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Crescimento x Qualidade: fatores que precisam andar lado a lado

Por CDL/ACIBOM Dia em Notícias

Toda a empresa almeja o crescimento. Mas, mesmo que a marca ganhe o mundo, a qualidade não pode deixar de ser uma prioridade. Ela é primordial. O assunto veio à tona nos últimos tempos, reforçando ainda mais a importância do zelo, principalmente quando o produto já é reconhecido pelos cuidados com a produção e com o consumidor. Manter o sucesso após muitos anos de negócio envolve uma série de fatores, como ter uma equipe afinada e realizada com o trabalho que desenvolve diariamente, saber ouvir o seu cliente e estar sempre próximo a ele, buscar constantemente novidades que vão agradar o público, pensar no futuro, e o mais importante: lembrar, todos os dias, o que levou a sua marca a chegar aonde ela chegou.

Quando nos propomos a fazer parte da vida das pessoas através dos produtos ou serviços que comercializamos, é imprescindível pensar no impacto que eles podem ter no dia a dia da sociedade. Positivo ou não. Sem clientes, sem compradores, dificilmente uma empresa conseguirá se manter no mercado, correto?! Um deslize e todo trabalho de anos, de gerações, pode ir por água abaixo. Mas o que fazer para permanecer firme? A resposta é simples e deveria pautar o trabalho de muitas empresas: ofereça um produto ou serviço de qualidade e não deixe que o crescimento mude isso. Lembre-se diariamente que a sua marca, seja ela de qual ramo for, só está aonde está porque milhões de pessoas deram a ela um voto de confiança.

O início do relacionamento entre empresa e cliente é uma moeda de troca. A empresa oferece um bom produto ou serviço, logo, o cliente se sente atraído e o adquire. Saindo satisfeito esse cliente volta, mas ele só irá permanecer se sempre encontrar aquilo que o atraiu lá na primeira vez. Aqui vale mudar um pouco o famoso ditado popular de que a primeira impressão é a que fica. Realmente, ela é extremamente importante para fazer com que o seu cliente volte. Porém, ele só será fiel a sua marca se a boa lembrança da primeira impressão se fizer presente em todas as vezes que ele te procurar.

Não tenha dúvida de que o esforço vai valer à pena. Invista na sua equipe, invista no seu setor produtivo, mantenha o que te levou ao sucesso e ao crescimento e saiba retribuir. Ofereça ao seu cliente o que ele espera de você: zelo. Faça com que ele se sinta importante. Para manter a qualidade de uma organização, independentemente do tamanho, é assim. É necessário cuidar de toda a cadeia de valor, desde a criação até o produto ou serviço chegar ao seu consumidor.

FONTE: ADMINISTRADORES.COM

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6 dicas para qualquer negócio vender mais na páscoa

Por CDL/ACIBOM Dia em Notícias

Quando falamos em Páscoa logo pensamos em chocolate. Mas a verdade é que o sentido dessa data é muito mais amplo: comunhão, festa e disseminação de coisas boas. Os ovos de páscoa, queridinhos da festividade, são a marca registrada de todo esse carinho, mas um belo presente também pode ser o protagonista. Afinal, presente bom mesmo é o carinho que demonstramos por quem a gente gosta, não é?

Pensando nisso, separamos algumas dicas de como abordar a Páscoa em diferentes tipos de comércio para envolver o cliente no clima de celebração e dar aquele up no caixa, é claro. Vamos lá!

1) Envolva a sua equipe – uma outra tradição da Páscoa (além dos chocolates) é a troca de presentes e uma enorme gama de produtos pode ser objeto dessa troca. Depois de entender o motivo do seu produto ser um bom presente, envolva a sua equipe nesse conceito. Invista no preparo dos seus vendedores para que eles saibam contornar objeções e apresentar seu produto ou serviço como um belo presente de Páscoa.

2) Desperte a necessidade nos clientes – lembre-se que a Páscoa é, normalmente, comemorada em família. Assim como em outras festas familiares, como o Natal, as pessoas gostam de participar com uma roupa nova, por exemplo. Com perguntas afiadas, desperte nos clientes a vontade de usar ou vestir uma novidade durante a comemoração.

