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Como motivar vendedores através da FELICIDADE e RAIVA

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

A maioria das pessoas se lembram de um momento na vida em que sentiram uma felicidade ou raiva intensa. Eu me lembro por exemplo do dia do meu casamento. Casamos em uma cerimônia as 10h da manhã de um sábado. Eu e minha esposa somos mais do dia do que da noite. A festa foi na verdade um almoço. Havíamos combinado com o cerimonial que a festa deveria encerrar lá pelas 17h. Quando todos deveriam estar exaustos e querendo ir para casa descansar. Mas o que aconteceu foi bem diferente deste cenário. Me lembro que eram quase 20h e eu, com boa parte dos amigos e familiares, não queríamos deixar o local.

O que faz com que tenhamos tal disposição e energia? Afinal, naquele dia, além de ter dormido mal na noite anterior pelo nervosismo, eu havia acordado cedo, estava tenso e em pé o dia inteiro. O que faz com que você tenha disposição para ficar quase um dia inteiro acordado, dançando, pulando, conversando e sem sentir fadiga?

EMOÇÕES QUE FORNECEM ENERGIA

A resposta é FELICIDADE. Existem duas emoções que lhe dão energia, motivação e disposição: a primeira eu já te contei, a segunda é a RAIVA.

Um atleta quando fica em segundo lugar por uma diferença de milésimos de segundos também fica com muita raiva. Esta emoção fornece energia suficiente para ele treinar mais e mais, até chegar ao primeiro lugar.

Em vendas é possível fornecermos energia, motivação e disposição aos vendedores da sua loja, sempre que conseguirmos que sintam felicidade ou raiva de si mesmos.

 

JOGOS DE VENDAS

 Como motivar vendedores através da FELICIDADE e RAIVA

Uma das melhores ferramentas que conheço para trabalhar estas emoções são os jogos de vendas. Uma disputa saudável entre os vendedores. Uma ferramenta muito simples, prática e com resultado incrível.

Aqui no blog temos vários exemplos de jogos que você pode usar a seu favor. Mas você também pode criar seus próprios jogos. O importante é seguir as dicas abaixo, elementos essenciais em qualquer disputa de vendas:

- Avatar: deixe que os vendedores escolham quais personagens irão representa-los no tabuleiro do jogo por exemplo. Pode ser um desenho, uma caricatura ou a própria foto dele.

- Regras: o jogo tem que ter regras claras e simples para que toda a loja possa compreender.

- Prêmios: a recompensa pela vitória pode ser um lanche, um bombom, uma medalha, um vale-compras ou uma folga. Cuidado para não oferecer prêmios de valores altos. Lembre-se que o que motivará as pessoas será a FELICIDADE ou a RAIVA natural da disputa.

- Indicadores: tem que ser visível para toda a equipe da loja o desempenho individual e coletivo. Estou me aproximando do meu objetivo? Quanto ainda me falta? Quais minhas metas?

- Metas: As metas que cada vendedor deverá atingir, em qual tempo e com que medida? As metas podem ser vender um produtos especifico, aumentar a taxa de conversão, ticket médio ou oferecer um lançamento.

- Comemoração: a entrega do prêmio deve ser animada. Apitos, aplausos, cartazes de reconhecimento. Use a criatividade, mas faça festa quando alguém merecidamente chegar lá!

- Tema: dê um nome bem legal ao jogo. Crie uma decoração e elementos pertinentes ao tema. Cartazes, adesivos, broches e tudo mais que faça com que todos lembrem o tempo inteiro que estão em uma competição.

- Times: O jogo pode ser uma disputa individual entre os vendedores, ou ainda em times. Se for em times deverá haver um líder. Pense em como este líder será eleito. O time precisa ter um nome e até um grito de guerra. Sua loja irá ferver!

