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Adeus, estabilidade: por que o risco vale mais a pena

Por Dia em Gestão

Ser formado em uma área e, de repente, optar por outra carreira. Ou ainda, ter vários anos dentro de uma empresa e depois sair para investir em um negócio próprio. As duas situações podem não ser novidade nas idas e vindas de um profissional dinâmico. No entanto, nem todo mundo tem coragem para enfrentar o desconhecido ou enveredar por um segmento que seja diferente daquele que se preparou por anos a fio.

Alguns profissionais perdem grandes oportunidades por não se considerarem prontos para o desafio. Isso pode ser desde não ter cursado um segundo idioma, uma pós-graduação, estar com um plano de negócios completamente definido ou por não ter adquirido uma determinada habilidade. Fatos esses que influenciam em uma tomada de decisão mais radical na carreira.

Quando falamos em profissionais empreendedores ou intraempreendedores, necessariamente estamos falando em correr riscos. Neste sentido, o profissional que esteja disposto, ainda que não completamente preparado, a se arriscar terá grandes chances de encontrar uma série de benefícios pelo caminho”, destaca Graziela Cristina Vital, coordenadora do curso de Administração da UNICID.

De acordo com Graziela, fatores como “satisfação pessoal e profissional por ter decidido realizar algo desafiador, ter a possibilidade de criar algo diferente, ou ter simplesmente tido a chance de encarar uma importante oportunidade de aprimorar o autoconhecimento” podem ser extremamente motivadores.

Mergulhar de cabeça no sonho de mudança e nem passar anos se preparando para isso foi uma das tônicas da empresária Naomi Rodrigues. Ela, que após se formar em Psicologia e fazer parte de uma entidade, em Ribeirão Preto, que auxilia no desenvolvimento das carreiras dos jovens, descobriu alternativas diferentes das que a maioria das pessoas com sua profissão optariam.

Naomi, então, abriu sua própria empresa no modelo coworking, a Ambiente CoNéctar Coworking, e a partir daí começou a colocar a mão na massa. “Desde o início, eu tinha que fazer tudo. Eu e meu sócio dividimos as funções, ele ficava mais na área de finanças e eu na de atendimento, parcerias e eventos. Agora a gente está partindo para contratar mais pessoas e crescer. Mas no começo a gente fazia tudo, desde limpar o chão até atender e fazer as vendas”, explica.

Trocando a estabilidade pelo desconhecido

Com 25 anos de uma carreira bem-sucedida e estruturada em uma grande empresa, você pensaria em deixar o emprego e investir suas economias num projeto pioneiro? Foi isso o que fez o administrador de empresas José Caetano Lacerda ao sair da Odebrecht em meados dos anos 1990 e investir no Cadê?, primeiro site de buscas do Brasil. “A coisa começou a crescer e eu não tive opção. Não podia cuidar dos negócios da empresa que eu era executivo e cuidar dos meus negócios pessoais que vieram a crescer. E aí tive que optar. Levei um ano e meio pra sair da companhia, devido aos meus compromissos e minhas responsabilidades, mas tive que realmente sair justamente por conta desse crescimento nos investimentos”. Hoje, José Caetano é presidente e CEO da holding de investimentos JCS Business Partners Ltda, onde investe em quatro segmentos.

Sair de uma grande empresa já é um passo ousado. Mas, e quando se tem um cargo público e a “sonhada estabilidade” para toda a vida? Alessandra Brandão teve tudo isso. Ela foi assessora do Tribunal de Justiça, mas pediu exoneração e foi para Austrália, onde foi tradutora juramentada e trabalhou em uma consultoria tributária da qual se tornou gerente em seis meses. Depois, ela voltou para o Brasil, onde ocupou o cargo de advogada do Grupo KPMG, do qual saiu para abrir seu próprio escritório e, por incrível que pareça, a sua primeira agência de intercâmbio, a 2be Study Group.

No entanto, sua experiência anterior a ajudou na mudança de área de atuação. “Fui advogada por muito tempo na área empresarial, a qual me deu bagagem, e hoje uso em tudo, desde para marcas e patentes, contratos, trabalhista, tributária e principalmente, para lidar com o código de defesa do consumidor, do qual sou especialista”, explica.

