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Brasil é o país mais empreendedor do BRICS

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

O Brasil é a nação mais empreendedora entre os países que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Com uma taxa de empreendedorismo inicial de 21%, os brasileiros superam os chineses em oito pontos percentuais. Índia e África do Sul têm, respectivamente, 11% e 9%. O porcentual de brasileiros que já têm uma empresa, ou que estão envolvidos na criação de uma, é superior ao de países como os Estados Unidos e a Alemanha.

Os dados são da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2015. Apoiado pelo Sebrae, e realizado pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), o estudo detectou que o Brasil atingiu nos dois últimos anos uma das maiores taxa de empreendedorismo inicial de sua história. “Acreditamos que esse número ainda apresente um incremento em 2016. Com o aumento do desemprego, mais pessoas procuram o empreendedorismo como forma de ganhar a vida”, destaca o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Afif acredita que mesmo com a possível retomada da geração de empregos pelos pequenos negócios, 2016 será um ano marcado principalmente como aquele em que o empreendedorismo foi a solução para a geração de renda.

Em 2015, de cada dez empreendimentos, quatro foram abertos por necessidade. Em 2014, eram três. “Muitas pessoas que ficaram sem ocupação viram no empreendedorismo a solução para seu sustento. A crise estimula a abertura de empresas, mas a maioria continua sendo aberta por oportunidade”, ressalta Afif.

A pesquisa GEM ainda aponta que uma das características marcantes do empreendedorismo brasileiro é a igualdade de gênero. Os homens (21,7% deles) e as mulheres (20,3% delas) são igualmente ativos quanto às taxas específicas de empreendedorismo inicial. Na Índia, onde a desigualdade de gêneros ainda é marcante, a diferença entre essas taxas é expressiva: 13,7% dos homens são empreendedores iniciais, contra apenas 7,9% das mulheres.

FONTE: PeGN
MAGEM: Reprodução

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Empreendedorismo: cinco áreas quentes para investir em 2017

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Com a economia estagnada e promessas pálidas de recuperação para os próximos anos, os empreendedores não alimentam o mesmo entusiasmo de alguns anos atrás. Abrir uma empresa, em qualquer ambiente econômico, requer seriedade, estudo e conhecimento – na realidade brasileira, país que ocupa a 123ª posição no ranking Doing Business, um risco nunca deve ser assumido sem a dose equivalente de cautela.

Apenas em 2015, 1,8 milhão de empresas fecharam as portas, a maior marca nos últimos cinco anos, segundo aponta um levantamento da consultoria Neoway a partir de dados das juntas comerciais de todo o país. Antes de completarem cinco anos, seis em cada 10 empresas fecham as portas. Empreendedorismo é uma atividade que ainda é buscada por necessidade, e não por oportunidade.

Mesmo nesse cenário, é inegável o potencial empreendedor do Brasil. Segundo o GEM 2015, publicação mais recente, 52 milhões de brasileiros com idade entre 18 e 64 anos estavam envolvidos na criação ou na manutenção de algum negócio, na condição de empreendedor em estágio inicial ou estabelecido. A taxa de empreendedorismo registrada no país foi de 39,9%, a maior desde o início da série de estudos, em 2002.

Esses dados reforçam que uma gestão eficaz do negócio – mais do que o entusiasmo inicial – é determinante para o sucesso a longo prazo. "Uma gestão eficiente deve ser pautada por planejamento, execução e acompanhamento dos resultados através da avaliação dos indicadores de performance", afirma o consultor Rodrigo Morgan, sócio da Loja de Franquia.

1. Alimentação

Cada vez menos brasileiros têm tempo ou disposição para preparar as próprias refeições. O aumento do custo para a manutenção de empregados no lar, jornadas de trabalho e o longo tempo gasto no trânsito são alguns dos fatores que têm influenciado a preferência do brasileiro por refeições fora do lar. Em 2015, o segmento apresentou crescimento nas vendas de 6,2%, de acordo com o Instituto Foodservice Brasil. A previsão de aumento no volume de vendas para 2016 é de 7,7%. O faturamento estimado do segmento, que conta com um giro mensal de 80 milhões de clientes, é de R$ 60 bilhões.

