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Qualidade no atendimento: 6 dicas para fidelizar seus clientes

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Um atendimento cortês é requisito obrigatório para qualquer negócio. No entanto, com o mercado altamente acirrado, uma assistência de excelência pode se tornar um diferencial competitivo e destacar sua empresa da concorrência.

Quer saber o que fazer para aumentar a satisfação dos clientes? Continue a leitura e veja como usar o atendimento para gerar consumidores fiéis. Aproveite!

Quais são as vantagens do bom atendimento?

O atendimento ao cliente é tão importante que 68% dos compradores estão dispostos a pagar mais por um serviço ou produto que ofereça uma assistência de qualidade. Foi o que revelou uma pesquisa realizada pela NeoAssist sobre o estado dessa área no Brasil.

Alguns benefícios do suporte de qualidade são:

  • fidelização de clientes;
  • geração credibilidade e confiança para a empresa;
  • aumento do ticket médio.

Além do mais, um atendimento de excelência pode atrair novos clientes para o seu negócio. Afinal de contas, um comprador satisfeito indica outros consumidores para a sua loja.

Já um cliente contrariado não volta e ainda faz propaganda negativa da sua empresa. Quem nunca deixou de frequentar um estabelecimento porque foi mal atendido, não é mesmo?

O que fazer para garantir a qualidade no atendimento ao cliente?

Para um resultado eficiente, o processo de atendimento precisa ser estruturado. Veja, a seguir, 6 dicas para melhorar o atendimento e fidelizar clientes!

1. Ofereça treinamentos para os atendentes

Um atendimento de qualidade não é baseado na simpatia dos vendedores. Cada empresa apresenta suas particularidades, por isso é essencial oferecer uma qualificação interna para a equipe.

Durante o processo de capacitação, é possível passar todas as diretrizes da empresa e deixar os funcionários informados sobre os produtos e serviços ofertados.

Por isso, faça simulações de atendimento para identificar falhas e acertos no processo de vendas. Nesse momento, use exemplos reais de situações anteriores para mostrar o melhor caminho para agradar o cliente.

Outro aspecto importante para garantir a qualidade do atendimento é manter um time motivado. Funcionários satisfeitos conseguem gerar melhores resultados para a empresa.

2. Invista em tecnologias de autoatendimento

As inovações tecnológicas estão aí para agilizar a vida dos clientes e da empresa. Com os canais de autoatendimento, o cliente tem independência e pode resolver as demandas de forma autônoma.

Além da facilidade para os consumidores, a ferramenta permite que os atendentes fiquem dedicados a questões mais complexas, contribuindo para o aumento da produtividade e a redução dos custos. Mas cuidado para não dificultar o contato direto do consumidor com a empresa!

Veja alguns exemplos de canais de autoatendimento:

  • URA (Unidade de Resposta Audível): o consumidor tem acesso a um menu de opções pelo telefone e escolhe a alternativa desejada. Assim, ele é direcionado para o atendente mais apto a solucionar o seu problema. Muitas vezes, o menu eletrônico fornece todas as informações que o consumidor precisa, dispensando a necessidade da interação humana;
  • FAQ (Frequently Asked Questions): documento com as dúvidas mais frequentes dos consumidores. Assim, ele pode solucionar questões sem a necessidade de entrar em contato com a empresa;
  • totens: telas touchscreen com serviço interativo para realizar tarefas rápidas.

3. Disponibilize atendimento omnichannel

O omnichannel é a integração de diversos canais de atendimento. Essa é uma forma de melhorar a experiência do consumidor, pois ele terá mais opções de contato com a empresa.

Com a tecnologia, é possível que o cliente inicie o atendimento por telefone, por exemplo, e finalize pela internet sem precisar começar o processo todo novamente.

Isso acontece porque a ferramenta possibilita que todas as interações do cliente com a empresa fiquem armazenadas em um só lugar. Assim, é possível garantir o mesmo nível de atendimento em qualquer canal.