Risco calculado

No entanto, ainda que seja fundamental para empreendedores a disposição para correr riscos, planejar e se especializar na nova área ou carreira pretendida, sempre quando possível, ajuda e muito no sucesso do negócio. Ter formação, livros e o próprio conhecimento da área, auxilia bastante na superação mais rápida de alguns obstáculos e confere a ousadia necessária a quem está em busca de novos desafios.

Esse foi um dos cuidados da empresária Renata de Barbosa. Ela iniciou sua carreira na área de moda e estilismo na França e depois de vir para o Brasil, começou a trabalhar na área. As diferenças entre o trabalho de moda nos dois países, no entanto, fizeram com que ela perdesse o gosto pela área e deixasse tudo para trás abrindo, em questão de semanas, a Disk Manicure, empresa de serviços de cuidado com as unhas, que hoje está presente em vários locais do país. “Eu arrisco, mas sempre tomo um risco calculado. Tudo o que foi feito foi sempre baseado em muita, muita informação. Tanto no que toca o ofício mesmo, de manicure, tanto quanto o fato de trabalhar com franquia”, ensina.

A todos os empresários bem-sucedidos aqui apresentados, os temerosos chamariam de pessoas de sorte, acasos que deram certo. No entanto, todos eles buscaram o conhecimento e se arriscaram e até mesmo quando tinham o cargo dos sonhos, mudaram. Será mesmo sorte? Para saber, só arriscando. Quer tentar?

Fonte: Administradores

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O que sua empresa faz para vender mais e melhor?

Por Dia em Notícias

Duvidar da estratégia de marketing da sua própria empresa pode ser uma maneira de torná-la mais eficaz. Quem defende a tese é o americano John Graham, professor de Marketing na Universidade da Califórnia. Para Graham, questionar expectativas, planos e, sobretudo, a percepção de marketing estabelecida pela empresa é a melhor fórmula para atender bem aos desejos dos clientes. Ele indica como fazer:

Diminuir o tempo de espera

Ser colocado em espera, mesmo que por alguns segundos, remete ao consumidor que ele foi esquecido. Deixar de responder prontamente a um e-mail (dentro de uma hora ou menos) pode ser mortal. Os clientes têm pouca tolerância para desculpas.

Graham cita uma rede de supermercados que adotou uma estratégia muito atraente. Garantia uma fila máxima de três clientes. Se fosse maior, o gerente distribuía um dólar para cada consumidor. “Isso deixava claro que a gerência do supermercado estava ciente de que aquela espera estava além do limite esperado", diz.

A Starbucks, por exemplo, possui um aplicativo que permite ao cliente encomendar seu produto e pagar antes de retirá-lo, o que elimina qualquer tipo de espera.

Além de eficiência, o investimento em soluções em TI é um grande aliado na melhoria desse tipo de serviço, pois permite a automatização de uma série de processos.

Virtual, porém pessoal

Use a comunicação a seu favor. Hoje, o celular é considerado uma extensão do ser humano - uma infinidade de estudos apontam que há um profundo sentimento de perda e estresse se ele não está conosco em todos os momentos.

Atentas a isto, cada vez mais as empresas apostam neste canal de comunicação. No entanto, nem todas descobriram como lidar com esse trunfo.

Lou Paskalis, vice-presidente sênior do Bank of America define o smartphone como a "porta de entrada para a mente do consumidor." E justamente por se tratar de algo tão pessoal, a comunicação por meio dele também precisa ser.

Paskalis diz que mensagens automáticas tornam o relacionamento empresa x consumidor impessoal e anulam a importância do cliente. Boa parte das empresas só se preocupa com o fator exclusividade quando oferecem produtos de alto padrão.

A personalização nos serviços não termina com a compra. O pós-venda, e a certificação de satisfação do cliente geram a seguinte cadeia: o cliente é fiel a empresas igualmente fiéis, que evoluíram da segmentação para a exclusividade.

Resolver dúvidas e os problemas de seus clientes demanda dedicação – um item que a tecnologia ainda não colocou à venda. Subestimar a classe média é um erro, pois ela consome cada vez mais e tem opinião. O atendimento personalizado não precisa ser sinônimo de nenhum tipo de ostentação, é algo simples, e amigável.