"O segmento de alimentação é o que menos sofre sazonalidade por conta da crise e isso pode ser facilmente constado nos shoppings, onde você observa as lojas de calçados, vestuário, eletrônicos vazias e o que se vê nas praças de alimentação são filas intermináveis", observa Lucas Biazon, diretor de expansão de franquias da rede Khea Thai.

Outro tipo de serviço que tem se destacado no segmento é o delivery. O setor cresceu 12,5% em 2015 e faturou R$ 9 bilhões, de acordo com dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

2. Serviços para classes C/D/E

A investida nas classes inferiores como estratégia de negócio não é novidade. A Casas Bahia teve sucesso com o sistema de crediário, até então pioneiro no Brasil. Uma previsão da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) de 2012 apontava que a classe C iria sustentar um crescimento acumulado de 40% do PIB até 2020.

A mudança no cenário e perda de poder de compra das famílias das classe C, D e E não muda um fato que pôde ser constatado na última década: são elas quem fazem a economia girar, tanto com a compra de itens básicos quanto de produtos e serviços mais sofisticados.

A Vai Voando aposta em passagens aéreas pré-pagas para conquistar esse público – que, na maior parte das vezes, viaja para visitar familiares, e não a turismo. "Segundo estudos realizados pelo Data Favela, o Brasil tem 11,7 milhões de pessoas morando na favela, o que equivale ao 5º estado do Brasil em população. Estas classes movimentam pouco mais de R$ 56 bilhões por ano, número equivalente ao PIB da Bolívia", explica Luiz Andreaza, diretor da companhia.

Esse tipo de serviço favorece o planejamento financeiro das famílias, que não precisarão comprometer o limite de crédito e pagar altas taxas de juros. As vendas para 2016 da Vai Voando chegaram a 58 milhões de viagens, o que demonstra o potencial desse tipo de serviço mesmo diante da crise. Mas é necessário saber lidar com os clientes.

"Por se tratar de um público simples e humilde, toda a comunicação deve ser clara, objetiva e de bom gosto. Ao contrário do que se pensa, este público é exigente. As empresas precisam oferecer um atendimento com qualidade, além de vantagens que ficam em evidência e valor justo", conta Andreaza.

3. Pet

O mercado de cuidados com animais, bem como o de produtos de alimentação e estética, ainda tem gás. De acordo com dados da Junta Comercial de São Paulo (Jucesp), o número de estabelecimentos desse segmento na capital paulista aumentou 80% entre 2014 e o primeiro trimestre de 2016 – passando de 726 para 1298 pontos comerciais. O programa Microempreendedor Individual passou a disponibilizar a categoria "pet sitter" (cuidador de animais) e já conta com 16,7 mil pessoas formalizadas na função.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 44,3% dos domicílios brasileiros – ou 28,9 milhões de lares – têm pelo menos um cachorro. A população canina era de 52,2 milhões em 2013, último período com dados disponíveis. O Brasil tem mais cães domésticos do que crianças.

Os gatos estão presentes em 11,7 milhões de casas; sua população é estimada em 22,1 milhões. Também há ampla presença de peixes (18 milhões), aves (37,9 milhões) e répteis ou pequenos mamíferos (2,2 milhões) nos lares. O brasil é o quarto país do mundo em população de animais e o terceiro mercado do globo em faturamento no segmento. Apenas em 2015, o segmento de serviços e produtos para animais faturou R$ 18 bilhões, de 7,6% na comparação com 2014, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Esse crescimento foi, em grande parte, reposição inflacionária. Mas os dados apontam que o segmento apresenta estabilidade e conta com um amplo mercado à espera de melhores condições de consumo. Mas, antes de entrar de cabeça no negócio, é necessário fazer uma pesquisa de mercado na região e ficar atento à carga tributária do setor, que chega a 51%.

