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7 dicas para fazer seu tempo render e aumentar a produtividade

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Lidar com trabalho, estudo, família, saúde e tantas outras atividades pode deixar os empreendedores sobrecarregados, gerando estresse e baixa produtividade. Os desafios são dobrados para aqueles que, além de ter o próprio negócio, ainda trabalham em alguma empresa formal ou desempenham outras ocupações.

Além de lidar com clientes e fornecedores, os empreendedores precisam tomar diversas decisões enquanto gerenciam funcionários, organizam questões financeiras, definem estratégias de marketing e muito mais. Nesse mundo empresarial onde exercer multitarefas é questão de sobrevivência, organização é a palavra-chave para fazer o tempo render. Afinal, o dia tem 24 horas para todos, e saber aproveitar cada minuto é um grande fator de sucesso no mercado e na vida pessoal.

Por isso, é essencial aprender a priorizar atividades e gerenciar bem o tempo. Um problema muito comum entre empreendedores, por exemplo, é o excesso de reuniões que duram horas e tratam de assuntos que poderiam ser resolvidos por e-mail. A caixa de mensagens, aliás, quando mal gerenciada, pode acabar roubando muito tempo dos profissionais, exigindo o controle e avaliação adequada do grau de urgência das demandas recebidas. 

Selecionamos algumas dicas e ferramentas para auxiliar os empreendedores a organizar a rotina, aumentar a produtividade e fazer o tempo render. Confira!

Como fazer o tempo render e aumentar a produtividade?

Existem diversos mitos sobre produtividade. Entre eles, estão as frases: “para ser produtivo é preciso dormir menos”, “para ter maior produtividade é preciso trabalhar incansavelmente” ou ainda “é mais produtivo quem entrega o maior número de projetos em menos tempo”. Todas essas ideias podem até gerar alguns resultados positivos, como ampliar o número de entregas em determinado período. Porém, a longo prazo, outras áreas da vida do profissional podem ser afetadas, como a saúde e a família, sem falar que a qualidade do trabalho entregue e a motivação do profissional podem cair. 

Na verdade, produtividade trata-se de aproveitar o tempo da melhor forma e está muito mais relacionada à priorização e recusa de algumas tarefas do que com a realização de inúmeros projetos ao mesmo tempo. Os empreendedores, principalmente os microempreendedores individuais, tendem a centralizar as diferentes demandas do negócio. Dessa forma, ficam totalmente sobrecarregados e com a impressão de que precisam trabalhar cada vez mais para dar conta de tudo, ou pior, que não dão conta e que devem desistir dos seus sonhos. 

Por isso, um dos primeiros passos para aumentar a produtividade é compreender que, para fazer o tempo render, é preciso aprender a priorizar, delegar e negar algumas atividades. Com isso, os profissionais podem se concentrar naquilo que realmente importa, entregando serviços com maior qualidade e também velocidade, uma vez que estão focados no desenvolvimento de projetos específicos.

A seguir, listamos outras 7 dicas práticas para auxiliar os empreendedores a aumentar a produtividade.

1) Use a tecnologia

Existem inúmeros aplicativos e ferramentas digitais gratuitas que podem auxiliar os empreendedores a organizar suas tarefas, lembrar dos seus compromissos e promover uma melhor gestão do tempo, tais como:

  • Trello – organização de projetos com cards e listas;
  • Asana – gestão de equipes e projetos;
  • Pomodoro – gestão do tempo;
  • Agenda Google – organização de tarefas e agendamento de compromissos:
  • Todoist – priorização de atividades e controle de demandas.

Todas essas ferramentas podem ser utilizadas em dispositivos móveis, ampliando o controle do tempo e das atividades a serem realizadas no dia a dia.

