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A importância das embalagens na experiência de compra

Por Gabriel Philipe Dia em Dicas

A embalagem deixou de ser somente um revestimento e, cada vez mais, tem assumido funções-chave na garantia de uma boa experiência de compra aos consumidores.

Todos já ouvimos aquele ditado “quem vê cara, não vê coração”. Pois ele se aplica na logística também. De acordo com a Associação Brasileira de Embalagens (ABRE), os consumidores consideram a embalagem e seu interior como partes de uma mesma coisa, ou seja, tanto o produto em si quanto seu revestimento são muito relevantes. Sabendo disso, conclui-se que se a embalagem for feia, monótona ou vier danificada, isso terá um efeito negativo sobre a imagem da sua empresa.

Vamos a um exemplo na prática. Quando você está fazendo compras no supermercado e vai escolher os produtos nas prateleiras, você prefere levar a embalagem em perfeito estado ou a que tem algum amasso? A que está em perfeito estado, é claro. Acontece que o conteúdo que está dentro de ambas é o mesmo. Então por que levamos sempre a que não está danificada?

Acontece que os consumidores tem uma tendência a comprar aquilo que é mais esteticamente agradável, apesar de saber que o conteúdo é o mesmo. Essa tendência explica porque algumas marcas se saem melhor que outras nas vendas. Além disso, esse é o motivo também pelo qual as lojas e supermercados são obrigados a realizar “queimas de estoque” de produtos danificados a um preço mais barato.

Outro exemplo claro de como a embalagem é relevante são os perfumes. Apesar do conteúdo ser o fator mais importante, os compradores levam muito em conta os detalhes do frasco e da caixa na hora de decidir se levam ou não o produto para casa.

Percebe a importância? Uma pesquisa realizada anualmente pela MeadWestvaco Corporation (MWV) reforçou essa ideia. O estudo mostrou que 60% dos consumidores repetem a compra quando a embalagem se mostra funcional e 38% são influenciados pela aparência dela. Então gestor, não menospreze essa etapa do processo de compra.

Pode-se dizer que a embalagem possui três funções:

Proteção dos produtos

Essa é a função básica. Uma embalagem serve primordialmente para proteger o produto ao longo do trajeto, independente do meio de transporte utilizado. O produto deve ser bem embalado para garantir que chegue ao seu destino sem danos ou alterações, mas ao mesmo tempo deve ser de fácil manuseio e armazenagem.

Informação

A embalagem deve conter o máximo de informações possível para facilitar a identificação por parte dos clientes.

Marketing

Essa é uma função muito importante. A embalagem é uma ótima oportunidade para aplicar uma estratégia de marketing inovadora e garantir o destaque da sua empresa em relação à concorrência, além de fidelizar os clientes. A embalagem leva a sua marca e transmite a qualidade dos seus serviços, especialmente no mercado de e-commerce, onde há menos pontos de contato direto com o consumidor.

Segue uma lista com algumas dicas para oferecer um serviço de embalagens eficiente:

1) Conheça seus produtos

Você deverá ter em mãos todas as principais características do seu produto (tamanho, peso, etc) para escolher de forma mais eficiente a melhor embalagem.

2) Ofereça um serviço personalizado

Essa estratégia pode custar um pouco mais caro, mas vale a pena.

Um estudo da empresa Dotcom Distribution apresentou que 4 em cada 10 consumidores compartilham fotos nas redes sociais de embalagens bacanas dos produtos que compram pela internet e que 35% dos clientes disseram já ter descoberto uma nova empresa após ver alguém utilizando embalagens dela.

Então não desperdice essa oportunidade, invista em estratégias de marketing capazes de conquistar seus clientes. Você pode realizar ações dentro das embalagens, como envio de brindes, folders, cartões, revistas e cupons de desconto.

3) Garanta a qualidade do serviço

Ofereça um serviço de qualidade, garantindo que o produto chegue no tempo e local certos e em bom estado. Um bom acabamento e o fácil manuseio também são cruciais. Essas ações sugerem que o produto foi bem tratado, e que o lojista se importou em enviá-lo com uma embalagem bonita, sem etiquetas mal feitas ou fitas adesivas excessivas.