4. Beleza e cuidados pessoais

Em 2015, a indústria da beleza teve uma queda real de 8% em relação ao ano anterior, a primeira retração após duas décadas de crescimento contínuo. Porém o segmento tem porte: de acordo com uma sondagem da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o faturamento da indústria da beleza – considerando os produtos saídos das fábricas – foi de R$ 42,6 bilhões no período. O volume representa 1,8% do PIB.

No varejo, os produtos de beleza movimentaram, conforme dados da Euromonitor International, US$ 30,2 bilhões, a metade do acumulado em todo o mercado latino-americano. O aumento na produtividade e a crescente participação das mulheres no mercado de trabalho influenciaram o crescimento acumulado de 57,6% entre 2010 e 2015. Para 2020, a previsão é de um faturamento de 34,5 bilhões, sem correção inflacionária.

Além do mercado interno, empreendedores que atuam no segmento podem exportar para mercados vizinhos. A Abihpec aponta que Argentina, Venezuela, Chile, México e Colômbia são os cinco maiores importadores de produtos brasileiros. Apenas eles respondem por R$ 441 milhões em importações e representam 58,7% das exportações brasileiras.

O número de salões de beleza, os maiores clientes do segmento, atualmente chega a 600 mil em todo o Brasil, de acordo com o Sebrae, contra 155 mil em 2012. O setor amarga números insatisfatórios com a recessão econômica. Mas a publicação da Lei 13.352/16, que possibilita a celebração de contratos de parceria entre profissionais e salões de beleza, pode estimular o setor nos próximos anos com a redução de encargos trabalhistas.

5. Franchising

O modelo de franquias vem se consolidando e expandindo no Brasil. Mesmo com a desaceleração econômica, o setor de franquias cresceu 8,8% no terceiro trimestre de 2016, conforme aponta uma pesquisa da Associação Brasileira de Franchising (ABF). "O Brasil já é o quarto maior mercado mundial em termo de marcas franqueadoras e o sexto em termos de unidades franqueadas. O sistema de franchsing já é maduro e consolidado no país e continua crescendo consistentemente em níveis maiores do que nosso PIB", ressalta Rodrigo Morgan.

A vantagem do modelo consiste em adquirir uma marca já testada e validada pelo mercado, inclusive com previsões de lucro, o que reduz os riscos se o modelo for comparado a iniciar uma nova empresa do zero. "Contudo, há a necessidade do empreendedor estar preparado para gerir seu próprio negócio", lembra Davi Andrade, CEO da Bússola do Empreendedor. Segundo ele, muitos franqueados alimentam uma expectativa equivocada em relação ao franqueado.

"Muitas vezes espera-se que a franquia ensine o franqueado a gerir um negócio. Ou seja, existe, em grande parte dos casos, uma grande expectativa por parte do empreendedor, que acaba sendo frustrada pelo franqueador", enfatiza Andrade, que também recomenda cautela ao escolher uma marca. "O empreendedor deve se informar sobre o que a franquia realmente oferece e entrega de apoio para que ele estruture o negócio. Ele precisa também consultar outros franqueados e verificar se a franquia está com suas atividades regulares", considera.

FONTE: Eber Fretias | Administradores

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Natal: como comprar presentes sem se endividar

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Quando se atravessa uma crise econômica, com inflação alta e poder de compra reduzido, o lógico é não gastar com itens desnecessários, afinal, é preciso economizar para conseguir pagar as contas do dia a dia e também juntar uma reserva, pensando em imprevistos e no futuro. Mas… e quando chega o Natal? Passar pela data sem presentear ao menos os mais próximos ou as crianças da família parece tarefa impossível.

Segundo pesquisa do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), dois em cada dez brasileiros (19,4%) ficaram com o nome sujo por causa das dívidas feitas com a compra de presentes e comemorações de Natal em 2015. Ou seja, mesmo sem dinheiro, as pessoas não deixam de gastar nesta época. Qual a solução então? Para José Vignoli, educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz, “é normal querer agradar os amigos e familiares e participar das comemorações, mas não se pode desconsiderar a própria realidade financeira. Na hora de ir às compras, o ideal é planejar bem as despesas e saber exatamente o quanto a pessoa pode gastar com presentes e festas”.

