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Setor varejista aposta em retomada do crescimento em 2017

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Apesar do cenário de recessão vivido pelo Brasil nos últimos dois anos ocasionado pela aceleração da inflação, taxa de juros alta, perda de credibilidade do governo, falta de investimentos internacionais e queda de 6,2% apresentada pelo varejo em 2016, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), especialistas apostam na retomada do crescimento econômico.

Conforme aponta Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil apresentava aproximadamente 12,1 milhões de desempregados ao final de 2016. O setor varejista, que é responsável por 12% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e contribui de forma expressiva na geração de emprego e renda no país, sente as consequências da queda no consumo e do aumento da inadimplência. Se considerarmos o ano de 2014 como o início da recessão, o país acumulou queda de 9%.

RETOMADA

Mesmo com o recuo de 3,6%, no PIB, divulgado pelo IBGE na última terça-feira (07/03), sendo o segundo ano seguido da queda do indicador já que em 2015 caiu 3,8%, os especialistas preveem uma retomada da conjuntura econômica.

O doutor em economia e secretário de Planejamento e Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Marcos Adolfo Ferrari, conversou, com exclusividade, com o Portal da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e citou alguns fatores que já dão sinais concretos desse crescimento. Um exemplo é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2017.

Nós temos mais um resultado positivo do IPCA com 0,33% em fevereiro, abaixo da expectativa de mercado novamente. Já tivemos uma boa surpresa em janeiro com o IPAC em 0,38%. Nossa expectativa é de um crescimento anual de 2% no último trimestre de 2017 e o que vai contribuir para esse crescimento é o ambiente benigno da inflação.”, detalha o secretário.

Segundo Ferrari, esse resultado positivo do IPCA abre espaço para reduzir as taxas de juros e afrouxar a política monetária. O impacto no custo do crédito estimula o crescimento, além de ter o aumento da massa salarial real.

FGTS

Uma outra medida apontada como um impulso para o reaquecimento econômico é a liberação dos saques das contas inativas do FGTS. O valor disponível para saques em todo país é de R$43,6 bilhões, sendo que desse total R$12 bilhões são depositados automaticamente para os correntistas da Caixa Econômica Federal.

De acordo com as projeções do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, serão aproximadamente R$30 bilhões em recursos injetados na economia, o que equivale a 0,5% do PIB. No total, 30,2 milhões de trabalhadores poderão realizar os saques, sendo que 80% possuem até 1.500 reais nas contas.

Pesquisa realizada pela CNDL e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que entre os entrevistados que pretendem realizar os saques, o dinheiro sacado deve ser destinado principalmente ao pagamento de dívidas (38%, sobretudo entre as classes C, D e E, 44%), pagamento contas do dia a dia (34%) e para guardar ou investir (20%, especialmente entre as classes A e B, 31%).

O presidente da CNDL, Honório Pinheiro, destaca a expectativa do setor. “A retomada é apontada pelos indicadores. Apesar da queda do PIB, apresentada essa semana, a expectativa é de estabilização nos próximos meses. Para reforçar essa estabilização a liberação do saldo das contas inativas do FGTS deve reduzir a inadimplência e gerar um potencial de consumo, retomando o consumo agregado no varejo”, ressalta.

REFORMAS ESTRUTURANTES

A reaquecimento da economia também está ligado às reformas estruturantes como a Previdenciária, Trabalhista e Tributária. De acordo com o Ministério do Planejamento, 90% das despesas das despesas públicas são despesas obrigatórias, sendo que só o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) é responsável por 45%. Se o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e outros benefícios previdenciários entrarem nessa conta, o número aumenta para 55%.

A PEC da Previdência vai ajudar a manter as contas públicas equilibradas a médio e longo prazo. Acreditamos que com a reforma teremos um impacto positivo no consumo e para o pequeno lojista fazendo que ele consiga sentir os efeitos positivos da reforma”, apontou o economista.

Outro ponto importante para o setor varejista é a modernização das leis trabalhistas que gerará um impacto positivo no setor, uma vez que permite uma gestão mais eficiente dos recursos. “O trabalho intermitente tem potencial de gerar 2,5 milhões de empregos”, apontou Honório Pinheiro.

 FONTE: CNDL

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5 dicas para investir bem o seu dinheiro

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Tanto nas vacas gordas quanto nas magras temos que ficar atentos e buscar investimentos que, pelo menos, nos deem retornos equilibrados e maiores que os esperados, e a poupança, queridinha dos brasileiros, certamente não é a melhor opção.

