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Aprovada prorrogação do prazo de pagamento dos tributos federais para empresas enquadradas no Simples Nacional

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Gestão

O Comitê Gestor do Simples Nacional publicou, nesta noite, a Resolução 152 de 18 de Março com a prorrogação do pagamento do recolhimento de impostos de empresas enquadradas neste regime tributário. A medida foi justificada pelo impacto causado pela pandemia do Coronavírus que tem provocado uma severa penalização às microempresas por causa da redução do faturamento.

 
Confira alguns destaques:
I – o Período de Apuração Março de 2020, com vencimento original em 20 de abril de 2020, fica com vencimento para 20 de outubro de 2020;

II – o Período de Apuração Abril de 2020, com vencimento original em 20 de maio de 2020, fica com vencimento para 20 de novembro de 2020;

III- o Período de Apuração Maio de 2020, com vencimento original em 22 de junho de 2020, fica com vencimento para 21 de dezembro de 2020. Parágrafo único. A prorrogação do prazo a que se refere o caput não implica direito à restituição de quantias eventualmente já recolhidas.

Parágrafo único. A prorrogação do prazo a que se refere o caput não implica direito à restituição de quantias eventualmente já recolhidas.

 

Acesse a resolução na íntegra

 

Fonte: https://bit.ly/3a2FKXf

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Anatel começa a bloquear celular pirata a partir de maio de 2018

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Gestão

A diretoria da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definiu nesta quinta-feira (23) o calendário para bloqueio de celulares piratas no país. A medida começará a ser aplicada a partir de 9 de maio de 2018 e afetará, numa primeira etapa, apenas os aparelhos irregulares em operação no Distrito Federal e Goiás. Nas demais regiões do país, o bloqueio ocorrerá em duas fases, programadas para 8 de dezembro de 2018 e 24 de março de 2019.


Os celulares considerados "piratas" são aqueles não certificados pela Anatel ou então que tenham o chamado IMEI (International Mobile Equipment Indentity), que é o número de identificação do aparelho, adulterado, clonado ou que tenha passado por outras formas de fraude. Esses aparelhos não seguem normas de qualidade e segurança, explicou a Anatel.


Além de celulares, outros aparelhos, como tablets e máquinas de cartão de crédito, que também usam chip e acessam a rede de dados das operadoras e que por ventura não sejam certificados pela Anatel, também poderão ser alvo do bloqueio.


Entretanto, nem todos os equipamentos irregulares serão bloqueados pela agência. A regra prevê um período em que usuários desses aparelhos comecem a ser notificados da medida. Os que entrarem na rede das operadoras antes de começarem as notificações, não sofrerão bloqueio.


A Anatel não informou quantos aparelhos irregulares estão em operação hoje no país. Dados coletados pela agência com as operadoras dão conta que cerca de 1 milhão de novos aparelhos considerados piratas entram nas redes das prestadoras mensalmente.
Um dos principais objetivos da medida é inibir a venda de celulares e tablets contrabandeados ou roubados.
 

Cronograma de bloqueio dos aparelhos
 
A medida aprovada nesta quinta pela Anatel prevê que, num primeiro momento, os donos de aparelhos piratas serão identificados e receberão mensagens de texto informando que o equipamento será bloqueado por não atender às normas da agência. Só depois dessas notificações e que os bloqueios começarão a ser feitos.


Distrito Federal e Goiás:
 

Início das notificações: 22 de fevereiro de 2018.
Início dos bloqueios dos aparelhos piratas: 9 de maio de 2018.
 
Acre, Rondônia, São Paulo, Tocantins, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul:
 

Início das notificações: 23 de setembro de 2018.
Início dos bloqueios dos aparelhos piratas: 8 de dezembro de 2018.

Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, estados do Nordeste e da região Norte:
 

Início das notificações: 7 de janeiro de 2019.
Início dos bloqueios dos aparelhos piratas: 24 de março de 2019.
 
     Só serão bloqueados os aparelhos que forem registrados na rede das operadoras (começarem a funcionar com chip) após os períodos de notificação. No caso de DF e Goiás, portanto, o bloqueio só atingirá aqueles que forem registrados a partir de 22 de fevereiro. Em São Paulo, a partir de 23 de setembro. No Rio, a partir de 7 de janeiro.
 

