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Nome no SPC pode ajudar na localização de pessoas desaparecidas

Por CDL/ACIBOM Dia em Notícias

“Ter o nome no SPC” é uma frase quase sempre dita em tom aborrecido pelos brasileiros. O que poucos consumidores sabem é que estar em um dos cadastros e bancos de dados mais completos do Brasil pode permitir a localização de uma pessoa que perdeu documentos ou ajudar a encontrar uma pessoa desaparecida.

A história da Márcia Paloschi, 35 anos, aconteceu em Sinop, no interior de Mato Grosso, cidade de 150 mil habitantes. Desde a infância, ela sonhava em encontrar um tio que havia se perdido da família há 47 anos. “Desde que me entendo por gente, o pai sempre falou desse irmão, que ele tinha vontade de rever”, diz. Na juventude, o tio distanciou-se da família e não foi mais encontrado. A última pista indicava que ele poderia estar em Mato Grosso.

As buscas pelo tio Filomeno intensificaram-se quando Márcia mudou-se, em 2005, para Lucas do Rio Verde. A determinação aumentou quando seu pai ficou doente, com câncer de pulmão. “O médico havia dado a ele pouco tempo de vida. Meu pai é a pessoa que mais amo no mundo. Fizemos um trato: ele pararia de fumar e, em contrapartida, eu iria achar o tio para ele. Quando a gente promete, tem de cumprir”, conta a analista de recursos humanos, cujo pai vive em Santa Catarina.

Ela não mediu esforços. “Coloquei anúncios em grupos fechados nas redes sociais, procurei rádios, emissoras de TV, procurei onde eu podia”, conta. A mensagem chegou a um jornalista de Sinop, colega de profissão de Daniela Melhorança, comunicadora do Sistema CNDL, que trabalha na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sinop.

Daniela logo se lembrou dos serviços e envolveu a gerente da CDL, Vanusa Íris, na busca. “Foi muito rápido. Em menos de três minutinhos, já estávamos com os dados na mão”, conta Vanusa. O tio de Márcia, Filomeno dos Santos, estava no banco de dados. Ele fazia compras no comércio local e tinha os dados atualizados no cadastro do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Por isso, foi rapidamente localizado, para a felicidade da família. A CDL e a emissora de TV local promoveram o encontro, que todos descrevem com um único sentimento: emocionante.

“Esse é um serviço voluntário nosso da diretoria. Como presidente da CDL, acho que esse é o nosso pagamento”, diz Márcio Kreibich, presidente da CDL Sinop, ao falar sobre o encontro. “É também isso que nos alimenta e que nos faz gostar de trabalhar em uma entidade como a CDL. Espero que a gente consiga divulgar mais esse serviço positivo que temos dentro da entidade para o Brasil todo”, diz.

CDL mantém cadastro em dia – Em Sinop, Kreibich e sua equipe esforçam-se em manter o cadastro da CDL atualizado. “Quando alguém vem fazer uma consulta de balcão, solicitamos dados, como endereço, telefone e CEP, e oferecemos o cadastro positivo para ela. Fazemos um trabalho de divulgação, indo a supermercados, universidades, para a rua”, informa a gerente. A CDL utiliza o SPC Localiza há três anos. “É importante falar para as demais CDLs sobre a importância de manter os dados cadastrais. Em Sinop, a CDL é muito procurada, até pela Polícia Militar, pois é um dos sistemas mais completos hoje no Brasil e até na América Latina”, diz Vanusa.

Márcia sente-se realizada após o reencontro. Sem conter as lágrimas, diz que as pessoas da CDL Sinop foram anjos em sua vida. “As pessoas não têm noção do bem que fizeram. Tudo que sonhei minha vida inteira consegui realizar por elas. A equipe sentiu-se tocada e resolveu ajudar. Foram além da decisão de procurar, eles se envolveram. Serei grata pelo resto da minha vida. Só quem ama a família e tem uma família unida sabe o que sinto e a alegria que está sendo esse reencontro. Meus dias estão sendo totalmente diferentes depois que passei a conviver com meu tio”, conta.

SPC Localiza.

