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Carnaval: 4 dicas para você arrasar nas vendas

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Segundo o Ministério do Turismo, em 2016, cerca de 6,6 milhões de turistas viajaram pelo País durante o feriado de carnaval. Entre os gastos com transporte, hospedagem, alimentação e lazer, o Governo calculou que houve um acréscimo de mais de R$6 bilhões à economia nacional. Diante desses bons números, separamos algumas dicas para você arrasar na avenida nas vendas, afinal ninguém quer deixar o bloco passar sem aproveitar um pouquinho, não é?

CAIA NA FOLIA

É preciso entrar no clima! Sua marca e sua vitrine precisam estar caracterizadas para chamar a atenção de quem visitar suas páginas na internet e de quem passar pela sua porta.

SAIA DO LUGAR COMUM

Criar produtos personalizados para a data com a marca da empresa ou até mesmo preparar uma embalagem especial são detalhes que podem agregar valor à compra.

A BOA E VELHA PROMOÇÃO

Claro que uma promoção legal chamará a atenção dos foliões, assim como cupons de desconto, que são bons atrativos de novos clientes.

TENHA FOCO

Toda a campanha deve estar voltada para a divulgação do Carnaval, portanto, necessitam de uma abordagem específica para esta época do ano. Não ofusque sua divulgação carnavalesca com outras campanhas em paralelo. Pense fora da caixa e crie ações para atrair clientes em potencial!

FONTE: FCDL-MG
IMAGEM: G1

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10 perguntas e respostas sobre o saque do FGTS

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

QUEM PODE SACAR O FGTS?

Todas as pessoas que possuem contas do FGTS que ficaram inativas até 31/12/2015. Segundo o governo, são 10,2 milhões de trabalhadores. A conta inativa será considerada aquela vinculada a um contrato de trabalho já extinto, e com data de desligamento até 31/12/2015. Uma única pessoa pode possuir várias contas do FGTS, uma para cada trabalho com carteira assinada. Cada conta é encerrada quando o respectivo contrato é finalizado. Normalmente, existe saldo de contas inativas de pessoas que pediram demissão, mas não puderam sacar o FGTS.

TENHO UMA CONTA VINCULADA A UM EMPREGO ANTERIOR, MAS A EMPRESA FALIU. POSSO SACAR O DINHEIRO?

Segundo a Caixa, sim. Como o vínculo de trabalho, neste caso, já foi extinto, o saque poderá ser feito.

ESTOU NO MEU PRIMEIRO EMPREGO COM CARTEIRA ASSINADA. POSSO SACAR?

Não, pois neste caso a conta do FGTS ainda está ativa. A medida só vale para contas inativas. 

TODAS AS CONTAS INATIVAS TÊM DINHEIRO DEPOSITADO?

Não. Eventualmente, algum trabalhador pode já ter utilizado o dinheiro atendendo a casos previstos nas regras de saque do FGTS, como para financiamentos imobiliários. 

ESTOU ENQUADRADO NAS CONDIÇÕES. JÁ POSSO SOLICITAR O SAQUE?

Não. A Caixa Econômica Federal, que administra o FGTS, vai divulgar ainda em fevereiro um calendário de saques. É provável que a data de nascimento do trabalhador seja um critério e que os saques possam ser realizados a partir de março.

HÁ LIMITE PARA O VALOR DO SAQUE?

Não. Chegou-se a cogitar um limite entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil, mas a maioria das contas tem depósitos menores que um salário mínimo (R$ 880), o que levou o governo a extinguir o teto. De acordo com o governo, 86% dessas contas possuem um saldo inferior a R$ 880.

O QUE É MAIS INDICADO FAZER COM O DINHEIRO?

Especialistas aconselham a quitar dívidas e evitar novos endividamentos do tipo “bola de neve”.  Em dezembro, os juros do cheque especial chegaram a 12,58% ao mês, em média. Já os do rotativo do cartão de crédito ficaram em 15,33%. Os dados são de um estudo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

POSSO ANTECIPAR O DINHEIRO EM BANCOS?