Veja abaixo dicas para não se endividar ao comprar presentes de Natal, incluindo truques para resistir às tentadoras promoções.

Faça uma Lista

Liste todas as pessoas e crianças que receberão presentes. Lembre-se de ser cauteloso, não dá para comprar presentes para absolutamente todo mundo da família, do trabalho, do bairro… Seja bastante criterioso, incluindo apenas os mais próximos. Ao lado do nome de cada pessoa, coloque o valor máximo que pretende gastar com ela. Aí então já poderá definir os presentes e quem levará apenas uma lembrancinha.

Veja o Quanto Pode Gastar

Verifique seu orçamento e sua conta bancária e calcule o quanto poderá gastar, esforçando-se para não ultrapassar este limite. Ao estipular o valor, tenha em mente pagar por tudo à vista. Isso facilita para trabalhar com um número que de fato corresponde ao que possui.

Pesquise Preços

Considere lojas on-line e também físicas. Não entre em um lugar e compre tudo de uma vez para “se ver logo livre” das compras de Natal. Compare preços, verifique em diversos estabelecimentos e só então escolha um, considerando sempre o melhor custo benefício. E, caso decida comprar vários itens em uma única loja, pechinche para ver se consegue um desconto. Aproveite para verificar se há a possibilidade de trocar a peça.

Evite Parcelar as Compras

Segundo dados da pesquisa, 41,8% dos consumidores afirmam que só comprarão presentes neste Natal se puderem pagar à vista, evitando parcelar as compras. A estratégia é sábia. Afinal, lembre-se que em janeiro, todas as pequenas parcelas, feitas em lojas diferentes, resultarão em uma grande conta, que talvez não consiga pagar justamente em um momento em que os compromissos financeiros se acumulam. Assim, prefira fazer as compras de Natal à vista, o que também pode lhe garantir bons descontos, além de um maior controle financeiro.

Cuidado com as Emoções

É preciso evitar as aquisições feitas por impulso, que frequentemente levam ao desequilíbrio financeiro. O melhor presente é sempre aquele que cabe no bolso do consumidor”, alerta Vignoli. Ou seja, se não tem dinheiro para pagar, leve algo mais barato. Pense que não vale a pena ficar estressado e com dívidas quando há opções mais simples que igualmente alegrarão pessoas queridas. Cuidar das emoções diz respeito também a resistir às tentações, especialmente das famosas promoções de Natal. “Eu tenho duas pessoas na minha lista para as quais quero dar uma camiseta. Vi uma promoção que era: quatro camisetas por R$99. Achei um bom negócio, mas depois pensei: ‘eu não preciso de quatro, preciso de duas’. Duas me custaram R$60, ou seja, R$39 a menos do que o suposto bom negócio”, conta a dona de casa Mary Saggese, de São Paulo. Resumo? Quando o assunto é gastar dinheiro, procure ser mais racional e menos impulsivo.

Reflita Sobre o que é um Bom Presente

É importante, nesta época de consumo, dar outro significado para o termo “coisa boa”. Instintivamente, quando pensamos em “coisa boa”, pensamos em algo caro, de loja famosa. Por que o bom é necessariamente o mais caro? “Um bom presente é aquele que mostra seu carinho e faz o outro feliz, se sentindo prestigiado. O quanto ele custa não deve ser o mais importante”, diz o educador financeiro. Assim, antes de sair comprando, pense na pessoa, no que ela gosta, no dia a dia dela. Isso ajudará a escolher um bom presente, que tenha a ver com ela e que mostra seu empenho em escolher algo bacana, sem que ele seja necessariamente caro.