Portanto, é bom ficar atento e estar aberto às demais opções de mercado! Sim, existem outras soluções que possuem riscos baixos e uma certa segurança que permite essa traição na aplicação na poupança. Separamos algumas dicas para te ajudar a decidir qual a melhor alternativa para você investir o seu dinheiro:

  1. Organize suas finanças: separe as dívidas, a parcela para sobrevivência no período e o que pode ser guardado a curto ou a longo prazo;
  2. Estabeleça valores: é importante decidir a quantia mensal a ser economizada e saber quanto tempo pode deixar o dinheiro em alguma modalidade de investimento;
  3. Investigue: busque no mercado o tipo de modalidade de investimento que atenda às suas expectativas de segurança e de risco. Neste momento, é bom ter o “pé no chão” em termos de rentabilidade.
  4. Invista no conhecimento das modalidades e o que esperar delas: caso não tenha familiaridade com o assunto, consulte um especialista ou até mesmo o gerente do seu banco para alinhar essas expectativas;
  5. Cuidado com o medo e a ganância exagerados: eles são seus piores inimigos. Ainda mais ao romper a tradição de investir somente na poupança.

O Meu Bolso Feliz evidencia os melhores investimentos e ainda ilustra os riscos de cada um e o que cada pessoa precisa saber antes de investir. O importante é pensar “fora da caixa”. Ver a imensidão do mercado e suas opções, bem como a segurança aliada às expectativas que vão nortear suas ações para atingir o que se espera, seja para fazer aquela compra tão desejada ou projetar a sua independência financeira.

De acordo com a Pesquisa de Intenção de Consumo realizada mensalmente pela FCDL-MG, 57,3% dos entrevistados investem em poupança. Assim, se você faz parte deste montante, não se preocupe. Sempre é hora de começar algo novo. Basta estar aberto às mudanças e às inovações.

Se você ainda não se convenceu, fizemos algumas simulações para 2017 no Acionista. Vale lembrar ainda que em várias opções é possível começar a investir com R$ 50,00.

POUPANÇA

Rendimento ao final de um ano: 8,47%
Dica: Indicada para quem saca com frequência o valor para cobrir déficits do mês. Isento de IR.

CDB pré-fixado (90% DI)

Rendimento ao final de um ano: 10,15%
Dica: Quanto maior o valor investido, mais alto o DI. Ganho não é tão afetado para saques antes do vencimento.

LCI/LCA (85% DI)

Rendimento ao final do ano: 11,58%
Rende mais que CDB para quem aplica grandes valores (acima de R$ 100 mil). Tem menor liquidez.

TESOURO LTN (Selic, pré-fixado)

Rendimento ao final de um ano: 11,83%
Rendimento é igual para quem aplica valores altos ou baixos. As taxas envolvidas são mínimas.

FUNDO DI (Taxa administrativa 1,5% a.a.)

Rendimento ao final de um ano: 10,52%
Taxas são menores para quem tem mais dinheiro. Não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito

FONTE: FCDL-MG

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Descontos e promoções: como fazer dar certo

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Mas, para que essas estratégias funcionem a seu favor, é importante fazer um planejamento antecipado e cuidadoso. Separamos algumas dicas sobre descontos e promoções para facilitar a sua vida:

O primeiro passo é saber identificar a oportunidade para desenvolver uma promoção que estimule o consumidor a adquirir determinado produto ou serviço sem prejuízo ou perda da competitividade. Portanto, o planejamento deve começar considerando-se os seguintes fatores:

  • Relação custo/benefício: os descontos devem ser determinados após uma detalhada análise dos custos da empresa, da qualidade do produto oferecido e do risco de desvalorização do mesmo diante do consumidor (qualidade percebida pelo cliente após a redução do preço);
  • Mercado de atuação: os brindes oferecidos devem estar alinhados com o ramo de atuação da empresa. Por exemplo, se os produtos vendidos são do setor automobilístico, de nada adianta oferecer uma cesta de frutas como brinde, certo? Se o produto for uma solução do SPC Brasil disponibilizada pela entidade, não “pega bem” oferecer algum brinde que não tenha a ver com o dia a dia da CDL;
  • Objetivos: a ferramenta de promoção deve ser estabelecida de acordo com o resultado que desejo alcançar, mesmo que todas, no final das contas, tenham o mesmo propósito: o aumento das vendas. Por exemplo, se desejo estimular o interesse de compra, posso utilizar a ferramenta de amostra grátis para instigar a experimentação de meu produto. Caso deseje premiar a fidelidade de um cliente, posso oferecer um desconto na recompra de um determinado bem ou serviço;
  • Estoques: preparar os estoques conforme a estimativa de vendas, no caso de comércio e indústria, é fundamental para não se correr risco de faltas ao longo do período promocional. Para o setor de serviços, o fundamental é preparar toda a infraestrutura de atendimento para o incremento de vendas;
  • Comunicação com o mercado: tanto melhor será o resultado da promoção quanto mais eficaz for a comunicação com o mercado. A decoração do ambiente de venda associada ao tema escolhido para desenvolvimento da ação promocional, por exemplo, é uma boa dica.
  • Dica de ouro: acompanhe os resultados dia após dia para fazer ajustes na estratégia de aumento de vendas. Registre os produtos ou serviços que mais saem e compare com essa saída em períodos de não-promoção.

Tipos de ações:

Desconto – abatimento no preço de um produto. Exemplo: desconto de 15% na compra de um ou mais itens específicos.

Amostra – quantidade grátis de determinado produto ou serviço. Exemplo: uma aula experimental de uma nova modalidade na academia de ginástica.

Brinde – item oferecido para estimular a compra de determinado produto. Exemplo: balde de pipoca decorado com o tema de algum filme em lançamento.

Cupom – código que garante desconto na compra de determinado produto. Exemplo: cupons anexados em revistas e jornais que, quando reunidos, dão direito ao desconto.

FONTE: FCDL-MG
IMAGEM: 1wallpaper

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Como escolher melhor ponto comercial para seu negócio

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Selecionar adequadamente o ponto comercial onde o seu negócio vai funcionar pode ser a diferença entre alcançar ou não resultados positivos. A escolha do local precisa considerar a coerência entre os 4 P's de marketing: ponto, produto, preço e propaganda.

Se a localização demonstra aspectos negativos, isso pode comprometer o desempenho das vendas. É oportuno pensar em mudar o empreendimento para um lugar melhor e mais estratégico, mesmo que isso signifique investir mais em infraestrutura e propaganda.

Considere que não há uma fórmula que determine o melhor ponto para o seu negócio, no entanto, é necessário ficar atento às variáveis que podem mudar significativamente o seu comércio.

LOCALIZAÇÃO

O sucesso do negócio depende de sua localização. Mas, antes de decidir onde será a loja, é importante que o empreendedor esteja atento a questões como acesso físico, tráfego de pedestres, número de concorrentes nas proximidades e condições de estacionamento.

Lojas de rua e de shopping center têm suas especificidades:

Nos estabelecimentos de shopping, campanhas promocionais, segurança, estacionamento amplo, conforto e praticidade são algumas vantagens. As desvantagens são o alto investimento para aquisição, a taxa de condomínio alta, a cobrança de fundo de promoção, as regras de funcionamento e a cobrança de estacionamento.

Para as lojas de rua, os custos são mais baixos e há maior liberdade de gestão, além de estacionamento gratuito. Em contrapartida, dificuldade para estacionar, falta de segurança e de campanhas promocionais são aspectos negativos para esse tipo de ponto.

Algumas perguntas são norteadoras na hora de escolher o ponto comercial:

  • A loja é acessível aos clientes?
  • O local favorece a venda por impulso? Mesmo sem intenção de compra, os clientes sentem-se estimulados a comprar apenas ao ver o produto?
  • Qual o fluxo de pedestres no local?
  • A área em questão concentra mais atividades comerciais e/ou concorrentes?
  • Estacionamento é necessário?
  • O público-alvo tem acesso garantido à loja?

COMO ESCOLHER

Quando o empresário analisa as condições do ponto comercial, além do impacto no faturamento, ele precisa observar fatores que podem interferir negativamente na venda.

