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Caixa anuncia redução de juros para o rotativo

Por Dia em Notícias

A Caixa Econômica Federal anunciou no dia 11/04, uma redução das taxas de juros do rotativo dos cartões de crédito. Segundo o banco, a redução na taxa mensal do rotativo chega a até 7,7 pontos porcentuais.

Em nota, Márcio Recalde, diretor executivo de Cartões da Caixa, afirma que a medida contribuirá para a redução da inadimplência e incentivo ao consumo. 

"Após análises econômicas, constatamos a possibilidade de rever e diminuir as taxas de juros cobradas na linha do rotativo do cartão de crédito, beneficiando todos os clientes", comentou.

Em março, a Caixa também divulgou as novas condições para o uso do rotativo, em vigor desde o dia 3 de abril. As novas regras, conforme Resolução nº 4.549 do Banco Central, estabelecem nova dinâmica para o mercado de cartões, em que os clientes só podem manter o saldo devedor por 30 dias no rotativo.

A partir das faturas com vencimento em 3 de maio de 2017, os clientes que estiverem com saldo rotativo terão três opções: quitar a fatura total; pagar o mínimo; ou aderir à linha de crédito parcelada.

O cliente da Caixa que optar pelo parcelamento do saldo devedor, a partir de maio, poderá escolher os seguintes prazos de pagamento: 4, 8, 12, 16, 20 ou 24 meses, com taxas entre 3,30% ao mês e 9,90% ao mês. 

Conforme a Caixa, para formalizar a adesão, o cliente deve pagar o valor exato da primeira parcela de uma das propostas de parcelamento, que estará disponível na fatura, até a data do vencimento.

A Caixa oferece, ainda, a opção do Parcelamento Automático do valor da fatura. Essa possibilidade ocorrerá quando o cliente pagar qualquer valor abaixo do Pagamento Mínimo e diferente das seis opções de parcelamento citadas.

FONTE: DIÁRIO DO COMÉRCIO

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O que o varejo europeu tem a ensinar sobre o novo consumidor

Por Dia em Notícias

Com a perspectiva de alguma recuperação no consumo a partir do segundo semestre de 2017, é chegada a hora de estancar as perdas acumuladas pelo varejo nos últimos dois anos.

Ainda que sem capital para investir, os comerciantes devem estar preparados para uma nova era de consumidores - mais exigentes e bem cuidadosos com os gastos.

JÚLIO TAKANO: É PRECISO MUITO MAIS QUE LOJAS BONITAS
Para acompanhar essa tendência é preciso muito mais do que oferecer bons produtos e ter lojas bonitas. A verdade é que muitos aspectos estão mudando no varejo e os consumidores estão atentos, de acordo com Júlio Takano, conselheiro da ABIESV (Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Serviços para o Varejo).

Nas últimas semanas, Takano visitou a Euroshop 2017, feira de varejo que acontece a cada três anos na Alemanha, e formou o acróstico* DESPERTAR para resumir o que observou durante os dias de visita ao evento europeu. *O acróstico é a criação de novas palavras a partir de cada letra de uma palavra principal. 

Durante o evento Pós-Euroshop 2017, promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), Takano explicou que essa foi a melhor forma encontrada para sintetizar as principais características que o varejo deve apresentar nos próximos três anos. Veja quais são:

O que o varejo europeu tem a ensinar sobre o novo consumidor

 “D” Diferenciação

Unanimidade entre os expositores, a personalização e a customização de produtos se mostram como o melhor caminho para oferecer ao consumidor muito mais do que um produto. 

Um dos exemplos citados por Takano foi a marca de chocolates Ritter Sport, onde o consumidor pode montar o próprio chocolate ao escolher o blend que deseja, como, por exemplo, meio-amargo, ao leite, 70% cacau entre outros, e adicionar uma enorme variedade de ingredientes, como menta e nozes à mistura. Além disso, o cliente também escolhe os detalhes da embalagem para levar a guloseima.

Para exemplificar como o método é adaptável a outros segmentos, Takano cita também a KaDeWe – maior loja de departamentos da Alemanha -, na qual a consumidora pode comprar uma bolsa exclusiva. Basta escolher a aba, fivela, alça, material e cor. 