2) Tenha reuniões curtas

Anteriormente, falamos como algumas reuniões podem ser totalmente improdutivas. Além de recusar reuniões desnecessárias, para otimizar o tempo e aumentar a eficiência desse tipo de compromisso, é essencial definir uma pauta prévia, pesquisar sobre o tema e preparar algumas perguntas aos envolvidos. Isso garantirá que os objetivos da reunião sejam alcançados. Fique atento também ao tempo máximo previsto, que não deve ser ultrapassado. Indique aos demais participantes que você tem outros compromissos após a reunião. 

Outra dica é instituir a realização de reuniões curtas, e até mesmo em pé, o que irá fazer com que as pessoas sejam mais diretas e objetivas.  

3) Planeje só 70% do dia

A falta de planejamento das atividades que devem ser realizadas pelo empreendedor pode ser uma grande cilada. Muitos profissionais acabam vivendo um dia de cada vez, sem ter uma visão adequada de suas demandas, resolvendo questões mais urgentes e deixando de lado outras tarefas (que logo viram questões urgentes). Esse comportamento reativo pode diminuir a produtividade dos profissionais, uma vez que algumas atividades que também são importantes acabam ficando de lado. Além disso, o senso de urgência e o estresse podem afetar a qualidade dos serviços e projetos realizados de última hora.

Por isso, é essencial realizar um planejamento diário, semanal, mensal e anual. Esse planejamento deve conter as atividades a serem realizadas, as prioridades, metas e objetivos do empreender – que deve ser realista na sua capacidade para resolver e realizar cada tarefa, deixando um tempo vago para os imprevistos. 

Lembre-se: o planejamento permite gerenciar o tempo e realizar as atividades que são mais importantes para o empreendedor a curto e longo prazo.

4) Evite distrações

A habilidade de se concentrar em uma tarefa mesmo com as interferências do ambiente não é para qualquer um. Há um universo de distrações nos sites, redes sociais, grupos de trocas de mensagens, notícias de última hora… e tudo isso sem nem mesmo sair do lugar, usando apenas um dispositivo móvel. Em ambientes conjuntos de trabalho, é importante usar alguns recursos para evitar conversas paralelas em momentos inadequados. Além do famoso fone de ouvido, uma boa saída é utilizar o Pomodoro. 

É uma técnica que auxilia a manter a concentração total em uma única atividade por 25 minutos. Após o período, é possível fazer uma pequena pausa de 5 minutos para ir ao banheiro ou trocar uma rápida conversa com outro colaborador. Se houver interrupções durante os 25 minutos, indique ao seu colega que está terminando uma atividade importante, e que em poucos minutos fará uma pausa.

5) Desprenda-se do e-mail

O acompanhamento da caixa de e-mails durante o dia pode diminuir a produtividade e tirar o foco do trabalho. Por isso, selecione dois ou três momentos do dia para ler e responder os e-mails, como no início da manhã e no final da tarde. Responda fora do horário, apenas as mensagens realmente urgentes. Lembre-se também de desativar os e-mails publicitários que não tem interesse e que acabam enchendo a sua caixa de mensagens. 

Ao escrever e-mails, tente ser o mais objetivo possível e utilizar tópicos que facilitam a leitura.

6) Tenha horários para certas tarefas

Ao planejar as tarefas do dia é essencial separar um tempo para organizar as tarefas a serem realizadas, otimizando ao máximo o tempo para produção e desenvolvimento dos projetos. Na prática, é como fazer um bolo. Nunca comece uma receita sem antes verificar se tem todos os ingredientes. 

Separe também um tempo ao final de cada semana para avaliar o andamento dos projetos, as atividades realizadas e as demandas para próxima semana. Isso evitará que você fique pensando no trabalho durante o período de descanso.

7) Limite os assuntos e rejeite compromissos desnecessários

Assim como indicado anteriormente, tanto para reuniões quanto para qualquer outro tipo de compromisso, é essencial avaliar a necessidade e o objetivo do encontro. Se forem temas que podem ser resolvidos por telefone, e-mail ou até mesmo delegados para outra pessoa resolver, rejeite a reunião presencial. 

Lembre-se que essas escolhas irão permitir que você tenha mais tempo para outras atividades. 

