos aprimorar cada vez mais todas as condutas e processos envolvidos nesse projeto de grande importância não só para o Município de Bom Despacho, mas também para cada jovem que se interesse por ingressar nele.

Porém a nossa realidade é que o número de candidatos é muito maior que o número que vagas que as empresas são obrigadas a oferecer. Por esse motivo nos vemos na obrigatoriedade de fazermos a seleção entre os candidatos.

Essa seleção é feita de acordo com as habilidades que são necessárias para ocupar o cargo oferecido e as habilidades que cada pessoa possui. Para isso poderão ser aplicadas provas, testes, dinâmicas ou entrevistas, tudo de acordo com a necessidade do momento.

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Sugestão de horário para funcionamento do comércio durante o Natal de 2018

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Confira o deste ano:

  • 15/12: Aberto até 16h
  • 16/12: Fechado
  • 17 a 19/12: Aberto até 20h
  • 20 e 21/12: Aberto até 21h
  • 22/12: Aberto até 18h
  • 23/12: Aberto até 16h
  • 24/12: Aberto até 19h
  • 25/12: Fechado

Lembrando que a decisão de seguir ou não os horários sugestivos, é de cada empresa!

A definição do horário foi através de negociação com o Sindicato dos Trabalhadores - Secoderco, conforme ACT - Acordo Coletivo de Trabalho, que será disponibilizada posteriormente.

Vai seguir nossa sugestão? Então fique atento ao ACT. Clique aqui para visualizá-lo!

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Comissão do Senado aprova novas regras para pagamento com cheque

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou PLC 124/14, que estabelece novas regras para o pagamento com cheque no comércio. Uma das intenções é impedir que o consumidor seja discriminado ao fazer suas compras.

O texto dispõe que, o estabelecimento que se propuser a aceitar cheque como forma de pagamento somente poderá recusá-lo quando: o nome do emitente do cheque estiver em cadastro de serviço de proteção ao crédito ou se o consumidor não for o próprio emitente do cheque e titular da conta corrente.

Tempo de abertura de conta no banco não pode ser motivo de recusa pelo estabelecimento comercial.

A proposta diz ainda que o comerciante será obrigado a receber cheques se não houver no estabelecimento a informação clara e ostensiva indicando que tal modalidade de pagamento não é aceita no local.

Quem descumprir as normas fica sujeito a sanções administrativas já previstas no artigo 56 e seguintes do CDC, que vão desde multas a interdição do estabelecimento.

O projeto já havia passado pela CCJ, Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal do Brasil, e ainda vai ser analisado pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC).

Leia a PLC 124/14 completo!

Fonte: Amo Direito

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Natal deve movimentar R$ 53,5 bi na economia, projetam CNDL/SPC Brasil

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Apesar da lenta recuperação da economia no país e do ambiente de incertezas, a maior parte dos brasileiros pretende manter a tradição e ir às compras neste Natal, movimento que promete aquecer as vendas do varejo em 2018. É o que revela pesquisa realizada em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). As projeções permanecem no mesmo patamar do último ano e indicam uma injeção de aproximadamente R$ 53,5 bilhões na economia.

Além disso, espera-se que mais de 110,1 milhões de consumidores presenteiem alguém no Natal de 2018. Em termos percentuais, 72% dos brasileiros planejam comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado principalmente nas classes A e B (83%). Apenas 9% disseram que não vão presentear — 26% porque não gostam ou não têm o costume, 23% por estarem desempregados e 17% por não ter dinheiro — enquanto 19% ainda não se decidiram.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia reforça o porquê a data é a mais aguardada do ano para consumidores e comerciantes. “Embora o cenário econômico atual não esteja tão favorável, a expectativa positiva para o Natal dá indícios sobre a disposição dos brasileiros em consumir”, afirma Pellizzaro Junior.