“E” Experiência

O assunto não é novidade. Transformar pontos de venda em pontos de experiência é uma discussão cada vez mais presente dentro do varejo, mas ainda muito pouco tangível para as marcas. 

Takano explica que é possível chegar a esse resultado por meio de processos, pessoas, tecnologias ou até de produtos.

Nesse caso, vender se torna uma consequência da experiência proporcionada pela marca nos mais diversos canais. O dever da loja é apenas o de materializar uma experiência, além de reforçar o relacionamento de cada marca com seus consumidores.

A maneira como a varejista holandesa Primark comercializa itens de luxo, de forma acessível, foi um dos exemplos citados por Takano.

Na mesma área onde estão dispostos os cosméticos, há uma espécie de “espaço da beleza”, no qual é possível se maquiar, fazer as unhas e sobrancelhas. “Experiência, reputação e qualidade é o que geram valor para o seu produto e marca”, diz.

“S” Simplicidade

Resgatar a essência de cada marca com base no que cada um oferece de melhor é a ferramenta mais poderosa de marketing que uma empresa pode ter, na opinião de Takano. “O varejo pode se diferenciar das formas mais simples possíveis”. 

O Starbucks, por exemplo, criou o que Takano chama de elemento icônico em uma loja de Londres. Diversas xícaras brancas, dispostas sequencialmente, formam a logomarca da empresa. 

“P” Produtividade

De acordo com Takano, muitas empresas se destacaram na feira mostrando gôndolas com leitura digital, plataformas de pagamentos, sistemas de precificação com atualização quase automática, curadoria de produtos no ponto de venda e muitas outras soluções tecnológicas para o aumento de produtividade.

O especialista também destacou o método de compra online e retirada na loja, chamado de click & collect. Tradicional em varejistas dos Estados Unidos e da Europa, o sistema deixou de ser uma exclusividade de grandes redes e chegou aos pequenos negócios.

“Disponibilizar esse serviço aumenta a produtividade do atendimento, integra canais e faz com que a loja física exerça de maneira prioritária seu papel como ponto de experiência”, diz.

“E” Engajamento

Fazer da loja física um espaço de engajamento implica em criar espaços inspiradores que permitem aos clientes a chance de brincar com o que existe de mais novo em tecnologia.

“Entender o que funciona bem nas lojas e o que os clientes gostam e não gostam, para poder melhorar de forma contínua”, afirma.

“R” Relevância

De acordo com Takano, alguns consumidores estão mais dispostos a comprar um produto ou escolher uma marca que tenha um propósito relevante, ainda que tenham que pagar mais por isso. 

A automobilística britânica Bentley, por exemplo, criou um novo modelo de loja para shoppings sem que seu produto principal estivesse em exposição. Em vez de carros, a marca criou uma espécie de café, onde o consumidor pode passar algum tempo observando o portfólio da empresa. 

Para a experiência, alguns de seus modelos ficam estacionados na garagem do shopping e podem ser testados por meio de agendamento. Sem a presença dos carros, a marca reduziu o espaço de venda e se tornou mais próxima do consumidor. 

"T" Tecnologia

Tecnologia é a peça chave da inovação. Durante as visitas técnicas, Takano observou que muitas tendências se materializam por meio de tecnologia.

Na Accessorize, rede de acessórios, o uso da tecnologia resulta diretamente em uma experiência de compras mais personalizada. 

Na entrada da loja, os consumidores deparam com um enorme painel suspenso de LED, que reflete cores e texturas correspondentes às coleções da temporada.

Os consumidores também podem escolher a lista de reprodução da loja e, a partir de um aplicativo, são estimulados a compartilhar conteúdo e fotos, que são exibidos em toda a loja.

“Além de possibilitar maior divulgação nas redes sociais, o uso desse dispositivo permite colher feedback e manter a loja dinâmica”.

“A” Atitude

A concretização de uma intenção ou propósito pode ser muito mais eficiente do que apenas oferecer promoções e serviços diferenciados. Nesse sentido, Takano cita a Muji, varejista japonesa com mais de 700 pontos de venda espalhados pelo mundo.

Para conquistar os consumidores e melhorar os resultados, a marca tem a seguinte filosofia: "Preço baixo por uma razão".

