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82% dos jovens brasileiros contribuem para o sustento da casa

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com jovens entre 18 e 30 anos mapeou as relações sociais, responsabilidades financeiras, o estilo de vida dessa população e o envolvimento com a tecnologia e mostra que oito em cada dez jovens brasileiros contribuem financeiramente para o sustento da casa (82%), 29% arcam apenas com uma parte sem ser os principais responsáveis, enquanto 27% dizem que são os principais responsáveis pelas despesas. Já os que não ajudam somam 18%, sendo que 11% dizem que além de não possuírem qualquer responsabilidade sobre as despesas, têm as contas pagas pelos pais por falta de renda, com destaque aos com idade entre 18 a 24 anos (16%).

O levantamento também demonstra que mais da metade (51%) dos jovens mora com os pais e 38% dizem morar com companheiro ou cônjuge. Somente 4% moram sozinhos. Com relação ao estado civil, quase metade dos jovens (46%) estão solteiros, 26% são casados e 23% namoram, sendo que 10% moram junto.

Além disso, o estudo revela que 44% dos jovens têm o trabalho com carteira assinada como fonte de renda. Cerca de 25% dos jovens disseram trabalhar informalmente, fazer bicos ou atuar como freelancers para se manter, com destaque às classes C, D e E (28%), e 10% estão fazendo estágio, sobretudo entre 18 e 24 anos (14%). Aqueles que recebem ajuda financeira dos pais somam 10% e os que não possuem renda são 8%.

Conforme esperado, as pessoas que fazem parte da faixa etária de 18 a 24 anos são mais dependentes dos pais e familiares, em maneira geral. Isso se deve ao fato de estarem em processo de formação acadêmica e/ou desenvolvimento profissional e são, portanto, mais instáveis financeiramente. Por outro lado, jovens que pertencem às classes C, D e E, precisam ajudar no sustento da casa de alguma forma por necessidade de completar o orçamento familiar”, analisa Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

JOVEM ESTÁ CONECTADO E MAIORIA ACESSA A INTERNET PELO SMARTPHONE

A pesquisa revela que 89% dos jovens possuem smartphone, com destaque às classes A e B (98%), 80% têm notebook e 72% possuem computador de mesa. Além disso, o smartphone é o principal meio de acesso à rede mundial de computadores (81%), superando notebooks (68%), computadores de mesa (64%) e tablets (25%).

Entre os jovens que possuem smartphone, 98% disseram acessar ao menos um aplicativo diariamente, com destaque para as classes A e B (100%). Aplicativos de mensagens (80%), jogos (49%) e geolocalização (45%) são os mais utilizados.

Já com relação aos principais motivos para acessar a internet, assistir a vídeos (70%), se atualizar (67%), enviar e responder e-mails pessoais (62%) e escutar música (61%) são as prioridades. A pesquisa revelou também que as principais redes sociais utilizadas são Facebook (95%), WhatsApp (93%) e YouTube (91%). Para 72% dos jovens que acessam as redes sociais, o principal motivo é manter contato com os amigos, seguido de distração (67%) e contato com a família (60%).

APARÊNCIA, LAZER E SAÚDE SÃO MUITO IMPORTANTE PARA JOVENS

O estudo do SPC Brasil e da CNDL também investigou a relação dos jovens com a aparência, lazer e saúde. Quase todos os entrevistados (98%) afirmaram cuidar da saúde, sendo que exercícios físicos (47%), alimentação balanceada (39%) e ser feliz e pensar positivo (33%) são as principais práticas para se manterem saudáveis. Caminhada (51%), musculação (49%) e corrida (35%) são as principais atividades entre os jovens que praticam exercícios.

Em relação aos cuidados para se sentirem mais bonitos e confiantes, 98% dos jovens também possuem algum hábito, com destaque às mulheres (100%). Cuidado com os dentes (47%), aquisição de roupas, sapatos e acessórios (47%) e atividades físicas (44%) são as principais atividades adotadas.