Esperamos que essas dicas possam auxiliar os empreendedores a otimizar o tempo e aumentar a produtividade. Para saber mais sobre o tema e várias outras dicas práticas, recomendamos a leitura do livro Trabalho organizado da autora Thaís Godinho. 

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Fonte: Sebrae SC

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10 livros essenciais para mulheres empreendedoras

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Para ter sucesso, as empreendedoras precisam aprimorar pontos que acabam impactando no seu tempo de permanência no mercado. Os desafios são os mesmos para quem quer empreender: além de garra e dedicação, é preciso se especializar cada vez mais.

Pensando nisso, preparamos uma lista de livros que ajudam as mulheres a empreender. Aproveite a leitura!

Leituras para mulheres empreendedoras

1. O Poder do Hábito

Tornar-se dona do próprio negócio exige mudanças na rotina. É necessário ter persistência para enfrentar tantas novidades. E, mesmo quando o negócio começa a crescer e dar lucro, ainda é preciso muita força de vontade para mantê-lo.

O livro o Poder do Hábito, de Charles Duhigg, ensina como desenvolver um novo costume. O aprendizado contribui para que você crie atitudes necessárias para o crescimento do negócio.

2. A Mágica da Arrumação

Este livro realmente transforma vidas. Seguindo a premissa de "quem arruma a casa, arruma a vida", a especialista em arrumação Marie Kondo ensina técnicas simples para manter o seu lar funcionando de maneira organizada.

Embora as dicas priorizem a organização do ambiente doméstico, os conhecimentos que a autora ensina sobre priorização, seletividade e minimalismo podem ser aplicados no dia a dia do seu negócio, ajudando a organizá-lo.

3. Beleza Natural

Embora o mundo dos negócios seja visto como extremamente competitivo e predominantemente masculino, os empreendimentos mais sólidos, antigos e prósperos vêm do universo da beleza feminina.

Muitas mulheres empreendedoras decidiram investir nesse segmento e, mesmo sendo bem-sucedidas, muitas vezes, não se veem como empresárias ou não acreditam que possuem negócios estruturados.

Em síntese, o livro Beleza Natural, de Liana Melo, conta a história da cabeleireira Zica de Assis. Ex-lavadeira, ela estudou, especializou-se em cabelos afro e, em parceria com a sócia, criou um salão na Baixada Fluminense.

Seu salão inovador tornou-se uma das maiores empresas do país. A obra traz não só uma lição de força, determinação e coragem, mas de autoestima e liderança para as mulheres empreendedoras.

4. Eu mereço ter dinheiro

Um grande desafio para as empreendedoras é saber cuidar do dinheiro, ou seja, fazer controles financeiros. Separar finanças pessoais das empresariais, poupar e até mesmo investir acaba sendo crucial para o sucesso de qualquer negócio.

Reinaldo Domingos ensina como identificar suas necessidades, reconhecer e mudar a sua relação com o dinheiro. Excelente leitura para quem precisa melhorar o controle financeiro do próprio negócio.

5. Sonho Grande

O livro conta a história de três dos maiores empresários do país: Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira. Saber como foi criada a Ambev e sobre outras negociações milionárias — como a compra das Lojas Americanas —, é inspirador.

No entanto, por trás dessa biografia não-autorizada de Lemann e seus sócios, temos uma lição ainda mais inspiradora. A jornalista Cristiane Correa, autora do best-seller oferece uma aula prática sobre foco, determinação e sonhos. Vale a pena a leitura!

6. O Milagre da Manhã

Antes de mais nada, a vida de uma empreendedora não é fácil. A sensação é de que precisamos de um dia com o dobro de horas para fazer tudo.

Por outro lado, e se você pudesse, no mesmo dia, fazer exercícios, colocar a leitura em dia e ainda meditar, sem prejudicar as suas atividades normais?

É isso o que ensina Hal Elrod no livro o Milagre da Manhã. Por meio de um método simples e organizado, é possível criar uma rotina de atividades que darão um novo sentido ao seu dia a dia.