O serviço é gratuito. Qualquer pessoa que possui um ente familiar desaparecido pode procurar a CDL de sua cidade. O banco de dados do SPC Brasil é, atualmente, um dos maiores bancos de informações da América Latina e contém informações individuais importantes dos consumidores, como Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), nome completo, nome da mãe e dia do nascimento. A maioria dos nomes cadastrados vem acompanhado de telefone, endereço, caixa postal ou Código de Endereçamento Postal (CEP). O programa SPC Busca permite o cruzamento de dados com as informações do banco, para todo o Brasil. As informações são confidenciais e manipuladas apenas pelas equipes das CDLs.

 

FONTE:VAREJO S.A.

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É possível fazer a associação de pessoas físicas?

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

A pessoa física que trabalha de forma autônoma, sem registro na prefeitura ou em qualquer outro órgão de classe, não pode ser filiada à CDL e, consequentemente, não tem acesso às informações de banco de dados como o SPC Brasil.

Já os profissionais autônomos – também pessoas físicas, mas com inscrição na Prefeitura e INSS, mas que se diferem dos liberais, estes por serem fiscalizados por órgãos de classe, podem sim tornar-se associados da CDL. Mas lembre-se os profissionais liberais deverão ser registrados em órgãos como a Ordem dos Advogados do Brasil, Conselho Regional de Medicina, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, entre outros.

Isso acontece porque o Regulamento Nacional de SPCs permite a filiação de profissionais liberais ou semelhantes para que utilizem seu banco de dados apenas se esses forem regulamentados e autorizados por lei para este fim. Já os autônomos deverão ter inscrição na Prefeitura e contribuir para o INSS.

Restou alguma dúvida? Entre em contato com a gente pelo telefone (37) 3522-5001 ou spc@cdlacibom.com.br

FONTE: FCDL-MG
 

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Cobrança x recuperação de crédito: entenda as diferenças

Por CDL/ACIBOM Dia em Notícias

O primeiro passo para fazer isso da melhor maneira é entender a diferença entre a cobrança e a recuperação de crédito, afinal, ambas envolvem um assunto delicado para os consumidores e de extrema importância para a empresa: dinheiro.

Primeiro vamos falar da cobrança que, ao pé da letra, significa solicitar um valor devido a um determinado consumidor. Em suma, ela é usada por cobrar ou renegociar uma dívida específica de uma pessoa (ou empresa) também específica. A finalidade dela é bem simples: receber o pagamento por aquilo que foi vendido ou por um serviço.

Já a recuperação de crédito tem um objetivo um pouco diferente, já que não busca atingir uma só pessoa e muito menos receber alguma quantia. A ideia da recuperação de crédito é, como o próprio nome diz, devolver ao consumidor o crédito na praça para que ele volte a comprar e volte a fazer parte da economia ativa de um município, movimentando dinheiro e colocando o desenvolvimento para avançar. Essas ações são voltadas a consumidores que já possuem dívidas e que foram inseridos em cadastros negativos de órgãos como o SPC Brasil.

Já é tradição nas CDLs a realização das Campanhas de Recuperação de Crédito. São eventos e/ou chamadas para convocar aquelas pessoas que atrasaram pagamentos e querem limpar o nome com o apoio necessário, que é oferecido pela entidade. As CDLs, em acordo com os seus associados, promovem parcelamentos das dívidas com juros consideravelmente mais baixo ou oferecem descontos atrativos para pagamentos à vista.

Recuperar o crédito, como citado anteriormente, significa fazer a economia girar. O consumidor com o nome limpo está muito mais propenso a fazer financiamentos, adquirir produtos e injetar o seu dinheiro na economia. Em pesquisa realizada pela FCDL-MG, foi apurado que a intenção de consumo dos mineiros para maio aumentou 3,1% em relação ao mês anterior. E você? Sabe como anda a inadimplência na sua cidade? Que tal se inspirar e realizar uma grande campanha? Mãos à obra!

FONTE: FCDL-MG

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Mantenha sua empresa segura: dicas para evitar ataque de vírus

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Um recente estudo da BitDefender revelou que muitos gerentes de tecnologia dos Estados Unidos, colocam a ameaça de vírus em segundo lugar no ranking de suas preocupações. De acordo com o estudo, 13,7% das empresas entrevistadas consideram vírus, especialmente o ransomware (tipo de vírus que infectou recentemente mais de 200 mil computadores ao redor do mundo), como uma ameaça difícil de enfrentar, principalmente aquelas que têm pouco experiência nestes ataques.