Seguindo essas dicas, além de fidelizar os clientes você diminuirá os custos com logística reversa, já que os clientes ficarão satisfeitos ao receberem suas encomendas.

 

Fonte: Ecommerce Brasil

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Inadimplência abre o ano em desaceleração, com crescimento de 2,42% no mês de janeiro, aponta indicador CNDL/SPC Brasil

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

O ano de 2019 começa com sinais de acomodação da inadimplência. Dados apurados pelo Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontam que mesmo com o crescimento do número de consumidores negativados na comparação anual, o avanço foi menor em janeiro de 2019 ante os últimos meses, alcançando 2,42%.

Já o número de dívidas apresentou recuo de 0,29% no mesmo período, embora o volume de pendências continue crescendo em dois setores específicos: o de bancos, com avanço de 2%, e o de água e luz, com aumento expressivo de 14%. Em contrapartida, comércio e comunicação registraram queda de 7%.

O presidente da CNDL, José Cesar da Costa, destaca que apesar do avanço da quantidade de devedores, o número médio de dívidas vem caindo. “O problema da inadimplência, que cresceu muito nos anos mais recentes, ainda está longe de resolvido. Mas já se observa uma tendência de acomodação, que pode ser um prenúncio de melhora na capacidade de pagamento das famílias”, explica. “Este cenário só deve mudar quando a retomada da economia for percebida de fato pelos consumidores, ou seja, com a criação de novos empregos e o aumento renda”, observa Costa.

Brasil tem 62,08 milhões de negativados; região Sudeste é a região com maior crescimento da quantidade de inadimplentes.

Depois de alcançar níveis recordes, estima-se que o país tenha fechado o mês de janeiro com aproximadamente 62,08 milhões de brasileiros negativados, o que representa 40% da população acima dos 18 anos. No Sudeste, região que abriga a maior fatia da população, o número de negativados chegou a 26,5 milhões ou 40% da população adulta local. O contingente também é grande no Nordeste, com 16,7 milhões de inadimplentes ou 41% da população adulta. No Sul são 8,3 milhões de consumidores com CFP restrito ou 36% da população — a menor entre as regiões. Já no Centro-Oeste, o volume de negativados é de 5 milhões. No Norte, os negativados somam 5,6 milhões, sendo a maior proporção adulta local, com 46%.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o consumidor, que agora começa a livrar-se de dívidas atrasadas, deve cuidar para não voltar à inadimplência. “Não é baixo o número de consumidores que, depois de sair do cadastro de negativados, acaba retornando. Isso ocorre porque, em muitos casos, a inadimplência tem origem no mau uso do crédito e da falta de controle das próprias finanças. Nesses casos, é fundamental que haja disciplina para fazer a gestão dos ganhos e dos gastos, além de se reconhecer os limites do próprio orçamento”, orienta a economista.

Mais da metade dos consumidores entre 30 e 39 anos está inadimplente, somando 17,6 milhões.

Quanto à estimativa por faixa etária, a maior frequência de negativados continua entre os que têm idade de 30 e 39 anos. Em janeiro, mais da metade da população nesta faixa etária (51%) estava com o nome inscrito em alguma lista de devedores, somando um total de 17,6 milhões.

Outro destaque é a proporção significativa de inadimplentes com idade de 25 e 29 anos (44%), da mesma forma que acontece na população idosa, considerando-se a faixa etária entre 65 a 84 anos, em que a proporção é de 33%. Já entre os mais jovens, com idade de 18 a 24 anos, a proporção cai para 17%. 

Metodologia

O indicador de inadimplência do consumidor sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) têm acesso. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%. Baixe a íntegra do indicador e a série histórica em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos.

Fonte:  CNDL

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Vendas no comércio sobem 2,3% em 2018 e têm maior alta em cinco anos

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

comércio varejista nacional registrou um avanço de 2,3% em 2018, na comparação com o ano anterior. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse é o melhor resultado do setor desde 2013, quando o comércio havia expandido 4,3%. Foi o segundo resultado positivo consecutivo, ficando ligeiramente acima do desempenho de 2017, quando o índice subiu 2,1%. Mesmo assim, o crescimento acumulado de 4,4% nos últimos dois anos não recuperou a queda de 10,3% acumulada entre 2015 e 2016.

