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FIEMG, AMIS E FECOMERCIO através de liminar na justiça, conseguiram suspensão do pagamento da Taxa de Incêndio em Minas Gerais

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Com a decisão, fica suspensa a obrigatoriedade do pagamento da Taxa de Combate a Incêndio, cujo vencimento está previsto para o próximo dia 31/05. Foi deferida, no dia 16/05, liminar judicial que desobriga o recolhimento da Taxa de Incêndio em Minas Gerais. A ação é resultado do questionamento da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e do Centro Industrial e Empresarial de Minas Gerais (CIEMG), com base na recente decisão proferida pelo STF no Recurso Extraordinário nº 643.247/SP, sobre a constitucionalidade da exigência da Taxa de Combate a Incêndios prevista na Lei Estadual nº 14.938/03. Através do Mandado de Segurança Coletivo nº 5067002-26.2019.8.13.0024, foi aprovada liminar solicitada pelas entidades. A decisão determina que o estado se abstenha de exigir a taxa de incêndio sobre toda a categoria econômica representada pelas entidades, ou seja, toda a indústria mineira, na condição de contribuintes/proprietárias de imóveis localizados no Estado de Minas Gerais cujo vencimento ocorrerá no próximo dia 31/05 referente a 2019.

Mais informações e esclarecimentos sobre o tema podem ser solicitados pelos telefones (31) 3263-4378 ou (31) 3362-5666 ou pelo e-mail: tributario@fiemg.com.br ou secretariaexecutiva@fiemg.com.br

Já a Associação Mineira de Supermercados (AMIS), ajuizou ação contra o pagamento da Taxa de Incêndio e obteve liminar que suspende a cobrança das empresas associadas à entidade.

O Superior Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, ao julgar o RE nº 643.247/SP, reconheceu, por maioria, a inconstitucionalidade da lei do Município de São Paulo que instituiu a "taxa de incêndio" e, à unanimidade, assim se posicionou: TAXA DE COMBATE A INCÊNDIO- INADEQUAÇÃO CONSTITUCIONAL. Descabe introduzir no cenário tributário, como obrigação do contribuinte, taxa visando a prevenção e o combate a incêndios, sendo imprópria a atuação do Município em tal campo. (RE 643247/SP-Relator(a): Min. Marco Aurélio-j. 01/08/2017 - Tribunal Pleno).

Embora a questão invocada diga com a possibilidade de o Município proceder à cobrança da chamada ‘taxa de incêndio’, o Ministro reforçou, na oportunidade, que sequer o Estado poderia instituir validamente taxa, já que se trata de atividade que é viabilizada mediante arrecadação de impostos e que a manutenção do corpo de bombeiros, que é um órgão estadual, e não municipal, é feita estritamente por impostos, e não por taxas.

Ao julgar caso semelhante, o Superior Tribunal de Justiça, por meio do RMS 23.170/MG (Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 08/05/2018, DJe 15/05/2018), assentou ser indevida a cobrança da Taxa de Incêndio cobrada pelo Estado de Minas Gerais.

Diante disso, a Associação Mineira de Supermercados (AMIS), ajuizou ação e obteve a liminar suspendendo a cobrança da Taxa de Incêndio exigida pelo Estado de Minas Gerais. Todos os associados da AMIS estão, enquanto a liminar vigorar, desobrigados do recolhimento da Taxa.

Para mais esclarecimentos, procure o setor de Relacionamento da AMIS: 31 2122-0500

Fecomércio-MG conseguiu a liminar, emitida pelo Judiciário no dia (28/05), que determinou a suspensão da exigibilidade do crédito tributário da Taxa de Segurança Pública relativa à utilização do serviço de extinção de incêndio. A partir de agora, as autoridades indicadas como coatoras deverão abster-se da exigência e da autuação dos contribuintes/proprietários de imóveis que são representados pela Fecomércio-MG em todo o Estado de Minas Gerais.