 Como motivar vendedores através da FELICIDADE e RAIVA

 

O jogo traz movimento a qualquer equipe de vendas. E movimento gera movimento. Felicidade dá energia e raiva também. Lembre-se das disputas que você já enfrentou. Pode ser um jogo em um campeonato ou até mesmo a disputa por um grande amor. Em qualquer competição existirá uma energia extra capaz de coisas incríveis. Canalize esta energia a favor das pessoas da sua equipe. Bom jogo!

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COMO DEMITIR DE ACORDO COM OS 04 TIPOS DE COLABORADORES.

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

A época mais importante do ano para os lojistas, o Natal, está chegando. Após muitas contratações para o período, também chega o momento de fazer os desligamentos de colaboradores. E aí vem um problema que a maioria dos gestores enfrenta: quem demitir? Quando demitir? Quais critérios observar?

E se existisse uma forma simples e muito prática que lhe desse a certeza de que estaria fazendo a escolha certa? Jack Welch foi CEO da General Eletric por algumas décadas, e por lá exerceu uma liderança servidora com muito sucesso. Welch deixou diversos legados e entre eles está a ferramenta 04 tipos de colaboradores. Uma ferramenta simples e que contribui para deixar de forma mais assertiva a decisão na hora de desligar alguém da equipe.

Jack dizia que demitir um profissional era benéfico para ambas as partes. Um profissional com resultados baixos e pouco alinhamento com os valores da empresa prejudicava a sua loja e a própria carreira dele. Exemplos famosos como Walt Disney, que foi demitido de um jornal e Jack Ma, rejeitado em mais de 30 empregos antes de fundar o maior site de e-commerce do mundo, o AliBaba, e hoje se tornou um dos homens mais ricos do mundo.

Vamos então aprender como o método de Welch trará resultados expressivos para os colaboradores na sua loja. É muito simples, em três passos, veja como se faz:

PRIMEIRO PASSO: AVALIAÇÃO - Você deverá avaliar os colaboradores em duas variáveis principais: resultados entregues e valores alcançados. Para avaliar, o gerente da loja ou o dono, deverá atribuir aos colaboradores em cada valor da empresa uma nota de 0 a 10. Em seguida, utilizar a mesma pontuação para avaliar os colaboradores em relação aos indicadores e metas que você irá definir. 

SEGUNDO PASSO: MATRIZ - Depois de avaliados, some as notas e faça a representação na matriz de avaliação conforme a ilustração abaixo.

 COMO DEMITIR DE ACORDO COM OS 04 TIPOS DE COLABORADORES.

TERCEIRO PASSO: DECISÃO – Quando a avaliação estiver concluída e a matriz com a pontuação do colaborador, você encontrará 4 estágios possíveis onde este colaborador se encontrará:

Tipo 1: O diamante - essas pessoas entregam seus resultados e ainda compartilham os valores da empresa. Devem ser promovidos.

Tipo 2: Sem noção - eles não entregam o esperado e não compartilham os valores da sua loja. Devem ser desligados.

Tipo 3: O direitinho - eles são esforçados, mas perdem alguns resultados e não batem algumas metas. Por outro lado, compartilham os valores dos donos, da loja e trabalham bem com outras pessoas. Tipos 3 devem receber uma nova chance. Devem ser treinados.

Tipo 4: É o duvidoso - É o tipo de pessoa que entrega os resultados, vende muito, bate todas as metas, mas esfola outras pessoas em vez de inspirá-las a fazer mais. Tipos 4 não respeitam os valores e regras. Devem ser desligadas.

Muito importante: jamais divulgue a matriz entre a equipe. Principalmente, não rotule as pessoas como tipo 1 ou tipo 2. A matriz servirá tão somente para embasar a decisão do gerente da loja.

Geralmente, ainda segundo Jack Welch, 10% das pessoas na equipe devem ser demitidas, 70% precisam ser desenvolvidas e 20% são os diamantes a serem promovidos.