3) Prepare “kits – itens que contem uma história são sempre bem vistos pelos clientes porque criam uma sensação de identificação com o produto. Ao montar um kit com mais de um produto você tem a chance de contar essa história e ainda aumenta seu ticket médio ao vender mais de um produto de uma única vez. Um bom exemplo são as cestas de café da manhã, conjunto de canecas, almofadas e porta retratos.

4) Entre no clima – mesmo que o seu negócio não venda os principais produtos da Páscoa, invista na decoração e atraia olhares para a vitrine. Esse é o primeiro passo para chamar a atenção do cliente.

5) Aposte nos brindes – quem não vende chocolate também pode dar chocolate! Presenteie o seu cliente com um mimo delicioso e açucarado e a satisfação vai ser ainda maior, afinal, quem não fica feliz ao ganhar um chocolate? E melhor: dependendo do seu ticket médio, um chocolate ou mesmo um ovo de páscoa pode sair mais barato que um desconto proporcional.

6) Promova a interação dos clientes com a loja – desde promoções online até atrações dentro da própria loja, tudo que faça o cliente passar mais tempo em contato com a sua marca será positivo. Portanto, coloque a criatividade para funcionar e arrase nas vendas!

Dica de ouro: os clientes procuram mais do que apenas o produto quando se dispõem a ir presencialmente a uma loja, caso contrário poderiam facilmente comprar online. Invista na experiência do freguês, capriche no atendimento e envolva-o nesse espírito de comunhão e gratidão que fica no ar durante a Páscoa. Seguindo essas dicas, certamente você também vai conseguir tirar uma casquinha dessa data maravilhosa!

FONTE: FCDL-MG

 

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Intenção dos MPES de investir cresce pelo segundo mês seguido e marca 34,3 pontos

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

O Indicador de Demanda por Crédito e Investimento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL) mostra que a intenção de investir dos micro e pequenos empresários (MPEs) nos próximos 90 dias cresceu pelo segundo mês seguido em fevereiro de 2017, atingindo 34,3 PONTOS. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o avanço foi de 12,8 pontos. O resultado é o maior da série histórica, iniciada em maio de 2015, mas aponta que a propensão dos MPEs a investir ainda é baixa: o indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo a 100, maior é demanda do empresário investimento.

Dentre os empresários que não pretendem investir (59%), a maioria justifica dizendo que não vê necessidade (41%). Em seguida aparece a crise econômica (29%) e também 14% que investiram recentemente e estão aguardando retorno.

Já entre os MPEs que pretendem realizar investimentos nos próximos três meses (29%), a maior parte tem a intenção de aumentar as vendas (46%), além da adaptação da empresa a uma nova tecnologia (22%) e da necessidade de atender a uma demanda que aumentou (12%).

Honório Pinheiro, presidente da CNDL, avalia que a busca dos MPEs por investimento deve acompanhar a retomada da economia. “Devido à crise econômica, os projetos de expansão das empresas são colocados em segundo plano. A preocupação de grande parte dos empresários passa a ser, então, lidar com a queda do faturamento e o aumento da inadimplência”, afirma.

O indicador também mostra que, entre aqueles empresários que planejam investir, a maior parte irá recorrer ao capital próprio guardado na forma de aplicações ou investimentos (60%), ou resultante da venda de algum bem (12%).

Com relação aos destinos dos investimentos, os mais citados foram ampliação dos estoques (30%), reforma da empresa (26%), compra de máquinas e equipamentos (24%), e mídia e propaganda (21%).

OITO EM CADA DEZ NÃO PRETENDEM CONTRATAR CRÉDITO NOS PRÓXIMOS 90 DIAS

De acordo com o indicador de demanda por crédito, também calculado pelo SPC Brasil e pela CNDL, oito em cada dez (79%) dos MPEs não pretendem tomar crédito nos próximos três meses, enquanto 10% não sabem e 6% têm interesse em contratar crédito. Apesar de avançar 4,2 pontos com relação ao mesmo período do ano passado, o índice se mantém baixo, registrando 16,2 pontos.

A maioria dos que não pretendem contratar crédito diz que consegue se manter com recursos próprios (40%). Em seguida, aparecem os MPEs que justificam a decisão devido às altas taxas de juros (27%) e também em virtude da insegurança com as condições econômicas do país (19%).