Essa facilidade é tudo que o cliente sempre sonhou. Afinal de contas, não há nada mais cansativo do que entrar em contato com a empresa para uma reclamação, por exemplo, e ter que repetir a mesma história diversas vezes.

4. Utilize uma ferramenta de CRM

O Customer Relationship Management (CRM) — em português, Gestão do Relacionamento com o Cliente — é um conjunto de estratégias focadas no cliente. A ferramenta é essencial para conhecer o público, oferecer um atendimento personalizado e fidelizar.

O CRM reúne informações valiosas sobre o consumidor, como nome, endereço, sexo, idade, contatos, classe social e interesses. Além do mais, é possível identificar o comportamento de compra e se antecipar às necessidades dele. Com base nessas informações, é possível implementar ações efetivas para agradar os clientes.

Além disso, a ferramenta possibilita a integração de departamentos, a automatização de processos e ainda gera relatórios analíticos.

5. Solicite feedback ao cliente

O melhor medidor de sucesso da sua empresa é a opinião dos clientes. O retorno dado por eles mostra informações relevantes sobre a qualidade do atendimento e possibilita a implementação de melhorias nos processos.

A estratégia mais eficiente para fazer isso é por meio do atendimento pós-venda. Essa é uma forma de mostrar que sua empresa está preocupada com a satisfação dos clientes e não apenas em vender. O resultado é um cliente fidelizado!

Outra ferramenta importante são as pesquisas de satisfação. Por meio desse estudo é possível coletar as opiniões dos clientes sobre os serviços da sua empresa. Contudo, vale lembrar que manter um cadastro de clientes atualizado é essencial para viabilizar esse contato.

Além do mais, monitorar as redes sociais também é um caminho para conseguir um retorno dos consumidores. Verifique todas as menções feitas a sua empresa nas mídias.

No entanto, não se preocupe com as reclamações. Elas são ainda mais valiosas do que os elogios, porque indicam as falhas do seu negócio. Após reconhecer o problema, você pode buscar soluções efetivas.

6. Monitore e mensure os resultados

Não acompanhar os resultados é um dos maiores erros de gestão que travam o crescimento da sua empresa. Sem essa análise, não é possível certificar que o negócio está no caminho certo.

Para isso, é essencial definir métricas para medir o desempenho do atendimento ao cliente. Veja alguns indicadores que podem ser usados:

  • tempo médio de espera: período que o cliente espera para ser atendido;
  • tempo médio de atendimento: período de conversação entre o cliente e o vendedor;
  • taxa de abandono: clientes que abandonam a ligação por causa da demora no atendimento ou por insatisfação.

Além disso, os feedbacks dados pelos clientes também fornecem informações para avaliar a qualidade do atendimento.

Manter a qualidade no atendimento ao cliente não é uma tarefa fácil. No entanto, a estratégia é essencial para garantir o sucesso da sua empresa. Afinal de contas, o cliente tem participação fundamental nos resultados de um negócio. Invista na assistência de excelência e colha os bons frutos!

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Fonte: Comércio em Ação

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WhatsApp no trabalho pode resultar em dispensa por justa causa?

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 126,4 milhões de usuários conectados à internet, o que representa aproximadamente 70% da população com 10 anos de idade ou mais. Hoje em dia é quase impossível encontrar alguém que não utilize o WhatsApp como ferramenta de comunicação. 

Segundo o instituto, o acesso à internet através do smartphone ultrapassou, desde 2016, o acesso via computadores no país.

Ninguém mais larga o celular, inclusive durante a jornada de trabalho. Por conta disso, é natural que o seu uso venha se tornando tema corriqueiro de advertências, suspensões e até mesmo de dispensas por justa causa nas empresas.

Mas, afinal, utilizar o WhatsApp no trabalho pode resultar em um problema ou não? Pode o empregador proibir o uso do celular?