A leitura é ideal para quem acredita não ter tempo para se desenvolver, principalmente por causa do negócio ou da família.

7. As Armas da Persuasão

Por que fazemos as coisas de determinada maneira? Depois de anos estudando o comportamento humano, o autor Robert Cialdini reuniu neste livro, de relevância mundial, o que chama de “armas da persuasão”.

Ele descobriu que existem verdadeiros gatilhos que levam pessoas a ter determinadas reações diante de estímulos. Isso permite vender mais utilizando os gatilhos certos e se proteger de artimanhas do marketing.

De antemão, o livro é leitura obrigatória para quem lida diretamente com clientes ou cuida da comunicação da empresa.

8. Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Com mais de 50 milhões de exemplares vendidos, o livro escrito em 1937 e que trata das relações humanas, segue extremamente atual.

A princípio, são conselhos e estratégias de Dale Carnegie para ascender na carreira e nos negócios, fazendo com que as pessoas gostem de você e do seu trabalho. Desse modo, será mais fácil construir novas relações e, é claro, novas parcerias de negócios.

9. Bilionários

Um fato comum a todo empresário é o desejo de que seu negócio prospere. Mas você já se imaginou bilionária? O que você faria se tivesse um bilhão de dólares?

Se sua resposta tem algo a ver com continuar trabalhando, este livro é para você. De maneira leve, Ricardo Geromel nos informa e inspira sobre a vida dos mais bem-sucedidos empresários do mundo.

10. A Bíblia de Vendas

Sabemos antecipadamente que nenhum negócio sobrevive sem vendas. Você pode ter um ótimo produto ou serviço, um segmento de mercado cheio de potenciais consumidores e pouca concorrência, mas se não souber vender, não crescerá.

Por isso, fechamos esta lista de livros com uma leitura essencial para toda empreendedora que deseja impulsionar seu negócio.

A Bíblia de Vendas traz os “mandamentos do sucesso” para você vender mais e melhor.  Além disso, as dicas ajudam a estabelecer relações duradouras e manter vivo o seu sonho de empreender.

Cada vez mais mulheres enfrentam o desafio de empreender. Sabemos que sem planejamento e informação fica mais difícil chegar lá. Por isso, esperamos inspirar você a se capacitar cada vez mais. Saiba tirar proveito do momento e prepare-se para o sucesso pessoal e profissional.

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Fonte: Sebrae MG com Você

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8 atitudes para você sair do sufoco!

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

A resposta pode estar em hábitos ruins, de acordo com Vinícius Carlos, analista de Inteligência de Mercado da FCDL-MG. “Olhar para a vida financeira é um desafio, porque você tem de encarar que gerencia mal o dinheiro que ganha, mas se não fizer o que é preciso para melhorar essa situação, as coisas só tendem a piorar”, diz.

Veja oito dicas para sair do sufoco:

  1. Planeje os gastos do mês.
  2. Defina prioridades e pague primeiro as contas mais importantes. A mensalidade da faculdade, por exemplo, deve entrar aqui, já que o não pagamento impede a matrícula no semestre seguinte.
  3. Tente focar as dívidas com juros altos, como o cartão de crédito.
  4. Não pague apenas uma parte de cada dívida. É sempre melhor eliminar cada uma por completo para evitar a ação dos juros.
  5. Fuja das tentações e não compre supérfluos nesse período.
  6. Redefina as prioridades e gaste somente com o necessário. Contas de telefone fixo e planos de TV por assinatura são opções de corte.
  7. Leve os financiamentos para bancos que oferecerem taxas mais vantajosas.
  8. Não adquira novas dívidas.

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Fonte: FCDL MG

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83 milhões de brasileiros possuem ao menos uma compra parcelada

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Dividir o valor de uma compra em várias prestações é um hábito comum do consumidor brasileiro, mas é preciso ter cuidado para que o uso do crédito não se transforme em uma armadilha para o bolso. Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais revela que mais da metade dos brasileiros adultos (53%) possuía alguma compra parcelada no último mês de março. Isso significa que, aproximadamente, 82,7 milhões de brasileiros estão com ao menos parte do orçamento comprometido para pagar compras feitas no cartão de crédito, cartão de loja, crediário ou cheque pré-datado.

