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Dicas para contratar empregados temporários

Por Dia em Dicas

Chega o final do ano e o mercado se aquece cada vez mais, para suprir as necessidade a contratação de funcionários temporários é cada vez mais recorrente. Apesar de cada vez mais comum, esse tipo de contratação traz muitas dúvidas. Para não errar na hora de contratar empregados temporários, nós separamos algumas dicas para você, confira:

Contrate com quem sabe
Existem empresas especializadas que oferecem serviços de trabalho temporário, responsabilizando-se por recolocar funcionários qualificados no mercado. As vantagens deste serviço residem principalmente no trabalho de seleção, recrutamento e treinamento que estas empresas já fornecem, poupando tempo e esforço ao empreendedor que deseja contratar.

LEMBRE-SE: utilizar uma empresa especializada como intermediária do contrato é obrigatório. Se a contratação ocorrer de maneira direta entre o empregado e a empresa que irá utilizar seu serviço, o trabalhador será considerado funcionário efetivo do local e não provisório.

Integre a equipe
É importante receber e tratar os empregados temporários como qualquer outro empregado da sua empresa. Fazer com que os novos integrantes se sintam como parte do time promove a sintonia entre a equipe e motiva os empregados antigos.

Utilize a equipe fixa como apoio
A implementação de programas que transformem os funcionários regulares em mentores para os temporários é uma estratégia interessante e eficiente. Fazer com que os empregados mais experientes “adotem” os novos, dando-lhes poder para resolver eventuais problemas e orientar os mais novos, é uma excelente medida para promover a motivação da equipe.

Treinamento é fundamental
Treine com frequência e faça perguntas constantes para este trabalhador sobre os produtos vendidos, a missão e os valores do empreendimento. Assim, crie um processo para assegurar que os novos funcionários estão indo de encontro às necessidades do consumidor e construindo uma relação positiva com ele.

Fique atento aos direitos e deveres da contratação temporária
Uma regra específica deste tipo de contratação é que a empresa de trabalho temporário responsável deve ser registrada no Ministério do Trabalho e Emprego. Neste sentido, é necessária a elaboração de dois contratos por escrito: um entre o empregado provisório e esta empresa de trabalho provisório e outro entre esta empresa e a aquela que for utilizar os serviços do trabalhador, ou seja, a contratante.

Outro ponto crucial é que o contrato do trabalhador temporário não poderá exceder três meses, podendo ser prorrogado excepcionalmente uma única vez, desde que a empresa obtenha autorização da Delegacia Regional do Trabalho.

Quando o assunto em pauta são os direitos trabalhistas do profissional contratado em regime temporário, saiba que eles são os mesmos de qualquer outro funcionário, incluindo o salário piso da categoria, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), férias proporcionais com o acréscimo de 1\3, décimo terceiro salário de acordo com o tempo de trabalho, vale-transporte e INSS. Estes empregados, no entanto, não têm os direitos do aviso prévio com o fim do contrato e da multa rescisória do FGTS.

Ciente de todos os direitos e deveres, o empreendedor já está apto para analisar se a modalidade de trabalho vale a pena para sua empresa. Em períodos específicos do ano, nos quais aumenta a demanda e a necessidade de complementar o quadro de funcionários, a contratação do empregado temporário é uma solução que beneficia contratantes e contratados. E então, vai contratar para as vendas do fim de 2017?

 

Fonte:  FCDL-MG

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5 perguntas e respostas sobre microempreendedor individual (MEI)?

Por Dia em Artigos

O Brasil já soma mais de 7 milhões de microempreendedores, e, por ser uma modalidade recente (criada em 2009), muitas perguntam giram em torno dela. Pensando nisso, nós viemos responder algumas das dúvidas mais comuns, veja:

1) Quem pode ser MEI?
Para um empreendedor se tornar MEI, ele precisa cumprir alguns critérios. O primeiro é o limite de faturamento da empresa, que pode ser no máximo de R$ 60 mil. A pessoa também não pode ser sócia de nenhuma companhia, nem que ela esteja inativa. Além disso, não é permitido ter sócios e é preciso exercer uma das 500 atividades previstas no Portal do Empreendedor.