Sim. O empregador possui o direito de proibir o uso do celular e, caso a ordem seja descumprida, a empresa poderá advertir, suspender ou até mesmo dispensar o trabalhador, não necessariamente nessa mesma ordem. Em alguns casos, o trabalhador poderá ser dispensado por justa causa logo na primeira infração. É para ser levada a sério a proibição. 

Ao contrário do que muitos pensam, não existe na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) um número mínimo ou máximo de advertências que caracterizem a justa causa. A lei fala apenas que a aplicação da pena deve ser proporcional à gravidade ou à reincidência do fato. 

O correto é que a questão seja analisada caso a caso e de forma proporcional ao ato praticado. Vejamos dois exemplos: um empregado que trabalha como auxiliar administrativo pode ser advertido na primeira ou segunda oportunidade e, caso continue descumprindo as ordens da empresa, poderá ser penalizado com uma suspensão ou até mesmo com uma dispensa motivada. Já um motorista de ônibus que for flagrado utilizando o celular enquanto trabalha, isto é, enquanto dirige, pode sim ser dispensado por justa causa já na primeira oportunidade, uma vez que uso do celular nessas circunstancias coloca em risco a vida dos passageiros. 

Após analisados esses pontos, ainda pode restar a seguinte dúvida: mas o WhatsApp também não pode ser utilizado como uma ferramenta de trabalho?

Pode, desde que autorizado expressamente pela empresa. Contudo, ainda assim os trabalhadores devem ficar atentos com o uso do aplicativo, em especial aos chamados grupos de WhatsApp. Não são raras as penalidades aplicadas por conversas ou pelo uso impróprio dessa ferramenta. 

Assim, a fim de evitar maiores transtornos, é preciso que o trabalhador fique atento ao que diz o regulamento interno da empresa a respeito do uso. Já os empregadores devem aplicar as penalidades de forma razoável e proporcional ao ato praticado, de preferência após o aval do departamento jurídico. 

Importante ressaltar ainda que, caso o empregado não concorde com a pena, a fim de reverter a justa causa aplicada, o trabalhador poderá ingressar com uma reclamação trabalhista na Justiça do Trabalho, que analisará se a penalidade aplicada pelo empregador foi proporcional ao ato praticado pelo empregado ou não. O ideal é que os patrões e trabalhadores tenham bom senso na utilização das ferramentas tecnológicas.

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Fonte: Administradores

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WhatsApp marketing para negócios

Por Gabriel Philipe Dia em Capacitações

Essa tendência de dinamismo se consolidou ainda mais no início de 2018. Naquele ano, foi lançada a versão para micro e pequenas empresas do aplicativo, o WhatsApp Business. Ele oferece recursos para que empreendedores utilizem o canal para impulsionar o negócio e se relacionarem de maneira mais próxima com os clientes.

É possível que você, empreendedor, já conheça bastante a ferramenta, assim como outros canais de atendimento e relacionamento. O Brasil ocupa lugar de destaque com mais 120 milhões de usuários ativos. Também por isso, é fundamental que os negócios se preparem para aproveitarem as oportunidades que o WhatsApp oferece.

O aplicativo é gratuito e está disponível, no Brasil, apenas para celulares que operam com sistema operacional Android. Em fevereiro de 2019, a Apple divulgou que a versão para IOS já estava sendo testada em versão Beta. Portanto, possivelmente, estará disponível em pouco tempo para os usuários que utilizam os dispositivos da empresa.

Por isso, neste artigo, vamos mostrar alguns pontos relevantes sobre o uso do aplicativo, que podem contribuir para o crescimento do seu negócio. Acompanhe!