FONTE: Meu Bolso Feliz

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5 motivos para automatizar a gestão de notas fiscais eletrônicas

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

A utilização das Notas Fiscais Eletrônicas (NFe) é uma realidade nas empresas e traz uma série de benefícios como segurança, praticidade, redução de custos e tempo, mobilidade. O armazenamento por um período de 5 anos após a data de emissão de cada documento é uma obrigatoriedade fiscal.

Entretanto, devido ao grande volume de notas emitidas e também recebidas por empresas em todos os portes, surge a dificuldade em mantê-las e, sobretudo, gerenciá-las, criando assim a necessidade de automatizar o processo para facilitar a localização e garantir a regularidade das notas. Veja a seguir cinco motivos para automatizar a gestão das NFes:

Armazenamento Econômico

É possível economizar na manutenção, desde o arquivamento físico em servidores até o espaço pago em serviços como DropBox e Google Drive, por meio de uma plataforma de armazenamento de NFes em nuvem. As empresas que emitem e recebem um grande volume de notas podem economizar porque deixam de contratar um profissional para gerir as notas. Também se eliminam despesas com espaço, mobília e manutenção dos documentos em segurança.

Consulta em Qualquer Hora e Qualquer Lugar

À medida que a atividade de uma empresa cresce, a emissão de notas fiscais aumenta, exigindo uma maior organização destes documentos. Os setores financeiros e comerciais de uma companhia precisam ter acesso a todas as transações, e o armazenamento digital deixa todas as NFes disponíveis para consultas sempre que preciso. O acesso aos sistemas das Secretarias Estaduais da Fazenda – SEFAZ, permite monitoramento dos status das NFes em tempo real. Com o armazenamento online, estes documentos podem ser acessados a qualquer momento e em qualquer dispositivo, com um sistema de login e senha, facilitando, não somente a organização, como também a comunicação entre empresa e contabilidade.

Localiza Facilmente os Documentos

Em meio a tantos documentos fiscais de entrada e saída, as empresas podem ter dificuldades para encontrar determinados arquivos. Mesmo no meio eletrônico, localizar um arquivo de anos atrás, de um determinado fornecedor, com um valor específico ou uma nota que foi cancelada é uma tarefa que demanda muito tempo, mas que pode ser realizada em segundos com a gestão automatizada. A organização é mais fácil, prática e segura com a distribuição das notas por pastas virtuais. Para as notas de entrada, existe a facilidade de controlar os documentos antes mesmo de o produto chegar, ajudando a monitorar a entrega, além de validar as notas dos fornecedores para eliminar o risco de emissão de falsas com o CNPJ da empresa.

Garantia na Validação

As NFes facilitaram o controle pelo Fisco, já que, para gerá-las, é necessário uma assinatura digital e uma autorização de uso. Desse modo, as entidades governamentais responsáveis por essa conferência, que são as secretarias da Fazenda, podem ter a nota fiscal na íntegra simultaneamente ao momento em que foi gerada. Ficaram mais fáceis também as fiscalizações nos postos de controle, uma vez que esse processo foi simplificado, e o tempo de parada nestes locais é muito menor. Há, ainda, a notificação em caso de um eventual cancelamento de uma nota, e correção de possíveis erros de digitação de datas e valores.

Integração com os Principais ERPs

Uma plataforma de gerenciamento de notas fiscais eletrônicas é uma ponte entre empresa, contador e o fisco, facilitando o compartilhamento de arquivos em DANFe, XML, ZIP e Excel, que são compatíveis com todos os principais sistemas para gestão empresarial (ERP).

FONTE: Alison Flores/Administradores

IMAGEM: Reprodução

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Tendências 2017 para os pequenos negócios

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Há mais de cinco anos, escuto sobre as mesmas tendências mundiais relacionadas à internet das coisas, multicanal, social, etc. Porém, quantas dessas tendências os pequenos negócios já conseguiram implantar? 

