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Inadimplência abre o ano em desaceleração, com crescimento de 2,42% no mês de janeiro, aponta indicador CNDL/SPC Brasil

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

O ano de 2019 começa com sinais de acomodação da inadimplência. Dados apurados pelo Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontam que mesmo com o crescimento do número de consumidores negativados na comparação anual, o avanço foi menor em janeiro de 2019 ante os últimos meses, alcançando 2,42%.

Já o número de dívidas apresentou recuo de 0,29% no mesmo período, embora o volume de pendências continue crescendo em dois setores específicos: o de bancos, com avanço de 2%, e o de água e luz, com aumento expressivo de 14%. Em contrapartida, comércio e comunicação registraram queda de 7%.

O presidente da CNDL, José Cesar da Costa, destaca que apesar do avanço da quantidade de devedores, o número médio de dívidas vem caindo. “O problema da inadimplência, que cresceu muito nos anos mais recentes, ainda está longe de resolvido. Mas já se observa uma tendência de acomodação, que pode ser um prenúncio de melhora na capacidade de pagamento das famílias”, explica. “Este cenário só deve mudar quando a retomada da economia for percebida de fato pelos consumidores, ou seja, com a criação de novos empregos e o aumento renda”, observa Costa.

Brasil tem 62,08 milhões de negativados; região Sudeste é a região com maior crescimento da quantidade de inadimplentes.

Depois de alcançar níveis recordes, estima-se que o país tenha fechado o mês de janeiro com aproximadamente 62,08 milhões de brasileiros negativados, o que representa 40% da população acima dos 18 anos. No Sudeste, região que abriga a maior fatia da população, o número de negativados chegou a 26,5 milhões ou 40% da população adulta local. O contingente também é grande no Nordeste, com 16,7 milhões de inadimplentes ou 41% da população adulta. No Sul são 8,3 milhões de consumidores com CFP restrito ou 36% da população — a menor entre as regiões. Já no Centro-Oeste, o volume de negativados é de 5 milhões. No Norte, os negativados somam 5,6 milhões, sendo a maior proporção adulta local, com 46%.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o consumidor, que agora começa a livrar-se de dívidas atrasadas, deve cuidar para não voltar à inadimplência. “Não é baixo o número de consumidores que, depois de sair do cadastro de negativados, acaba retornando. Isso ocorre porque, em muitos casos, a inadimplência tem origem no mau uso do crédito e da falta de controle das próprias finanças. Nesses casos, é fundamental que haja disciplina para fazer a gestão dos ganhos e dos gastos, além de se reconhecer os limites do próprio orçamento”, orienta a economista.

Mais da metade dos consumidores entre 30 e 39 anos está inadimplente, somando 17,6 milhões.

Quanto à estimativa por faixa etária, a maior frequência de negativados continua entre os que têm idade de 30 e 39 anos. Em janeiro, mais da metade da população nesta faixa etária (51%) estava com o nome inscrito em alguma lista de devedores, somando um total de 17,6 milhões.

Outro destaque é a proporção significativa de inadimplentes com idade de 25 e 29 anos (44%), da mesma forma que acontece na população idosa, considerando-se a faixa etária entre 65 a 84 anos, em que a proporção é de 33%. Já entre os mais jovens, com idade de 18 a 24 anos, a proporção cai para 17%. 

Metodologia

O indicador de inadimplência do consumidor sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) têm acesso. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%. Baixe a íntegra do indicador e a série histórica em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos.

Fonte:  CNDL

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Vendas no comércio sobem 2,3% em 2018 e têm maior alta em cinco anos

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

comércio varejista nacional registrou um avanço de 2,3% em 2018, na comparação com o ano anterior. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse é o melhor resultado do setor desde 2013, quando o comércio havia expandido 4,3%. Foi o segundo resultado positivo consecutivo, ficando ligeiramente acima do desempenho de 2017, quando o índice subiu 2,1%. Mesmo assim, o crescimento acumulado de 4,4% nos últimos dois anos não recuperou a queda de 10,3% acumulada entre 2015 e 2016.

Apesar do crescimento no acumulado no ano, as vendas perderam fôlego no segundo semestre, como explica a gerente da Pesquisa Mensal do Comércio, Isabella Nunes. “Foi um semestre marcado pela alta do dólar, por incertezas diante do período eleitoral e pela recuperação da greve dos caminhoneiros, mas, no geral, com saldo positivo”, resume.