Recomendações ao consumidor
 
A Anatel informou que o consumidor pode fazer uma checagem do número do IMEI para identificar se o aparelho é irregular ou não.


Para isso, o consumidor deve verificar o número que aparece na caixa e o que consta do adesivo no próprio aparelho. Depois, comparar se os dois são iguais a um outro, que aparece ao se discar no equipamento: *#06#


Caso os números apresentados sejam diferentes, explicou a Agência Nacional de Telecomunicações, "há uma grande chance de o aparelho ser irregular".


Segundo a Anatel, haverá uma interação com órgãos de defesa do consumidor e com o Ministério Público, o que acontecerá antes da fase de encaminhamento das mensagens sobre a adoção de medidas de restrição do uso de aparelhos irregulares.


A Procuradoria Federal Especializada da Anatel informou que não foram identificados impedimentos jurídicos ao bloqueio apenas de novos aparelhos irregulares.


O bloqueio não afetará os terminais exclusivos para dados (modens), pois, segundo a Anatel, não seria possível encaminhar as mensagens informativas aos aparelhos.

Por Redação

Fonte: https://g1.globo.com/

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53% dos brasileiros estão pessimistas com as eleições presidenciais, mostra pesquisa CNDL/SPC Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Gestão

Faltando pouco mais de duas semanas para a votação que definirá o novo presidente do país, a maior parte dos brasileiros afirma estar pessimista com as eleições. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) nas 27 capitais revela que mais da metade (53%) dos consumidores está com uma percepção negativa sobre as eleições presidenciais – o percentual sobe para 59% entre a parcela feminina de entrevistados. Somente 18% das pessoas ouvidas reconhecem estar confiantes com a eleição, enquanto 26% estão neutros.

Para os pessimistas com o processo eleitoral, a maior parte (34%) afirma não ter boas opções de candidatos à disposição. De forma semelhante, 30% não confiam nos nomes que disputam o Planalto, ao passo que 28% não acreditam que o novo presidente será capaz de promover mudanças positivas para a população na economia. Há ainda 27% de pessoas que estão desacreditadas com a possibilidade de renovação na política.

Considerando apenas a opinião dos brasileiros otimistas com as eleições, 39% acham que o novo governo terá mais estabilidade política para aprovar matérias de interesse para o país e 35% depositam esperança no fato de a sociedade estar mais vigilante com os políticos. Outros 18% de entrevistados esperam uma melhora porque haverá mudanças com relação às políticas adotadas pelo atual governo.

Brasileiro está dividido sobre futuro da economia pós-eleições: situação ficará melhor para 34%, mas 33% acham que tudo ficará igual

O levantamento demonstra que muito da percepção negativa sobre as eleições decorre da constatação de o país ainda sofre consequências da crise. Seis em cada dez (63%) brasileiros avaliam que a situação econômica do país está pior do que há um ano, enquanto 24% consideram que a situação é a mesma e somente 13% acham que ela está melhor. Para os brasileiros, mesmo com o fim da recessão, a maior parte dos impactos da crise ainda persistem, como desemprego elevado (90%), aumento de impostos (89%), endividamento das famílias (88%) e inadimplência crescente (86%).

Indagados sobre a situação da economia do Brasil após as eleições, a opinião pública mostra-se dividida: 34% esperam que a economia fique melhor sob o novo governo, mas uma parcela semelhante de 33% acredita que tudo continuará igual. Há ainda outros 17% que acreditam em uma piora do quadro.

Sob o novo governo, quatro em cada dez (44%) pessoas ouvidas acreditam que haverá aumento dos preços, aumento do dólar (44%) e elevação dos juros (42%). Quanto aos rumos do desemprego, as opiniões mais uma vez estão divididas: 33% acham que haverá mais cortes de vagas, enquanto 32% acreditam em criação de novos postos de trabalho. Para 28%, a situação permanecerá a mesma.

Diante da expectativa de um cenário macroeconômico mais difícil, 45% dos que estão pessimistas acreditam que terão de economizar mais e manter a disciplina nos gastos depois das eleições e 43% disseram que será mais complicado manter as contas em dia em 2019.