Recursos do WhatsApp Business

A interface da versão corporativa do aplicativo é bastante parecida com a comum, composta também por opções semelhantes como a lista de transmissão, status, grupos e versão web para desktop. Além desses elementos, há recursos adicionais que a ferramenta disponibiliza na versão Business. Confira quais são:

  • Perfil empresarial: o empreendedor pode criar um perfil comercial com a descrição do negócio. Além disso pode incluir informações sobre produtos e serviços, endereço do site e de e-mail, além do telefone, facilitando e agilizando o contato.
  • Mensagens automatizadas: o aplicativo permite editar mensagens padrões. Estas por sua vez podem ser usadas em situações de ausência, saudação ou para responder as perguntas mais frequentes dos clientes.
  • Estatísticas: você pode analisar, por meio de métricas, o número de mensagens enviadas, entregues e lidas. Com isso, é possível identificar o engajamento dos seus contatos, medindo os retornos e avaliando os feedbacks recebidos.
  • Etiquetas: é possível organizar e classificar suas conversas com etiquetas disponíveis, para que sejam encontrados mais rapidamente. Cada etiqueta pode identificar um perfil de cliente, por exemplo: clientes com proposta encaminhada, clientes em pós-venda etc.

Agora que você já conhece os recursos disponíveis, vamos ver como usá-los. A forma de uso vale para iniciar ou melhorar a atuação com marketing via WhatsApp.

WhatsApp marketing é coisa séria

Apesar da facilidade e das novas e inúmeras possibilidades, o planejamento segue como um ponto fundamental da gestão dos negócios. Isso vale especialmente para os que pretendem se relacionar com clientes e fazerem vendas via WhatsApp.

Nessa jornada, cada detalhe deve ser observado para que a experiência seja positiva em cada ponto de contato entre marca e consumidores.

Relacionamento com o cliente

Quando você pensa em relacionamento com seus clientes, uma das opções oferecidas pelo Whatsapp Business para facilitar esse ponto é o recurso de automação. Ele pode ser usado para enviar mensagens pré-programadas, que serão encaminhadas de acordo com as regras que você estipular. Veja alguns exemplos:

  • Ausência: você pode determinar um horário de funcionamento no perfil do aplicativo.  Assim, o cliente será informado sobre o momento em que você estará disponível. Isso será ativado caso alguém envie mensagens fora do horário estipulado.
  • Saudação: outra possibilidade é você gravar uma mensagem de boas-vindas. Inclusive ela pode ser usada no primeiro contato do cliente com a empresa.
  • Respostas rápidas: o aplicativo também possui a opção de criar respostas rápidas. Elas permitem responder as mensagens mais recorrentes, como, por exemplo, agradecimento e despedida, dentre outras.

Estes recursos podem dar mais agilidade e profissionalismo aos seus contatos. Por isso, devem ser personalizados de acordo com seu negócio. E também segundo o comportamento do seu público durante a interação com sua marca.

Pós-Venda

Você também pode usar as ações de marketing no WhatsApp para melhorar o suporte e a retenção de clientes. É comum os produtos e serviços oferecidos pela empresa apresentarem algum problema. No entanto, isso não significa que falta qualidade.

Entretanto, o que vai determinar a satisfação dos clientes, nestes casos? A resposta é a velocidade com que você realiza o atendimento e resolve suas dificuldades. Os consumidores esperam um modo de comunicação rápido e direto, com respostas, preferencialmente, imediatas.

Nesse sentido, o WhatsApp pode ser uma ótima ferramenta para tirar dúvidas, dar orientações, receber feedbacks — tudo de forma prática e acessível.

Divulgação de produtos e serviços

Uma das mais importantes ações de marketing no WhatsApp, que você pode colocar em prática, está relacionada com suas vendas.

E, neste contexto, o recurso de etiquetas, oferecido pelo aplicativo, é extremamente útil. Ele permite utilizar as informações das pessoas que entram em contato com a empresa para criar um plano de vendas, divulgando seus produtos e serviços.

Nesse contexto, você pode segmentar seus clientes e contatos. Assim, você poderá divulgar opções de produtos e serviços adequados a cada perfil. Inclusive, você pode utilizar o recurso etiqueta para facilitar e elabore um plano de vendas para cada categoria.