2) O empreendedor pode se formalizar sozinho?
Sim. O próprio empreendedor pode se formalizar pela internet, também no Portal do Empreendedor. Mas, antes de abrir a empresa, confira as regras na prefeitura. É o município que regulamenta cada atuação e é preciso verificar se sua atividade pode ser praticada no bairro que gostaria.

3) Quais são as obrigações do MEI?
O MEI é uma figura tributária e individual criada para facilitar a formalização do empreendedor que trabalhava na informalidade. Basicamente, o MEI tem hoje duas obrigações: pagar mensalmente os tributos da guia DAS e, depois de um ano de exercício, fazer a declaração anual de rendimentos.

4) MEI tem que declarar imposto de renda?
Depende. O lucro que o microempreendedor tem no negócio pode ser somado a outros ganhos que ele tenha como pessoa física, caso trabalhe em outra atividade que gere lucro. Por isso depende de cada caso, mas o MEI, como pessoa física, não fica necessariamente isento do imposto de renda.

 5) Qual a diferença entre MEI e ME (microempresa)?
Essa questão é ligada diretamente ao faturamento. O MEI pode faturar até R$ 60 mil no ano, de forma proporcional — o que dá, em média, R$ 5 mil por mês. Se esse limite for ultrapassado, a empresa passa a se enquadrar como ME automaticamente.

Matéria adaptada de FCDL-MG

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Home Office: como funciona esse tipo de trabalho?

Por Dia em Dicas

O Home Office tem aumentado cada vez mais o seu número de adeptos. Mas você sabe o que é essa forma de trabalho? Será que ela é realmente tão boa quanto é dito por aí? Veja neste artigo, o que é o Home Office e tire suas próprias conclusões quanto a esta modalidade de trabalho.

Não é o mesmo que trabalhar em casa
Nem sempre o home office significa que a pessoa irá trabalhar dentro de casa. Você pode trabalhar "home office" em qualquer lugar: cafés, hotéis, aeroportos, táxis, parques…ou em casa. Por isso, apesar de a tradução literal de "home office" ser "trabalho em casa", ele pode acontecer em qualquer lugar desde que seja remotamente, ou seja, em um espaço diferente do escritório da empresa.

Algum dia você vai ter que ir a empresa 
Só porque a maior do parte do seu trabalho vai acontecer de maneira remota (longe da empresa), não quer dizer que você não terá que ir até ela. Na verdade, o mais comum nesse tipo de trabalho é que o colaborador trabalha de maneira remota 2 ou 3 dias na semana. E mesmo quem trabalha todos os dias da semana em Home Office, tem de comparecer em reuniões presenciais de 15 em 15 dias.

É preciso disciplina
Para funcionar com produtividade, o home office exige autocontrole. A geladeira e a TV estão muito perto de você, então é necessário saber quando você vai poder ir até eles. Além disso, por mais que você esteja dentro de casa, não pega bem trabalhar sem camisa. Já ouviu aquele ditado: o hábito faz o monge? Pois é, um traje não profissional pode contaminar a seriedade do trabalho e reduzir a credibilidade e até a auto-estima do colaborador.

Mas... tem "lugar" melhor pra se trabalhar que home office?
Apesar dos desafios, quem consegue administrar seu tempo e produzir com qualidade no home office acaba trabalhando melhor e aproveitando muito mais a vida. O tempo que o colaborador ganha escapando dos congestionamentos pode ser utilizado para praticar esporte, acompanhar um filho no médico, relaxar, ou até mesmo adiantar as tarefas para garantir tempo livre em outro momento. Com a redução do stress no trânsito e a possibilidade de controlar a qualidade da própria alimentação, quem sai ganhando é a saúde do colaborador. Além disso, trabalhar em home office aumenta a motivação e reduz interrupções de colegas e reuniões desnecessárias, aumentando a produtividade. Bom para o colaborador, melhor ainda para a empresa que o emprega.