Com preços mais baixos, a empresa cria produtos que não são apenas melhores para seus consumidores, mas que principalmente atendam às necessidades. O conceito por trás disso é entregar o suficiente para cada consumidor.

Os produtos, marcas ou lojas não fazem da Muji o sucesso que é. O crédito disso está na atitude clara de quem entrega o que promete aos seus clientes.  

“R” Relacionamento

Gerar oportunidades de relacionamento e fidelização com consumidores é uma tarefa cada vez mais desafiadora para surpreender e criar vínculos.

A P&T – Paper & Tea é uma varejista alemã que conseguiu transformar a venda de chá em uma oportunidade de gerar relacionamenot, por fugir dos padrões tradicionais desse tipo de varejo, de acordo com Takano. 

Muito comum na Europa, na maioria das vezes, os chás são dispostos em latas atrás do balcão, sem nenhum tipo de contato com o cliente. Na P&T, eles deixam a experiência do chá nas mãos dos clientes. 

Os chás são dispostos e exibidos de acordo com um sistema intuitivo e com curadoria, permitindo que os visitantes da loja possam descobrir sabores por si mesmos e começar a criar suas próprias combinações e preferências de chá. 

“Lembramos muito mais dos momentos que tivemos em uma loja do que dos preços que pagamos”, diz.

FONTE: DIÁRIO DO COMÉRCIO

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Todo empresário merece uma segunda chance

Por Dia em Empreendedorismo

A empresária Joyce Venâncio, proprietária da marca de bonecas artesanais Preta Pretinha, é uma empreendedora que fez do fracasso da primeira experiência o alicerce para a  empreitada seguinte.

Quando abri em 1998 um café junto com duas sócias em São Paulo falhamos na organização, no planejamento e na escolha do tipo de negócio. Não consideramos a localização, não calculamos custos e não antecipamos dificuldades”, conta.

O café fechou as portas no segundo ano de vida, engrossando as estatísticas da alta taxa de mortalidade dos pequenos negócios nos primeiros anos de atividade.

Joyce conta que ao fim da experiência estava esgotada, mas procurou o Sebrae para saber por que o negócio "não deu certo.”

Com a ajuda de um consultor, ela identificou os erros e teve clareza dos motivos. Após se reerguer financeiramente depois do fechamento do café, ela e suas sócias voltaram ao mundo dos negócios abrindo a Preta Pretinha em 2000, marca presente no mercado paulistano há 17 anos, e em expansão.

A loja começou em 15m2 na Vila Madalena e agora ocupa um espaço 10 vezes maior no mesmo bairro. A experiência de Joyce não é um caso isolado. O levantamento do Sebrae do ano passado mostrou que apenas 45% das microempresas abertas em 2012 sobreviveram aos primeiros dois anos de atividade, um importante indicador nesse segmento de pessoas jurídicas. Os dados deveriam ser mais instrutivos do que assustadores. Experiências como a de Joyce Venâncio mostram que, em se tratando de negócios, o aprendizado dos erros é essencial na sobrevivência e na disputa por nichos de mercado.

Principais motivos do fracasso de Pequenos negócios nos dois primeiros anos:

Todo empresário merece uma segunda chance

Analisar os desacertos comuns, verificar as derrapagens e equívocos que poderiam ter sido evitados são alguns dos caminhos para planejar a vida das empresas. Valorizar as falhas e aprender com as derrotas são temas centrais do livro “As virtudes do fracasso”, do fi lósofo francês Charles Pépin, que será lançado no Brasil este ano pela editora Estação Liberdade.

Nas palavras do autor de “As virtudes do Fracasso”, o francês Charles Pépin, devemos “ousar fracassar”. “O livro traz uma proposta de força mental para construir a partir de derrotas porque em negócios, como em outras áreas, há momentos em que é preciso ter sangue frio e perseverança”,diz Angel Bojadsen, diretor editorial da Liberdade.

A publicação chega ao mercado com uma proposta diferente dos títulos disponíveis nas livrarias e que focam em experiências bem-sucedidas e casos excepcionais de sucesso sem considerar que, assim como na vida em geral, o caminho da maior parte das empresas iniciantes é pautado por um dia a dia de dificuldades, incerteza e risco de fechamento nos primeiros anos.