De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, os dados mostram que o mercado de consumo dos jovens tem grande potencial. “Os jovens demonstram ser bastante preocupados com aparência e saúde. Portanto, é importante que os empresários com foco neste público diversifiquem sua oferta de produtos e serviços nessa área”, avalia Marcela Kawauti.

O lazer é algo importante para todos os jovens entrevistados. O que eles mais fazem nas horas vagas é navegar na internet (69%), ouvir música (61%) e ver televisão (53%). Atividades que demandam gastos, como cinema, viagens, bares, baladas e restaurantes ou eventos culturais são realizadas principalmente pelas classes A e B, segundo o levantamento.

JOVENS SE PREOCUPAM COM A CARREIRA E QUEREM ADQUIRIR IMÓVEL NO FUTURO. CURRUPÇÃO E SAÚDE ESTÃO ENTRE OS MAIORES TEMORES

Quase a totalidade dos jovens entrevistados afirmam ter planos para os próximos cinco anos. A maioria está relacionada à carreira: 29% querem se formar na faculdade, 28% desejam estabilidade no emprego e 27% esperam ter boa carreira profissional. Outros 24% ainda têm a intenção de adquirir um imóvel.

Os jovens consideram que após os 30 anos serão adultos realizados se tiverem seu próprio imóvel (30%), forem felizes na profissão (28%) e tiverem tempo livre para fazer o que gostam (26%).

Quase todos os jovens entrevistados (99%) disseram ter preocupações com relação ao futuro, sendo as principais: não ter saúde física (29%) ou depender de outras pessoas por causa de doença (24%); não trabalhar naquilo que gosta (29%) ou não ter dinheiro para sustento próprio (24%); e também preocupações mais gerais, como corrupção (25%) e perspectivas de crescimento econômico do país (24%).

UM EM CADA CINCO JOVENS TEM PLANOS DE ABRIR O PRÓPRIO NEGÓCIO

Com acesso mais facilitado à informação, os jovens estão conhecendo mais sobre empreendedorismo e novos modelos de negócio. 22% dos jovens têm como desejo abrir a própria empresa nos próximos cinco anos. Além disso, 22% também dizem que se sentirão realizados após os 30 anos se tiverem uma empresa. Vale ressaltar que, hoje, 7% dos jovens são empresários, com destaque entre os 25 e 30 anos (10%) e pertencentes às classes A e B (16%).

O acesso amplo à internet traz ao jovem brasileiro mais informação sobre a cultura do empreendedorismo, gerando interesse em novos modelos de negócios como, por exemplo, as startups. Além disso, a crise econômica pode impulsionar esta busca pelo próprio negócio, uma vez que os jovens precisam encontrar alternativas para permanecer no mercado de trabalho sem depender do emprego com carteira assinada”, destaca Marcela Kawauti.

METODOLOGIA

Foram entrevistados 601 jovens com idade entre 18 e 30 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro no geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

FONTE: CNDL
IMAGEM: Reprodução

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É melhor abrir uma loja física ou online? Compare

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

As vantagens que o negócio online oferece ao pequeno empreendedor

Se você é uma pequena ou média empresa off – isto é, tem o seu negócio no mundo físico, como uma loja no shopping ou em um bom ponto comercial da cidade – e tem visto o movimento de consumidores diminuir nesses locais, talvez uma alternativa seja expandir o negócio para além dessas localidades.

O comércio online permite isso. Abrir uma loja com endereço www, ou mesmo passar a atuar em um marketplace (shopping virtual) e em redes sociais, ampliará o alcance dos seu negócio em muitas vezes. E essa é apenas uma das vantagens que o e-commerce pode oferecer ao PME.

Comparação de investimentos

Pense bem: se para ampliar o negócio você tomar a decisão de abrir outra loja física, isso exigirá investimento em imóvel (compra ou aluguel), decoração, manutenção do local, entre outros. Para oferecer seus produtos e/ou serviços na web também serão necessários investimentos, mas os altos custos citados anteriormente você com certeza não terá.