 

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07 regras que fazem o seu negócio perder clientes

Por Dia em Dicas

Você já entrou em algum estabelecimento e viu alguma dessas regras expostas em uma placa? Você se sentiu confortável após ler? Pois é, seus clientes também não gostam desse tipo de coisa.

Frente a um cenário super competitivo que vivemos hoje, estas regras apenas servem apenas para afastar clientes. Veja abaixo algumas dessas regras que, infelizmente, ainda encontramos em alguns estabelecimentos:

1- Não toque nos produtos,
2- Não aceitamos trocas,
3- Não temos WI-FI,
4- Não temos água ou banheiro,
5- Não aceitamos cartões
6- Não fazemos trocas aos sábados
7- Não fazemos embrulho

Ao restringir ou negar um serviço básico, você está dizendo ao cliente que ele não é bem-vindo ao seu estabelecimento. Por isso, antes de criar qualquer regra, vale a pena refletir um pouco e pensar: "Por que eu estou implementando esta regra?" e "Estou ajudando ou dificultando a vida daquele que movimenta o meu negócio?"

Fonte: Varejo Ativo

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Por que a sua empresa deve usar o SPC Brasil?

Por Dia em Dicas

As estatísticas não mentem: o número de pessoas inadimplentes tem crescido no Brasil. Segundo dados do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 59,2 milhões de consumidores estavam nas listas de inadimplência — 900 mil novos nomes, em comparação com dezembro de 2016.

Se a tendência é a do aumento da inadimplência, o varejista deve tomar suas precauções para não sofrer com esse problema ou, pelo menos, tentar minimizá-lo. Para isso, usar o SPC pode ser uma boa estratégia. Quer saber o porquê? Nós explicamos a seguir:

O que é o SPC?
A sigla significa Serviço de Proteção ao Crédito, e como o próprio nome já diz, essa nada mais é do que uma empresa privada que atua na formulação e gestão de um banco de dados com informações de crédito de grande parte da população economicamente ativa no Brasil. 

Por que o varejo deve usar o SPC?
Como vimos, o grande cerne do SPC é garantir uma maior segurança no comércio. Por meio dos registros contidos no banco de dados é possível traçar um perfil de crédito do consumidor, avaliando os riscos envolvidos ao fazer algum tipo de transação comercial com ele e evitando futuros problemas.
As vantagens experimentas pelo varejista ao estabelecer uma parceria com o SPC são muita, veja:

- Proteção da saúde financeira do negócio
Ao se valer do SPC, o lojista acaba reforçando a gestão financeira da sua empresa. Analisando os riscos envolvidos em vendas a prazo, por exemplo, é possível imprimir um ritmo mais seguro nas suas vendas, permitindo planejar-se a longo prazo sem ter que se preocupar muito com ausências de capital.

- Redução dos riscos de fraudes com cheques
O Serviço de Proteção ao Crédito oferece a possibilidade de consulta a registros de emissão de cheques, permitindo que o varejista, rapidamente, tenha informações confiáveis sobre o consumidor que está emitindo a ordem de pagamento. É importante mencionar que, ainda que o consumidor não tenha nenhum tipo de registro negativo em seu histórico, é possível checar o histórico da conta bancária atrelado ao cheque. 