Quase um terço (31%) das pessoas ouvidas disse estar livre de compras parceladas, mas outros 16% não souberam responder quantas prestações tiveram para pagar no último mês. Em média, os consumidores que possuem alguma compra parcelada demorarão cinco meses para que as prestações sejam totalmente quitadas. Esse tempo mais do que dobra quando se trata de empréstimos (11 meses) e dos financiamentos (12 meses).

Um dado preocupante constatado pelo levantamento é que 13% dos entrevistados não acham necessário fazer qualquer tipo de análise ou avaliação antes de contratar uma modalidade de crédito. Entre os que tomam algum cuidado, os mais comuns são ter conhecimento a respeito do próprio orçamento para ter certeza de que será possível pagar as prestações mensais (35%), informa-se a respeito dos juros (35%) e ter ciência dos valores de todas as tarifas cobradas (28%).

A pesquisa revela que na hora de decidir em quantas vezes a compra será parcelada, os consumidores mostram-se divididos: 39% escolhem o menor número de prestação possível, ao passo que 34% optam sempre pelo maior número de parcelas, caso não haja cobrança de juros.

Na avaliação do educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, os instrumentos de crédito podem ser um aliado do consumidor, desde que utilizados de forma planejada. “O crédito permite às pessoas ampliarem seu poder de compra adquirindo produtos que levariam anos para serem comprados à vista. O problema é que se ele for utilizado sem responsabilidade e planejamento, essa dívida pode ser nociva para a vida financeira do consumidor. Antes de comprometer parte de sua renda por vários meses, o consumidor deve ponderar se realmente precisa do item desejado ou se trata de uma compra por impulso. É preciso avaliar ainda se ele terá condições de pagar as parcelas sem prejudicar seu orçamento mensal, não se descuidando de analisar tarifas e taxas de juros”, orienta Vignoli.

Eletrônicos e vestuário são os produtos mais parcelados pelos consumidores; 69% preferem parcelar no cartão de crédito

De acordo com a pesquisa, os produtos que os consumidores mais adquirem a prazo são os eletrônicos (65%), roupas, calçados e acessórios (44%), remédios (32%), alimentação fora de casa e delivery (26%) e compras de supermercado (26%) – em todos esses casos, o cartão de crédito é a modalidade de parcelamento mais mencionada.

O cartão de crédito desponta como a modalidade de pagamento a prazo favorita dos consumidores, citado por 69% dos entrevistados. O crediário e o cartão de loja ficaram empatados na segunda colocação com 9% cada. Já o cheque pré-datado foi citado por apenas 1% das pessoas ouvidas.

Embora a maioria dos brasileiros esteja pagando alguma compra parcelada atualmente, 60% dos consumidores disseram ter evitado nos últimos meses realizar mais compras via crédito. Os principais motivos são o receio de extrapolar os limites do orçamento (54%), o fato de já estarem com o orçamento comprometido com outros compromissos financeiros (36%) ou possuírem contas em atraso (15%).

“O acúmulo de várias parcelas no mesmo mês costuma ser um fator de peso no desequilibro orçamentário. É importante manter o orçamento pessoal sempre atualizado para saber, na prática, quanto dinheiro a pessoa ainda tem e quais são as despesas que ainda precisam ser pagas no mês antes de contrair novas dívidas”, afirma Vignoli.

Para este mês de maio, 69% dos consumidores tinham a intenção de adquirir produtos e serviços de forma parcelada, sendo a compra de eletrônicos (24%), roupas, calçados e acessórios (21%), eletrodomésticos (17%), móveis (13%) e supermercado (13%) os mais comuns. Apenas 27% não devem realizar compras por meio do crédito neste mês.