No índice mensal, as vendas de dezembro caíram 2,2% em relação às de novembro, no que foi o pior resultado para o mês desde 2000, porém cresceram 1,8% na comparação com dezembro de 2017. “Como em novembro houve uma disparada nas vendas por causa da Black Friday, já era esperado que dezembro registrasse queda”, explica Isabella.

Setores

As vendas da atividade que contempla os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceram 3,8% e registraram a maior influência positiva, seguida pelos setores de outros artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 7,6%, e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com 5,9%.

Já as atividades com as principais quedas nas vendas foram combustíveis e lubrificantes (-5%), tecidos, vestuário e calçados (-1,6%), móveis e eletrodomésticos (-1,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-14,7%).

“Supermercados, artigos pessoais e farmacêuticos englobam produtos que fazem parte do cotidiano das pessoas. Diante de uma economia estável, são setores que naturalmente apresentam crescimento. Já entre as atividades que caíram, destaca-se o setor de combustíveis e lubrificantes, que, em 2018, sofreram com alta nos preços acima da inflação”, diz Isabella.

Comércio Varejista Ampliado

Já no Comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, houve expansão de 5%. Vendas de veículos, motos, partes e peças (15,1%) e de na de material de construção (3,5%) puxaram o resultado.

Em dezembro, no entanto, houve queda de 1,7% em relação a novembro. O setor de Veículos, motos, partes e peças teve queda de 2% e o de Material de construção de 0,4%.

 

FONTE: Veja/Abril

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CDL ACIBOM e empresários doam colchões para Asilo São José

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

A forte chuva ao anoitecer da última quinta-feira (20/12), causou grandes danos ao Asilo São José, além de derrubar àrvores atingindo casas e carros.

Segundo a gerente do asilo, Lilian Cristina, várias telhas, cinco caixas d'água e o aquecedor solar foram danificados, além de um muro que cedeu. Devido ao forte vento, a água entrou nos quartos molhando vários colchões.

Logo pela manhã, voluntários se mobilizaram para realizar um multirão de limpeza no local. A CDL ACIBOM iniciou uma campanha, junto a empresários bondespachenses, para compra de novos colchões e reparo dos danos causados pela chuva. Em um dia, foram entregues 15 novos colchões ao Asilo São José e nos próximos dias mais ajuda chegará.

A campanha continua e toda ajuda é bem vinda. O Asilo São José conta com o nosso apoio!

 

 

Com informações de: G1

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Programa Aprendiz abre inscrições

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Jovem, entre 14 e 24 anos, interessado em participar do Programa Aprendiz, deverá comparecer em nossa sede, localizada na Rua Marechal Floriano Peixoto, 121, centro, entre os dias 03 e 07 de dezembro, de 8h e 17h, retirar na recepção a ficha de inscrição, preencher com todas as informações, anexar os documentos obrigatórios e entregar no mesmo local até a data limite, 07 de dezembro, às 17h.

Fique atento aos documentos obrigatórios. Fichas incompletas não serão recebidas!

DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS

Para que sua ficha seja recebida e tenha oportunidades de participar do programa, é necessário anexar à ficha:

  • Duas cópias legíveis da CTPS do candidato a aprendiz;
  • Duas cópias legíveis do RG do responsável legal (para menores de 18 anos);
  • Duas cópias legíveis do CPF do responsável legal (para menor de 18 anos);
  • Duas cópias legíveis do comprovante de endereço;
  • Declaração escolar de matrícula (original).

Caso o candidato não tenha algum dos documentos citados, não poderá realizar a inscrição e/ou ingressar no programa. Para concorrer à vaga é quesito nunca ter tido a CTPS assinada.

PROGRAMA APRENDIZ

O Programa Aprendiz é desenvolvido pela CDL ACIBOM há quase de 10 anos. 

Ao longo de todo esse tempo, buscamos aprimorar cada vez mais todas as condutas e processos envolvidos nesse projeto de grande importância não só para o Município de Bom Despacho, mas também para cada jovem que se interesse por ingressar nele.

Porém a nossa realidade é que o número de candidatos é muito maior que o número que vagas que as empresas são obrigadas a oferecer. Por esse motivo nos vemos na obrigatoriedade de fazermos a seleção entre os candidatos.

Essa seleção é feita de acordo com as habilidades que são necessárias para ocupar o cargo oferecido e as habilidades que cada pessoa possui. Para isso poderão ser aplicadas provas, testes, dinâmicas ou entrevistas, tudo de acordo com a necessidade do momento.

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