Entre os empresários que pretendem tomar crédito nos próximos 90 dias, a maior parte (50%) ainda não sabe qual modalidade será contratada, mas 18% devem recorrer ao microcrédito, 10% ao cartão de crédito empresarial e 8% ao cheque empresarial. Os destinos mais citados para o crédito são: capital de giro (38%), compra de máquinas ou equipamentos (30%) e ampliação dos negócios (22%).

Desde o início da série, o indicador de demanda por crédito sem mantém baixo, com uma média de 12,8 pontos. Para Honório Pinheiro, “isso acontece, principalmente, devido ao fato dos MPEs não precisarem de grandes aportes. Por isso, eles conseguem se manter com recursos próprios.” Pinheiro completa dizendo que “a crise econômica também influencia essa decisão, bem como o fato de parte significativa desses empresários não verem o crédito como um meio de expandir os negócios.” Na opinião do presidente da CNDL, políticas que instruam o pequeno empresário a respeito da importância do crédito e que ampliem as modalidades ao seu alcance podem resultar em maior demanda por recursos.

Entre os empresários que consideram contratar crédito algo difícil (27%), os principais motivos são as altas taxas de juros (49%) e excesso de burocracia e exigências dos bancos (42%). As modalidades de crédito mais difíceis de serem contratadas, segundo os entrevistados, são os empréstimos em instituições financeiras (29%) e os financiamentos (16%). Já entre os que consideram a contratação algo fácil (22%), as justificativas mais citadas são o bom relacionamento com o banco (35%), estar com as contas em dia (19%) e tempo de existência da empresa (12%).

METODOLOGIA

Os Indicadores de Demanda por Crédito e de Propensão para investimentos do Micro e Pequeno Empresário calculados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) levam em consideração 800 empreendimentos com até 49 funcionários, nas 27 unidades da federação, incluindo capitais e interior. As micro e pequenas empresas representam 39% e 35% do universo de empresas brasileiras nos segmentos de comércio e serviços, respectivamente.

FONTE: CNDL
IMAGEM: ACMinas

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Setor varejista aposta em retomada do crescimento em 2017

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Apesar do cenário de recessão vivido pelo Brasil nos últimos dois anos ocasionado pela aceleração da inflação, taxa de juros alta, perda de credibilidade do governo, falta de investimentos internacionais e queda de 6,2% apresentada pelo varejo em 2016, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), especialistas apostam na retomada do crescimento econômico.

Conforme aponta Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil apresentava aproximadamente 12,1 milhões de desempregados ao final de 2016. O setor varejista, que é responsável por 12% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e contribui de forma expressiva na geração de emprego e renda no país, sente as consequências da queda no consumo e do aumento da inadimplência. Se considerarmos o ano de 2014 como o início da recessão, o país acumulou queda de 9%.

RETOMADA

Mesmo com o recuo de 3,6%, no PIB, divulgado pelo IBGE na última terça-feira (07/03), sendo o segundo ano seguido da queda do indicador já que em 2015 caiu 3,8%, os especialistas preveem uma retomada da conjuntura econômica.

O doutor em economia e secretário de Planejamento e Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Marcos Adolfo Ferrari, conversou, com exclusividade, com o Portal da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e citou alguns fatores que já dão sinais concretos desse crescimento. Um exemplo é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2017.

Nós temos mais um resultado positivo do IPCA com 0,33% em fevereiro, abaixo da expectativa de mercado novamente. Já tivemos uma boa surpresa em janeiro com o IPAC em 0,38%. Nossa expectativa é de um crescimento anual de 2% no último trimestre de 2017 e o que vai contribuir para esse crescimento é o ambiente benigno da inflação.”, detalha o secretário.

Segundo Ferrari, esse resultado positivo do IPCA abre espaço para reduzir as taxas de juros e afrouxar a política monetária. O impacto no custo do crédito estimula o crescimento, além de ter o aumento da massa salarial real.

FGTS

Uma outra medida apontada como um impulso para o reaquecimento econômico é a liberação dos saques das contas inativas do FGTS. O valor disponível para saques em todo país é de R$43,6 bilhões, sendo que desse total R$12 bilhões são depositados automaticamente para os correntistas da Caixa Econômica Federal.

De acordo com as projeções do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, serão aproximadamente R$30 bilhões em recursos injetados na economia, o que equivale a 0,5% do PIB. No total, 30,2 milhões de trabalhadores poderão realizar os saques, sendo que 80% possuem até 1.500 reais nas contas.