Consumidor pretende comprar entre quatro e cinco presentes; ticket médio será de R$ 116 por item. Considerando os que realizaram compras no ano passado, 27% planejam gastar mais

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa devem comprar entre quatro e cinco presentes. O valor médio com cada item será de R$ 115,90, sendo maior entre os homens (R$ 136,51). O levantamento também revela que o número dos que pretendem desembolsar entre R$ 101 e R$ 200 com presentes cresceu na comparação com 2017, passando de 10% para 16%. Esse percentualchega a mais de um terço (33%) na faixa acima de 55 anos. Há, contudo, uma parcela considerável de consumidores (33%) que ainda não decidiu qual ao valor a ser desembolsado. 

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal é que quase um terço (27%) dos entrevistados que compraram presentes em 2017irá gastar um valor superior este ano — alta de oito pontos percentuais na comparação com o último Natal. Outros 30% planejam gastar a mesma quantia e 22% menos. Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2018, 29% afirmam que vão adquirir um presente melhor, enquanto 25% reclamam do aumento dos preços, principalmente as classes A e B (41%). Há ainda, 22% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos, em especial as mulheres (33%).

Entre os que irão diminuir os gastos, a principal razão deve-se à situação financeira ruim e ao orçamento apertado (34%). Outros 30% afirmaram que querem economizar, enquanto 14% possuem outras prioridades de compra, como a casa própria ou um automóvel e 12% estão desempregados.

85% dos consumidores vão pesquisar preços antes de comprar presentes; lojas de departamento e internet são principais locais de compra.

Os reflexos da crise continuam sendo sentidos no bolso do consumidor, que enfrenta orçamento mais apertado e renda que não acompanhou ajustes de preço dos produtos. Tanto que a maioria dos consumidores ouvidos (56%) disseram que os presentes de Natal estão mais caros em 2018 do que no ano passado. Para 28%, os produtos estão na mesma faixa de preço, enquanto apenas 6% disseram que os preços estão menores.

Pesquisar preço antes de comprar já se consolidou como hábito entre os brasileiros: 85% dos entrevistados adotarão essa prática pensando em economizar e a internet (67%) será a principal aliada. O tradicional comércio de rua e as lojas de shopping são dois outros destinos de quem pretende comparar preços, com 49% e 47% das menções, respectivamente. Quanto ao local escolhido para as compras de Natal, este ano as lojas de departamento dividem a preferência dos consumidores (42%) com as lojas online (40%) — 75% desses consumidores virtuais farão, pelo menos, metade de suas compras neste canal. 

Os shopping centers aparecem em seguida, com 34% das citações, enquanto as lojas de rua foram mencionadas por 30%.  Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas nacionais (75%), sites de classificados de compra e venda (27%) e lojas virtuais especializadas em ofertas e descontos (22%).

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a internet vem se consolidando como um importante canal de vendas no país “Cada vez mais, os consumidores usam a rede para compras, principalmente pela comodidade e praticidade, além da possibilidade de comparar preços e encontrar uma diversidade de produtos disponíveis”, comenta Marcela.

Roupas continuam sendo o item mais procurado para o Natal e os filhos mantêm lugar cativo como os mais presenteados 

Por mais um ano, as roupas permanecem na primeira posição do rankingde produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (55%). Calçados (32%), perfumes e cosméticos (31%), brinquedos (30%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (19%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. 

Quando o assunto se refere a quem deve receber os presentes neste Natal, os filhos continuam em primeiro lugar (57%). Em seguida, os entrevistados mencionaram maridos ou esposas (48%), mães (46%), irmãos (24%), sobrinhos (21%), pais (20%) e namorados (17%). Os filhos também receberão os presentes mais caros (25%).

Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é a qualidade do item adquirido (21%). A pesquisa aponta que dois aspectos chamam a atenção este ano e ganharam importância frente a 2017, tanto as promoções ou descontos oferecidos pelas lojas (20%, contra 13% no último ano) quanto o preço dos presentes (17%, contra 9% no ano passado). Além desses, os entrevistados destacaram ainda o perfil do presenteado (17%) e o desejo do presenteado (13%) como pontos a serem considerados na decisão.

57% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, quatro meses

De acordo com o levantamento, a maioria dos entrevistados (57%) vai optar por uma modalidade de pagamento à vista — percentual que sobe para 61% nas classes C, D e E. Os que vão utilizar alguma modalidade de crédito somam 40% dos compradores, dos quais 26% vão recorrer ao cartão de crédito parcelado, 10% preferem pagar no cartão em parcela única e apenas 2% devem usar o cartão de lojas.