Mas quando fazer a demissão? Um fator a ser analisado, claro, é a sazonalidade. Janeiro a loja venderá menos, por isto é hora de reduzir a turma. Mas outro ponto que gosto de considerar é: passou pela cabeça do gerente ou dono da loja a ideia de demitir algum colaborador? Então faça! Alguns líderes no varejo ficam esperando, para ver se a pessoa melhora e desenvolve. O que acontece? A raiz vai crescendo e o problema aumentando. Quantas vezes você pensou em fazer uma demissão, não fez e o profissional melhorou? Talvez você lembre de poucos ou nenhum casso assim. E quantas vezes você pensou em demitir, não o fez e depois se arrependeu por não ter feito? Agora, talvez, você se lembre de poucos ou até muitos exemplos.

Pode ser que após o Natal, os vendedores, caixas ou embaladores que você terá que desligar, não sejam aqueles que por último entraram, os temporários. Talvez eles tenham sido melhor avaliados que os veteranos da sua loja. Isto não é ruim. Oxigenar também é importante e energiza para a equipe.

Como mencionamos no início deste artigo, a demissão será benéfica para ambas as partes. Por isso, não se preocupe. Tem horas em que gerentes de loja e lojistas precisam fazer com que a decisão vença o sentimento.

Já dizia Peter Drucker: “Onde há uma empresa de sucesso, alguém tomou alguma vez uma decisão valente.”

Por Thiago Oliveira

Fonte: http://varejoativo.com.br/

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44% dos empresários do varejo e de serviços estão otimistas com economia para o segundo semestre, apontam CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Os empresários dos ramos do varejo e de serviços estão otimistas com o segundo semestre, embora os primeiros seis meses do ano tenham sido difíceis para os setores. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 44% apostam em um cenário econômico melhor do país no segundo semestre em relação ao primeiro — número que cai para 27% na região Centro-Oeste. Enquanto 38% acreditam que será igual e apenas 14% estimam um quadro pior.

Os empresários também têm uma expectativa favorável quanto ao desempenho do próprio negócio, que corresponde a 55% dos entrevistados. Já um terço (33%) estima que a segunda metade do ano se manterá no mesmo patamar do primeiro semestre. “Esse clima de confiança é bastante positivo, principalmente se olharmos a situação crítica enfrentada por muitas empresas nos seis primeiros meses do ano”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa. O estudo mostra, por exemplo, que 49% tiveram de fazer cortes no orçamento, como a demissão de funcionários (36%). Além disso, 28% tiveram que reduzir o mix de produtos ou serviços.

Por outro lado, o levantamento aponta que metade dos entrevistados (50%) não acredita em um crescimento da economia nos próximos meses — um aumento significativo na comparação com o ano passado (39%). Em outra frente, 40% avaliam que a economia poderá avançar. “Apesar de boa parte dos empresários não estar confiante de que a economia possa voltar a crescer este ano, em razão das incertezas com as eleições, a boa notícia é que muitos estão esperançosos que o próprio negócio deve ganhar fôlego no segundo semestre”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

Mais da metade dos empresários prevê aumento das vendas no segundo semestre; 52% dos pessimistas com próprio negócio estimam que economia ruim vai comprometer suas atividades

Entre os que estimam uma melhor situação para sua empresa no segundo semestre, 46% dizem estar otimistas quanto a uma melhora do cenário — muito embora sem apontarem uma razão concreta — e 33% esperam ampliar sua carteira de clientes. Nessa onda de confiança, mais da metade dos empresários brasileiros (51%) espera ter uma receita superior ao primeiro semestre. Para 36%, o comércio deve seguir igual e 9% acreditam em um volume de vendas menor.

Ainda como reflexo da tímida retomada da economia, a pesquisa revela que entre os empresários que vislumbram um cenário pior para a própria empresa, 52% enxergam que o fato de a situação econômica permanecer ruim irá comprometer os negócios, além de prejudicar as vendas (33%). As perspectivas negativas têm como base os resultados obtidos na primeira metade do ano, em que muitos viram o ritmo da economia diminuir e suas vendas também em relação ao ano passado. De acordo com o estudo, 48% dos entrevistados disseram que a economia do país no primeiro semestre, inclusive, piorou ante ao mesmo período de 2017.