A entidade ingressou com Mandado de Segurança Coletivo (MS nº 5071328-29.2019.8.13.0024), que tramita na 2ª Vara de Feitos Tributários na Comarca de Belo Horizonte, para garantir o direito líquido e certo de seus representados quanto à inconstitucionalidade na exigência, com fundamento em recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), no RE 643.247.

Destaca-se que a decisão liminar tem natureza provisória, e depende da decisão final da ação judicial confirmar ou não tais efeitos. É importante destacar que o mandado de segurança fora impetrado em prol de toda categoria econômica do comércio atacadista, varejista, serviços, agentes autônomos, comércio armazenador, turismo e hospitalidade do Estado de Minas Gerais, associados da Fecomércio e em dia com suas obrigações estatutárias.

Ainda conforme Dra. Sara Sato explica, Assessora Jurídica da FCDL, é importante frissar que as liminares concedidas são referentes às cobranças referentes ao ano de 2019 apenas, que cobranças referentes a períodos anteriores não foram objeto de discussão das liminares, e que estas poderão ser cassadas.

Para outras informações, entre em contato com o Departamento Jurídico da Federação pelo telefone (31) 3270-3330 ou pelo e-mail juridico@fecomerciomg.org.br.

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Fontes:

Home » Noticias » Decisao-liminar-da-FIEMG-suspende-pagamento-da-Taxa-de-Incendio-em-Minas-Gerais

http://portalamis.org.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=730

http://www.fecomerciomg.org.br/2019/05/suspensao-da-cobranca-da-taxa-de-incendio/

Por Fecomércio MG Postado 28/05/2019 Em Jurídico, Notícia

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5 pilares da negociação bem sucedida

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Negociações estão presentes no dia a dia de todos os profissionais, mas poucos se sentem verdadeiramente confortáveis ao negociar. O risco de não alcançar seus objetivos ou de estremecer relacionamentos faz com que muitos a evitem a qualquer custo ou recorram a táticas de intimidação e proteção.

Negociar envolve acomodar interesses, para encontrar soluções que sejam mutuamente satisfatórias. É um processo contemplado por diversos aspectos, que resumo em 5 pilares essenciais:

1º Postura

A forma como se encara a negociação é determinante para o resultado. Se tratada como um combate, onde as pessoas se veem como adversárias e cada uma impõe suas posições a qualquer custo, o resultado será uma disputa simplista – em que ganhos para um lado resultam apenas de perdas proporcionais do outro, sem aproveitar sinergias entre as partes.

É possível, porém, tratá-la como um processo colaborativo, em que cada um possui peças que, se combinadas, podem gerar mais valor do que havia inicialmente.

2º Preparação

Para muitos, o ato de se preparar costuma se resumir à definição de um valor alvo e um mínimo aceitável - com possíveis propostas para alcançar algo entre eles. Mas a preparação pode ser muito mais inteligente e produtiva, considerando basicamente três pontos:

Mapeamento das partes: considerar todas as pessoas ou empresas que podem de alguma forma influenciar o acordo. A partir daí, monta-se uma estratégia que contemple o melhor momento para envolver ou afastar cada uma.

Interesses: o que se espera obter com a negociação. É preciso classificar os interesses por ordem de importância e tentar imaginar quais seriam os interesses dos outros envolvidos na negociação, para que seja possível pensar em formas de atendê-los, através de trocas inteligentes (com baixo custo para um e alto benefício para os outros).

Alternativas: o que cada um faria se o acordo não fosse possível. O poder na negociação é de quem possui alternativas mais fortes. Caso não possua boas alternativas, é preciso fazer movimentos fora da mesa de negociação para fortalecer suas opções.

3º Comunicação

Como a negociação surge de um problema, causado pela aparente incompatibilidade de interesses, as partes precisam se comunicar para identificar onde esses interesses são conflitantes e como podem se complementar. Isso envolve ouvir genuinamente (mais do que falar), para entender como o outro enxerga a situação, quais são suas reais necessidades e, a partir daí, poder formular soluções.