Na média, as compras parceladas serão divididas entre quatro e cinco vezes, o que significa para o consumidor comprometer parte de sua renda com prestações de Natal até a Páscoa do próximo ano. Para 54% das pessoas ouvidas pela pesquisa que irão dividir o pagamento de suas compras, a escolha pelo parcelamento deve-se à falta de condições em comprar todos os presentes de uma única vez, enquanto 29% preferem parcelar para garantir sobras de dinheiro no orçamento e 25% esperam poder comprar presentes melhores.

“O ideal é que se o consumidor estiver inadimplente não contraia novas dívidas com o Natal, já que o início do próximo trará despesas altas com impostos, férias e matrícula escolar. Recomenda-se que a pessoa faça as contas e se a opção for o pagamento parcelado, é preciso estar atento para que a prestação não comprometa o pagamento das contas que virão no próximo ano”, orienta a economista-chefe do SPC Brasil.

Cenário mineiro

Assim como acontece no cenário nacional, em Minas, a lenta recuperação econômica e as incertezas no cenário político afetam um crescimento expressivo na intenção de consumo do mineiro. Ainda assim, o apelo emocional da data juntamente com a injeção do 13º salário na economia, estimulará as compras no estado, como analisa o economisra da FCDL-MG, Vinícius Carlos.

De acordo com ele ainda, o setor de vestuário também será a principal escolha dos mineiros para a compra de presentes neste fim do ano, seguido por calçados e eletrônicos, como apontou uma prévia da pesquisa de intenção de consumo da FCDL-MG.

Para o economista, o momento pede a criação de estratégias que possam minimizar os impactos negativos deste quadro. "Existem várias formas de reverter tal situação e todas envolvem muito trabalho e dedicação. Melhorar a vitrine, atender o cliente com vontade de vender, agregar mais valores do que efetivamente ele está comprando, dentre outras. Cabe ao lojista, fazer o que ele sabe fazer de melhor: reinventar-se", afirmou.

Metodologia

Inicialmente foram ouvidas 761 pessoas nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 607 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de 3,5 e 4,0 p.p, respectivamente, para um intervalo de confiança de 95%.  

 

Fonte: FCDL

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Um modelo de excelência e inovação

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Re­cen­te­men­te es­ti­ve em Is­ra­el, em mis­são pe­lo IEL e CNI, que con­tou com a pre­sen­ça de em­pre­sá­rios, ges­to­res, re­pre­sen­tan­tes de uni­ver­si­da­des e do go­ver­no fe­de­ral.

A Imer­são em Ecos­sis­te­mas de Ino­va­ção te­ve co­mo ob­je­ti­vo re­u­nir co­nhe­ci­men­to e ex­pe­ri­ên­cia em te­mas de­ter­mi­nan­tes pa­ra o fu­tu­ro da in­dús­tria.

Ti­ve­mos a opor­tu­ni­da­de de co­nhe­cer o que há de mais avan­ça­do em tec­no­lo­gia, in­fra­es­tru­tu­ra e mo­de­los de ne­gó­cio, em áre­as co­mo se­gu­ran­ça, mo­bi­li­da­de ur­ba­na, sa­ú­de, edu­ca­ção, co­mu­ni­ca­ção etc.

Es­tou ca­da vez mais con­ven­ci­do de que ino­va­ção é al­go im­pres­cin­dí­vel e es­tra­té­gi­co pa­ra as or­ga­ni­za­ções, se­jam elas pu­bli­cas ou pri­va­das.

Pre­ci­sa­mos de­sen­vol­ver a cul­tu­ra de ino­var e de per­ce­ber­mos opor­tu­ni­da­des pa­ra ofe­re­cer so­lu­ções. Paí­ses têm ob­ti­do re­le­van­tes re­sul­ta­dos de de­sen­vol­vi­men­to pe­la co­ra­gem e ou­sa­dia que ti­ve­ram em mu­dar e cri­ar um am­bi­en­te de es­tí­mu­lo à ino­va­ção, com in­ves­ti­men­tos em edu­ca­ção e pes­qui­sa.