Apesar do crescimento no acumulado no ano, as vendas perderam fôlego no segundo semestre, como explica a gerente da Pesquisa Mensal do Comércio, Isabella Nunes. “Foi um semestre marcado pela alta do dólar, por incertezas diante do período eleitoral e pela recuperação da greve dos caminhoneiros, mas, no geral, com saldo positivo”, resume.

No índice mensal, as vendas de dezembro caíram 2,2% em relação às de novembro, no que foi o pior resultado para o mês desde 2000, porém cresceram 1,8% na comparação com dezembro de 2017. “Como em novembro houve uma disparada nas vendas por causa da Black Friday, já era esperado que dezembro registrasse queda”, explica Isabella.

Setores

As vendas da atividade que contempla os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceram 3,8% e registraram a maior influência positiva, seguida pelos setores de outros artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 7,6%, e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com 5,9%.

Já as atividades com as principais quedas nas vendas foram combustíveis e lubrificantes (-5%), tecidos, vestuário e calçados (-1,6%), móveis e eletrodomésticos (-1,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-14,7%).

“Supermercados, artigos pessoais e farmacêuticos englobam produtos que fazem parte do cotidiano das pessoas. Diante de uma economia estável, são setores que naturalmente apresentam crescimento. Já entre as atividades que caíram, destaca-se o setor de combustíveis e lubrificantes, que, em 2018, sofreram com alta nos preços acima da inflação”, diz Isabella.

Comércio Varejista Ampliado

Já no Comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, houve expansão de 5%. Vendas de veículos, motos, partes e peças (15,1%) e de na de material de construção (3,5%) puxaram o resultado.

Em dezembro, no entanto, houve queda de 1,7% em relação a novembro. O setor de Veículos, motos, partes e peças teve queda de 2% e o de Material de construção de 0,4%.

 

FONTE: Veja/Abril

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7 dicas para estar sempre dentro do prazo de entrega

Por Gabriel Philipe Dia em Dicas

Alguns exemplos são: falta de planejamento, prazos mal estimados, desorganização individual e má produtividade coletiva. Mas as soluções não são tão difíceis e acredite: você não está sozinho nessa.

O cumprimento do prazo de entrega é um problema na sua empresa? Que tal adotar práticas para evitar esse tipo de problema? Confira 7 dicas para melhorar o seu rendimento e o da sua equipe!

1- Trabalhe com organização

O primeiro passo para respeitar o prazo de entrega é ter um bom ritmo de produção. Para isso, organização é fundamental.

Para começar, organize seu espaço de trabalho. Tenha uma mesa limpa, com apenas os objetos que você precisa ao alcance das mãos, como carregador do notebook, mouse, caneta e bloco de papel, por exemplo. O excesso de coisas em cima da mesa pode te distrair e atrapalhar sua produtividade, além de poluir o ambiente visualmente.

Aplicativo para organizar seus afazeres

Utilize um bom aplicativo para organizar seus afazeres, como o Google Agenda ou o Trello. Eles ajudam a ordenar o que você precisa fazer diariamente, com a vantagem de emitir alertas para lembrar de cada tarefa. Calcule quanto tempo cada tarefa deve levar em média e programe-se para dedicar esse total de tempo exclusivamente a ela.

Saiba também priorizar tarefas. Organize sua agenda começando pelos afazeres que têm prazo de entrega mais curto ou aqueles que você pode fazer mais rápido.

Não importa qual seja, apenas tenha um sistema de organização e seu ritmo de trabalho vai melhorar muito! Dê o exemplo como líder e certifique-se de que todos na empresa consigam se organizar bem.

2- Respeite seus intervalos para descansar

Ninguém é produtivo 100% do tempo, por isso, insira pequenas pausas durante o dia de trabalho. Nelas, seja livre para fazer um lanche, alongar-se, andar um pouco, checar redes sociais ou só descansar a cabeça por alguns minutos. Incentive que a equipe faça o mesmo, pois assim o rendimento do seu time também vai melhorar.