Sim, mas é preciso fazer cálculos para evitar um mau negócio. O Santander anunciou a criação de uma linha de crédito que antecipa o equivalente ao que poderá ser sacado do FGTS. As taxas vão de 2,59% a 4,59% ao mês. O valor integral é depositado na conta do cliente 24 horas após a contratação. A liquidação é feita em uma única parcela, descontada no mês do aniversário. Bradesco e Banco do Brasil estão avaliando a criação de uma linha semelhante. O Itaú diz que já oferece diversas modalidades de crédito pré-aprovado. A Caixa Econômica não se pronunciou.

CASO NÃO TENHA DÍVIDAS, É MELHOR DEIXAR O DINHEIRO NA CONTA OU FAZER UM INVESTIMENTO?

Mesmo modalidades mais conservadoras, como a poupança, remuneram a taxas mais altas que o FGTS.  O professor Alexandre Cabral, do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), mostra em simulação que o FGTS perde das principais aplicações de renda fixa em aplicações de curto prazo (até um ano). A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) lidera e consegue rentabilidade de 11,05% ao ano, contra 4,24% do FGTS. O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é o segundo colocado, com retorno de 9,12%, e o Tesouro Direto Selic, o terceiro, com 8,77%. 

ONDE POSSO CONSULTAR O SALDO DA CONTA DO FGTS?

No site da Caixa, no aplicativo do FGTS, nas agências da Caixa, por meio do cartão cidadão, em postos de autoatendimento e no internet banking da Caixa. Para consultar o saldo da conta do FGTS, o trabalhador precisa informar seu número PIS, que consta na carteira de trabalho, e cadastrar uma senha, caso seja seu primeiro acesso à plataforma. Trabalhadores que tiverem dúvidas ou problemas no acesso podem entrar em contato com a Caixa pelo telefone 0800 726 0207. 

FONTE: Estadão
IMAGEM: Reprodução

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Como utilizar o WhatsApp para vender mais

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

A interação mais importante deixou de ser o teti-a-teti e passou a ser no app, uma lógica de comportamento que abandona o contato real e valoriza bem mais o virtual. Uma lógica de comportamento que é vista nos casais em restaurantes que mal conversam entre si, mas não desgrudam a tela do celular, em rodas de amigos na mesma situação ou seja lá onde você esteja.

Se observar um pouco ao seu redor verá facilmente o olhar da maioria na tela. Caso chegue mais perto constatará que dois terços estão no WhatsApp. Isso fez até com que eu abandonasse o app por alguns anos e, depois, por uma necessidade profissional, reativá-lo novamente.

Passado esse período de amor e ódio baseado mais na questão antropológica e de comportamento do objeto de estudo, posso dizer que minha percepção pelo WhatsApp está bem diferente do que antes. Minha análise está agora na estratégia, no instrumento mercadológico, nos resultados que o app pode provocar em qualquer negócio, em como ele favorece no processo de venda. E nossa… como é eficiente esse tal de WhatsApp!

É eficiente pelo simples fato do que descrevi no inicio desse texto. Todo mundo (ou quase todo mundo) está conectado a ele, bem pertinho, sempre antenado. À espera daquele bolinha verde lateral indicando quantos recados novos existem em cada conversa. E se todos estão lá, amigo e amiga que deseja melhorar sua venda, você também precisa estar.

Não importa o tamanho da sua empresa, se ela é online ou presencial, o meu conselho é: UTILIZE! Recentemente, em duas consultorias que realizei, uma para um estabelecimento físico e outro digital, após inserimos o WhatsApp na comunicação, tivemos uma demanda de contatos que dobrou as interações e aumentou em 50% as vendas.

A verdade é que se você adiciona em sua comunicação esta plataforma melhorará quatro importantes etapas do processo de venda: Relacionamento, Prospecção, Venda e Pós-venda. Para facilitar, abaixo separei em tópicos algumas informações importantes de como utilizar em cada uma dessas duas etapas.

Dica simples e eficiente

Antes de falar sobre as etapas, uma dica simples, mas que pasmem, muitos não usam. Utilize o WhatsApp no próprio computador: https://web.whatsapp.com/. Você ganha em velocidade de atendimento, além de poder realizar outras tarefas profissionais ao mesmo tempo.