Confira a seguir dicas para garantir um bom ponto para o seu negócio:

  • Defina o perfil do consumidor que deseja alcançar e estabeleça qual produto será oferecido;
  • Analise o contrato, as condições de pagamento e o prazo do aluguel. Certifique-se de que o preço é compatível com sua capacidade de investimento e o prazo de retorno e movimento esperado;
  • Observe aspectos como: facilidade de acesso e visibilidade, volume do tráfego, local para estacionar (importante ter estacionamento próprio ou nas proximidades), nível de ruído, condições de higiene e segurança, água, luz, telefone, internet;
  • Verifique a existência de concorrência ou negócios similares nas proximidades;
  • Esteja atento à facilidade de aquisição de matéria-prima e ao recrutamento de mão de obra, ou seja, confira se há pessoas/serviços especializados nas mediações;
  • Solicite uma busca prévia de localização junto à prefeitura para verificar possíveis impedimentos para a montagem do negócio, com base no plano diretor urbano do município;
  • Compare diferentes opções de pontos comerciais para garantir o melhor lugar para o negócio e observe o movimento desses locais em diferentes dias e horários;
  • Converse com proprietários de estabelecimentos próximos e procure descobrir qual o valor médio de compra/aluguel da região;
  • Procure o lado da rua onde há sombra no período da tarde, pois nesse horário o movimento é maior;
  • Prefira pontos que tenham o mesmo nível da rua e sem recuo, próximos à entrada principal, a escadas rolantes, praças de alimentação ou lojas-âncora dos shoppings, pois eles têm mais visibilidade.

CUIDADOS

Confira orientações para você não se arrepender da escolha do ponto comercial:

  • Evite lojas em frente a pontos de ônibus, pois a visibilidade ficará comprometida pela aglomeração.
  • Fique longe de locais que causem sensação de insegurança. No caso de lojas de rua, um exemplo disso são as praças mal iluminadas.
  • Tente não optar por locais em últimos andares ou em corredores sem saída, pois eles apresentam pouco movimento.
  • Encontre um diferencial para o seu negócio e vá em frente. Concorrentes existem em qualquer empreendimento.
  • Olhe o mapa da cidade em toda sua amplitude e tente detectar as principais necessidades locais. Áreas consideradas nobres não são as únicas opções para bons pontos comerciais.
  • Fique atento que alguns municípios possuem legislação específica para determinados negócios. Verifique se é o caso do seu.

SAIBA MAIS

Para mais informações, acesse Rádio Sebrae o programa Escolha do Ponto, da série Negócios que dão certo.

FONTE: Sebrae

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Veja 10 direitos do consumidor que todos deveriam saber

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

empo todo nos deparamos com questões relativas a consumo, seja numa loja, na contratação de plano de TV a Cabo, na farmácia, em restaurante, enfim, a maioria das situações do nosso dia a dia são relacionadas ao consumo. Assim, para que você saiba se defender, apresentamos os 10 direitos básicos:

1 - PROTEÇÃO DA VIDA E SAÚDE

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que, antes de comprar um produto ou utilizar um serviço, o consumidor deve ser avisado pelo fornecedor sobre os possíveis riscos que eles podem oferecer à saúde ou a sua segurança. Assim, na hora de comprar, analise se o produto possui informações adequadas e questione os vendedores.

2 - EDUCAÇÃO PARA O CONSUMO

Você tem o direito de ser orientado quanto o uso adequado dos produtos e dos serviços. Havendo dúvidas que não foram sanadas na hora da compra ou em manuais de instrução, entre em contato com o fornecedor e peça as orientações necessárias.

3 - LIBERDADE DE ESCOLHA

Como consumidor, você tem todo o direito de escolher o produto ou serviço que achar melhor, sem nenhuma interferência do fornecedor. No momento da compra, reflita, analise e não se deixe influenciar pelo discurso do vendedor pois só você sabe o que realmente é importante e está adequado as suas necessidades.

4 – INFORMAÇÃO

Para tomar sua decisão, você precisa ter informações precisas daquilo que está adquirindo. Todo produto deve conter dados claros e precisos quanto a quantidade, peso, composição, preço, riscos que apresenta e modo de utilização. Da mesma forma, antes de contratar qualquer serviço, você deve ter todas as informações que julgar necessário. Questione sempre os fornecedores e esclareça todas as dúvidas antes de adquirir o produto ou serviço.

5 - PROTEÇÃO CONTRA PUBLICIDADE ENGANOSA

Você se encanta com um produto na propaganda que viu e depois de compra-lo, percebe que ele não corresponde àquilo que foi prometido no anúncio. Nesse caso, você tem direito de exigir que tudo que for anunciado seja cumprido. Caso o produto não corresponda ao que foi prometido, você tem o direito de cancelar a compra ou o contrato e receber o dinheiro de volta. A publicidade enganosa e abusiva é proibida.