Nesses períodos de pausa, nada de trabalho! Assim, você limpa sua mente e consegue voltar às tarefas com um olhar descansado e menos viciado, o que favorece que você encontre soluções mais facilmente, além de não se sentir tão exausto no fim do dia.

3- Cumpra seus compromissos

É muito importante que você cumpra com os seus compromissos, custe o que custar. A não ser que algo muito sério impeça, como um problema de saúde ou um acidente, é fundamental manter sua palavra com os clientes. Afinal, ela é a única garantia que eles têm de que o trabalho será feito e é por meio da confiança que vocês manterão uma boa relação.

Cumprir compromissos vai muito além de cumprir prazos de entrega. Você precisa dar ao seu cliente a certeza de que ele receberá o serviço pelo qual pagou. Para isso, no momento em que fecharem o negócio, mostre que você e sua equipe entendem as expectativas dele. Dessa forma, o cliente se acalma e torna-se até mais flexível com relação ao prazo, caso algum empecilho apareça no caminho.

Seja sempre verdadeiro: se você não for capaz de cumprir uma demanda, coloque as cartas na mesa e ofereça outra solução.

4- Faça perguntas

Aprenda a pedir ajuda e incentive sua equipe a fazer o mesmo. É preciso perder o medo de incomodar o cliente ou parecer despreparado por fazer todas as perguntas que forem necessárias.

Com as respostas em mãos, vocês prestarão um serviço de boa qualidade ao cliente, o que vai deixá-lo muito mais satisfeito. Por isso, sempre que uma demanda não ficar clara ou surgir alguma dúvida ao longo do caminho, você deve perguntar. Para o consumidor, para os colegas, para professores ou especialistas: o importante é conseguir as respostas!

5- Saiba negociar

Muitos prazos de entrega não são cumpridos porque foram mal estabelecidos. No momento de defini-los, os envolvidos não levaram em conta o tamanho real da demanda ou o grau de dificuldade da tarefa e estimaram menos tempo do que o necessário.

Esse tipo de situação é muito frustrante, tanto para você quanto para o cliente. Por isso, desenvolva formas de estimar o prazo ideal para um serviço.

Você pode padronizar alguns tipos de trabalho, por exemplo, registrando quanto tempo levou a última vez em que você conduziu uma reunião com sua equipe sobre um determinado cliente. Sempre que for fazer um orçamento para ele, será possível incluir esse tempo no planejamento do prazo de entrega de serviços. Faça isso com outras tarefas do dia a dia, principalmente aquelas que se repetem para todos ou vários consumidores.

6- Entenda seus limites

Assim como é preciso ter uma boa noção do seu rendimento, mais importante ainda é saber seus limites. Às vezes, em busca de mostrar produtividade e ganhar respeito, muitos colaboradores levam trabalho para casa, fazem horas extras e deixam de descansar para cumprir um prazo de entrega.

Se essa é uma realidade constante na sua empresa, é preciso repensar a forma como os prazos estão sendo definidos. Afinal, trabalhar até a exaustão pode prejudicar a qualidade do serviço.

Incentive que a sua equipe respeite os próprios limites de rendimento e faça o mesmo por você. Não aceite novos projetos se desconfiar que não conseguirá cumpri-los e não se desgaste para atender a um prazo. Assim, toda tarefa executada será feita em seu próprio tempo e sem correria!

7- Tenha bons hábitos

Após uma lista de dicas para melhorar o rendimento, o primeiro impulso é querer colocar tudo em prática imediatamente. Porém, mudar hábitos não é uma tarefa fácil, muito pelo contrário.

Por isso, introduza cada uma dessas dicas aos poucos no dia a dia da empresa e na sua rotina também. Desse jeito, você não cria nenhum tipo de choque e faz a mudança de forma gradual. Continue cultivando bons hábitos diariamente e corrija os pontos problemáticos com planejamento e calma. 