4º Táticas

Negociação envolve percepção e influência. A forma como cada um percebe o cenário, influencia as decisões e a visão sobre o que seria um bom acordo. As táticas são usadas para apresentar seus pontos sob a ótica mais favorável, tentando demonstrar que suas alternativas são fortes e que o acordo oferecido é mais vantajoso para os outros do que as alternativas que eles possuem.

5º Emoções

Tudo o que se construiu nos quatro pilares anteriores pode ser perdido se as emoções não forem controladas. É preciso administrar emoções como a raiva, que faz as partes se cegarem e deixarem de focar nos aspectos objetivos, desperdiçando bons acordos apenas para retaliar o outro. Ao sentir que a negociação está tomando rumos com alta carga emocional, pedir uma pausa e retomar em outro momento pode ser uma boa solução.

Sentir-se confortável nas negociações cotidianas depende de prática. Ao atentar para os cinco pilares da negociação (antes, durante e depois de cada processo), a percepção sobre as sutilezas que envolvem cada acordo ficará mais clara, e negociar se tornará um processo mais natural e positivo.

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Fonte: Administradores.com

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Ser líder não é um cargo ou um título, mas ação e exemplo

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Nós todos tivemos chefes ruins em algum momento. Mas quantos de nós fomos sortudos o suficiente para ter um chefe bom de verdade? Mesmo que você tenha, eles são raros.

Existem certas qualidades que os bons chefes parecem incorporar, então se você está tentando ser o melhor gestor possível ou se você está procurando por um líder para a sua empresa, confira abaixo algumas características para ter em mente.

“Liderança não é uma posição ou um título, é uma questão de ação e exemplo”. — Cory Booker

O que faz um bom gerente?

Inspiração

Eles são inspiradores. Eles extraem o melhor dos seus funcionários. Eles não micro-gerenciam. Eles criam uma cultura positiva no ambiente de trabalho e dão às pessoas asas para alcançar níveis mais altos.

Integridade

Uma coisa é dar aos funcionários um discurso motivador, mas outra é, de fato, fazê-los acreditar nele. Bons chefes são confiáveis. Eles são responsáveis. Eles esperam que todos se responsabilizem por suas ações.

Humildade

Grande líderes não se rodeiam de funcionários que só concordam com o que eles falam e nem precisam que seus egos sejam constantemente massageados. Eles estão sempre buscando oportunidades de ajudar e servir aos outros.

Empatia

Líderes que possuem essa característica não estão interessados só nos assuntos da base da empresa, mas também nas pessoas responsáveis por ela. Eles entendem as necessidades dos seus seguidores.

Tomadas de decisão

Eles são bons tomadores de decisões. Eles aceitam feedbacks honestos e não têm medo de seguir opiniões que diferem das deles, porque o foco deles é fazer o que é melhor para todos.

Suporte

Eles investem em pessoas. Tais gerentes incentivam os funcionários a crescer e evoluir. Eles recomendam e oferecem oportunidades para seus liderados alcançarem todo o potencial deles.

Humor

Dirigir um negócio não é piada, mas um chefe excepcional tem que ser capaz de ver o humor das coisas. Eles são fortes mas têm um coração leve. Eles não os levam tão a sério e acalmam seus funcionários especialmente em situações tensas. Eles têm um bom senso de humor.

Admiração

Eles admiram os funcionários. Suas paixões são as pessoas. Eles fazem todo mundo com quem entram em contato sentirem-se valorizados. Quando os colaboradores encontram um chefe que realmente os admira, eles ficam dispostos a ir além para alcançar resultados de sucesso.

“Um bom chefe é melhor do que uma boa companhia. Um bom chefe vai lhe disciplinar, lhe treinar e lhe desenvolver.” — Jack Ma

Os frutos do mau chefe

Um chefe ruim pode lhe deixar doente. Estudos comprovam que ter um chefe ruim aumenta em 60% o risco de ataque cardíaco. Altos níveis de estresse estão diretamente relacionados à aterosclerose, uma doença nas artérias que resultam doenças cardíacas.

