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Inovação no Varejo: “Pedras que rolam não criam musgo. E a TI está sempre rolando!”

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Se tem um setor impactado pela transformação digital é o Varejo. Em contato direto com o consumidor final, este cada vez mais ávido por serviços personalizados, ágeis e por uma experiência marcante, o segmento está em constante busca por inovações. No entanto, por mais necessário que seja inovar para se manter competitivo, existem diversos desafios dificultando esse processo nas empresas e, muitas vezes, o empecilho não é de infraestrutura ou orçamento, mas cultural. Como a TI deve ser portar diante dessa realidade?

 

O tema será um dos grandes destaques da 7ª edição do Congresso TI & Varejodeste ano, que acontecerá no dia 04 de setembro, em São Paulo, reunindo os principais líderes do setor. Paulo Farroco, CIO das Lojas Riachuelo, será um dos painelistas que debaterá o assunto Liderança Digital ao lado de outros especialistas.

 

Para Farroco, essa “metamorfose cultural corporativa” em cima da inovação não deve ser encarada como um obstáculo, mas um desafio interessante, embora concorde que mudar é sempre desconfortável. “Todos nós nos classificamos como pessoas não resistentes a mudanças, mas por vezes nos vemos resistentes a mesma”, assume. E no caso da TI mudar é uma constante. “Pedras que rolam não criam musgo. E a TI está sempre rolando”.

 

No caso do Varejo e muitos outros negócios, inovar é uma questão de sobrevivência, de garantir a perenidade e a longevidade. Sendo assim, mudar é um estado permanente. Mas o fato é que o atual momento econômico em conjunto com as transformações dos hábitos dos consumidores tornou essas mudanças mais intensas e profundas. “Mesmo assim é mudar ou mudar”, enfatiza.

 

Dificulta ainda o fato de muitas empresas não enxergarem a TI como esse ponto de transformação. Farroco afirma que, embora não tenha essa percepção onde atua, sabe que muitos colegas ainda não conseguiram expor o real valor que a TI agrega ao negócio. “Em muitos casos, é uma área vista como executora, por isso não é chamada para participar das decisões estratégicas”, explica.

 

Para reverter essa situação, o CIO da Riachuelo diz ser sempre importante evidenciar a visão holística que os executivos têm para conquistar um lugar na “locomotiva”. “Brinco internamente com meu time que quem está na locomotiva sabe para onde o trem vai, a que velocidade e se teremos paradas ou não. Ficamos a par das novidades participando da concepção das mesmas, e não apenas com conceito de pura execução”, analisa.

 

Liderar esse processo de inovação e transformação digital exige habilidades, e uma delas é estar sempre alinhado com o negócio. “Este skill não pode ser deixado de lado, pois trata-se de uma das mais relevantes e a que pode diferenciar a percepção da TI”, destaca Farroco.

 

O executivo ressalta ainda a importância do relacionamento num mundo mais colaborativo, a perspicácia na escolha de parceiros diante de uma certa abundância de startups e fintechs e saber gerir um time com atitudes e visões diferentes. “Resistências são normalmente causadas pela insegurança do novo. Preparar e embarcar cada um é de suma importância e facilita a mitigar a resistência à inovação”, diz.

 

Paulo Farroco estará ao lado de outros CIOs e grandes líderes do mercado varejista debatendo esse e outros temas no Congresso TI & Varejo, no dia 04 de setembro, no Grand Mercure Hotel. As inscrições estão abertas e são gratuitas para os times de TI das empresas varejistas.

Por Redação

Fonte: http://www.decisionreport.com.br/

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E-commerce deve se preparar para o Black Friday com o máximo de antecedência

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Desde que chegou em terras brasileiras, em 2010, a Black Friday, dia de descontos organizado pelo varejo na última sexta-feira de novembro, tem se consolidado como uma das mais importantes datas para o comércio no país, tirando, inclusive, muitos comerciantes do 'vermelho'.