LEIA TAMBÉM: Funcionário sem dívida, empresa produtiva

Escute mais, fale menos - seja útil

Não ofereça o que você quer vender. Houve uma época em que a frase “Temos tudo o que você precisa" deixava o consumidor aguçado em relação à compra, mas nestes tempos o efeito é justamente o oposto. Ninguém quer receber ordens sobre consumo, e sim, ter liberdade.

Vendedores experientes muitas vezes possuem um sentido intuitivo em relação ao que o cliente procura. Mesmo assim, o melhor é manter a boca fechada. Se os clientes pedirem, ofereça informação confiável e útil. Sem pressioná-los, fale sobre o valor do seu produto, e apenas depois, mencione o preço. Desse modo, o cliente também passa a valorizá-lo.

Reflita

Faça agora e pense depois. Esse pode ser o mantra número um do marketing, e possivelmente a razão do fiasco de determinadas ações. É preciso tempo e criatividade até mesmo para a estratégia mais básica de marketing.


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O melhor caminho é fazer as perguntas certas: "Como isso se encaixa em nossa estratégia global de marketing? "; " Quais são as implicações e possíveis resultados? "; " O que pode dar errado?"; "O que representariam os resultados esperados e como vamos medi-los?".

Cumpra suas promessas

Por menor que seja, uma promessa não cumprida destrói qualquer negócio. Quando isso acontece, os clientes não apenas se sentem rejeitados, como principalmente traídos. Isso porque investem tempo, e depositam confiança em alguém que os ignora.

Rapidamente, eles reagem com comentários negativos, e fazem de tudo para que o maior número de pessoas saiba sobre a sua má experiência.

Graham apresenta a teoria de que, inspirar confiança nos clientes, deveria ser hoje a questão central quando falamos de marketing, principalmente no mundo digital.

Quando alguém recebe uma demonstração de confiança, seus níveis de oxitocina se elevam - a substância é liberada por atividades prazerosas, como sexo e alimentação. “A pessoa experimenta uma sensação de bem-estar e tende a retribuir o gesto, ou seja, se torna fiel à marca", diz Graham.

Em um ambiente de comércio eletrônico, por exemplo, utilizar tecnologias e fornecer informação completa é o trivial. Incluir informação sobre a concorrência e que permita comparação já é considerado um diferencial. Posicionar de forma visível e funcional a política de preços, de reclamações e de devoluções, dar todos os contatos de apoio ao cliente, e publicar os direitos do consumidor também deixam os clientes mais seguros.

Graham destaca que se você está em um mercado em que nenhum concorrente ainda pratica a estratégia de confiança, talvez sobreviva algum tempo sem ela. Mas se outras marcas adotarem essa postura, você ficará em desvantagem.

Fonte: Dcomercio

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Análise mostra como empresas chegam ao topo

Por Dia em Gestão

Grande parte da estratégia corporativa gira em torno de obter escala, e por boas razões. As maiores empresas desfrutam de grandes vantagens, espalham os custos sobre a base mais ampla, exercem maior influência no mercado e se beneficiam da experiência acumulada. No entanto, uma recente análise da Bain & Company feita com 320 empresas em 45 mercados de diversos continentes demonstra que ter apenas escala às vezes não é suficiente para garantir liderança econômica.

Na indústria de pneus, por exemplo, a alemã Continental AG alcança um lucro três vezes maior do que a líder global Bridgestone, tornando-se a líder econômica no setor. O que não possui em escala, a Continental compensa com menores custos de produção e um mix de clientes mais lucrativos.

Segundo a consultoria, 36% das companhias no topo da escala não conseguem gerar retorno positivo sobre o capital. E 40% dos líderes econômicos, como a Continental, não foram as maiores em seus setores. Isso não significa que obter escala não seja uma poderosa vantagem competitiva. Em 60% dos casos o líder da indústria também foi o líder econômico em seu setor, mas empresas como a Continental demonstram que o clássico “seja grande ou caia fora" não é um imperativo para manter a concorrência longe dos lucros.

As empresas com melhor desempenho compartilham quatro atributos essenciais: bens valiosos, capacidades superiores, clientes mais atrativos e benefícios de escopo. Elas alcançam liderança econômica ligando esses elementos para desenvolver uma estratégia ambiciosa que visa explicitamente uma performance mais avançada.