Por que um gerente ruim aumenta o risco de uma doença no coração? O estresse e a ansiedade causados por metas inalcançáveis, falta de apoio, práticas injustas e ameaças de punição.

Chefes ruins estão em abundância no ambiente de trabalho, o que resulta constantemente em baixo engajamento dos funcionários. Líderes egoístas podem ser tanto destrutivos quanto ineficazes.

Funcionários sonham com bons chefes. Um estudo recente comprova que 56% dos empregados aceitaram uma redução de 10% do seu salário para ter um bom chefe.

A maioria das companhias não pensa, atualmente, em bons gerentes como um benefício ou algo a se publicizar para atrair pessoas, mas esse é o melhor incentivo para reter os melhores empregados. Nem todo o dinheiro ou benefícios do mundo são capazes de reter um bom quadro de colaboradores se eles têm um gerente ruim que faz o tempo de trabalho deles algo miserável.

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Fonte: Administradores.com

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Fidelização do cliente: saiba como usá-la a favor da sua empresa

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Manter clientes fiéis a uma marca ou produto é uma tarefa difícil, enfrentada diariamente pelas empresas. Quando o assunto é vendas, oferecer benefícios que cativam o seu consumidor é tão importante quanto planejar ações para a captação de novos clientes. Segundo a ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização), entre o terceiro trimestre de 2017 e o de 2018 houve um aumento de mais de 15% nos cadastros de programas de fidelidade no Brasil, demonstrando que a fidelização do cliente vem crescendo no Brasil.

Mas o que é a fidelização do cliente e como ela impacta os negócios?

A fidelização do cliente gira em torno de oferecer benefícios, recompensas e/ou serviços personalizados ao consumidor para que ele utilize um serviço ou compre determinado produto com a mesma marca mais de uma vez.

Aumento das vendas, retenção de clientes, informações chave sobre consumidores, entre outros benefícios são outras maneiras de como a fidelização do cliente impacta os negócios. O investimento em fazer os consumidores já fidelizados voltarem a comprar é menor do que o custo de atrair um novo cliente, e, outra vantagem da fidelização do cliente é a transmissão dos ideais da empresa pelos consumidores fiéis que acabam atuando como atração de novos clientes.

Entenda seus clientes e personalize

Em um mercado extremamente competitivo, é difícil para as marcas conquistarem o engajamento do consumidor – e ainda mais difícil conquistar a fidelidade do cliente. Para inovar, as marcas precisam tratar seus clientes como indivíduos, reconhecendo claramente as nuances específicas de quais ofertas e recompensas são disponibilizadas e por quais canais de comunicação os clientes serão mais envolvidos.

Sem personalização, as marcas correm o risco de perder o interesse de seus clientes. De fato, muitos consumidores acabam ignorando a maioria das comunicações das marcas porque não são relevantes ou personalizadas.

Por fim, entender quem é o cliente, quais são suas preferências e como seu comportamento pode ser influenciado deve ser o ponto de partida. Usar os dados para manter-se ciente do que está levando os clientes a comprar e precisamente como eles gostam disso, ajuda as marcas a planejarem suas ações e manterem uma base de clientes leais e felizes.

Use dados ao máximo

Os dados do cliente são essenciais para cultivar relacionamentos de longo prazo com o cliente. Ter mecanismos eficazes para coletar e analisar um conjunto avançado de dados do cliente é o grande diferencial para as marcas. E garantir que os insights estão sendo usados para criar interações significativas e incentivar clientes atuais e novos, por meio de ofertas especiais e recomendações personalizadas é fundamental.

Assegurar que os dados do cliente estejam no centro das decisões dos programas de fidelidade é essencial para proporcionar interações mais significativas em cada estágio da jornada do cliente, conduzindo, em última análise, a uma base de clientes mais dedicada. Os clientes estão depositando confiança nas empresas compartilhando suas informações, de modo que ela sirva bem as marcas para usá-las efetivamente, a fim de construir um relacionamento mais forte e duradouro.