61% cederam às compras por impulso em março; 59% conseguiram algum desconto do lojista para pagamento à vista

Quando se fala em compras parceladas, a impulsividade é um tema que surge com frequência. Por mais que pareça imperceptível, fatores psicológicos, subjetivos e emocionais exercem influência nas decisões de compra. Em cada dez brasileiros, seis (61%) admitiram ter feito alguma compra por impulso no último mês de março ao cederem às tentações do crédito fácil. As aquisições mais feitas de forma impulsiva foram as roupas, calçados e acessórios (22%), itens em supermercados (18%), idas a bares e restaurantes (15%) e compras de perfumes e cosméticos (13%).

Na opinião dos entrevistados, as lojas online são as que mais estimulam as compras não planejadas, com 39% de citações. Em seguida aparecem as lojas de departamento (36%), acompanhadas dos shopping centers (23%) e dos supermercados (22%).

Para o educador financeiro José Vignoli, a reflexão sobre a necessidade de uma compra é fundamental para evitar a impulsividade. “Os apelos do marketing e o estado emocional do consumidor podem ser fatores de estímulo decisivos. Muitas vezes, o consumidor não dispõe de todo o valor e vê o crédito como a única possibilidade de levar o produto de maneira imediata para casa, deixando a reflexão em segundo plano”, explica Vignoli.

A pesquisa ainda mostra que, em muitos casos, pode ser vantajoso optar pelo pagamento a vista. Em cada dez consumidores, seis (59%) conseguiram algum desconto ao pagar por uma compra em dinheiro ou no débito no último mês de março, sendo que 34% pechincharam pelo desconto para pagamento no dinheiro e 15% recebeu uma oferta do próprio lojista, caso pagasse também em dinheiro. Dentre os que receberam desconto, o percentual médio de abatimento foi de 11%. Os que não receberam qualquer desconto formam 29% da amostra.

“Pagar à vista é uma forma eficaz de economizar, pois evita o pagamento de juros, que geralmente estão embutidos nas parcelas. É comum comerciantes oferecerem descontos em compras realizadas no dinheiro, já que nesses casos eles podem abater as taxas da máquina de cartão. Então, o consumidor deve deixar a timidez de lado e pechinchar sempre”, afirma Vignoli.

Metodologia

A pesquisa ouviu 805 consumidores acima de 18 anos, de ambos os gêneros, todas as classes sociais e residentes das 27 capitais. A margem de erro é de no máximo 3,4 pontos percentuais para uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

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Fonte: FCDL MG

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Você tem consciência dos seus hábitos autodestrutivos?

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

"Quando eu era pequeno, meu pai gritava comigo e me chamava de estúpido quando eu cometia um erro. Eu sabia que ele me amava, mas isso fez com que eu sentisse que tinha tinha alguma falha mortal oculta", confidenciou o chefe de uma empresa familiar de sucesso do sul da Europa.

Eu ouvi de alguém que trabalha para o presidente dessa empresa que isso isso é o que ele faz quando precisa dar feedback negativo: gritar, culpar, criticar pessoas. Os funcionários sentiam a mesma coisa que o filho: incompetência. 

Hábitos de trabalho autodestrutivos assim muitas vezes resultam de nossos primeiros aprendizados na vida, e estão tão profundamente arraigados que os repetimos, apesar de às vezes ser óbvio que eles não funcionam.

Agora há uma ferramenta para mudar esses hábitos: focar em nossos padrões inconscientes. Vamos chamá-la de "sussurro da consciência".

O sussurro da consciência se refere à nossa capacidade de entrar em sintonia com padrões emocionais que geralmente são invisíveis, com padrões de reações que sempre são desencadeados. E, como no caso do presidente da empresa citado no início do texto, esses padrões nos obrigam a repetir respostas autodestrutivas – reações que nossa mente ativa instantaneamente, sem que tenhamos um momento de escolha.