Atualmente, não há nenhuma tecnologia infalível que possa ser usada contra os ransomware, já que ele esta em constante evolução, no entanto, existem melhores práticas que, se aplicadas, podem minizar muitos problemas com quais tipos de vírus.

Confira algumas destas dicas:

1- MANTENHA UM BACKUP EM DIA

O grande trunfo do ransomware é manter os dados como "refém". Se o backup dos seus arquivos estiverem em dia, o prejuízo financeiro pode ser eliminado ou minimizado. Assim, a primeira e mais importante defesa é ter uma cópia de segurança dos seus dados.

Lembre-se, pagar o resgate não lhe garante que obterá seus dados de volta e ainda incentiva os criminosos.

2- PROTEÇÃO DE E-MAILS E PENDRIVES

A principal fonte de infecção dos vírus é, de longe, o e-mail e pendrives conectados nos computadores dos funcionários. Proteção de e-mail e pendrives é muito importante!

Vírus entram nas organizações de muitas maneiras diferentes, mas a forma mais comum é via e-mail. Dê uma olhada nas configurações de filtragem de arquivos do seu servidor, certificando-se que está bloqueando todos os tipos de anexo executável.

3- ATUALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

 Apesar da principal forma de infecção ser via e-mail, também é possível que estes softwares explorem brechas de seguranças em outros programas e as usam para te monitorar, por exemplo. Portanto, manter as atualizações dos programas e de segurança do sistema operacional em dia, é muito importante!

4- MONITORAMENTO EM TEMPO REAL

Antivírus podem realizar um monitoramento em tempo real de todas as atividades que você realiza no computador. Se ele não estiver com essa função ativada, você não está protegido contra estes ataques.

O monitoramento é capaz de procurar sinais de vírus continuamente. Essa proteção deve incluir:

  • Filtragem de URLs;
  • Controle de conteúdo e de acesso que limitam a sites potencialmente perigosos;
  • Varredura em busca de programas maliciosos;
  • Monitoramento do tráfego da rede;
  • Entre outros pontos.

5- MANTENHA UM BOM ANTIVÍRUS

As vezes, esse detalhe pode passar despercebido, mas a presença de um antivírus nos seus computadores faz toda diferença:

  • Você garante que o computador continue operando no máximo, já que muitos vírus usam da capacidade de seu computador para funções obscuras;
  • Garante que arquivos confidenciais da sua empresa continuem confidenciais;
  • Terá mais segurança ao navegar na internet, abrir e-mails, etc...

Estes, são apenas alguns benefícios de se ter um antivírus.

O problema com ataque de vírus é mais real do que muitos imaginam e só percebemos da gravidade, quando somos vítimas. Infelizmente, muitas empresas, por questões culturais ou financeiras, não protegem adequadamente. Mas como podemos perceber, algumas medidas são simples e podem ser tomadas sem nenhum custo. Basta ter um dose de vontade em aplicá-las!

ADAPTADO DE: My Cyber Security

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Caixa anuncia redução de juros para o rotativo

Por CDL/ACIBOM Dia em Notícias

A Caixa Econômica Federal anunciou no dia 11/04, uma redução das taxas de juros do rotativo dos cartões de crédito. Segundo o banco, a redução na taxa mensal do rotativo chega a até 7,7 pontos porcentuais.

Em nota, Márcio Recalde, diretor executivo de Cartões da Caixa, afirma que a medida contribuirá para a redução da inadimplência e incentivo ao consumo. 

"Após análises econômicas, constatamos a possibilidade de rever e diminuir as taxas de juros cobradas na linha do rotativo do cartão de crédito, beneficiando todos os clientes", comentou.

Em março, a Caixa também divulgou as novas condições para o uso do rotativo, em vigor desde o dia 3 de abril. As novas regras, conforme Resolução nº 4.549 do Banco Central, estabelecem nova dinâmica para o mercado de cartões, em que os clientes só podem manter o saldo devedor por 30 dias no rotativo.

A partir das faturas com vencimento em 3 de maio de 2017, os clientes que estiverem com saldo rotativo terão três opções: quitar a fatura total; pagar o mínimo; ou aderir à linha de crédito parcelada.