Otimize o uso da tecnologia

No futuro, haverá muito mais maneiras de interagir com os clientes e melhorar a comunicação entre eles e as marcas - do reconhecimento facial/voz ao blockchain.

Por isso, é fácil cair na armadilha de acreditar que apenas a tecnologia fará toda a diferença para os programas de fidelidade, mas, ao menos que as marcas tenham a capacidade de maximizar estrategicamente os dados captados dos clientes para entender seus comportamentos e preferências, é improvável que a tecnologia mantenha a fidelidade dos compradores.

Aumentar o orçamento para tecnologias de fidelidade é um passo positivo, deve ser feito com cuidado e atenção aos dados do cliente, caso contrário, as marcas podem encontrar-se lançando atualizações chamativas para programas que os clientes não entendem ou não querem.

Inovação incentiva a fidelização

Lançar ou relançar um programa de fidelidade é uma grande tarefa. As empresas devem procurar outras maneiras de conquistar a fidelidade do cliente que não se baseiem apenas em grandes descontos, o que geralmente encoraja uma mentalidade de "pegue e solte".

Os relacionamentos com programas de fidelidade podem ser aproveitados para incentivar compras em que o cliente ganhe algo que os fará retornar, em vez de apenas receber algo com valor mais baixo e não voltar à loja. Pense em pontos em dobro para os membros sobre produtos que eles adoram - preenchendo a lacuna entre personalização e recompensa.

Entenda que o valor é mais do que apenas preço

Um erro comum em um mercado altamente competitivo é assumir que o preço é o único fator para as decisões de compra. O valor é tipicamente medido através do custo e da experiência geral. Ao obter uma compreensão mais profunda de seu cliente, o que eles valorizam e, em seguida, identificar as oportunidades "valiosas" com melhor relação custo-benefício, as marcas podem atender melhor as necessidades dos clientes e melhorar os relacionamentos a longo prazo.

As marcas devem entender que a experiência é uma consideração vital. Mas é uma escala móvel para cada cliente. É o uso inteligente de dados que ajudará você a identificar e entregar essas preferências individuais e um fator determinante para saber se sua marca oferece uma experiência que mantém seus clientes envolvidos e voltando para mais.

Embora preços competitivos e ofertas irresistíveis possam atrair novos clientes, as marcas podem fazer mais para desenvolver relacionamentos duradouros com os clientes durante e após uma venda para motivar a repetição personalizada. Se os clientes se identificam como parte da cultura e da base de clientes da marca é possível obter uma conexão mais personalizada com eles.

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Fonte: Administradores.com

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Por que juventude é necessária para as empresas?

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Diariamente algo novo é construído e, prova que, nos dias de hoje, não há mais margem ao impossível. Novas tecnologias e métodos são criados para melhorar o processo de empresas a fim de que elas não fiquem para trás perante as novidades da globalização para o mercado. Entretanto, esse é um processo difícil e exige pessoas capacitadas para desenvolvê-lo.

A modernização não se faz apenas com a compra de novas tecnologias e o uso superficial delas. Parte desde a contratação de funcionários que consigam acompanhar a evolução e tenham um pensamento a frente, até à adaptação dos colaboradores antigos aos novos métodos de trabalho. São necessárias adequações para que a instituição esteja apta a usar tal mecanismo, ainda mais quando se trata de implementar um novo sistema.

Nesse sentido, a inserção de jovens pode fazer a diferença na mudança de visão da empresa. Sendo preparados desde a universidade para acompanhar tudo de novo que o mundo tem a oferecer, as novas cabeças do mercado de trabalho precisam de oportunidades e experiência para desenvolver esse pensamento inovador. O intercâmbio de gerações se torna fundamental.