- Confiabilidade das informações
Outro grande benefício do SPC e uma das características que o fez ser tão popular no comércio é a confiabilidade das informações prestadas. Todos os registros são feitos com extrema segurança e precisão em relação à identidade exata do consumidor. Para tornar os dados mais precisos e confiáveis, o SPC trabalha com base no monitoramento de CPF e CNPJ que, como se sabe, são dados exclusivos e pertencentes aos bancos de dados da Receita Federal do Brasil (RFB), o que garante ainda mais autenticidade a todas as informações. Assim, de forma totalmente automatizada e ágil, o lojista tem o que precisa para negar ou conceder o crédito a um cliente, podendo dedicar seu tempo em ações que realmente possam trazer retorno para a empresa.

Ao associar-se à CDL ACIBOM você tem acesso ao SPC Brasil junto de todos os benefícios acima. Entre em contato conosco e agende uma visita com nosso Representante Comercial no (37) 3522-5001 ou contato@cdlacibom.com.br.

Fonte da matéria: F-CDL

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5 dicas para integrar a sua equipe de trabalho!

Por Dia em Notícias

Você sabe o quão importate é a integração de toda equipe no ambiente de trabalho? De acordo com um estudo publicado pela revista especializada Deskmag, 62% dos entrevistados afirmaram que aumentaram a capacidade de trabalho em um ambiente mais integrado e colaborativo. O mesmo levantamento chegou à conclusão de que 90% dos entrevistados se sentem mais confiantes em ambientes integrados e 71% passam a ser mais criativos.  Sabendo disso, preparamos algumas dicas para que a sua equipe esteja sempre integrada:

1) Liberdade de opinião
É importante que todos os integrantes se sintam livres para expor problemas e dar sugestões às lideranças. Um bom líder é aquele que estimula as pessoas a expressarem suas ideias. Além disso, essa atitude evita que assuntos mal resolvidos fiquem pela metade, deixando aquele clima ruim em todo o ambiente de trabalho. O uso de formulários anônimos pode ser uma boa ideia! Assim as pessoas se sentem mais seguras para se expressar sem se expor.

2) Competições saudáveis
Outra técnica de integração de funcionários é a elaboração de programas de inovação interna ou competições leves entre equipes. Esse tipo de ação estimula o pensamento em conjunto e a criação de projetos de forma colaborativa. O ideal é que as equipes sejam formadas por integrantes de departamentos diferentes, justamente para criar o ambiente propício para uma interação entre pessoas que normalmente não trabalham juntas. 
Esse trabalho colaborativo também elimina o retrabalho excessivo. Afinal, o que é a integração na empresa se não uma forma de contar com mais cabeças pensando em conjunto?

3) Comunicação é a chave
"Quem não se comunica se trumbica"! Nenhuma ferramenta é tão poderosa na integração de equipes quanto a comunicação interna. Portanto, é imprescindível contar com tecnologias que facilitam a comunicação, como os sistemas de chat interno e e-mails corporativos modernos e eficientes.

4) Tudo acessível em qualquer lugar
Você provavelmente já ouviu falar na "nuvem", certo? Pois é! Ela é uma ferramenta virtual (por isso o nome nuvem) que serve para compartilhar todas as informações da empresa entre todos os integrantes de todas as equipes. O compartilhamento de arquivos na nuvem é um dos métodos mais eficientes para eliminar ruídos e demoras nesse quesito. Serviços como o Google Drive permitem fazer o upload, edição e troca de arquivos sem gastar memória rígida. Assim, tudo fica disponível de qualquer lugar com internet, basta ter permissão de acesso.

5) Hora da festa
Algumas lideranças podem pensar que confraternizações entre funcionários são apenas um gasto supérfluo e que só pode ser realizado em momentos de bonança. Mas incentivar um grau adequado de coleguismo entre os funcionários melhora o clima da empresa, ameniza disputas internas e pode, inclusive, ajudar na motivação em momentos de crise. As confraternizações precisam acontecer de forma contextualizada e de acordo com o momento da empresa, mas são uma ação que traz resultados positivos na maioria dos casos. Além disso, um ambiente mais informal pode ser propício a dinâmicas em grupo entre os funcionários ou de compartilhamento de experiências.

Fonte: FCDL-MG

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