69% esperam grandes mudanças com presidente eleito. Para entrevistados, combater corrupção, desemprego e criminalidade devem ser prioridades

De modo geral, em cada dez entrevistados, sete (69%) esperam que o presidente eleito faça grandes mudança sem relação ao que vem sendo feito. Outros 26% argumentam em favor de mudanças pontuais, desde que sejam mantidos determinados programas e reformas já colocados em práticas. Somente 5% desejam a continuidade das políticas do atual governo.

Na avaliação dos entrevistados, o combate a corrupção (47%) e o desemprego (45%) lideram como os temas nacionais a serem tratados com prioridade pelo novo presidente e sua equipe. A criminalidade é citada por 38% das pessoas ouvidas e a precariedade da saúde pública por 32%. Outros assuntos considerados relevantes para a nova gestão são a necessidade de ajuste fiscal (23%) e corte de impostos (22%). Embora elejam uma série de temas a serem enfrentados pela nova gestão, um quarto (25%) dos entrevistados acha que nenhum problema será de fato resolvido pelo novo presidente. Além disso, 87% concordam que os candidatos fazem mais promessas na campanha do que podem cumprir depois de eleito.

Dentre as diretrizes que vão nortear o novo governo, 61% discordam da avaliação de que o presidente deve intervir menos na economia. Dessa forma, 88% pensam que o vencedor deve fortalecer a produção nacional e 73% concordam que a prioridade deve ser a distribuição de renda. Outros temas que recebem destaque são o estímulo ao comércio internacional (70%) e a garantia de direitos às minorias (67%).

Indagados sobre o Brasil que querem para o futuro, 44% dos entrevistados desejam um país em que políticos corruptos sejam presos e cumpram suas penas até o fim. Já 39% querem um sistema de saúde mais eficiente e 33% almejam um país mais seguro.

70% querem candidato que ‘põe a mão na massa’ e 53% valorizam honestidade; 24% dos brasileiros discutem eleições nas redes sociais

A CNDL e o SPC Brasil também investigaram o que os brasileiros esperam das habilidades do novo presidente. De modo geral, a população procura um candidato com perfil proativo e ao mesmo tempo articulado, com capacidade de se comunicar com a população e dialogar com a classe política. Para 70% dos entrevistados, é importante que o presidente eleito seja alguém que ‘ponha a mão na massa’ e realize projetos de melhorias em áreas como saúde, educação e infraestrutura. Para 30%, o candidato precisa ser uma pessoa próxima do povo e para 22%, ser um político influente para aprovar projetos no Congresso.

A pesquisa revela também que algumas características pessoais pesam na hora do eleitor decidir seu voto. As mais mencionadas são honestidade (53%), cumprir o que promete (37%), saber abrir mão de interesses particulares em detrimento do interesse da população (34%), ser sensível aos problemas da população (33%) e ter ‘pulso firme’ (31%). A maioria (60%) dos brasileiros disse rejeitar candidatos envolvidos em escândalos de corrupção, enquanto 59% descartam a possibilidade de votar em candidatos desonestos e que mentem.

O levantamento ainda revela que parte considerável dos brasileiros tem se engajado nas eleições: 36% tentam influenciar as pessoas que conhecem a votar no candidato que acreditam ser o melhor e 24% costumam entrar em discussões políticas nas redes sociais.

Por Redação

Fonte: https://www.spcbrasil.org.br/

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Clientes: Impressões sobre a qualidade da gestão no Brasil

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Gestão

Lidando diariamente com a realidade do atendimento aos clientes de empresas de diversos setores e regiões do Brasil, é possível dizer que hoje, apesar da baixa qualidade e ineficiência ainda recorrente em muitas empresas, a consciência da importância do setor avançou a passos largos, sendo quase unanimidade para quem dispõe de um negócio. É impossível pensar em vendas, serviços, atração e retenção de clientes sem pensar em gestão de atendimento e , nesse ponto , é inegável a evolução que temos presenciado.

Por outro lado, quando partimos para prática, percebemos que as empresas ainda cometem erros básicos desde o início do planejamento desta gestão. Um simples levantamento realizado pela Octadesk com 200 profissionais, que responderam espontaneamente a um questionário sobre o assunto, revelou que pouco mais de 20% deles realiza pesquisas de satisfação frequentes com seus consumidores (com intervalos de até um mês).