Além disso, o estoque – geralmente a linha de maior investimento – pode ser alocado onde o empreendedor achar melhor, diferentemente da loja física, que precisa estar com o estoque sempre à mão.

Comparação de horários de atendimento e compra

Outro aspecto positivo do comércio online para ser levado em conta é o fato de as portas da sua loja, seja de produtos ou de serviços, ficarem sempre abertas. Enquanto a atuação no mundo físico está limitada a determinados dias e horários, na web seu portfólio estará em exposição 24hs por dia, sete dias por semana. E o cliente poderá acessá-lo e fazer a compra no horário que achar mais conveniente.

Claro que, para prestar um bom atendimento – o que é essencial no e-commerce –, o empreendedor online tem que estar atento para responder ao cliente e iniciar o processo de envio do produto sempre o mais breve possível.

Estar com a loja aberta o tempo todo tem lá suas exigências. Uma alternativa, caso perceba que não dará conta de atender a demanda em qualquer horário, é estabelecer horários de atendimento e deixar isso muito claro para o cliente.

FONTE: CNDL

IMAGEM: Reprodução

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Metade dos brasileiros reprovam a reforma da previdência

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) indica que 47% dos brasileiros reprovam a reforma da previdência. Apesar da maioria ser contra a reforma, 60% admitem não ter mudado sua maneira de agir com relação à aposentadoria, especialmente por não terem refletido sobre o assunto (28%). Entre os 40% que alteraram o modo de pensar, o aumento da importância do planejamento da aposentadoria é a principal mudança (20%), principalmente entre os entrevistados das classes A e B.

Entre os que desaprovam a reforma, 28% dizem que depois de tantos anos trabalhando a pessoa merece se aposentar cedo e ter um tempo de descanso e 25% desaprovam porque a proposta discutida irá prejudicar quem já trabalhou mais de 30 anos.

Já para os que aprovam a reforma (20%), o principal argumento é que o número de pessoas mais velhas está crescendo e, se essas medidas não forem realizadas, a previdência não conseguirá se sustentar a longo prazo, prejudicando assim quem se aposentará futuramente (50%); 18% dizem que a mudança tornará o sistema mais justo, eliminando as diferenças entre funcionários públicos e da iniciativa privada e 13% afirmam que as pessoas estão vivendo mais e com mais saúde e, por isso, podem ser produtivas por mais tempo.

Independente de questões contrárias ou favoráveis à reforma da previdência, as instituições, lideranças políticas e sociedade civil sabem que é imprescindível discutir o assunto. Dados do IBGE estimam que até 2030 o país terá 41,5 milhões de idosos, ou seja, em torno de um em cada cinco brasileiros vai depender da União para se sustentar quando parar de trabalhar”, diz a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

MAIS DA METADE DOS BRASILEIROS TÊM ACOMPANHADO A DISCUSSÃO SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

O levantamento demonstra que 56% dos entrevistados têm acompanhado de alguma maneira a discussão, com destaque para homens (63%), pessoas com 55 anos ou mais (80%) e das classes A e B (77%). No total, 19% afirmam estar por dentro de todo o processo e alterações, principalmente os mais velhos (31%).

Dos 38% que afirmam não estar acompanhando o debate sobre o tema, a maioria é de mulheres (44%), jovens (52%) e entrevistados das classes C, D e E (43%).

É importante que todos os envolvidos no debate participem da discussão sobre a reforma, já que diz respeito a jovens, adultos e idosos. Cedo ou tarde todos serão atingidos e precisarão refletir sobre a aposentadoria”, afirma Kawauti.

QUATRO EM CADA DEZ BRASILEIROS NÃO SE PREPARAM PARA A APOSENTADORIA

Embora a maioria (95%) reconheça que os brasileiros devem pensar na aposentadoria, 38% afirmam que não se preparam para o momento de parar de trabalhar; sendo a principal justificativa o fato de nunca sobrar dinheiro (34%), seguida da alegação de ser muito cedo para pensar no assunto (20% com aumento para 27% entre os homens) e 16% não sabem como fazer.