Por exemplo, você pode criar etiquetas para organizar seus contatos, suas conversas por estágio de compra ou de relacionamento com sua marca:

  • A: Clientes fidelizados
  • B: Novos clientes
  • C: Prospects

A partir daí, você envia promoções de novos produtos para quem já é cliente. E também pode enviar dicas e novidades para os novos clientes, assim como demonstração de qualidade, garantia e atendimento os potenciais clientes.

Ou seja, você planeja suas ações de marketing no WhatsApp de acordo com o momento em que seus contatos se encontram.

Este foi apenas um exemplo, mas, você pode usar outras etiquetas, agrupando por região, por valor de compra, tipo de produto, por interesse, entre outras.

Listas de transmissão

Um outro recurso importante, que você pode incluir nas suas ações de marketing no WhatsApp, é a criação de listas de transmissão. Elas permitem enviar a mesma mensagem para até 256 contatos. Isso pode ser estratégico para escalar a divulgação do seu negócio e dos seus produtos.

Portanto, por meio delas, você pode oferecer conteúdo de qualidade, relacionados ao seu atendimento, às soluções que sua empresa oferece, educando seus contatos até o momento de realizar as vendas.

Um ponto importante a ser ressaltado é que, para criar uma lista de transmissão, as pessoas precisam ter o seu contato salvo no celular e você também necessita salvar os contatos delas no seu aparelho.

Isso significa que os seus clientes concordaram em receber seus comunicados, aumentando o engajamento e a sua taxa de conversão de vendas.

E você pode criar várias listas, inclusive organizando-as por momento de compra, semelhante ao que vimos nas etiquetas.

Conteúdo de qualidade

Uma das grandes vantagens do uso do marketing no WhatsApp é a sua versatilidade em termos dos conteúdos que podem ser enviados.

O aplicativo permite o envio de mensagens de texto, imagens e até mesmo vídeos, aumentando o engajamento dos contatos com a sua marca.

Você pode aproveitar os conteúdos postados nas mídias sociais da empresa, como um resumo de um artigo do Blog ou um vídeo do Youtube falando dos benefícios dos seus produtos, ou com depoimentos de clientes, entre outras ações.

Apenas tome cuidado para não exagerar na quantidade de envios, saturando seus contatos e prejudicando a imagem da empresa.

Estude o comportamento e as preferências dos seus clientes para encontrar a melhor estratégia.

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Fonte: Sebrae MG com Você

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Por que ter uma loja virtual com site próprio

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Quando alguém decide transformar um talento natural em negócio, toda a atenção é dedicada ao trabalho. Para vender, são utilizados canais como o Whatsapp, Instagram e outras redes sociais. Mas é importante que você tenha também uma loja virtual com site próprio e vamos explicar o porquê neste artigo.

Se você trabalha com artesanato, música, ensino de habilidades e outras áreas que exigem o desenvolvimento autônomo de um produto ou serviço, este artigo é direcionado para você. Entenda adiante a razão de ter um espaço próprio na web e como isso pode beneficiar suas vendas, garantindo sustentabilidade ao negócio.

Por que devo ter uma loja virtual com site próprio

O Instagram, Whatsapp e Facebook são pontos de contato importantes entre sua marca e seus clientes e devem ser valorizados. Mas fazer das redes sociais seu único ponto de vendas é como colocar toda a loja na vitrine — na verdade, uma vitrine que não é sua.

Uma página comercial no Facebook é um ativo que pertence ao próprio Facebook. Por mais tempo que você a tenha, por mais publicações que você impulsione, aquela página nunca será realmente sua.

É como, por exemplo, ser um agricultor e trabalhar em uma terra arrendada. Em poucos segundos, a terra pode ser tirada de você e o trabalho da sua vida não terá valido nada.

O mesmo acontece com seu perfil comercial nas redes. Você trabalha para atrair público, cria conteúdos engajadores, converte curiosos em clientes, investe tempo e dinheiro para, no fim das contas, não ter nada disso.