As mais poderosas concorrentes tendem a tirar vantagem de três estratégias gerais. A estratégia carona, ou seja, engatar em um mercado já existente e se destacar utilizando competências diferenciadas, como a Samsung fez com a Apple, se tornando líder e produtora de baixo custo. A estratégia de “sequestrar" o pool lucrativo da indústria por conquistar os melhores clientes, como a BMW fez no mercado automotivo ao criar uma marca premium estendida desde carros de passeio, a SUVs e supercarros. E, por último, a estratégia de disrupção, alterando totalmente as regras do jogo, como a Amazon com seu varejo omnichannel e a Netflix, que derrubou o modelo físico das locadoras e, em seguida, deixou de ser um delivery de DVDs para se tornar streaming.

Ás vezes, é necessário quebrar as regras. Essa é estratégia mais difícil para as grandes empresas, já que a maioria são induzidas a vencer de acordo com o que possuem. No entanto, podem usar o seu tamanho e influência para reformular as regras a seu favor, como a IBM fez ao usar sua posição no mercado, o relacionamento com os clientes e o conhecimento técnico para deixar de ser um produtor de hardware para se tornar um enorme provedor de software e serviços.

A escala é valiosa, sem dúvida. Mas as empresas que atingem os níveis mais elevados de liderança econômica - duas ou mais vezes o seu custo de capital - pensam e agem além disso. Fazem escolhas importantes sobre onde concentrar seu tempo e investimentos e trabalham rigorosamente para desenvolver os principais ativos e competências. Esse é um caminho para um retorno sustentável.

Fonte: Administradores

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INFORMATIVO: Ponto facultativo

Por Dia em Notícias

Sexta-feira, dia 05/06, será ponto facultativo para todos os servidores da Prefeitura Municipal de Bom Despacho. Por isso, nesta data a emissão de carteira de trabalho, que funciona juntamente a sede da CDL/ACIBOM, não irá funcionar! Esperamos poder contar com a compreensão de todos.

Obs.: a ACIBOM funcionará normalmente na sexta-feira dia 05/06

A CDL/ACIBOM agradece a sua compreensão.


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Funcionário sem dívida, empresa produtiva

Por Dia em Gestão

Contas em atraso, nome sujo e problemas financeiros na família podem tirar o sono — e horas do expediente — de muitas pessoas. Além de atrapalhar a vida particular, a preocupação com dinheiro reflete diretamente no desempenho obtido no ambiente de trabalho. O assunto já rendeu uma série de pesquisas e estudos pelo mundo. A mais recente, feita pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) em 2012, revelou que, em média, 97% dos profissionais nos Estados Unidos usam horas de trabalho para resolver questões financeiras. O levantamento "Employee Financial Wellness Survey" apontou também que 22% dos trabalhadores gastam, no mínimo, 20 horas por mês cuidando de pendências financeiras no ambiente profissional.

Desde 2007, a American Psychological Association (Associação Americana de Psicologia, em tradução livre do inglês) desenvolve uma pesquisa anual para identificar as causas do estresse e os efeitos do problema na vida dos americanos. Na última edição, de 2012, o tópico dinheiro garantiu a primeira colocação no ranking que aponta as fontes de estresse, afetando 69% dos entrevistados.

Um dos pedidos mais comuns quando o funcionário está endividado é o famoso adiantamento de salário, diz a planejadora financeira Letícia Camargo, do Rio de Janeiro. “Essa pressão acaba descapitalizando o micro e pequeno empresário, que precisa, com isso, antecipar seu fluxo de caixa", explica. Nesse caso, é preciso resistir, diz o consultor financeiro André Massaro. “O empresário deve ficar firme, não pode adotar uma postura paternalista", enfatiza. Se os problemas refletem no desempenho da empresa, é importante, por exemplo, avaliar se vale a pena ficar com o profissional, orienta o consultor.