Recheado de exemplos e citando grandes personalidades que não se deixaram abater pelo medo, a publicação mostra que os fracassos podem ser experiências de longo alcance para a vida pessoal e profissional, lembrando que contratempos dolorosos são, em várias situações, a base para o sucesso.

Não por acaso figura entre as personalidades do livro o visionário Thomas Edison, fundador de 1878 da General Eletric. Responsável pelo registro de mais de 2 mil patentes, o criador da GE faz um convite à reflexão e à persistência: “Eu não fracassei mil vezes, eu fui bem-sucedido em milhares de tentativas que não funcionaram.”

FONTE: REVISTA VAREJO S.A.

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Crescimento x Qualidade: fatores que precisam andar lado a lado

Por Dia em Notícias

Toda a empresa almeja o crescimento. Mas, mesmo que a marca ganhe o mundo, a qualidade não pode deixar de ser uma prioridade. Ela é primordial. O assunto veio à tona nos últimos tempos, reforçando ainda mais a importância do zelo, principalmente quando o produto já é reconhecido pelos cuidados com a produção e com o consumidor. Manter o sucesso após muitos anos de negócio envolve uma série de fatores, como ter uma equipe afinada e realizada com o trabalho que desenvolve diariamente, saber ouvir o seu cliente e estar sempre próximo a ele, buscar constantemente novidades que vão agradar o público, pensar no futuro, e o mais importante: lembrar, todos os dias, o que levou a sua marca a chegar aonde ela chegou.

Quando nos propomos a fazer parte da vida das pessoas através dos produtos ou serviços que comercializamos, é imprescindível pensar no impacto que eles podem ter no dia a dia da sociedade. Positivo ou não. Sem clientes, sem compradores, dificilmente uma empresa conseguirá se manter no mercado, correto?! Um deslize e todo trabalho de anos, de gerações, pode ir por água abaixo. Mas o que fazer para permanecer firme? A resposta é simples e deveria pautar o trabalho de muitas empresas: ofereça um produto ou serviço de qualidade e não deixe que o crescimento mude isso. Lembre-se diariamente que a sua marca, seja ela de qual ramo for, só está aonde está porque milhões de pessoas deram a ela um voto de confiança.

O início do relacionamento entre empresa e cliente é uma moeda de troca. A empresa oferece um bom produto ou serviço, logo, o cliente se sente atraído e o adquire. Saindo satisfeito esse cliente volta, mas ele só irá permanecer se sempre encontrar aquilo que o atraiu lá na primeira vez. Aqui vale mudar um pouco o famoso ditado popular de que a primeira impressão é a que fica. Realmente, ela é extremamente importante para fazer com que o seu cliente volte. Porém, ele só será fiel a sua marca se a boa lembrança da primeira impressão se fizer presente em todas as vezes que ele te procurar.

Não tenha dúvida de que o esforço vai valer à pena. Invista na sua equipe, invista no seu setor produtivo, mantenha o que te levou ao sucesso e ao crescimento e saiba retribuir. Ofereça ao seu cliente o que ele espera de você: zelo. Faça com que ele se sinta importante. Para manter a qualidade de uma organização, independentemente do tamanho, é assim. É necessário cuidar de toda a cadeia de valor, desde a criação até o produto ou serviço chegar ao seu consumidor.

FONTE: ADMINISTRADORES.COM

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3 dicas para garantir a qualidade no atendimento

Por Dia em Dicas

1) Selecione bem os seus atendentes.

É importante entender que todo atendimento começa no processo de seleção do atendente. A primeira coisa levada em consideração é que, para lidar com o público, precisa gostar disso de verdade. Ser comunicativo, educado, gentil, simpático, entre outras características desejáveis em quem vai passar a primeira impressão do seu negócio.

2) Qualificação é importante sim!

“Varejo é feito por gente atendendo gente e treinamento não é adestramento, não pode formar robôs”, destaca Fernando Lucena, sócio-diretor e consultor da GS&Friedman. Depois de selecionado o perfil adequado para a função, deve-se iniciar o treinamento, com base em um roteiro predefinido que contenha informações completas sobre a loja, operações, produtos e clientes. O ideal é fazer com que o atendente torne-se um especialista no assunto, para que se habilite a tirar todas as dúvidas que poderão surgir por parte dos clientes. O mesmo acontece com os responsáveis por vender os produtos de uma CDL: é preciso conhecer aquilo que se vende e isso só é possível através de treinamentos adequados.