Pesquisa realizada pela CNDL e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que entre os entrevistados que pretendem realizar os saques, o dinheiro sacado deve ser destinado principalmente ao pagamento de dívidas (38%, sobretudo entre as classes C, D e E, 44%), pagamento contas do dia a dia (34%) e para guardar ou investir (20%, especialmente entre as classes A e B, 31%).

O presidente da CNDL, Honório Pinheiro, destaca a expectativa do setor. “A retomada é apontada pelos indicadores. Apesar da queda do PIB, apresentada essa semana, a expectativa é de estabilização nos próximos meses. Para reforçar essa estabilização a liberação do saldo das contas inativas do FGTS deve reduzir a inadimplência e gerar um potencial de consumo, retomando o consumo agregado no varejo”, ressalta.

REFORMAS ESTRUTURANTES

A reaquecimento da economia também está ligado às reformas estruturantes como a Previdenciária, Trabalhista e Tributária. De acordo com o Ministério do Planejamento, 90% das despesas das despesas públicas são despesas obrigatórias, sendo que só o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) é responsável por 45%. Se o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e outros benefícios previdenciários entrarem nessa conta, o número aumenta para 55%.

A PEC da Previdência vai ajudar a manter as contas públicas equilibradas a médio e longo prazo. Acreditamos que com a reforma teremos um impacto positivo no consumo e para o pequeno lojista fazendo que ele consiga sentir os efeitos positivos da reforma”, apontou o economista.

Outro ponto importante para o setor varejista é a modernização das leis trabalhistas que gerará um impacto positivo no setor, uma vez que permite uma gestão mais eficiente dos recursos. “O trabalho intermitente tem potencial de gerar 2,5 milhões de empregos”, apontou Honório Pinheiro.

 FONTE: CNDL

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Pequenos negócios registram saldo positivo na geração de empregos

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

As micro e pequenas empresas foram as que mais geraram empregos no primeiro mês de 2017. Enquanto os pequenos negócios apresentaram um saldo positivo de 27,3 mil contratações com carteira assinada, as médias e grandes fecharam 68,8 mil postos. A administração pública incorporou ao seu quadro de servidores 671 trabalhadores. Os dados são do levantamento feito mensalmente pelo Sebrae com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Se comparado ao mesmo período do ano passado, o resultado representa um incremento de 134%. Em janeiro de 2016, as micro e pequenas empresas incorporaram 11,6 mil novas vagas. “A estabilização da inflação e a queda dos juros podem ser alguns dos fatores que influenciaram esse desempenho positivo”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Serviços e a Indústria de Transformação foram os principais responsáveis por essa performance. Cada um deles contratou, respectivamente, 21,7 mil e 18,2 mil trabalhadores. A Agropecuária e a Construção Civil também apresentaram resultados positivos, de 11,3 mil e 4,1 mil vagas. Já o Comércio encerrou 28,8 mil postos de trabalho.

Afif destaca que essa é mais uma prova do quanto as micro e pequenas empresas podem ajudar na retomada do crescimento econômico. Segundo ele, governo e Congresso Nacional devem lutar por medidas que assegurem o tratamento diferenciado previsto na Constituição. “Facilitar o acesso ao crédito, flexibilizar as leis trabalhistas com a regulamentação de terceirização e a simplificação e a redução dos impostos são medidas que incentivarão as contratações pelos pequenos negócios”, aposta.

FONTE: Sebrae
IMAGEM: Reprodução

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Contribuinte só vai precisar de um programa para declarar IR neste ano

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Antes, era necessário um programa para preencher a declaração e outro para enviar o documento à Receita. Agora, um único sistema fará as duas coisas.

O programa gerador da declaração, o PGD IRPF/2017, poderá ser baixado na página da Receita (www.receita.fazenda.gov.br ) a partir das 9h desta quinta-feira (23). O Receitanet, que também precisava ser baixado para permitir a transmissão do formulário, já estará incluído no programa.

Quem ainda tiver instalado no computador o programa do ano passado não precisará baixar um novo, só atualizá-lo. Se o programa não atualizar automaticamente, basta acessar "Verificar atualizações", no campo "Ferramentas".

O prazo para o envio da declaração vai das 8h do dia 2 de março até as 23h59 do dia 28 de abril.