O cliente da Caixa que optar pelo parcelamento do saldo devedor, a partir de maio, poderá escolher os seguintes prazos de pagamento: 4, 8, 12, 16, 20 ou 24 meses, com taxas entre 3,30% ao mês e 9,90% ao mês. 

Conforme a Caixa, para formalizar a adesão, o cliente deve pagar o valor exato da primeira parcela de uma das propostas de parcelamento, que estará disponível na fatura, até a data do vencimento.

A Caixa oferece, ainda, a opção do Parcelamento Automático do valor da fatura. Essa possibilidade ocorrerá quando o cliente pagar qualquer valor abaixo do Pagamento Mínimo e diferente das seis opções de parcelamento citadas.

FONTE: DIÁRIO DO COMÉRCIO

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O que o varejo europeu tem a ensinar sobre o novo consumidor

Por CDL/ACIBOM Dia em Notícias

Com a perspectiva de alguma recuperação no consumo a partir do segundo semestre de 2017, é chegada a hora de estancar as perdas acumuladas pelo varejo nos últimos dois anos.

Ainda que sem capital para investir, os comerciantes devem estar preparados para uma nova era de consumidores - mais exigentes e bem cuidadosos com os gastos.

JÚLIO TAKANO: É PRECISO MUITO MAIS QUE LOJAS BONITAS
Para acompanhar essa tendência é preciso muito mais do que oferecer bons produtos e ter lojas bonitas. A verdade é que muitos aspectos estão mudando no varejo e os consumidores estão atentos, de acordo com Júlio Takano, conselheiro da ABIESV (Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Serviços para o Varejo).

Nas últimas semanas, Takano visitou a Euroshop 2017, feira de varejo que acontece a cada três anos na Alemanha, e formou o acróstico* DESPERTAR para resumir o que observou durante os dias de visita ao evento europeu. *O acróstico é a criação de novas palavras a partir de cada letra de uma palavra principal. 

Durante o evento Pós-Euroshop 2017, promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), Takano explicou que essa foi a melhor forma encontrada para sintetizar as principais características que o varejo deve apresentar nos próximos três anos. Veja quais são:

O que o varejo europeu tem a ensinar sobre o novo consumidor

 “D” Diferenciação

Unanimidade entre os expositores, a personalização e a customização de produtos se mostram como o melhor caminho para oferecer ao consumidor muito mais do que um produto. 

Um dos exemplos citados por Takano foi a marca de chocolates Ritter Sport, onde o consumidor pode montar o próprio chocolate ao escolher o blend que deseja, como, por exemplo, meio-amargo, ao leite, 70% cacau entre outros, e adicionar uma enorme variedade de ingredientes, como menta e nozes à mistura. Além disso, o cliente também escolhe os detalhes da embalagem para levar a guloseima.

Para exemplificar como o método é adaptável a outros segmentos, Takano cita também a KaDeWe – maior loja de departamentos da Alemanha -, na qual a consumidora pode comprar uma bolsa exclusiva. Basta escolher a aba, fivela, alça, material e cor. 

“E” Experiência

O assunto não é novidade. Transformar pontos de venda em pontos de experiência é uma discussão cada vez mais presente dentro do varejo, mas ainda muito pouco tangível para as marcas. 

Takano explica que é possível chegar a esse resultado por meio de processos, pessoas, tecnologias ou até de produtos.

Nesse caso, vender se torna uma consequência da experiência proporcionada pela marca nos mais diversos canais. O dever da loja é apenas o de materializar uma experiência, além de reforçar o relacionamento de cada marca com seus consumidores.

A maneira como a varejista holandesa Primark comercializa itens de luxo, de forma acessível, foi um dos exemplos citados por Takano.

Na mesma área onde estão dispostos os cosméticos, há uma espécie de “espaço da beleza”, no qual é possível se maquiar, fazer as unhas e sobrancelhas. “Experiência, reputação e qualidade é o que geram valor para o seu produto e marca”, diz.

“S” Simplicidade

Resgatar a essência de cada marca com base no que cada um oferece de melhor é a ferramenta mais poderosa de marketing que uma empresa pode ter, na opinião de Takano. “O varejo pode se diferenciar das formas mais simples possíveis”. 

O Starbucks, por exemplo, criou o que Takano chama de elemento icônico em uma loja de Londres. Diversas xícaras brancas, dispostas sequencialmente, formam a logomarca da empresa. 