3) Humanizar é dever de todos.

Se o cliente quisesse ser atendido de modo automático, não teria se disposto a ir até a loja sendo que a praticidade do e-commerce está aí para isso, certo? Um cliente que vai até você busca algo além de simplesmente adquirir um produto. Nesse momento, as habilidades adquiridas no treinamento do vendedor são postas à prova e o papel dele é auxiliar para que o consumidor tenha uma experiência incrível de compra. Atitudes simples como levar até a porta e agradecer fazem a diferença. Encantar o cliente faz com que ele não troque aquele ambiente por praticidade nenhuma!

 Seguindo essas dicas simples temos certeza que seus clientes estarão cada vez mais satisfeitos e trazendo ainda mais consumidores para conhecer o SEU jeito de atender! Mãos à obra!

FONTE: FCDL-MG

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6 dicas para qualquer negócio vender mais na páscoa

Por Dia em Notícias

Quando falamos em Páscoa logo pensamos em chocolate. Mas a verdade é que o sentido dessa data é muito mais amplo: comunhão, festa e disseminação de coisas boas. Os ovos de páscoa, queridinhos da festividade, são a marca registrada de todo esse carinho, mas um belo presente também pode ser o protagonista. Afinal, presente bom mesmo é o carinho que demonstramos por quem a gente gosta, não é?

Pensando nisso, separamos algumas dicas de como abordar a Páscoa em diferentes tipos de comércio para envolver o cliente no clima de celebração e dar aquele up no caixa, é claro. Vamos lá!

1) Envolva a sua equipe – uma outra tradição da Páscoa (além dos chocolates) é a troca de presentes e uma enorme gama de produtos pode ser objeto dessa troca. Depois de entender o motivo do seu produto ser um bom presente, envolva a sua equipe nesse conceito. Invista no preparo dos seus vendedores para que eles saibam contornar objeções e apresentar seu produto ou serviço como um belo presente de Páscoa.

2) Desperte a necessidade nos clientes – lembre-se que a Páscoa é, normalmente, comemorada em família. Assim como em outras festas familiares, como o Natal, as pessoas gostam de participar com uma roupa nova, por exemplo. Com perguntas afiadas, desperte nos clientes a vontade de usar ou vestir uma novidade durante a comemoração.

3) Prepare “kits – itens que contem uma história são sempre bem vistos pelos clientes porque criam uma sensação de identificação com o produto. Ao montar um kit com mais de um produto você tem a chance de contar essa história e ainda aumenta seu ticket médio ao vender mais de um produto de uma única vez. Um bom exemplo são as cestas de café da manhã, conjunto de canecas, almofadas e porta retratos.

4) Entre no clima – mesmo que o seu negócio não venda os principais produtos da Páscoa, invista na decoração e atraia olhares para a vitrine. Esse é o primeiro passo para chamar a atenção do cliente.

5) Aposte nos brindes – quem não vende chocolate também pode dar chocolate! Presenteie o seu cliente com um mimo delicioso e açucarado e a satisfação vai ser ainda maior, afinal, quem não fica feliz ao ganhar um chocolate? E melhor: dependendo do seu ticket médio, um chocolate ou mesmo um ovo de páscoa pode sair mais barato que um desconto proporcional.

6) Promova a interação dos clientes com a loja – desde promoções online até atrações dentro da própria loja, tudo que faça o cliente passar mais tempo em contato com a sua marca será positivo. Portanto, coloque a criatividade para funcionar e arrase nas vendas!

Dica de ouro: os clientes procuram mais do que apenas o produto quando se dispõem a ir presencialmente a uma loja, caso contrário poderiam facilmente comprar online. Invista na experiência do freguês, capriche no atendimento e envolva-o nesse espírito de comunhão e gratidão que fica no ar durante a Páscoa. Seguindo essas dicas, certamente você também vai conseguir tirar uma casquinha dessa data maravilhosa!

FONTE: FCDL-MG

 

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