Com uma loja própria, hospedada em um domínio seu, a história é outra. Como lojista, você pode atrair o púlico para a sua página — inclusive a partir das redes sociais — se posicionar estrategicamente nos mecanismos de busca, processar pagamentos, segmentar públicos, criar fluxos de nutrição para diversas bases e ter um fluxo constante de compras sobre um investimento fixo.

Abaixo, separamos 5 benefícios de que você, lojista, pode desfrutar ao ter uma plataforma própria de e-commerce.

5 benefícios concretos que um site próprio garante às vendas

1. SEO

Hoje, ter um bom posicionamento no Google e em outros agregadores de ofertas pode garantir o sucesso de uma loja. A competição pelas primeiras colocações nos resultados de pesquisas tem se tornado cada vez mais acirrada. Ou seja, sem estratégia de posicionamento, sem vendas.

Com uma página nas redes sociais é mais difícil conseguir um bom posicionamento — afinal, seus produtos estão anunciados dentro de outra plataforma proprietária. Em um site próprio, é possível estruturar os anúncios de produtos e serviços de forma otimizada para SEO (Search Engine Optimization), atraindo clientes que buscam o item que você tem para oferecer.

2. Marketing estratégico

No Instagram, um usuário pode rolar a tela para cima e dar de cara com o seu produto ou anúncio. Com um simpels gesto, ele acessa outro post que atrai sua atenção ou até mesmo um produto concorrente do seu.

Ou seja, você não tem controle sobre a exibição das postagens no feed dos usuários. Conforme dissemos logo acima, a terra não pertence a você. As regras são feitas pelos donos, não pelos arrendatários.

Em uma loja virtual própria, a exibição dos produtos fica completamente sob seu controle. Dessa maneira, você pode destacar itens, exibir promoções e oferecer produtos de forma segmentada para cada consumidor, aproveitando oportunidades de upselling e cross-selling.

3. Controle do processo de vendas

O momento do pagamento é o mais crítico em vendas nas redes sociais. É a hora em que o cliente pode simplesmente desistir da compra, mesmo que toda a conversa tenha indicado seu interesse no produto.

Numa loja virtual, há outra percepção de valor. Você pode trabalhar outros aspectos da marca para mostrar ao cliente que aquele produto vale o preço cobrado.

Além disso, os meios de pagamento — seja por gateways, seja por intermediários como o PagSeguro — transmitem total confiabilidade na hora da compra e diversas opções de cobrança e de métodos de pagamento — incluindo os formatos recorrentes, ideal para quem vende serviços.

Na loja virtual, você também pode integrar um software CRM (Customer Ralationship Management) para trabalhar o pós-venda e tentar converter clientes que já visitaram sua loja ou que abandonaram o carrinho de compras.

Em suma, você tem todos os dados em suas mãos para utilizar de maneira estratégica e lucrativa.

4. Inserção de banners promocionais

Numa loja virtual, você tem controle sobre todos os espaços do site. Em vez de se preocupar com os melhores horários para postar promoções nas redes sociais, você pode focar em converter o público que já está na sua página com promoções.

É uma forma de aproveitar, por exemplo, períodos como a Black Friday. Segundo a Ebit, o comércio eletrônico faturou R$ 2,6 bilhões na data em 2018, 23% a mais do que no ano anterior.

Posts em redes sociais, mesmo com ofertas de descontos, ainda precisam passar por filtros de algoritmos que podem torná-los simplesmente irrelevantes.

5. E-mail marketing e conteúdo

Essa é a mina de ouro que cada lojista pode construir para si. Com um site próprio, é possível captar e-mails por meio de ofertas de conteúdo, transformando usuários curiosos em leads.

Cada lead tem uma história própria com a sua marca. Alguns já efetuaram compras, outros apenas conhecem a loja, há aqueles que ficaram insatisfeitos por alguma razão, dentre outros. Mas a sacada é conhecer cada uma dessas histórias e como se comunicar com as pessoas.