A ges­tão pú­bli­ca pre­ci­sa des­per­tar pa­ra a ne­ces­si­da­de de mu­dan­ça, im­plan­tan­do ações que pro­por­ci­o­nem mais efi­ci­ên­cia e re­sul­ta­dos.

Em­pre­sas pre­ci­sam se adap­tar ao de­sa­fio da era di­gi­tal, com ações que pro­por­ci­o­nem mais pro­du­ti­vi­da­de, com­pe­ti­ti­vi­da­de e agre­ga­ção de va­lor aos seus pro­du­tos.

Is­ra­el é um gran­de exem­plo de na­ção que tem si­do re­fe­rên­cia co­mo cen­tro de tec­no­lo­gia. É um pa­ís pe­que­no, qua­se sem re­cur­sos na­tu­ra­is, cli­ma des­fa­vo­rá­vel, que con­vi­ve com con­fli­tos, mas que for­ne­ce co­nhe­ci­men­to e pes­qui­sa pa­ra em­pre­sas de to­das as par­tes e seg­men­tos do mun­do, co­mo de tec­no­lo­gia do Va­le do Si­lí­cio e das gran­des mon­ta­do­ras mun­di­ais.

Fez da cri­se uma opor­tu­ni­da­de de de­sen­vol­vi­men­to sus­ten­tá­vel e de cres­ci­men­to. Ou­tro di­fe­ren­ci­al é a for­te in­te­ra­ção en­tre go­ver­no, em­pre­sas e aca­de­mia, pois va­lo­ri­zam o pes­qui­sa­dor, que é im­bu­í­do no pro­pó­si­to de de­sen­vol­ver tes­es e so­lu­ções prá­ti­cas. Não bas­ta ape­nas cri­ar tes­es e en­ga­ve­ta-las. É pre­ci­so que ge­rem re­sul­ta­dos pa­ra a so­ci­e­da­de.

Cha­mou-me mui­to a aten­ção co­mo é im­por­tan­te um pa­ís ter al­vo, me­tas, pla­ne­ja­men­to, o que fi­ze­ram de Is­ra­el fi­gu­rar co­mo po­lo mun­di­al de par­ques tec­no­ló­gi­cos, in­cu­ba­do­ras de em­pre­sas, star­tups e fun­dos de ino­va­ção.

É o pa­ís que mais in­ves­te em pes­qui­sa e de­sen­vol­vi­men­to no mun­do, na or­dem de 4,3% do PIB. Há in­for­ma­ções de que ca­da dó­lar in­ves­ti­do ge­ra de cin­co a oi­to dó­la­res.

Nes­te ano o go­ver­no is­ra­e­len­se do­a­rá pra­ti­ca­men­te meio bi­lhão de dó­la­res pa­ra fi­nan­ciar pes­qui­sa, de­sen­vol­vi­men­to e ino­va­ção em em­pre­sas lo­ca­is, o que tem con­tri­bu­í­do pa­ra ob­ten­ção de cres­ci­men­to con­tí­nuo da eco­no­mia, sen­do 4% em 2016 e 3,3% em 2017.

O go­ver­no va­lo­ri­za o em­pre­en­de­do­ris­mo e fo­men­ta a ino­va­ção. Aci­ma de tu­do, edu­ca­ção, sa­ú­de e se­gu­ran­ça são itens de qua­li­da­de e ex­ce­lên­cia ofe­re­ci­dos à po­pu­la­ção.

Pre­ci­sa­mos apren­der mui­to com Is­ra­el, nos es­pe­lhar­mos co­mo um mo­de­lo de cul­tu­ra em­pre­en­de­do­ra e que va­le a pe­na in­ves­tir em pes­qui­sa, ci­ên­cia e tec­no­lo­gia.

 

Por Pau­lo Afon­so Fer­rei­ra Vi­ce-pre­si­den­te da Con­fe­de­ra­ção Na­ci­o­nal da In­dús­tria (CNI) e di­re­tor Ge­ral do Ins­ti­tu­to Eu­val­do Lo­di (IEL)

Fonte: https://www.dm.com.br/

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