60% dos entrevistados pretendem seguir projetos traçados para 2018, com destaque para ampliação do negócio ou lançamento de produtos

A pesquisa identificou que a economia fraca não vai impedir o andamento de projetos para o segundo semestre. Se no primeiro semestre o percentual de empresários que adiaram os planos previstos foi de 31%, principalmente por falta de recursos financeiros, para os próximos meses 60% dos varejistas sinalizaram que pretendem seguir com os projetos já traçados.

Entre as ações previstas estão a ampliação do seu negócio (18%) ― percentual que é ainda maior nas capitais (22%) —, o lançamento de produtos ou serviços (17%) e o ingresso no ramo do comércio online (11%). Na contramão, 40% disseram não ter nada previsto, percentual menor do que o registrado em 2017 (51%).

O estudo também buscou verificar a intenção das empresas em relação a suas finanças: 19% desejam constituir uma reserva financeira ― sendo que em 2017 este percentual foi de 5% ―, 9% esperam adquirir máquinas e equipamentos, enquanto apenas 6% preveem tomar empréstimo em banco ou financeira (contra 4% registrados no ano anterior). Outros 24% não visam tomar crédito, guardar dinheiro ou investir, percentual que aumentou em relação ao ano passado (16%).

Em um claro sinal de que a maior parte do empresariado ainda se mantém cautelosa em relação à lenta recuperação da economia brasileira, 72% pensam em manter o número de colaboradores. Em outra frente, somente 17% desejam ampliar seu quadro de pessoal durante esse período e outros 6% querem reduzir sua equipe de colaboradores. Entre os que estimam reforçar os times, 64% disseram optar pela contratação formal, percentual inferior ao registrado no ano passado (77%) e maior entre os comerciantes (72%). Para 18%, as contratações serão de profissionais informais, enquanto outros 15% vão contratar terceirizados (contra 1% em 2017).

Componente importante para balizar o grau de confiança empresarial este ano, as eleições também preocupam os empresários quanto ao rumo da economia no segundo semestre. Para 44% dos entrevistados, o custo de vida e o preço das coisas irão aumentar, enquanto 41% acreditam que as taxas de juros sofrerão elevação em função da disputa eleitoral. Já o desemprego (45%) e as vendas (47%) devem permanecer da mesma forma para a maior parte dos ouvidos pelo estudo. “Esse resultado reflete as incertezas dos empresários do varejo em relação ao próximo governo”, comenta Pellizzaro.

Metodologia

A pesquisa foi realizada com 827 empresários de todos os portes, dos segmentos de comércio e serviços, nas 27 capitais e no interior, nos meses de junho e julho. A margem de erro é de 3,4 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

Por Redação

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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A importância de saber negociar consigo mesmo antes de negociar com os outros

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Muitos especialistas e psicólogos batem na tecla de que não devemos tomar nenhuma decisão se estivermos com a cabeça quente, ou naqueles dias em que não estamos muito bem. Fazer as pazes consigo mesmo é mais difícil do que parece, pois somos humanos e facilmente nos deixamos levar por nossas emoções.

Entretanto, nos negócios, não importa como esteja nossa vida pessoal, é preciso ter frieza e cautela para lidar com os desafios e pressões que encontramos no dia a dia de toda organização. Certo?! Bom, alguns especialistas apontam que agir assim é o caminho errado.

Susan David, uma das principais pensadoras de gestão no mundo, criadora do conceito agilidade emocional, defende que é impossível ignorar os próprios sentimentos, principalmente em períodos difíceis. A psicóloga aponta que, quanto mais sincero você for com seus sentimentos, melhores serão suas ações em qualquer área de sua vida.

Agilidade emocional pode ser definida como o relacionamento eficaz que você cria com seus pensamentos, emoções e histórias. Mas você deve estar se perguntando: o que isso tem que ver com negociações?

Saber negociar é uma arte! Seja na vida, seja na empresa, você está sempre negociando algo com alguém. Mas as boas negociações só acontecem quando as duas partes se sentem beneficiadas, e é exatamente aí que as coisas complicam.