 
O número é preocupante. Para garantir a eficiência do atendimento e mesmo para aprimorar o que uma empresa vende é importante perguntar a opinião do consumidor, saber se ele tem alguma sugestão em relação ao produto ou serviço e colher feedbacks frequentes.

Pelos resultados obtidos, também vemos como a maioria dos negócios está no meio do caminho quando o assunto é gestão de pessoas. Quase 60% dos respondentes revelaram ter dificuldade em ter uma base de dados consistente para acessar e mensurar o trabalho do time de atendimento. Sem esse conhecimento, o serviço dos colaboradores acaba ficando muito pautado apenas na observação do dia a dia e não em dados concretos e relatórios de produtividade.

Além disso, a maioria das empresas ou não oferece treinamento aos agentes de atendimento (22%) ou apenas os orienta sem nenhum material didático ou reuniões de feedback (38%). O investimento em qualificação de pessoas é essencial. São elas que estão à frente do seu negócio e, muitas vezes, são o único contato que o consumidor tem com a empresa. Por isso, deixar os atendentes despreparados é um tiro no pé.

É interessante observar que, apesar da maioria dos respondentes (79%) oferecer múltiplos canais de atendimento ao cliente (o que é altamente recomendável), uma parcela pouco expressiva deles integra esses canais (25%), caindo num erro grave que resulta em retrabalho e oportunidade para falhas.

 
Com base na pesquisa e também na observação da rotina, o que percebemos é que existe um grande gap entre a teoria e prática no que concerne o atendimento ao cliente que precisa ser deixado para trás. Ao mesmo tempo, em termos de recursos e estrutura, percebe-se que a maioria dos respondentes divide-se entre um nível mediano a elevado de maturidade em relação ao atendimento. Por fim, há uma grande oportunidade, visto que existe uma consciência a respeito da qualidade do próprio serviço, o que já é um primeiro passo para evoluir nesse quesito.

Por Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk, especializada na gestão de atendimento ao cliente.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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Como saber se sua ideia é inovadora, pode dar certo e gerar lucro?

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Gestão

É comum ouvir falar sobre inovação em empresas do Vale do Silício, em corporações com faturamentos milionários e companhias tecnológicas. Mas e as pequenas e médias empresas? Incorporar a cultura de inovação no dia a dia, como atividade habitual, em qualquer tipo de empresa – é mais simples do que se imagina. Inovar não é apenas criar um produto novo, mas também avançar os negócios de sua empresa, reinventar os processos internos e identificar oportunidades de ganhar mais, gastando menos. 

Dados da Serasa Experian mostram que, em 2017, surgiram 2,2 milhões de novos empreendimentos no Brasil. Infelizmente, um terço destas novas empresas fecha em 2 anos. Qual o principal motivo disso? Além da gestão, a falta de inovação figura entre os vilões para o desenvolvimento de uma empresa.  
 
Às vezes, a empresa é inovadora, mas sua proposta oferecida para o mercado não atende às necessidades do público. De nada adianta uma ideia genial ou uma tecnologia inovadora se elas não resolvem um problema real dos consumidores. Antes de criar um produto, é necessário pensar nesta resposta e testar o ‘coração’ da sua ideia. 

Antes de iniciar este processo, é preciso ter em mente algumas premissas. A primeira delas é de que a inovação precisa de velocidade para acontecer. Hoje, nenhuma empresa pode ser inovadora se não for veloz, tanto nas fases de pesquisa e desenvolvimento quanto na especificação e no modelo de produção e entrega de serviços. Outra premissa é de que perfeição é evolutiva. Um produto ou serviço de sucesso não é criado de uma hora para outra. É fruto de um processo evolutivo, no qual cada interação é um passo em direção ao produto perfeito. 

Para saber se sua ideia é inovadora, pode ser aplicável e gerar lucro, desenvolvemos um processo de criação e execução de provas de conceito, chamado de Proof of Concept Design, ou PoC Design. O objetivo é testar projetos e avaliar não apenas a viabilidade técnica, mas principalmente se os usuários desejam a solução e se estão dispostos a pagar por ela, antes de colocá-la no mercado. A metodologia viabiliza a inovação no dia a dia da empresa, com agilidade e aumento das chances de sucesso. O modelo pode ser aplicável a qualquer cenário de negócios e a todos os perfis de empresas e compreende cinco etapas: Imersão, Ideação, Priorização, Prototipação e, por fim, o Teste. 