Apenas para ter uma ideia, a data, que costuma zerar os estoques das lojas, movimenta cifras exorbitantes: somente em 2017, o evento movimentou a marca total de R$ 2,1 bilhões.

 
E apesar de ter se popularizado também nas lojas físicas, o período – bastante aguardado por milhares de brasileiros que buscam comprar produtos e serviços de todos os tipos com grandes descontos – tem como foco prioritário o e-commerce.

Para 2018, esse número tende a aumentar, apesar de esse ano ter sido bastante atípico para o varejo, com eventos como a greve dos caminhoneiros, que causou um prejuízo milionário a algumas categorias de comerciantes, e a Copa do Mundo, a qual costuma aumentar o faturamento de determinados setores, como eletroeletrônicos (televisores e celulares), vestuário (camisetas personalizadas) e outros que desenvolvem produtos que remetem a esse universo da bola, além de bares e restaurantes e hotéis; mas causa retração em outros segmentos que não são vinculados à Copa e acabam sofrendo com as paralisações causadas pelos jogos.

Diante de uma demanda tão crucial para a economia como um todo e para a reputação das marcas envolvidas no processo, é fundamental que as lojas online antecipem o quanto antes o seu planejamento. E não me refiro apenas a detalhes mais óbvios, como controle de estoque e layout customizado. É preciso ficar atento a questões, por exemplo, como segurança, já que essa época é um chamariz para todo o tipo de fraude na internet.

Se o lojista deseja se precaver em relação a isso, principalmente se ele for um micro ou pequeno empresário, precisa reservar uma verba para investir com mais ênfase em segurança da informação, a fim de evitar danos à estrutura da rede e, principalmente, o roubo de informações confidenciais, não só da empresa, mas dos seus clientes. E esse processo, obviamente, não é feito do dia para a noite. É necessário realizar testes de segurança para avaliar os pontos fracos, além de otimizar os serviços utilizando configurações automatizadas, introduzir processos de certificação digital, entre outros detalhes, principalmente se for a primeira vez do e-commerce em um evento de alto impacto.

 
Outra questão importante que merece antecipação é a criação de campanhas. Caso o empreendedor queira realizar ações assertivas, que engajem um número expressivo de pessoas e torne a marca conhecida antes mesmo da época do Black Friday, fazendo com que o cliente fique ávido pela entrada dos produtos com descontos em seu site (sem nem fazer questão de pesquisar em outros), precisa direcionar uma parte dos investimentos para ações de mídia. Para isso, a recomendação é contratar uma agência especializada em marketing digital que desenvolva e monitore essas atividades, fazendo a gestão de métricas no Google ADS, Facebook e outras plataformas; ou uma equipe para cuidar do marketing do seu negócio.

Sem mencionar, é claro, as etapas do planejamento financeiro, que incluem a avaliação da situação atual da empresa e do cenário econômico, reserva de capital de giro, entre outros detalhes; e de logística, onde devem ser observadas as etapas de frete e entrega. Quem trabalha com e-commerce deve se fazer a seguinte pergunta: "meus fornecedores estão preparados para o crescimento exponencial da demanda nessa época do ano?".

Enfim, esses são apenas alguns dos exemplos nos quais o empreendedor necessita dispensar atenção, tempo e dinheiro. Estamos há praticamente quatro meses do Black Friday e, enquanto muitos gestores acreditam que o evento esteja distante do ponto de vista do planejamento, na minha opinião, já passou da hora de as empresas iniciarem a sua investida para alcançar o público que ainda não conhece a sua marca ou conquistar de vez aquele que talvez até seja cliente cativo da sua loja física, mas que ainda não tem a confiança necessária ou o hábito de comprar no seu e-commerce. O caminho é longo, mas os resultados o justificam. Antecipe-se e colha os frutos.