ETAPA: Relacionamento

O WhatsApp pode ser muito útil para desenvolver um relacionamento com seu cliente ou público-alvo. E isso não implica em bombardear com propaganda. Longe disso! A ideia é passar informações úteis e complementares como conteúdos interativos, notícias, vídeos, indicações, tirar dúvidas (esqueça correntes ou piadinhas bobas). Tudo isso faz com que você interaja, crie um vínculo com o seu público.

No momento em que for realizar uma venda, pode ter certeza, a facilidade em obtê-la será muito maior. Em determinados negócios é válido criar grupo para desenvolver um elo através dessa interação. Em outros casos, a Lista de Transmissão, ou seja, o envio da mesma mensagem para muitas pessoas, é a melhor escolha. Isso vai variar justamente de como funciona o negócio e a sua capacidade de manter aquela interação atualizado. Importante: Grupos com clientes não são para todos os negócios. Caso aja um índice maior de return, reclamação, ela pode ser uma armadilha bem grande.

ETAPA: Prospecção

Você também pode entrar em contato com pessoas que deseja oferecer o seu produto ou serviço. Muitas vezes, a tentativa é por telefone (ninguém atende), envia e-mail (não respondem), mas quando se manda um WhatsApp, BINGO, o retorno é quase imediato.

Ou seja, utilizar essa ferramenta vai acelerar seu tempo na prospecção e de resposta dos clientes. O ideal é sempre fazer contato com lista de pessoas que de alguma forma já interagiram com você. Ou seja, leads que vieram do site, por outras redes sociais, de coleta em eventos. Cuidado, muito cuidado, para não fazer spam. O seu número pode ser banido e o transtorno ser bem maior.

ETAPA: Venda

Relacionamento bem conduzido, prospecção feita, hora de fazer a venda. Colocar a oferta em tópico. E vale facilitar a vida de quem compra. Ou enviar o boleto para pagamento, um link para inserir os dados do cartão, o contrato para a continuação da proposta. Enfim, você facilita através do whatsApp mesmo a vida de quem compra - e a sua também.

ETAPA: Pós-venda

Existe a máxima de que é mais fácil (e mais barato) vender para o mesmo cliente do que conseguir novos. E sim, isso é verdade. Por isso, manter o contato, realizar o pós-venda, verificar se o seu cliente tem alguma necessidade, dúvida, também através do WhatsApp, se torna bem eficiente pelo alto índice de resposta. Clientes satisfeitos, além de voltarem, também indicam para outras pessoas. E isso se torna uma nova força de venda fantástica: o boca-a-boca.

FONTE: Fábio Bandeira de Mello - administradores.com
IMAGEM: Reprodução

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5 tendências para o varejo em 2017

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

O comércio varejista brasileiro terminou 2016 com o pior resultado da série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio, iniciada em 2001 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com retração de 6% nas vendas do varejo, queda de 3.2% no Produto Interno Bruto (PIB), inflação de 6,8% e mais de 12 milhões de desempregados, o cenário econômico brasileiro negativo de 2016 intensificou o nível de exigência do consumidor, que passou a adotar novos comportamentos de consumo.

A Fecomercio SP (Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) projeta para 2017 um crescimento de 2% no varejo. A previsão de retomada do setor é lenta devido a uma perda projetada em R$ 10,5 bilhões, decorrente do grande número de feriados nacionais que emendam com finais de semana. Para o coordenador do MBA em Gestão do Varejo e Administração de Shopping Center da Universidade Positivo (UP), Leandro Krug Batista, este é o ano da “virada do varejo”. “O aumento do índice de confiança do consumidor, a inflação baixa e a queda no juros pode ser a combinação perfeita para uma reação imediata” – comenta Leandro. Para isso o setor precisa se adaptar rapidamente às mudanças e pensar em novas estratégias para atrair e engajar o público e lutar para manter as portas abertas em 2017. “O principal efeito da crise é no comportamento do consumidor, que fica mais seletivo. Por isso, é preciso ajudar o cliente a comprar o melhor e da melhor forma”, explica.