Apesar da importância, apenas 8,9% dos estudantes de ensino superior estão estagiando. A informação da Associação Brasileira de Estágio mostra que, mesmo com todos os recursos existentes hoje, as organizações não têm contratado pessoas em início de carreira. A falta de iniciativa das empresas pode prejudicar o desenvolvimento de possíveis empreendedores e bons colaboradores.

Com isso, é possível perceber que, ainda que possa ser a solução para diversos problemas, o potencial dos jovens não é explorado por falta de oportunidades. O atraso não só prejudica o desenvolvimento, como também o crescimento das empresas, que acabam demorando a integrar novos pensamentos em seus conceitos.

Hoje, ainda na universidade, os jovens têm acesso a novidades que o mercado está oferecendo e são moldados a pensar diferente de pessoas que estão no ramo há muito tempo. Ainda que inexperientes, eles contam com um leque de opções de aprendizado maior do que nunca. Além das aulas convencionais, os alunos têm a possibilidade de frequentar atividades extracurriculares, que vão desde palestras a tarefas com âmbito profissional. Ainda é possível ingressar nas empresas juniores, que oferecem aos estudantes situações reais do cotidiano da profissão, projetos de extensão, cursos dos mais diversos segmentos e contato direto com o propósitos pregados pelo movimento, que buscam contribuir para um Brasil mais empreendedor.

Infelizmente, as oportunidades oferecidas pelas universidades não são para todos. Em um país, onde o desemprego afeta 11,4% da população, os jovens passam a ser a solução. A educação se mostra como o antídoto para que o cidadão seja mais capacitado e ajude a mudar o atual cenário do País. Essa evolução não é boa apenas para as empresas que vão aderir grandes profissionais em suas instituições, mas também para o Brasil, que vai crescer junto com cada novo estudante formado.

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Fonte: Administradores.com

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5 razões para sua empresa investir no desenvolvimento de pessoas

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

É fato: desenvolvimento de pessoas e treinamentos corporativos não estão no topo da lista de prioridades das companhias brasileiras. De acordo com a última pesquisa Panorama P&D 2019, o investimento médio anual das empresas na área corresponde a 0,58% do faturamento — ou 1,62% sobre a folha de pagamentos.

O país se recupera de uma crise econômica e é natural que as organizações ainda estejam com os cintos apertados. Entretanto, investimentos em desenvolvimento de pessoas garantem benefícios de médio e longo prazos que podem ser cruciais para o sucesso do negócio.

Conheça abaixo 5 razões incontestáveis para que sua organização não apenas invista mais em pessoas, mas também desenvolva um planejamento estratégico de T&D.

Sua empresa se tornará mais competitiva

É assustadoramente comum que empresas enxerguem funcionários como peças de engrenagem. É uma herança do modelo de trabalho que emergiu com as Revoluções Industriais e que tende a desaparecer com o avanço da Indústria 4.0.

Não é por acaso que, nos próximos sete anos, 30 milhões de empregos — 54% da força de trabalho — devem desaparecer apenas no Brasil por conta da automação das tarefas, segundo pesquisa recente da UnB.

Um dos caminhos mais seguros para sua empresa aumentar a produtividade e se tornar mais competitiva de maneira sustentável é investindo nas pessoas.

E não se trata apenas de desenvolver habilidades utilitárias, como o manuseio de máquinas e produtos. Competências de negócios, liderança e de relações humanas, por exemplo, são cruciais para o sucesso profissional e organizacional.

Profissionais capacitados tornam a empresa mais resiliente às crises e mais competitivas em meio às oportunidades. O acesso ao conhecimento permite o surgimento de novas ideias e identificação de nichos de negócios por qualquer pessoa, independente da posição hierárquica.

Empresas ágeis tendem a aproveitar melhor as chances diante de uma nova tendência. Mesmo quando falham, conseguem se recuperar rapidamente e angariar novas experiências.

Para ser uma empresa ágil, produtiva e competitiva, é necessário ter processos funcionais e pessoas capacitadas e em atualização profissional permanente.