Por: Denis Casita —  Especialista em Marketing Digital e CEO da Performa Web.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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Acertando no alvo com vídeos de qualidade

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

De acordo com uma pesquisa realizada pela Google, a quantidade média de horas que o brasileiro passa assistindo a vídeos por streaming semanalmente cresceu 90,1% em três anos. Isso quer dizer que, em 2014, a média por semana era de 8,1 horas e, em 2017, passou para 15,4 horas. Na estratégia de comunicação da sua empresa, o vídeo não pode ficar de fora. Eles podem ajudar na construção da imagem, interatividade e, também, rapidez na hora de transmitir uma mensagem.

Mas é possível apostar em vídeos sem ficar caro, amador ou chato? O TAG afirma que sim! Com o conhecimento e a preparação certos, é possível dominar a arte de fazer um vídeo de forma simples, com qualidade profissional e sem gastos excessivos de tempo e dinheiro. Confira as dicas.

– Planejamento e roteiro: comece determinando o objetivo do vídeo e a mensagem principal a ser comunicada. Reúna sua equipe e estabeleça o melhor formato, abordagem, cenário e quem irá participar. Também é fundamental definir qual é o público e em quais canais ele será transmitido. A partir dessas definições, é importante elaborar um roteiro que contenha o passo a passo detalhado de filmagem. Vale lembrar que uma boa história, independentemente da duração, tem início, meio e fim.

– Equipamentos: avalie a possibilidade de um investimento inicial para ter seu próprio equipamento. Além de poupar na hora de produzir outros vídeos, existem muitas opções de materiais disponíveis no mercado que não são tão caras como imaginado. É importante também buscar equipamentos com que você já tenha familiaridade e extrair o máximo de cada recurso. Lembre-se de que quem faz o vídeo é você e não a ferramenta.

– Gravação: escolha um local adequado, observe a iluminação e sons exteriores, garanta que o espaço geral e elementos adicionais estejam adequados para enquadramento e isole a área, evitando interrupções. Dedique um tempo para ensaiar e não se esqueça de ser direto. Se o objetivo do vídeo é passar uma mensagem, fazer um convite, divulgar um produto, é fundamental que a mensagem seja clara, objetiva e criativa.

– Áudio: em qualquer tipo de vídeo, um áudio ruim pode comprometer a reputação do seu conteúdo. Além disso, câmeras de gravação, tanto digitais quanto DSLR, não dispõem de um gravador de áudio integrado e de alta qualidade. Por isso, vale a pena pesquisar o melhor microfone para gravar vídeos, de acordo com suas necessidades. Para saber qual microfone é o mais adequado para o seu equipamento, confira aspectos de captação e impedância.

– Edição: existem programas bem simples, ideais para iniciantes, e também os mais robustos, com mais funcionalidades e ferramentas, que são mais indicados para alguém com mais experiência ou tempo para explorá-los. Para quem está começando a produzir vídeos e ainda não quer se aventurar em softwares mais complexos de edição, nossas indicações são o Windows Movie Maker (PC) e o iMovie (Mac), nativos de seus sistemas operacionais. Ambos são bastante fáceis de usar e atendem perfeitamente às demandas de projetos mais simples, sem grandes exigências em termos de edição.

Vídeo pronto, agora é só divulgar!

Por Redação

Fonte: http://revistavarejosa.com.br/

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Por que você precisa ser um bom negociador?

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Engana-se quem acredita que saber negociar é uma preocupação apenas daqueles que ocupam grandes cargos, lidam diariamente com transações extraordinárias ou precisam vender algo. A arte da negociação está sempre presente no nosso cotidiano, norteando nossas decisões. E, para alcançar o sucesso, é preciso dominar essa arte. É o que afirma o especialista em negociação Jaime Jimenez. Para ele, a importância da negociação é independente do ambiente de trabalho. "Crianças negociam, pais negociam, professores negociam, casais negociam, líderes negociam. A negociação é um recurso do ser humano para pleitear, conquistar e até mesmo para se posicionar", afirma.