Esses hábitos geralmente agem além da luz da consciência. Mas focar intencionalmente nesses padrões nos permite levá-los à luz da consciência – e, uma vez que enxergamos o hábito e os seus resultados negativos, temos a chance de mudá-los para melhor.

Os hábitos negativos são respostas automáticas ditadas por um circuito com foco na amígdala, radar do cérebro para ameaças. Mas pesquisas da Universidade da Califórnia indicam que se nomearmos um sentimento ou hábito – em vez de apenas deixarmos no modo automático – diminuímos a força da resposta da amígdala e ativamos um conjunto diferente de circuitos, incluindo o córtex pré-frontal, onde podemos tomar decisões melhores.

Reconheça a fonte do gatilho

Diferentes estados de espírito nos tornam mais ou menos suscetíveis a desencadear os nossos maus hábitos. Quando estamos em um modo ansioso, por exemplo, estamos mais propensos a comer aquele saco de batatas fritas ou ser ríspido com alguém. Reconhecer como esses estados, ou modos de ser, nos dominam, pode nos ajudar a controlar nossos hábitos.

Se você está em busca de conteúdos sobre Liderança, confira também o Leadership: A Master Class, o Curso Internacional Definitivo sobre Liderança, comandado por Daniel Goleman, autor de Inteligência Emocional.
Siga estes cinco passos simples para desenvolver uma consciência de seus hábitos:

  1. Conheça seus hábitos autodestrutivos. Aprenda a reconhecer a rotina de como eles começam e de como tomam conta. Você pode fazer isso tentando perceber quais os pensamentos, sensações e ações que eles trazem. Também uma sugestão do Paul Ekman, muito simples: mantenha um diário de seus "gatilhos", do que causa esses hábitos.
  2. Seja consciente. Monitore seu comportamento – pensamentos, sentimentos, ações – a partir de um ponto neutro, como a consciência de uma "testemunha".
  3. Lembre-se de alternativas. Pense em uma maneira melhor de lidar com a situação.
  4. Escolha algo melhor. Imagine, em cada situação, algo que você possa fazer ou dizer que, em vez de autodestrutivo, seja útil.
  5. Faça isso em cada oportunidade que tiver.

Mudar hábitos é algo que funciona melhor se tivermos uma compreensão mais completa dos sistemas cerebrais que estão por trás dos nossos hábitos e de como a atenção plena nos ajuda a gerenciar e reprogramar o cérebro.

A prática da atenção plena abre o espaço mental que nos permite ver os nossos hábitos autodestrutivos como eles são, em vez de deixá-los controlar o que dizemos e fazemos.

Uma vez que tivermos essa habilidade mental em nossa caixa de ferramentas interna, poderemos começar a controlar os gatilhos para esses hábitos, reconhecê-los quando ativados, e mudar de rumo para uma melhor resposta.

Para isso, um coach ou terapeuta pode ser uma grande ajuda, nos ajudando a desenvolver a tenacidade mental que tais mudanças de hábito exigem. E se persistirmos, como pesquisas da escola de negócios Case Western apontam, podemos fazer mudanças que durarão anos.

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Fonte: Administradores.com

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Treinamento e desenvolvimento: a chave para superar a crise

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Quando a crise bate à porta das empresas, a frase mais comum a ser dita pela direção é "precisamos apertar os cintos". Qualquer funcionário entende o que está por trás da frase: redução de quadros e menos verbas em todas as áreas, desde o cafezinho da copa até as ações de treinamento e desenvolvimento.

É uma reação comum das empresas quando a economia vai mal ou quando o próprio negócio encontra dificuldades em balancear outras forças competitivas. Em 2018, praticamente todos os indicadores elencados no Panorama do T&D no Brasil apresentaram retração.

O resumo é simples: diante do menor sinal de crise, o que é visto como supérfluo é cortado pela raiz. E é comum que diretorias e conselhos enxerguem o desenvolvimento profissional dos seus colaboradores como algo dispensável.

Aqui, mostraremos por que essa atitude é equivocada e quais as melhores práticas que as empresas podem adotar para garantir que os programas de T&D atinjam seus objetivos.