Também é possível acertar as contas com o fisco por meio de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, com o download do aplicativo "IRPF".

Segundo a Receita Federal, o contribuinte poderá optar pela declaração pré-preenchida. Neste caso, os valores são apurados através do cruzamento de dados das empresas e apresentados ao contribuinte, que precisa somente confirmá-los.

O contribuinte terá acesso a um arquivo que deve ser importado para a declaração de ajuste anual. Se optar por essa forma de declaração, terá que ter um certificado digital, que tem custo, ou contratar um contador para usar o certificado.

Quem perder o prazo ou deixar de fazer a declaração estará sujeito a multa de no mínimo R$ 165,74 ou, no máximo, 20% do imposto devido.

O governo espera receber 28,3 milhões de declarações dentro do prazo legal deste ano —no ano passado, foram 27,9 milhões.

CPF

Uma mudança importante neste ano é a necessidade de incluir o número do CPF de dependentes que tinham 12 anos ou mais em 31 de dezembro de 2016 —a idade mínima anterior era 14 anos. Ou seja, os pais devem fazer o documento dos filhos para que o CPF do dependente possa ser incluído no documento.

A Receita também pedirá o e-mail e o celular do contribuinte, mas esclareceu que o fornecimento dessas informações não será obrigatório. A ideia, segundo o órgão, é melhorar o seu banco de dados.

Se e-mails e celulares forem eventualmente usados no futuro, a Receita pedirá autorização do contribuinte.

QUEM PRECISA DECLARAR

Estão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que, tenham recebido, em2016, rendimentos tributáveis que somaram mais de R$ 28.559,70 (esse valor era de R$ 28.123,91 anteriormente).

Também precisará apresentar a declaração quem:

  • Recebeu rendimentos tributáveis de mais de R$ 28.559,70
  • Recebeu rendimentos isentos (juros de poupança, FGTS), não tributáveis (seguro de veículo roubado/furtado, indenização em PDB) ou tributados na fonte (13º salário, ganhos com aplicação financeira, prêmios de loterias) acima de R$ 40 mil
  • Realizou operações em Bolsas de Valores, de mercadorias e de futuros
  • Obteve ganho de capital na venda de bens e direitos sujeito ao IR
  • Teve receita bruta de atividade rural superior a R$ 142.798,50
  • Teve a posse ou propriedade, em 31.dez, de bens ou direitos (imóveis, terrenos, veículos)acima de R$ 300 mil
  • Optou pela isenção do IR sobre ganho de capital na venda obtido na venda de imóvel residencial ao usar o dinheiro integralmente na compra de outro no país no prazo de 180 dias contado da celebração do contrato de venda
  • Passou, em qualquer mês, a ser residente no Brasil e estava nessa condição em 31.dez

O contribuinte deve relacionar na declaração bens e direitos no Brasil e no exterior, assim como dívidas.

Saldos em conta corrente abaixo de R$ 140, bens abaixo de R$ 5.000 (exceto carros, embarcações e aviões) e ações, ouro e ativos em valores menores que R$ 1.000, assim como dívidas inferiores a R$ 5.000 em 31 de dezembro de 2016, não precisam entrar na declaração.

Quem precisar pagar imposto poderá dividir o valor em até oito vezes, com parcela mínima de R$ 50. Se o imposto for inferior a R$ 100, o imposto deverá ser quitado de uma vez.

MODELOS

O contribuinte que optar pelo modelo simplificado terá dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitada a R$ 16.754,34.

Já para quem escolher o modelo completo de declaração, mais indicado para quem tem dependentes e gastos altos com saúde e educação, os limites das deduções são de:

  • R$ 2.275,08 com dependentes
  • R$ 3.561,50 para despesas com educação
  • R$ 1.093,77 da contribuição patronal como empregador doméstico

Não há limite para dedução de despesas médicas.

CALENDÁRIO DO IR

2.mar a 28.abr - prazo para envio da declaração

  • 16.jun - 1º lote de restituição
  • 17.jul - 2º lote de restituição
  • 15.ago - 3º lote de restituição
  • 15.set - 4º lote de restituição
  • 16.out - 5º lote de restituição
  • 16.nov - 6º lote de restituição
  • 15.dez - 7º lote de restituição

FONTE: SOS Consumidor

IMAGEM: Reprodução

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