6 - CONSUMIDO TEM PROTEÇÃO CONTRATUAL

Normalmente, ao contratar um produto ou serviço, o consumidor assina um contrato de adesão, que é um acordo com cláusulas pré-redigidas pelo fornecedor e conclui um contrato, assumindo obrigações. O CDC o protege quando as cláusulas do documento não forem cumpridas ou quando são cláusulas abusivas, que são contrárias as proteções previstas no CDC. Quando isso acontece, as cláusulas podem ser anuladas ou modificadas por um juiz..

7 – INDENIZAÇÃO

O consumidor tem direito de ser indenizado, caso tenha sido prejudicado, por quem lhe vendeu o produto ou lhe prestou o serviço, inclusive podendo ser recompensado pelos danos morais sofridos. Quando isso ocorre, o ideal é buscar informação nos órgãos de proteção ao consumidor (Procon, Juizados Especiais e entidades que atuem nessa área).

8 - ACESSO A JUSTIÇA

Sempre que o consumidor tiver seus direitos violados, pode recorrer à Justiça e pedir ao juiz que determine que eles sejam respeitados pelo fornecedor.

9 - FACILITAÇÃO DA DEFESA DOS SEUS DIREITOS

O CDC facilitou a defesa dos direitos do consumidor, permitindo até mesmo que, em certos casos, seja invertido o ônus de provar os fatos, bastando que o consumidor alegue o problema que teve, sem ter que apresentar provas,  deixando para o fornecedor a obrigação de comprovar que o problema não ocorreu.

10 - QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS

Os Órgãos Públicos e as empresas concessionárias de serviços públicos têm o dever de prestar serviços de qualidade, e garantir o bom atendimento do consumidor.

FONTE: Terra

IMAGEM: Shutterstock

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Escalabilidade: entenda o que é esse conceito

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

A escalabilidade tem como objetivo o aumento do volume nas atividades de produção, mas sem a ampliação dos custos do negócio. Ou seja, um negócio com boa escalabilidade aumenta o faturamento sem precisar elevar proporcionalmente os custos, gerando assim um alto potencial de expansão.

É sempre bom lembrar que a escalabilidade de uma empresa pode ser utilizada como um índice do potencial de crescimento do negócio. Ela serve, entre outras coisas, para mostrar ao empreendedor como e onde ele ele está ou vai falhar no investimento do negócio. Além disso, esse indicador é um dos mais observados por investidores anjos que querem dar um "up" em novos negócios.

De acordo com a Endeavor Brasil, para ser escalável o negócio deve apresentar três características básicas: ser ensinável, valioso e replicável. Ter um negócio ensinável é necessário para que o empresário consiga repassar o seu processo produtivo a qualquer membro da equipe, tornando a expansão um processo mais fácil e seguro.

Já o negócio valioso é gerado por meio da especialização em uma atividade específica bem produzida, que por consequência se distinguirá dos concorrentes, agregando mais valor ao produto que está sendo oferecido. Por fim, o item replicável diz respeito ao fato do seu processo ter sucesso no quesito multiplicação e geração de receita recorrente, demonstrando que o seu modelo de produção funciona e que há mercado para expansão.

COMO TRANSFORMAR MEU NEGÓCIO EM UM EMPREENDIMENTO ESCALÁVEL?

Uma das formas mais conhecidas para gerar escalabilidade em um negócio é abrir espaço para o já conhecido sistema de franqueamento. Através das franquias é possível expandir o negócio em quantidade, em vendas, em número de clientes e ao mesmo tempo cumprir um dos requisitos básicos da escalabilidade: o não aumento de gastos, já que os gastos com a montagem e manutenção das franquias ficam por conta dos franqueados.

Outra forma bastante comum, segundo a Endeavor Brasil, é o licenciamento do know-how da empresa. Através disso é possível aumentar o seu faturamento através dos direitos de uso, ao mesmo tempo que os custos permanecerão os mesmos.

Vale ressaltar que a escalabilidade de uma empresa também é observada pelos fundos de investimento e por operadores do mercado, que visam investir apenas em empresas com forte potencial de crescimento e lucro. Por isso, tanto startups quanto empresas maiores devem estar atentas aos seus níveis de escalabilidade, buscando sempre pela melhora de qualidade neste índice.

FONTE: Administradores
IMAGEM: Reprodução

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