Posso responder com propriedade, nenhuma

Este ano de 2016, realizei mais de 80 palestras, acumulando milhares de milhas e quilômetros rodados. Com o projeto “O melhor vendedor do Brasil” estou tendo a oportunidade de ter contato direto com esse setor, por meio das diversas visitas técnicas, conhecendo a realidade local dos pequenos varejistas de capitais e de pequenas cidades do interior, percorrendo do Chuí ao Oiapoque do Brasil. Os desafios, os problemas desses empreendedores ainda estão enraizados no básico do varejo. Se eles conseguirem fazer o básico bem feito, terão os seus problemas solucionados e um próspero 2017, vendendo bem. 

Então, pequeno negócio, a tendência para 2017 é não ter tendência. Faça o básico bem feito. 

Já parou para pensar em tudo que você promete para o cliente? Está conseguindo cumprir essa promessa? A vitrine da loja está organizada e atrativa? Quando o cliente entra na loja, ele é atendido por um vendedor prestativo que tem conhecimento do produto e interesse em ajuda-lo? A loja está limpa, os preços estão bem sinalizados? O mix de produtos está atendendo as demandas do consumidor ou as gôndolas estão lotadas de produtos sem saída e os mais procurados estão em falta? Você valoriza a sua equipe e a motiva para que ela faça o seu trabalho sempre da melhor forma possível? 

Isto serve também para você que presta serviço.

Assista como seu cliente está sendo atendido e se coloque no lugar dele. A partir disso, dentro das suas possibilidades reais, reúna com a sua equipe e de imediato, se achar necessário, comece a reescrever uma nova forma de fazer varejo, pensando sempre no seu cliente e no futuro do seu negócio.

Falando assim, parece que estou falando de coisas que você já está cansado de saber que devem ser feitas? Mesmo parecendo simples e básico, muitas empresas ainda têm dificuldade de fazer este dever de casa, que é o pilar para o crescimento de qualquer negócio. 

Anote aí, o que você não pode deixar de fazer em sua loja para 2017 e está ao seu alcance:

CURADORIA DE PRODUTOS: pesquise quais produtos o seu cliente mais procura. Feito isso, não se deixe enganar por outros produtos que a indústria te ofereça com preços atrativos. Não faça estoque do que não é procurado. Tenha sempre o que o seu cliente quer e deixe esses produtos expostos de forma atrativa.

INVISTA EM PESSOAS: os seus vendedores são as pessoas que mais entendem dos seus produtos e dos seus clientes. Sendo assim, você precisa valorizá-los! Ofereça um bom salário e incentive os que alcançam a meta. Faça reuniões semanais e treinamentos com fornecedores. Os vendedores precisam estar bem treinados e motivados para o seu negócio prosperar. 

DÊ ATENÇÃO AOS CLIENTES: os clientes precisam de um bom atendimento seja pessoalmente, telefone, e-mail ou pelas redes sociais. Nunca deixe um e-mail, mensagem ou comentário nas redes sociais sem resposta!

Além da consciência da importância desse básico bem feito, é importante ter disciplina para que ele se torne uma rotina no dia a dia da loja. Não adianta viajar em um mundo de tendências relacionadas à tecnologia se na sua realidade o cliente não tem o que é prometido. Minha dica para ter sucesso em 2017 é que a sua meta para o ano seja cumprir o que você vem prometendo ao seu cliente. O cliente não se deixa enganar como a balança, que você sempre fala que vai emagrecer e no ano seguinte tem que aumentar a meta. Se ele é mal atendido, procura outro lugar que atenda bem às suas expectativas. E pode ter certeza, se você não faz, outro irá fazer.  

FONTE: Fred Rocha/Administradores 

IMAGEM: Reprodução

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7 ferramentas para desenvolver planejamento, disciplina e foco

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Um dos princípios mais relevantes nessa capacitação é a habilidade de colocar a mão na massa, ou seja, a habilidade de concretizar os projetos idealizados e trazer para o mundo o que o empreendedor vislumbrou como negócio.