Ajudar o funcionário a manter as contas em dia melhora a produtividade

BENEFÍCIOS CORPORATIVOS

Além de programas de educação financeira, outros benefícios, como seguro de vida e previdência complementar, melhoram o bem-estar e a qualidade de vida no ambiente profissional, o que contribui diretamente para o desempenho da empresa. Uma pesquisa encomendada pela Icatu Seguros ao instituto RGaber com apoio da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RJ) identificou que seguro de vida e previdência privada estão entre os cinco benefícios mais valorizados por trabalhadores.

Conforme o levantamento, feito com 420 funcionários de diversas empresas (entre pequenas, médias e grandes companhias), 96% afirmam que gostariam que a empresa oferecesse orientação financeira pelo menos uma vez por ano.

O estudo contou com três fases: a primeira analisou a percepção dos profissionais em relação aos benefícios; a segunda etapa contou com visitas de especialistas para traçar uma espécie de raio-X da vida financeira de cada pessoa. Já na última fase, a pesquisa reavaliou como os profissionais enxergam os benefícios. A grande maioria (76%) afirma que repensou sua vida financeira depois da consulta.

O maior desafio para as micro e pequenas empresas é encaixar os benefícios na lista de despesas. “É uma despesa nova, mas quando a empresa olha o resultado de médio e longo prazo, como atração e retenção de talentos, consegue enxergar os benefícios", diz João Levandowski, superintendente da MetLife. Segundo ele, o mais importante é criar a cultura do poupar no ambiente profissional, pensando numa velhice “feliz" do ponto de vista financeiro, por exemplo. “O funcionário endividado acaba trabalhando desmotivado.

Esse apoio da empresa é fundamental", observa. Para Humberto Sardenberg, superintendente de marketing da Icatu Seguros, o dono da empresa precisa se conscientizar da importância da organização financeira dos funcionários. “A gente percebe que o dono, às vezes, não considera o seguro de vida algo importante, nem para ele, nem para os trabalhadores. O principal desafio é a sensibilização do tomador de decisão", conclui.

Organize-se

“Para o próprio empreendedor, é importante conhecer finanças pessoais", diz a planejadora financeira Leticia Camargo. Segundo ela, esse é o primeiro passo: o micro e pequeno empresário precisa colocar em ordem sua vida financeira. “A pessoa endividada está fisicamente no trabalho, mas com a cabeça nas contas", destaca. Por isso, é importante que o dono da empresa faça um diagnóstico das finanças pessoais e saiba separar as contas do negócio das despesas particulares.

Conheça os problemas

Feita a organização das finanças pessoais, a próxima etapa é fazer um levantamento para saber qual o real problema enfrentado pelos funcionários. “As pessoas têm dívidas no cartão de crédito? Estão usando muito o crédito consignado? Uma vez que o empresário faz a identificação, vai para a execução", explica o consultor financeiro André Massaro.

Defina o público alvo

Nem sempre um programa de finanças pessoais atende a todos os perfis de pessoas, informa, em seu livro, o consultor André Massaro. “Um programa pode ter maior ou menor grau de aproveitamento por um determinado público, e isso depende de vários fatores, como as necessidades individuais, a motivação, o nível socioeconômico, o conhecimento prévio do tema e a capacidade de absorção de conceitos", destaca.

Monte um planejamento

Antes de buscar uma consultoria externa, a orientação dada pelos especialistas é verificar se existem profissionais da própria empresa que podem estruturar um programa de educação financeira, oferecer palestras aos trabalhadores e dar apoio em dúvidas sobre finanças pessoais. “Se não for suficiente, aí parte para busca de profissionais externos", diz Massaro.

Avalie os resultados

O retorno dos funcionários em relação às atividades desenvolvidas pela empresa pode ser mensurado de diversas maneiras, orienta Massaro. É possível verificar, por exemplo, se a procura por crédito consignado diminuiu ou ainda se o fundo de pensão passou a receber mais adesões.

Fonte: DComércio

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CONVOCAÇÃO: Assembleia Legislativa

Por Dia em Notícias

A CDL/ACIBOM quer convida-los para participar da audiência pública, que será realizada na Câmara Municipal (R. Marechal Floriano Peixoto, 40 - Centro) no dia 03 de Junho de 2015, às 09:30Hs. Será discutido a possível transferência da 7ª Cia independente de Meio Ambiente e Trânsito para o município de Divinópolis.

Não podemos deixar a transferência acontecer!

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