Foi pensando nisso tudo que construímos aqui o curso intensivo "Negociação & Influência", que já está disponível no pay per view do Administradores Premium. Apresentado pelo professor Jaime Jimenez, que tem uma experiência de mais de 20 anos na área, com serviços prestados para boa parte das maiores empresas do Brasil, o curso é organizado de maneira objetiva, com foco total na aplicabilidade do conteúdo em sua rotina profissional.

 
Durante o curso, Jaime explica alguns dos fatores que entram em jogo na hora da negociação: a forma como as pessoas enxergam você, o quanto você é capaz de influenciar outras pessoas, como você se comunica e como se relaciona. O professor atenta para algumas questões que são essenciais na hora de negociar:

O processo de negociação

A negociação não é um evento que acontece apenas em um encontro ou reunião. É um processo que transcende o que está no papel, no orçamento, no projeto. "Na prática, algumas negociações não se dão em uma mesa de reunião. A mesa é o local onde se consagram ou não as ações que foram feitas antes. É o momento de “provar” não apenas tecnicamente o que se está vendendo, mas também de “tangibilizar” o porquê do que está sendo apresentado. Dessa forma, a negociação começa bem antes. No dia a dia, em função da sua legitimidade, da sua imagem, do seu relacionamento, da sua performance", explica o professor. Por isso, é preciso saber gerenciar as percepções que as pessoas têm a seu respeito.

A importância da imagem

Em qualquer processo de influência e persuasão, é fundamental ficar atento às reações do interlocutor. Na negociação, não importa apenas o quê ou como você disse algo, e sim o que o outro entendeu. O professor Jaime explica que é necessário entender de que forma deixamos de "vender" nossas ideias, nossa imagem, nosso trabalho, não por quem somos, mas sim pelo que transparecemos aos demais, seja nossa situação, seja o papel que assumimos. "Muito negociadores falham porque se atém apenas aos aspectos técnicos, benefícios, valores e especificidades, e se esquecem que também precisam representar o que estão vendendo", afirma.

Criar relações de confiança

 
Alguns indivíduos são tidos como "negociadores natos", com grande facilidade para negociação e liderança. De acordo com Jaime, essas pessoas tendem a construir, naturalmente, relações de confiança com seus interlocutores. Isso acontece quando as pessoas percebem um padrão em sua postura e se identificam. São momentos em que é possível escutar coisas como “Ele (a) é assim com todos!”, “Ele (a) fala minha língua!”, “Ele (a) atua como eu atuaria!”.

De acordo com Jaime Jimenez, isso se deve a uma questão de legitimidade: as pessoas tendem a se relacionar e confiar em pessoas parecidas com elas mesmas ou que demonstrem interesse genuíno por aquilo que está sendo apresentado. "Na prática, quando acompanhamos isso no dia a dia, nos deparamos com comportamentos ou atitudes que são percebidas como legítimas com as pessoas que nos relacionamos. E que para isso ocorra, não se trata apenas de 'química' mas da junção de elementos de comunicação verbal, não verbal e, principalmente, da forma como nos adaptamos aos nossos interlocutores. No decorrer do curso "Negociação & Influência nos aprofundamos em cada um destes itens para facilitar a compreensão do processo", explica.

Por Redação

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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Desenhando o sucesso: design thinking como inovação no varejo

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

A economia contemporânea, cada vez mais competitiva e complexa, tornou a inovação um ativo imprescindível para a sobrevivência de qualquer empresa. Diante de um cenário em que o mundo está em constante mudança e as pessoas estão mudando de valores, as empresas precisam fazer diferente do que estão acostumadas. Com isso, as organizações estão recorrendo a novas técnicas de gestão para impulsionar as vendas e encontrar soluções inovadoras que tornem seus negócios verdadeiramente impactantes para a sociedade, sendo o Design Thinking uma das mais utilizadas.