 

Fonte: MasterMaq

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Entenda a importância do feedback do seu cliente

Por Gabriel Philipe Dia em Dicas

Mas a importância do feedback dos clientes vai ainda mais longe. Confira, a seguir, alguns motivos que vão deixar claro por que você tem que ficar de olho no retorno do consumidor.

Identificação do seu público

Para vender mais, é preciso saber exatamente o que o consumidor procura, e, para isso, é preciso, em primeiro lugar, conhecê-lo muito bem.

Receber feedback dos seus clientes vai te ajudar a identificar a que grupo eles pertencem, quais são seus gostos e preferências, seu poder de aquisição, sua localização geográfica, e assim por diante. Com esses dados em mãos, será possível direcionar seus serviços ou produtos cada vez mais de forma a dar ao cliente exatamente o que ele deseja.

Melhoria no atendimento

Não é só os produtos oferecidos nem os preços que influenciam as vendas. O modo como o comprador é atendido também tem muito poder sobre sua decisão de compra (seja em uma loja física ou em uma estrutura virtual, no caso de um e-commerce), e não há outra maneira de saber se a estrutura oferecida pelo seu negócio é boa o suficiente: é preciso perguntar ao cliente.

Somente o feedback do consumidor vai indicar se a sua equipe de vendas está realmente bem-treinada e se as páginas do seu e-commerce funcionam da maneira esperada, portanto, não hesite em solicitá-lo ao cliente e aprimorar seu atendimento nos pontos necessários.

Garantia de uma imagem positiva

Não pedir um feedback ao cliente não significa que ele não dirá sua opinião sobre os seus produtos ou serviços: pelo contrário, se você não se preocupar em pedi-la para garantir sua satisfação no pós-venda, ele pode expô-la com estardalhaço e prejudicar a imagem do seu empreendimento.

O que não falta são veículos para espalhar mensagens negativas sobre a sua loja: redes sociais, jornais, mensagens instantâneas e até sites específicos de reclamações sobre empresas que não souberam atender bem o cliente após a venda.

Logo, pedir o feedback do cliente é também prevenir escândalos desnecessários envolvendo a sua empresa.

Tendências de mercado

Todo empresário sabe que basear sua linha de serviços ou produtos em suposições sobre o mercado é um grande erro. Mas o que muitos deles se esquecem é que, além disso, é preciso considerar que o mercado está em constante mudança.

Nesse contexto, contar com um feedback do seu público vai te ajudar a prever o surgimento de novas tendências no mercado e a se adaptar às novas exigências do consumidor com antecedência, de forma a sair na frente da concorrência.

Como pedir o feedback

Você pode escolher como inserir o canal de feedback para sua empresa de acordo com seu tipo de loja. Se for uma loja online, por exemplo, saiba que não basta apenas se limitar ao 0800. É preciso fazer uma avaliação para conferir qual o melhor canal para atender seus clientes (e-mail, redes sociais, mensagens SMS, etc.).

Facilitar a comunicação entre empresa e consumidor é fundamental para a imagem positiva e aprimoramento constante dos serviços qualquer negócio. Sendo assim, além de contar com canais de diálogo com o consumidor, invista também em uma ferramenta de gestão de pesquisas de satisfação e fique de olho no que o seu cliente realmente quer!

Fonte:  satisfacaodeclientes.com

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CDL ACIBOM e empresários doam colchões para Asilo São José

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

A forte chuva ao anoitecer da última quinta-feira (20/12), causou grandes danos ao Asilo São José, além de derrubar àrvores atingindo casas e carros.

Segundo a gerente do asilo, Lilian Cristina, várias telhas, cinco caixas d'água e o aquecedor solar foram danificados, além de um muro que cedeu. Devido ao forte vento, a água entrou nos quartos molhando vários colchões.

Logo pela manhã, voluntários se mobilizaram para realizar um multirão de limpeza no local. A CDL ACIBOM iniciou uma campanha, junto a empresários bondespachenses, para compra de novos colchões e reparo dos danos causados pela chuva. Em um dia, foram entregues 15 novos colchões ao Asilo São José e nos próximos dias mais ajuda chegará.

A campanha continua e toda ajuda é bem vinda. O Asilo São José conta com o nosso apoio!

 

 

Com informações de: G1

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