“P” Produtividade

De acordo com Takano, muitas empresas se destacaram na feira mostrando gôndolas com leitura digital, plataformas de pagamentos, sistemas de precificação com atualização quase automática, curadoria de produtos no ponto de venda e muitas outras soluções tecnológicas para o aumento de produtividade.

O especialista também destacou o método de compra online e retirada na loja, chamado de click & collect. Tradicional em varejistas dos Estados Unidos e da Europa, o sistema deixou de ser uma exclusividade de grandes redes e chegou aos pequenos negócios.

“Disponibilizar esse serviço aumenta a produtividade do atendimento, integra canais e faz com que a loja física exerça de maneira prioritária seu papel como ponto de experiência”, diz.

“E” Engajamento

Fazer da loja física um espaço de engajamento implica em criar espaços inspiradores que permitem aos clientes a chance de brincar com o que existe de mais novo em tecnologia.

“Entender o que funciona bem nas lojas e o que os clientes gostam e não gostam, para poder melhorar de forma contínua”, afirma.

“R” Relevância

De acordo com Takano, alguns consumidores estão mais dispostos a comprar um produto ou escolher uma marca que tenha um propósito relevante, ainda que tenham que pagar mais por isso. 

A automobilística britânica Bentley, por exemplo, criou um novo modelo de loja para shoppings sem que seu produto principal estivesse em exposição. Em vez de carros, a marca criou uma espécie de café, onde o consumidor pode passar algum tempo observando o portfólio da empresa. 

Para a experiência, alguns de seus modelos ficam estacionados na garagem do shopping e podem ser testados por meio de agendamento. Sem a presença dos carros, a marca reduziu o espaço de venda e se tornou mais próxima do consumidor. 

"T" Tecnologia

Tecnologia é a peça chave da inovação. Durante as visitas técnicas, Takano observou que muitas tendências se materializam por meio de tecnologia.

Na Accessorize, rede de acessórios, o uso da tecnologia resulta diretamente em uma experiência de compras mais personalizada. 

Na entrada da loja, os consumidores deparam com um enorme painel suspenso de LED, que reflete cores e texturas correspondentes às coleções da temporada.

Os consumidores também podem escolher a lista de reprodução da loja e, a partir de um aplicativo, são estimulados a compartilhar conteúdo e fotos, que são exibidos em toda a loja.

“Além de possibilitar maior divulgação nas redes sociais, o uso desse dispositivo permite colher feedback e manter a loja dinâmica”.

“A” Atitude

A concretização de uma intenção ou propósito pode ser muito mais eficiente do que apenas oferecer promoções e serviços diferenciados. Nesse sentido, Takano cita a Muji, varejista japonesa com mais de 700 pontos de venda espalhados pelo mundo.

Para conquistar os consumidores e melhorar os resultados, a marca tem a seguinte filosofia: "Preço baixo por uma razão".

Com preços mais baixos, a empresa cria produtos que não são apenas melhores para seus consumidores, mas que principalmente atendam às necessidades. O conceito por trás disso é entregar o suficiente para cada consumidor.

Os produtos, marcas ou lojas não fazem da Muji o sucesso que é. O crédito disso está na atitude clara de quem entrega o que promete aos seus clientes.  

“R” Relacionamento

Gerar oportunidades de relacionamento e fidelização com consumidores é uma tarefa cada vez mais desafiadora para surpreender e criar vínculos.

A P&T – Paper & Tea é uma varejista alemã que conseguiu transformar a venda de chá em uma oportunidade de gerar relacionamenot, por fugir dos padrões tradicionais desse tipo de varejo, de acordo com Takano. 

Muito comum na Europa, na maioria das vezes, os chás são dispostos em latas atrás do balcão, sem nenhum tipo de contato com o cliente. Na P&T, eles deixam a experiência do chá nas mãos dos clientes. 

Os chás são dispostos e exibidos de acordo com um sistema intuitivo e com curadoria, permitindo que os visitantes da loja possam descobrir sabores por si mesmos e começar a criar suas próprias combinações e preferências de chá. 

“Lembramos muito mais dos momentos que tivemos em uma loja do que dos preços que pagamos”, diz.

FONTE: DIÁRIO DO COMÉRCIO

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