O turnover tende a cair

A rotatividade nas empresas brasileiras historicamente é superior a 40%, segundo o DIEESE — ou seja, o fluxo de entradas e saídas é quase a metade do corpo de funcionários que permanece nas empresas.

É um volume médio alto, embora o padrão varie de acordo com o setor e o segmento de cada empresa, especialmente se o modelo de negócios é associado à sazonalidade.

Ajustes financeiros, operações de fusão e aquisição, baixa motivação dos colaboradores e abertura de novas frentes de negócios estão entre as razões para aumentos pontuais no turnover.

Porém uma alta rotatividade — seja por decisão da empresa ou por insatisfação dos funcionários — é danosa para o cotidiano.

Um novo funcionário, até que alcance o pleno domínio das suas funções na empresa, requer investimentos e uma certa margem para erros. Quando um mais antigo e experiente é substituído por alguém novo, há uma perda natural de produtividade.

O treinamento e desenvolvimento de pessoas é um aliado de primeira para a redução da rotatividade. Por um lado, capacita e prepara as pessoas para fazerem mais do que apenas o seu trabalho.

Por outro, aumenta a moral das equipes e deixa a mensagem de que a empresa tem interesse no crescimento individual, um fator determinante para que a própria organização seja bem sucedida.

A motivação e o ânimo dos funcionários aumentam

Estar motivado não é apenas gostar do que faz, mas saber que existe um propósito na atividade desempenhada, ter a garantia de que o tempo e esforço investido faz a diferença nos resultados da organização e ter um bom relacionamento no trabalho.

Conforme demonstrado fartamente nos estudos de Hawthorne, a integração social desempenha um papel importante na eficiência dos funcionários. É como se cada empresa fosse um recorte longitudinal da sociedade.

Investir em T&D, portanto, tem um impacto direto na capacidade individual de entrega de resultados. Sua eficácia atinge tanto a capacidade funcional do indivíduo quanto a integração social dele com o grupo.

A execução da estratégia tem maiores chances de sucesso

Na imensa maioria das empresas — tanto as de pequeno porte quanto grandes organizações — o problema não é o planejamento estratégico, mas a sua execução.

Passar as ideias do papel para a realidade é um desafio complicado. Há um fator que tanto pode ser um obstáculo quanto um aliado: as pessoas.

A comunicação da estratégia e a capacidade do corpo funcional de executá-la depende de uma política de investimentos em T&D. Não basta ter vontade e pedir explicitamente que as pessoas façam como está escrito.

Isso porque a realidade é mais ampla do que qualquer diagnóstico. Imprevistos acontecem, situações que sequer foram imaginadas se interpõem e cabe às pessoas pensarem em soluções, flexibilizar a estratégia para que o objetivo final seja alcançado.

Sem um pessoal treinado e capacitado, a execução da estratégia pode falhar aos primeiros sinais de imprevistos.

Seus clientes serão atendidos como você nunca imaginou

Mesmo na era da automação, todos os funcionários da sua empresa são pessoas que trabalham para resolver problemas de outras pessoas — seus clientes. E sem clientes, não há empresa que sobreviva.

Se uma empresa não investe no treinamento e desenvolvimento de seus funcionários, é difícil esperar que eles atendam os clientes com a qualidade e prontidão necessárias.

Ou seja, funcionários mal preparados sugerem que uma empresa não carrega uma grande preocupação com a satisfação e bem-estar dos seus clientes. E isso é um problema sério, porque os consumidores percebem quando são mal atendidos.

Investir no capital humano é a melhor jogada que sua empresa pode fazer no mercado neste momento. O contínuo desenvolvimento de pessoas garante benefícios sustentáveis ao longo do tempo, tornando sua empresa mais ágil, adaptável, eficiente e pronta para resolver os problemas da clientela.

Se você tem interesse em investir no capital humano da sua organização, conheça os cursos da Innovia Training & Consulting. Há diversas opções para empresas de todos os setores.

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Fonte: Administradores
 

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