Para isso, várias competências são exigidas, como a atitude, disciplina, planejamento e foco. Mas como trabalharmos essas habilidades no nosso dia a dia e na realidade de negócios? A verdade é que esta não é uma tarefa fácil! E se “somos do tamanho dos nossos sonhos”, como já disse o especialista em liderança César Souza, também só conseguimos alcançar aquilo que somos capazes de executar.

INTENÇÃO + AÇÃO = RESULTADO

Para ajudar nesta equação complicada, reuni uma série de ferramentas que uso frequentemente e tem colaborado para o meu próprio desempenho profissional e pessoal.

Compartilho abaixo algumas delas para que vocês possam conhecer e utilizar no seu dia a dia. Abaixo, deixo também links com explicações detalhadas de cada uma e formas de aplicá-las. Bom trabalho.

Metodologias para Aumentar a Produtividade

1. SMART: ferramenta simples e eficiente para orientar o empreendedor a traçar metas pessoais e para a empresa. O acrônimo significa Específica, Mensurável, Atingível, Realista e Temporal. Para aplicar.

2. Ciclo PDCA: (do inglês: Plan, Do, Check, Adjust). Em português: Planejar, Fazer-Verificar, Ajustar. É um método interativo de gestão de quatro passos, utilizado para o controle e melhoria contínua de processos e produtos. Para aplicar.

3. 5S: foi uma das grandes estratégias utilizadas pelo Japão para se organizar no pós-guerra e inspirou muitas empresas a adotar a metodologia como ferramenta de melhoria no ambiente de trabalho. O conceito do 5S possui como base as cinco palavras que em português significam senso de utilização, senso de organização, senso de limpeza, senso de saúde e senso de autodisciplina. Para aplicar.

4. Matriz Urgente-Importante: é um método de organização criado pelo ex-presidente americano Dwight Eisenhower que serve para definir as tarefas que merecem atenção e as que devem ser descartadas Para aplicar.

5. GTD (Getting Things Done): também conhecida como “a arte de fazer acontecer” permite ter um maior controle sobre todas as tarefas, projetos e metas e tem o objetivo de minimizar a frustração das pessoas e empresas ao verem tarefas não concluídas. Para aplicar.

6. 5W2H: é um método de gerenciamento de atividades. O nome vem de cinco perguntas, em inglês, que começam com a letra “W”, e duas questões que começam com a letra “H”: What, When, Where, Why, Who, How, How much. Para aplicar.

7. Técnica Pomodoro: é uma ferramenta de estudo bem conhecida elaborada no fim da década de 1980. Se baseia na ideia de que fluxos de trabalho divididos em blocos podem melhorar a agilidade do cérebro e estimular o Ela divide períodos de concentração de 25 minutos com 5 minutos de descanso. Para aplicar.

Tente conhecer cada uma das ferramentas, aplicar na sua rotina e da sua empresa e meça resultados. É importante ver se você se adapta para então introjetar a metodologia.

E mais: para ter mais produtividade no seu dia a dia, a regra de ouro é você fazer, toda noite, uma lista das 5 coisas que precisa finalizar no dia seguinte. Organize por ordem de prioridade colocando as mais difíceis no horário em que estiver mais concentrado. Pode ser no começo da manhã ou logo após o almoço. Concentre-se e realize. No final do dia você vai ter a alegria de ver suas tarefas realizadas e se animar para preparar a lista do dia seguinte.

Outra dica importante é conhecer a diferença entre eficiência e eficácia. O entendimento desses dois conceitos vai fazer com que você pense e aja de uma forma mais assertiva. A eficiência consiste em fazer certo as coisas, fazer mais com o mínimo de recursos possíveis, ou seja, trata-se do como fazer. Já a eficácia consiste em fazer as coisas certas, ou seja, escolher o que deve ser feito. Como diria Peter Drucker:

“Eficiência é fazer as coisas de maneira correta, eficácia são as coisas certas. O resultado depende de fazer certo as coisas certas”.

Se você tiver alguma outra ferramenta útil para compartilhar, deixe nos comentários, que vamos aumentando a lista de soluções.

FONTE: Administradores

IMAGEM: Reprodução

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