A maneira mais comum de se preparar para a aposentadoria é por meio do INSS pago de maneira autônoma (17%), seguido de aplicação em poupança (15%). As pessoas mais velhas (82%) e entrevistados das classes A e B (72%) são os que mais se preparam para o momento de deixar de trabalhar. Ser uma pessoa precavida (21%) e ver exemplos de pessoas que tiveram problemas financeiros após a aposentadoria (20%) são as principais motivações dos entrevistados.

De acordo com o educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, é importante que o planejamento comece desde cedo, ainda que feito em pequenas quantias: “Qualquer um pode se preparar logo para a aposentadoria, desde que respeite sua realidade financeira. À medida que a renda da pessoa aumenta, ela pode incrementar o valor dos depósitos de modo que essa reserva cresça. No entanto, é importante ter disciplina e regularidade no planejamento”, explica.

No total, 95% de entrevistados acreditam ser importante se preocupar com a aposentadoria. O argumento mais mencionado é o fato de que se não se preocuparem, terão que depender de terceiros na velhice (32%). Outros 21% afirmam que o padrão de vida pode cair caso não se preocupem. Cerca de 55% fazem reservas ou investimentos com foco na aposentadoria mensalmente, principalmente os entrevistados das classes C, D e E, sendo a média anual equivalente a 10 meses.

Segundo o estudo, os entrevistados acreditam que a idade ideal para se aposentar é 57,5 anos, em média.

METODOLOGIA

A pesquisa ouviu 606 pessoas residentes em todas as capitais do Brasil, com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e todas as classes sociais. A margem de erro é de 4 pontos percentuais e a margem de confiança de 95%.

FONTE: CNDL
IMAGEM: Aposentadoria e Previdência

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Escola de Informática inicia semestre com mais de 250 alunos

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

A Escola de Informática CDL ACIBOM e Sicoob Credibom, iniciou as aulas do 1º semestre de 2017 com 17 novas turmas e com 258 aluno nos cursos de Informática Básica, Excel Avançado, Manutenção e Formatação de Computadores, Photoshop, além, do Projeto Idade Digital.

Durante a primeira aula de cada turma, foram entregues informativos sobre a Escola de Informática e sorteados brindes enviados pela Sicoob Credibom.

Confira algumas fotos da primeira semana de aula clicando aqui.

ESCOLA DE INFORMÁTICA

Graças a uma forte parceria com a SICOOB CREDIBOM, a Escola de Informática funciona de forma GRATUITA, e oferece cursos de Informática Básica, Excel Avançado, Manutenção e Formatação de Computadores, Photoshop e, ainda, conta com o Projeto Idade Digital, que visa atualizar quem está na melhor idade aos benefícios da informática.

Para mais informações sobre a Escola de Informática, basta entrar em contato pelo telefone (37) 3522-5001, ou mesmo através do nosso Facebook @cdlacibom.

 

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Programa do Sebrae irá liberar R$ 8,2 BI

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

O Sebrae lançou, em janeiro, o programa de crédito orientado “Empreender Mais Simples: menos burocracia, mais crédito”, que prevê a liberação de R$ 8,2 bilhões às micro e pequenas empresas nos próximos dois anos. Haverá ainda investimentos de R$ 200 milhões por parte do Sebrae no desenvolvimento e aperfeiçoamento de dez sistemas informatizados para desburocratizar a gestão das empresas. O programa foi elaborado em parceria entre o governo federal e o Banco do Brasil e a previsão é que as liberações comecem em março.

Do total de R$ 8,2 bilhões, cerca de R$ 1,2 bilhão virá por meio da linha Proger Urbano Capital de Giro, com recursos do Fundo do Amparo ao Trabalhador (FAT) e R$ 7 bilhões da linha BNDES Capital de Giro Progeren. A taxa mensal de juros é a partir de 1,56%, com prazos máximo de 48 meses (linha do FAT) e 60 meses (linha do BNDES). Sem valor mínimo, o limite do pedido é de R$ 200 mil, mas a expectativa do Sebrae é que o tíquete médio gire em torno de R$ 80 mil.