Quando você coloca seus interesses na frente dos da outra pessoa, você não está sendo um bom negociador, está apenas sendo egoísta. É preciso buscar dentro de você um sentimento muito em falta nesses momentos: empatia.

A empatia permite que você se coloque no lugar do outro, que se permita ouvir o que ele tem a oferecer, abrindo-se a uma nova perspectiva. É aí que a agilidade emocional entra. Para fazer bons negócios, é preciso antes de tudo fazer as pazes consigo mesmo. Entender seus pensamentos, sentimentos e emoções pode ajudá-lo a chegar a um acordo que seja tão bom para você quanto para a pessoa com quem você está negociando.

William Ury, especialista em negociações ao redor do mundo e que já mediou conflitos na antiga União Soviética, na fronteira entre Turquia e Síria, além de na Venezuela de Hugo Chávez, também acredita que, para conseguir o “sim” em uma negociação, é essencial primeiramente chegar ao “sim” consigo mesmo. E essa é uma das negociações mais difíceis de vencer.

Em suas entrevistas, Ury afirma que em um conflito ambas as partes geralmente adotam um posicionamento de guerra, quando não só buscam vencer, mas acham que para ganhar é preciso que o outro perca. Por isso muitos acordos se tornam impossíveis de firmar.

Nesses casos, para obter sucesso em uma negociação, é necessário ter clareza de sentimentos e pensamentos, entender o que realmente se quer, e do que você pode abrir mão para que ambos os lados sejam beneficiados.

Assim, para conseguir resultados bem-sucedidos, a empatia deve ser o sentimento-chave nesse processo.

Por William Ury considerado um dos maiores experts do mundo em negociação e gestão de conflitos.

Fonte: https://www.hsm.com.br/

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Visita do Superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego Dr. João Carlos Gontijo

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Nesta manhã, o Presidente da Acibom reuniu com o Superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego, Dr. João Carlos Gontijo. No mesmo momento estavam presentes o presidente da Câmara Municipal Sr. Vital Guimarães, o Vice-Prefeito Dr. Bertolino e o advogado Dr. Kleverson Mesquita Mello.

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Sete maus hábitos da entrega digital altamente ineficaz

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Notícias

Todas as empresas buscam formas para melhorar a entrega de novas capacidades digitais, aumentando a rapidez e a eficiência ao mesmo tempo em que reduzem seus riscos. Essencialmente, o objetivo é a Entrega Contínua – em que a diferença entre o reconhecimento de uma oportunidade de mercado e a produção do código necessário para responder a ela é quase inexistente.

Embora seja útil aprender as práticas recomendadas por aqueles que estão mais próximos desse ideal, também podemos aprender muito com organizações que ainda lutam para atingir seus objetivos de Entrega Contínua.

 
Assim, aqui estão sete maus hábitos muito comuns e que são um obstáculo crônico para a entrega digital das organizações:

Mau Hábito 1: Não levar a cultura a sério

Para nós, profissionais de engenharia, a noção de cultura pode parecer um tema muito sutil e subjetivo para ter relevância real em nossos trabalhos. Nós lidamos com realidades concretas, como modelos de objetos e memória transacional, e não com temas abstratos como a cultura do local de trabalho.

Porém, a cultura do local de trabalho é algo concreto na realidade, e que causa um profundo impacto na forma como as equipes técnicas trabalham em conjunto para atingir seus objetivos. Então, quando perceber que está se concentrando em processos e ferramentas que excluem a cultura, pare. Perceba como a liderança afeta sua cultura e faça dela uma verdadeira prioridade.

Mau Hábito 2: Gerenciar com métricas incorretas

É difícil mudar hábitos antigos. Por isso, temos a tendência de manter a mesma métrica de desempenho que funcionava no passado, como as taxas de erros e tempos de resposta.

No entanto, métricas antigas podem inibir comportamentos necessários para o futuro. Por exemplo, aceitar que mais erros aconteçam no curto prazo para poder incentivar o aprendizado necessário no longo prazo. Talvez seja melhor permitir que algumas etapas anteriores do pipeline de DevOps demorem um pouco mais do que no passado, como parte do esforço mais importante em mover a garantia de qualidade à esquerda.