No passado, o Design era relacionado unicamente com a função estética das coisas. Inclusive a apropriação dessa palavra na língua portuguesa assumiu essa visão. Porém o termo em inglês "design" seria melhor traduzido pela palavra "projetar" no português. Com a diferença do projetar tradicional que é voltado para dentro das organizações, o design projeta para fora, centrado nas pessoas. Quando um designer vai projetar uma cadeira, por exemplo, mais do que projetar focado no processo de fabricação, ele vai pesquisar quem são as pessoas, porque e como elas vão usar a cadeira, em qual contexto ela vai estar inserida para só aí pensar na solução, no desenho dessa cadeira e em como ela vai ser fabricada. Por isso o projetar no design vem com a carga de projetar centrado nas pessoas.


E é com base na visão de projetos centrados nas pessoas que o Design Thinking se desenvolveu como área do conhecimento expandindo sua aplicabilidade e, hoje, está bem estabelecido como excelente opção para resolver questões das mais diversas naturezas. Mas, afinal, o que ele significa? E como pode contribuir para melhorar resultados corporativos?

Trata-se de um modelo mental baseado em inovação que cria soluções para temas complexos a partir de uma abordagem criativa e centrada nas pessoas. As propostas não são elaboradas por dados e estatísticas, mas, sim, primeiramente, na busca pela real necessidade das pessoas. Antes de entender se a solução é tecnicamente possível e financeiramente viável, precisamos entender o que é desejável pelas pessoas. Por isso o Design Thinking traz um modelo mental pautado não apenas em resolver o problema, mas descobrir qual solução vale a pena ser resolvida. E isso é uma mudança significativa de modelo mental, sair da angústia de pensar sem propósito em soluções quando ainda não temos claro qual é o problema. Geralmente, no contexto do varejo, os grandes desafios enfrentados pelas empresas passam por: Como podemos aumentar a rentabilidade? Como podemos aumentar o ticket médio? Como podemos aumentar o market share? E todos esses problemas são das empresas e não das pessoas. E ao pensar nessa lógica de problema, as soluções vão ser sempre as mesmas: "Pra vender mais, faz uma promoção.Pra aumentar ticket médio, aumenta a comunicação"... e a grande pergunta que fica é, isso é relevante pras pessoas? Então, essa mudança de mindset que o design thinking propõe vai no sentido de buscar um futuro de maior relevância para o varejo como um todo.

É por isso que um dos três pilares fundamentais do Design Thinking, além da colaboração e da experimentação, é a empatia. Empatia é mais do se colocar no lugar de outra pessoa, é compreender o que move emocionalmente um outro indivíduo dentro de um contexto específico. A partir dessa compreensão, as empresas podem entregar produtos e serviços mais conectados com os anseios e as dores da sociedade e, consequentemente, se diferenciar e gerar resultados de vendas.

 
No varejo, o entendimento do público é essencial. Busca-se entender primeiro de tudo quais são os valores humanos que movem essa pessoa dentro do contexto dela para só depois entender o caminho que ele percorre dentro da loja, seu potencial de desembolso, seu perfil sócio-econômico. Mas além de todas essas camadas, existem anseios, projetos de vida e desejos desse consumidor que as pesquisas formais não conseguem mapear. É necessária uma experiência profunda de vivência na realidade deste público. Só o design thinking e suas ferramentas permitem esse entendimento com um fim prático, aplicável aos negócios.

Sem o Design Thinking, as empresas ficam restritas ao que é tecnicamente possível e financeiramente viável, um mindset obsoleto que, ao ignorar o que também é desejável, está na contramão da inovação. Elas precisam, portanto, ser "designers de coisas invisíveis", tendo as pessoas no centro das atenções de qualquer projeto. Isso significa que é somente em sintonia com os valores e as necessidades da sociedade moderna que uma marca pode prosperar.


Por Mario Rosa é sócio e responsável pela Echos Laboratório de Inovação no Brasil

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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