Na crise, informação e inteligência turbinam a competitividade

Uma das maiores vantagens de ter uma política de treinamento e desenvolvimento é a construção do capital intelectual da empresa e redução da rotatividade de funcionários capacitados. É possível reverter perdas financeiras dentro do mesmo ano fiscal; perdas intelectuais só podem ser repostas às custas de gastos significativos de tempo e dinheiro.

Pense em um processo complexo no seu negócio que depende de um ou poucos funcionários; imagine quanto tempo demorou para ele aprender a manusear determinado software. Ou perceba como seria difícil substituir um líder de equipe estimado pelos seus subordinados e pares.

Um profissional desenvolvido dentro da companhia tende a aplicar todo o conhecimento e habilidades acumulados para que os objetivos estratégicos do negócio sejam alcançados e superados. Isso faz com que a capacitação pese como diferencial competitivo: empresas com mais conhecimento acumulado são mais adaptáveis e aproveitam melhor as oportunidades.

Na crise, essa capacidade é crucial. Portanto, na hora de fazer sacrifícios fiscais, não veja a área de T&D como um excesso, mas como um investimento que pode evitar que a organização afunde durante a crise e se destaque à frente da concorrência quando a turbulência passar.

O investimento das empresas brasileiras em T&D é de apenas 1,62% da folha de pagamento - quase três vezes inferior à média das empresas norte-americanas - que já têm um porte médio sete vezes superior às brasileiras. Várias empresas evitam investir até no desenvolvimento profissional dos próprios líderes.

Quando se trata de negócios, quase nunca há folga financeira. Ora é culpa da crise, ora a empresa planeja uma expansão mais ousada, ora investe em novos produtos, serviços e experiências para o cliente. O que resta é aplicado em palestras motivacionais e carimbado como despesa de capacitação.

T&D deve ser uma política permanente da empresa, inclusive com previsão orçamentária anual. Além de ser uma maneira de atrair os melhores talentos do mercado, sustentar o investimento em desenvolvimento de pessoas é uma forma de blindar o negócio contra crises e disrupções no mercado.

Para que resultados ótimos sejam obtidos, o importante é focar no longo prazo. Além disso, não se deve prescindir de indicadores de performance para os investimentos em T&D.

Mudanças e crises sempre vão acontecer: você está preparado?

Desde que a humanidade caminha sobre o planeta, disrupções, guerras e crises mudaram os eixos das sociedades e nos forçaram a aprender para superar os desafios. No mundo corporativo não é diferente.

Qualquer pessoa com mais de 50 anos de idade pode enumerar algumas crises econômicas que já enfrentou; funcionários antigos certamente lembram de situações que quase levaram suas organizações ao fundo do poço.

A variável que pode ser decisiva para a sobrevivência do seu negócio durante uma crise é o grau de preparação. Caso sua organização tenha feito o dever de casa e desenvolvido capital intelectual entre os seus colaboradores, ela permanecerá resiliente a qualquer tipo de crise e conseguirá se recuperar mais rápido do que outras companhias do mesmo porte.

Dinheiro em caixa é importante. Mas funcionários que sabem o que fazer em situações extremas e propõem soluções criativas e eficazes valem o seu peso em ouro. Pessoas capacitadas e ligadas umbilicalmente à cultura das empresas devem ser desenvolvidas e atualizadas constantemente.

Hoje, os profissionais e as empresas correm riscos cada vez maiores de se tornarem obsoletos. Diplomas têm um prazo de validade curto e tanto você quanto seu negócio precisam de novas informações e subsídios para enfrentar situações de crise que parecem cada vez mais frequentes. Só existe uma certeza quanto a isso: sem treinamento e desenvolvimento, sua empresa permanecerá vulnerável.

Pronto para investir no capital intelectual da sua empresa? Conheça os cursos corporativos oferecidos pela Innovia e construa vantagem competitiva para o seu negócio.

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Fonte: Administradores.com 

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