 
Em dois anos de atuação, a Action Labs já executou mais de 80 projetos e tem mais de 15 produtos lançados – uma média de pouco mais de um produto criado a cada dois meses. A utilização do PoC Design nos permitiu testar a viabilidade técnica de uma série de ideias e verificar como seria sua aceitação no mercado. 

A inovação não é um momento de genialidade, mas um resultado de uma postura de negócios e de processos que tornam a empresa “fértil” para a inovação. É preciso criar rotinas e procedimentos que colocam a inovação no dia a dia da empresa. A experimentação, rápida e com custo relativamente baixo, pode virar uma rotina de negócios para empresas de todos os portes. 

Por Paulo Renato — Publicitário especializado em internet, dramaturgo e escalador.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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Acertando no alvo com vídeos de qualidade

Por Maicon Douglas Carvalho Dia em Gestão

De acordo com uma pesquisa realizada pela Google, a quantidade média de horas que o brasileiro passa assistindo a vídeos por streaming semanalmente cresceu 90,1% em três anos. Isso quer dizer que, em 2014, a média por semana era de 8,1 horas e, em 2017, passou para 15,4 horas. Na estratégia de comunicação da sua empresa, o vídeo não pode ficar de fora. Eles podem ajudar na construção da imagem, interatividade e, também, rapidez na hora de transmitir uma mensagem.

Mas é possível apostar em vídeos sem ficar caro, amador ou chato? O TAG afirma que sim! Com o conhecimento e a preparação certos, é possível dominar a arte de fazer um vídeo de forma simples, com qualidade profissional e sem gastos excessivos de tempo e dinheiro. Confira as dicas.

– Planejamento e roteiro: comece determinando o objetivo do vídeo e a mensagem principal a ser comunicada. Reúna sua equipe e estabeleça o melhor formato, abordagem, cenário e quem irá participar. Também é fundamental definir qual é o público e em quais canais ele será transmitido. A partir dessas definições, é importante elaborar um roteiro que contenha o passo a passo detalhado de filmagem. Vale lembrar que uma boa história, independentemente da duração, tem início, meio e fim.

– Equipamentos: avalie a possibilidade de um investimento inicial para ter seu próprio equipamento. Além de poupar na hora de produzir outros vídeos, existem muitas opções de materiais disponíveis no mercado que não são tão caras como imaginado. É importante também buscar equipamentos com que você já tenha familiaridade e extrair o máximo de cada recurso. Lembre-se de que quem faz o vídeo é você e não a ferramenta.

– Gravação: escolha um local adequado, observe a iluminação e sons exteriores, garanta que o espaço geral e elementos adicionais estejam adequados para enquadramento e isole a área, evitando interrupções. Dedique um tempo para ensaiar e não se esqueça de ser direto. Se o objetivo do vídeo é passar uma mensagem, fazer um convite, divulgar um produto, é fundamental que a mensagem seja clara, objetiva e criativa.

– Áudio: em qualquer tipo de vídeo, um áudio ruim pode comprometer a reputação do seu conteúdo. Além disso, câmeras de gravação, tanto digitais quanto DSLR, não dispõem de um gravador de áudio integrado e de alta qualidade. Por isso, vale a pena pesquisar o melhor microfone para gravar vídeos, de acordo com suas necessidades. Para saber qual microfone é o mais adequado para o seu equipamento, confira aspectos de captação e impedância.

– Edição: existem programas bem simples, ideais para iniciantes, e também os mais robustos, com mais funcionalidades e ferramentas, que são mais indicados para alguém com mais experiência ou tempo para explorá-los. Para quem está começando a produzir vídeos e ainda não quer se aventurar em softwares mais complexos de edição, nossas indicações são o Windows Movie Maker (PC) e o iMovie (Mac), nativos de seus sistemas operacionais. Ambos são bastante fáceis de usar e atendem perfeitamente às demandas de projetos mais simples, sem grandes exigências em termos de edição.

Vídeo pronto, agora é só divulgar!

Por Redação

Fonte: http://revistavarejosa.com.br/

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