As principais tendências para o varejo mundial em 2017 foram apresentadas na NRF Retail’s Big Show 2017, maior evento mundial do varejo, realizado de 15 a 17 de janeiro, em Nova Iorque. Segundo Batista, algumas das tendências apresentadas na feira já estão sendo aplicadas no mercado nacional e devem se intensificar entre as redes que querem se destacar na cabeça e no coração do consumidor. São elas:

1. Omnichannel

Percebe-se que o varejo tradicional feito da loja física continua forte e continuará por muito tempo, mas presença online, pela combinação de smartphones e ferramentas sociais, faz cada vez mais parte do processo de consumo dos consumidores, desde o despertar do desejo de produtos e serviços até a busca de informações e a tomada de decisão de compra. Por isso, a integração de canais online e off-line é inevitável e a estratégia omnichannel já dá os primeiros sinais aplicados no Brasil. O grande desafio, segundo Batista, não é a tecnologia, que está cada vez mais acessível, mas a mentalidade estratégica das organizações brasileiras, que ainda oferece resistência interna às mudanças.

2. Experiência

A geração Y, também conhecida como millennials, é a geração da experiência. Os jovens nascidos entre 1980 e 2000 valorizam mais a experiência e felicidade do que a posse de produtos. No Brasil, cerca de 30% da população é composta por millennials, segundo o IBGE. Por isso, fica evidente que o varejo não pode mais entregar apenas produtos. As empresas que fizerem apenas isso serão facilmente descartadas. A loja deve estar preocupada com toda a experiência de compra do cliente e essa experiência deve ter uma forte conexão emocional.

3. Tribos em vez de Segmentos

As tribos não podem ser ignoradas no processo de consumo, muito pelo contrário: lojas que conseguem acolher tribos específicas, valorizando as emoções, falando a linguagem dela, seguindo seus valores, seus ritos, conseguem uma maior lealdade. Nesse caso, o consumo assume a forma de culto e os produtos tornam-se objetos de veneração. “Não é mais possível classificar clientes apenas pela idade, renda e gênero” – comenta Leandro

4. Tecnologia e big data

Wi-Fi, Bluetooth, QR Code, sensoriamento RFDI e câmeras usadas para captação de vídeo em aplicações de segurança, mapeamento de tráfego e reconhecimento facial são algumas das tecnologias que vieram para ficar. Será cada vez maior a utilização de painéis de gestão de clientes com muitos dados a respeito dos perfis de consumidores que entram na loja, quanto tempo ficam, o que olham e o que levam. Resta aos varejistas saber utilizar esses dados de forma inteligente e não invasiva.

5. Transparência e agilidade

As empresas estão sendo avaliadas o tempo todo – e em tempo real – na internet. Vídeos, fotos, e relatos são compartilhados e ganham um alcance nunca antes imaginado, capaz de destruir qualquer marca. Como contra fatos não há argumentos, o varejo terá que ser cada vez mais transparente. A agilidade nas respostas às reclamações e denúncias é capaz de desmentir boatos e esclarecer os fatos junto ao público antes que a informação se espalhe e fique fora de controle. É importante também se colocar no lugar do cliente e responder sempre com humildade. Arrogância não combina com lealdade.

FONTE: Administradores
IMAGEM: Reprodução

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Como motivar sua equipe para ter novas ideias e projetos

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Remuneração abaixo do esperado, poucas chances de crescimento profissional e ausência de novos desafios são três fatores frequentemente apontados por funcionários como os responsáveis pelo desgaste dentro do ambiente de trabalho.

Como se não bastasse, muitas empresas ainda precisam enfrentar os prejuízos da má relação entre colaboradores de diferentes níveis e posições, o que geralmente prejudica muito o potencial produtivo da equipe, já que esgota não só os liderados, mas também o líder.

Então, qual a saída ideal para evitar a falta de motivação da equipe?