Para isso, existem os fluxos de nutrição — que nada mais são do que enviar o e-mail certo às pessoas certas no momento certo com a mensagem certa. É construir um relacionamento para que aquele cliente volte a comprar.

Outra possibilidade é utilizar bases próprias de e-mails para envio de ofertas e promoções — o chamado e-mail marketing. Ele está mais vivo e relevante do que nunca, basta ter cuidado para não enviar mensagens que possam ser identificadas como spams.

É importante enfatizar que nada disso significa que você deve abrir mão dos seus perfis nas redes sociais. Pelo contrário, é possível trabalhar estratégias para atrair o público das redes sociais para o seu site. O importante é não depender apenas de outras plataformas para garantir suas vendas e passar o resto da vida como um arrendatário.

Se você já deu o primeiro passo nesse sentido e criou uma loja virtual própria, saiba o que fazer de agora em diante.

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Fonte: Administradores

 

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Quais são as melhores condições de pagamento para seu cliente?

Por Gabriel Philipe Dia em Dicas

Porém, todo esse investimento pode ser perdido se as condições de pagamento forem inviáveis para o cliente.

No entanto, não basta facilitar o pagamento. Também é necessário buscar soluções que permitam reduzir a inadimplência. Trata-se de manter o equilíbrio entre dois aspectos essenciais: atratividade para o consumidor e segurança para o lojista.

Quer saber como fazer isso? Então, continue a leitura! Neste post, vamos falar sobre como sua loja pode oferecer as melhores condições de pagamento não só para os clientes, mas também para manter seu equilíbrio financeiro. Acompanhe!

Qual é a importância das condições de pagamento?

Em um passado recente, oferecer crédito era uma operação arriscada. Comerciantes que atuam há mais tempo no mercado se lembram de como “colecionavam” cheques devolvidos, que muitas vezes causavam prejuízos irrecuperáveis. Para estimular o consumo, muitos adotavam os carnês e, mais tarde, passaram a emitir boletos.

Embora essas alternativas de pagamento tenham evoluído ao longo do tempo, o fato é que nenhuma delas protege realmente o lojista da inadimplência. Mesmo que elas restrinjam o crédito do devedor, o fato é que não garantem o retorno do investimento e geram um custo considerável com ações de cobrança. Portanto, comprometem a saúde financeira do negócio.

Porém, muitos lojistas continuam a utilizá-las. Isso acontece porque variar as formas de pagamento é essencial para alavancar as vendas. Na maioria dos segmentos, são poucos os consumidores que conseguem adquirir bens e serviços pagando à vista e em dinheiro. O parcelamento ou, no mínimo, o adiamento são recursos para antecipar ou até mesmo viabilizar a decisão de compra.

Isso não significa que o lojista precisa se arriscar. Atualmente, o mercado já oferece alternativas mais seguras, mas que ainda convivem com esses antigos métodos de parcelamento ou crédito. Saiba quais são os principais.

Crediário

Algumas lojas oferecem crediário próprio, mas outras atuam como intermediárias para que o cliente obtenha crédito. Elas recorrem a bancos que realizam o financiamento, e a aprovação está sujeita a uma série de critérios estabelecidos pela instituição financeira. O consumidor recebe um carnê e precisa efetuar o pagamento a cada mês, no próprio estabelecimento, em bancos ou em outros locais autorizados.

Boletos

O boleto é uma alternativa barata para comerciantes e consumidores. Outra vantagem é o fato de que ele atende quase metade da população economicamente ativa que não tem uma conta bancária. O pagamento é feito em bancos, casas lotéricas ou nos Correios.

Cheque

Muitos estabelecimentos já não aceitam cheques. Para o comerciante, no passado, esse método de pagamento foi associado a altos níveis de inadimplência. Nos últimos 20 anos, com a popularização dos cartões, o uso desse método caiu 78%. É importante que sua aceitação seja respaldada por consulta a serviços de proteção ao crédito.