Mau Hábito 3: Multiplicar silos em vez de eliminá-los

No desenho Fantasia, há uma cena em que Mickey Mouse corta a “cabeça” da vassoura descontrolada - mas, ao invés de matá-la, cria centenas de vassouras descontroladas.

O mesmo pode acontecer com os silos. Por exemplo, só porque testes são realizados com mais frequência no processo de desenvolvimento de software, isso não significa que os silos do processo foram eliminados. É possível que uma enormidade de minissilos tenham sido criados. Para que o controle de qualidade seja realmente sem silos, é preciso garantir a integração perfeita com a própria codificação, utilizando controles adequados de automação e processo.

Mau Hábito 4: Deixar a segurança em segundo plano

Os líderes de DevOps travaram uma verdadeira luta nos últimos anos ao buscar a adoção do princípio Agile, a melhoria da conexão entre desenvolvimento e operações, a remoção do gargalo de controle de qualidade etc. Com essas dificuldades, é compreensível que muitos optem por deixar a segurança aos profissionais de segurança da informação.

Esta é uma escolha contraproducente. É possível, de fato, testar continuamente a segurança do código da mesma maneira que se testa continuamente para outros tipos de falhas funcionais. Se não for assim, o teste de segurança será uma restrição à Entrega Contínua, além de exercer uma pressão desnecessária nas equipes de segurança da informação, que já estão sobrecarregadas e dispõem de recursos insuficientes.

Mau Hábito 5: Adotar automação insuficiente

Antes, os gerentes e executivos de TI consideravam a automação principalmente em termos de ROI para redução de custo com mão-de-obra. Ou seja, eles adotavam a automação pensando na redução de gastos em relação ao trabalho manual.

Essa lógica deixou de ser válida. Quando uma organização inteira depende da transformação imediata de ideias em código de trabalho, a automação de ponta a ponta é fundamental para sua existência. Portanto, se alguma parte do ciclo de vida de desenvolvimento do seu software ainda não foi automatizada – gerenciamento de requisitos, codificação, teste, promoção ou outro processo – faça-o o mais rápido possível.
 
Mau Hábito 6: Misturar integração contínua (CI, do inglês Continuous Intergration) com entrega contínua (CD, do inglês Continuous Delivery)

A integração contínua é uma disciplina essencial para os negócios digitais. É por isso que muitas organizações adotaram a tecnologia Jenkins e outras que garantem que o produto de trabalho do codificador possa ser realizado conforme a demanda para manter o desenvolvimento de software em andamento.

Mas CI não é entrega contínua. CD envolve muito mais do que simplesmente construir o pacote de códigos; também requer promoção rápida e automatizada de códigos e gerenciamento de versões. A reversão por push-button também é essencial para que, quando se encontrar algum problema na produção, seja possível sair rapidamente dessa situação com impacto mínimo na experiência do cliente.

Mau Hábito 7: Reutilizar de forma inapropriada

A melhor maneira de colocar códigos bons e seguros em produção de maneira rápida e econômica é já ter esses códigos de antemão. É por isso que a conteinerização e os microsserviços são muito úteis para as empresas digitais. Afinal de contas, reutilizar o código que já existe significa custo zero (ou quase) de desenvolvimento.

Infelizmente, muitas organizações ainda colocam a reutilização em segundo plano; na maioria dos casos, porque estão sob muita pressão para gerar ganhos de curto prazo. Mas para aqueles que não começarem a se preparar para reutilizar códigos agora, a desvantagem competitiva será grande nos próximos anos.

Maus hábitos são difíceis de mudar, principalmente quando são institucionalizados. É por isso que a liderança é tão importante. Então, comece a mudar os comportamentos inadequados da sua organização hoje e boa Entrega Contínua!

Por Aruna Ravichandran VP Global de Produtos e Soluções da CA Technologies

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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