A melhor maneira de evitar problemas desse tipo dentro da sua empresa é investindo na proximidade entre líderes e liderados, pois a boa interação com o gestor faz com que os colaboradores sintam-se confortáveis, mais confiantes e, consequentemente, mais motivados, contribuindo cada vez mais para os bons resultados do negócio.

Para isso, é essencial investir em uma estratégia de portas mais abertas, com mais contato entre colaboradores e líderes, além de feedbacks consistentes e sinceros, momentos de descontração e, claro, um plano de benefícios que reconheça o sucesso profissional de cada colaborador.

Como investir na motivação por reconhecimento

A princípio, é preciso analisar que estamos lidando com seres humanos repletos de necessidades pessoais, profissionais e sociais distintas. Portanto, nada de generalizar o tratamento entre os membros da equipe e tratá-los como robôs.

Na prática, não há uma fórmula exclusiva. A regra geral é simples: buscar reconhecer e valorizar os membros da equipe nas mais variadas formas possíveis. Essa técnica é utilizada com sucesso pela 3M, através da sua equipe de intraempreendedores — colaboradores que sabem que são parte fundamental do sucesso da organização e, por isso, se destacam por trabalharem com mais dedicação e seriedade, visando desenvolver produtos novos e soluções positivas, assumindo riscos e servindo de exemplo para os demais colegas.

Pessoas classificadas como intraempreendedoras abandonam a zona de conforto e trazem melhores resultados, merecendo reconhecimento na equipe. Afinal de contas, reconhecimento gera motivação e motivação, por sua vez, pode gerar inovação.

O já conhecido sistema de job rotation, por exemplo, é ideal para lançar novos desafios e missões específicas para o time, possibilitando assim a participação em outras áreas da empresa e possivelmente o descobrimento de novos talentos ainda desconhecidos pelo líder e pelo próprio colaborador.

O resultado dessa prática é um ciclo de motivação contínua, com alto fluxo de projetos inovadores, que por consequência darão aos funcionários mais visibilidade, autoconfiança e crescimento profissional.

É importante, no entanto, entender que cada empresa deve conhecer detalhadamente seu ambiente de trabalho e seus funcionários, para só assim desenvolver suas maneiras de reconhecer projetos e profissionais inovadores.

Portanto, ajuste o potencial da sua equipe com uma boa dose de análise e reconhecimento, visando mais satisfação e motivação no ambiente de trabalho, garantindo mais produtividade.

FONTE: Adminsitradores
IMAGEM: Reprodução

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Linguagem corporal, a postura faz diferença?

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

A postura do líder pode influenciar seu humor e até seus resultados. Através do corpo podemos transmitir segurança, confiança e entusiasmo ou mesmo demonstrar que estamos inseguros e desanimados.

Hoje a ciência comprova que “o corpo fala”. A psicóloga Amy Cuddy defende que “a nossa linguagem corporal molda quem somos”. E que além de influenciar nosso estado mental, nossa postura pode influenciar no modo como os outros nos veem.

Sabendo disso eu lhe pergunto: Como anda sua postura? Como sua equipe o vê? Sua equipe o vê como um líder confiante e seguro ou como chefe inseguro e atrapalhado?

Neste artigo vou mostrar algumas imagens com posturas que podem influenciar seus resultados como líder.

Primeiramente vejamos algumas posturas que devemos EVITAR:

  • MÃOS NA CABEÇA podem demonstrar estresse, preocupações e pessimismo;
  • Expressões de RAIVA podem demonstrar descontrole emocional e criar problemas de relacionamento;
  • Algumas expressões demonstram FRAQUEZA E INSEGURANÇA. Cuidado com uma postura “encolhida”, com os ombros pra frente.

Agora veja algumas posturas que fortalecem seu papel como líder:

  • Coluna ERETA e cabeça ERGUIDA (combinando com um semblante sereno) transmitem segurança;
  • Use GESTOS COM AS MÃOS ao dirigir uma reunião de vendas ou mesmo demonstrando algum produto;
  • Demonstre entusiasmo e você influenciará a todos a sua volta;
  • Use um bom SORRISO! Além de melhorar seu humor, vai mostrar para sua equipe que você é acessível e cooperativo.

FONTE: CDL BH

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