Cartão de débito

Com o cartão de débito, o consumidor efetua a compra à vista. Portanto, o dinheiro é imediatamente retirado de sua conta. Esse método é muito utilizado atualmente, pois atende as necessidades de quem evita andar com dinheiro pelas ruas por questão de segurança.

Cartão de crédito

No final de 2017, os cartões de crédito representavam pouco mais de 32% do consumo das famílias. Eles são uma opção cada vez mais usada pelos clientes, que contratam o financiamento dentro do limite estabelecido pela instituição bancária sem passar por um processo de análise a cada compra feita.

Para o lojista, essa também é uma opção vantajosa, especialmente devido à segurança. Ele recebe o valor da administradora do cartão, com o desconto de uma pequena taxa. A inadimplência, caso aconteça, se torna um problema da instituição financeira, que arca com o processo de cobrança.

Pagamento móvel

Estão surgindo algumas opções para pagamento por dispositivos móveis, como celulares e smartphones. Em alguns casos, é necessário acoplar um dispositivo ao equipamento, que se transforma imediatamente em uma espécie de máquina de cartão de crédito ou débito.

Também é importante ficar atento a outras opções que estão em fase de desenvolvimento ou lançamento, também utilizando esses aparelhos. A carteira digital Apple Pay está ativa no Brasil desde abril de 2018. A Samsung Pay disponibilizou um serviço concorrente.

Com essas opções, o lojista dispõe de um recurso seguro que precisa apenas de equipamentos utilizados pela maioria dos brasileiros. Portanto, vale a pena se informar sobre essa possibilidade.

Como escolher as melhores condições de pagamento?

Diante de tantas opções, o comerciante pode se perguntar: como escolher as melhores condições de pagamento para minha loja? Existem alguns critérios que podem ajudá-lo a tomar essa decisão. Falaremos dos principais a seguir!

Verifique as taxas cobradas pelas administradoras

Considere as taxas cobradas para a adoção de cada sistema de pagamento. No entanto, não limite sua análise a esses números. Faça um levantamento dos seus custos atuais com cobrança e das perdas que a inadimplência causou ao longo dos últimos anos.

Com esse cálculo, será possível avaliar se é realmente vantajoso adotar um determinado método de pagamento. Se você perceber que as taxas cobradas representam uma despesa menor que esses custos levantados, trata-se de uma boa opção.

Avalie as preferências do consumidor

É importante que os métodos escolhidos sejam também os mais usados pelo seu público-alvo. Especialmente se o grande volume de vendas acontece na sua loja física, observe que tipo de recurso as pessoas que frequentam o estabelecimento utilizam.

O cartão de crédito, por exemplo, é uma excelente alternativa. Porém, se o seu público não costuma ter conta em bancos ou não tem acesso a esse tipo de serviço, ele não atenderá um grupo grande de pessoas, prejudicando seu faturamento.

Atenda as necessidades de públicos diferentes

Existem públicos diferentes, como os que tem conta em banco e cartões de crédito e outros que não utilizam esses recursos. Certifique-se de que as opções que sua loja oferece atendem as necessidades de ambos.

Garanta sua segurança

Há opções mais ou menos seguras em cada modalidade. Utilize, na medida do possível, aquelas que oferecem um risco menor ao seu negócio, transferindo a responsabilidade da cobrança para as instituições financeiras.

Nos casos em que é necessário parcelar as compras em boletos ou cheques, por exemplo, faça a análise de crédito cuidadosamente. Recorra a instituições de proteção ao crédito, como o SPC, para avaliar os consumidores e minimizar seu risco de inadimplência.

Finalmente, estudar seu público-alvo é a melhor maneira de escolher as condições de pagamento mais adequadas. Isso vai ajudá-lo a identificar os métodos mais utilizados pelos seus clientes e selecionar, dentre eles, os que proporcionam maior segurança ao seu negócio.Os resultados são aumento nas vendas e satisfação dos consumidores.

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Fonte: Comércio em Ação

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