Segundo Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae, o objetivo é atingir cerca de 50 mil empresas com faturamento médio anual e R$ 360 mil. “Vamos priorizar ramos tradicionais, como comércio e serviços, que devem representar mais de 70% dos pedidos. Em uma próxima etapa, em março, vamos lançar um programa exclusivo para empreendedores de tecnologia”, afirma.

A principal novidade, diz Afif, é o conceito de crédito orientado no momento de solicitar o crédito pelo Banco do Brasil, as empresas terão a orientação de 500 consultores para avaliar as suas reais necessidades. “Às vezes, o problema da empresa pode ser resolvido com melhor gestão e não com recursos financeiros”, diz Afif. Os consultores serão ex-funcionários do Banco do Brasil e terão os seus salários pagos pelo Sebrae.

As medidas para reduzir a burocracia e facilitar a vida do empreendedor devem entrar em vigor apenas a partir do próximo ano, já que dependem da ação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). A ideia é reduzir a complexidade e o tempo gasto no cumprimento das obrigações tributárias, previdenciárias, trabalhistas e de formalização. “Vamos criar o e­Social, que irá permitir o recolhimento das contribuições previdenciárias retidas dos empregados e ao FGTS na mesma guia do Simples Nacional”.

As medidas foram bem acolhidas, mas há dúvidas quanto à contrapartida anunciada, que estabelece que a empresa mantenha emprego e renda até um ano depois da operação. “As propostas são positivas, mas no atual cenário tenho dúvidas se a empresa que contrair crédito poderá passar 72 meses sem demissões”, diz Joseph Couri, presidente do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi).

Para Milton Bogus, diretor titular do departamento de micro, pequena e média indústria da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), as taxas e prazos são favoráveis, mas a questão da manutenção do emprego preocupa potenciais tomadores de crédito. “A indústria paulista demitiu 150 mil pessoas em 2016 e as pequenas estão com 59% de nível de ociosidade”, diz.

Marcel Solimeo, economista chefe da Associação Comercial de São Paulo, elogiou a contratação de consultores para o crédito orientado. Segundo ele, isso pode ajudar pequenos comerciantes que estão endividados e encontram dificuldades para captar crédito nos bancos e instituições financeiras. Para Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), as medidas anunciadas podem minimizar os efeitos da crise no setor. “O acesso ao créditos foi muito difícil em 2016 e isso contribuiu para o fechamento de muitas lojas”.

FONTE: Guilherme Meireles - CNDL
IMAGEM: Reprodução

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Carnaval: 4 dicas para você arrasar nas vendas

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Segundo o Ministério do Turismo, em 2016, cerca de 6,6 milhões de turistas viajaram pelo País durante o feriado de carnaval. Entre os gastos com transporte, hospedagem, alimentação e lazer, o Governo calculou que houve um acréscimo de mais de R$6 bilhões à economia nacional. Diante desses bons números, separamos algumas dicas para você arrasar na avenida nas vendas, afinal ninguém quer deixar o bloco passar sem aproveitar um pouquinho, não é?

CAIA NA FOLIA

É preciso entrar no clima! Sua marca e sua vitrine precisam estar caracterizadas para chamar a atenção de quem visitar suas páginas na internet e de quem passar pela sua porta.

SAIA DO LUGAR COMUM

Criar produtos personalizados para a data com a marca da empresa ou até mesmo preparar uma embalagem especial são detalhes que podem agregar valor à compra.

A BOA E VELHA PROMOÇÃO

Claro que uma promoção legal chamará a atenção dos foliões, assim como cupons de desconto, que são bons atrativos de novos clientes.

TENHA FOCO

Toda a campanha deve estar voltada para a divulgação do Carnaval, portanto, necessitam de uma abordagem específica para esta época do ano. Não ofusque sua divulgação carnavalesca com outras campanhas em paralelo. Pense fora da caixa e crie ações para atrair clientes em potencial!

FONTE: FCDL-MG
IMAGEM: G1

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