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Dicas para divulgar o seu negócio nas redes sociais

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Você possui uma pequena empresa (barbearia, loja de sapatos, salão de beleza, loja de roupas feminina, petshop, restaurante, food-truck…) e não faz ideia de como alavancar os seus negócios? Já se perguntou como é possível ter mais relacionamento com seus clientes e fazer com que se aproximem da sua marca? Senta aí, deixa eu te contar! 

Hoje em dia os endereços das lojas começam com www. O seu cartão de visitas é uma página em uma rede social. Fato. E se você ainda não parou para pensar nisso, está perdendo tempo (e dinheiro!). Muitos empresários, principalmente os donos das pequenas empresas, desejam usar a internet para alavancar os negócios, sabem da importância desse trabalho, mas não fazem ideia de como começar. Existem várias ferramentas online que fazem parte da sua “identidade digital” e hoje nós vamos falar da mais utilizada por consumidores do mundo todo: as redes sociais.

Separamos essas dicas simples para você dar o pontapé inicial na sua jornada digital. Veja:

1) DIAGNÓSTICO – Antes de mais nada, você precisa saber detalhes muito importantes. É preciso conhecer bem o seu negócio, a sua marca, o seu público e, é claro, a concorrência.

  1. Sobre o seu negócio: qual a proposta dele? O que ele busca proporcionar? A que se dispõe? Quem pretende atender?
  2. Sobre o seu público: o que ele espera de você? Como você pode superar essas expectativas? Qual a língua que ele fala?
  3. Sobre a concorrência: o que seus concorrentes fazem para chamar a atenção? Qual a resposta do público diante dessa postura?

2) CONTEÚDO – agora que você já sabe como falar e para quem vai falar, é hora de pensar no que dizer. Para que seu público se interesse pela sua marca, é preciso que você tenha alguma relevância para ele. Pense como o seu cliente e fale aquilo que ele quer ouvir, procure tirar dúvidas e oferecer um conteúdo que seja realmente interessante e que faça alguma diferença na vida dele.

3) PLATAFORMA – você deve estar se perguntando “ok, mas onde vou falar sobre esses assuntos relevantes, já que a cada dia que passa surge uma nova rede social?”. Ora, você vai falar onde as pessoas que querem te ouvir estão! Atualmente, as redes sociais mais utilizadas no mundo são o Facebook em primeiro lugar e o Instagram em segundo – já que o Whatsapp não é considerado uma rede social. Se o seu negócio é melhor divulgado em fotos e imagens (como lojas de roupas e sapatos, por exemplo), o Instagram é uma ótima opção, assim como o Pinterest, pois são redes cuja maioria do conteúdo consumido é visual. O Facebook é considerado a rede universal porque engloba conteúdo de texto, vídeo, áudio e tudo mais. É sempre bom estar ali.

4) CONVERSE COM O SEU PÚBLICO – agora que você pensou, planejou e realizou, observe o comportamento do seu público e interaja com ele! Responda comentários (mesmo os negativos), incentive o bate-papo e gere engajamento entre os clientes. Isso torna a sua marca mais “humana”, criando uma rede de confiança e fortalecendo a estrutura do seu relacionamento com o cliente.

5) ADAPTE-SE – assim como o mundo, as pessoas também mudam o tempo todo. Seja flexível, faça adaptações na estratégia e molde o seu negócio de acordo com as necessidades do seu público.

Dica de ouro: tenha o hábito de acompanhar o trabalho digital das marcas que façam parte do seu segmento. Por exemplo, se for uma CDL, que tal acompanhar a página da FCDL-MG, Sebrae, entre outras?

Inicialmente, ao seguir essas pequenas dicas, você já consegue criar uma base de fãs que vão passar a te enxergar com outros olhos. Capriche no visual (fotos, imagens, logo, etc), no conteúdo e mãos a obra!

Agora que você já sabe como dar os primeiros passos online, que tal entrar no clima da folia que se aproxima e conferir essas 4 dicas para arrasar nas vendas de Carnaval?

FONTE: FCDL-MG

IMAGEM: Agencia Pomar
 

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Consumidora pede retirada de negativação e acaba condenada por litigância de má-fé

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Uma consumidora que pleiteou a exclusão no cadastro de proteção ao crédito e indenização por danos morais acabou condenada por litigância de ma-fé. A decisão é da juíza de Direito Claudia Regina Macegosso, do juizado especial Cível de Belo Horizonte/MG.

A autora ingressou com ação contra a Telefônica - Vivo afirmando desconhecer completamente a origem dos débitos cobrados pela empresa. Assim, pugnou pela inexigibilidade da dívida e indenização por danos morais.

De acordo com o relatório, a autora alegou, de forma genérica, que não possui débitos, sem justificar, no entanto, se pediu cancelamento, se houve contrato anterior ou outro argumento mais específico. A empresa, por sua vez, alega a existência e validade do contrato de telefonia pela autora, com consumo e efetiva utilização, fato que fundamentou a inscrição no cadastro de proteção ao crédito.

Após a Telefônica apresentar o contrato firmado e as faturas que deram origem à dívida, a magistrada entendeu que não há qualquer ilicitude na negativação do nome da consumidora.

"Não tenho como presumir a inexistência do contrato e da dívida, pela simples negativa da parte autora de que não possuía débitos, quando a fornecedora apresenta documentos a demonstrar a existência do vínculo anterior e validade da dívida."

Por fim, a juíza considerou que a omissão dos verdadeiros fatos na inicial ofende os princípios norteadores da relação jurídica, como o da boa-fé processual, cooperação e lealdade entre as partes. Assim, condenou a mulher por litigância de má-fé, com multa no valor de R$ 880, e também ao pagamento de custas e honorários, fixados em R$ 1 mil.

FONTE: AmoDireito

IMAGEM: JusBrasil

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Vantagens e desvantagens do cartão de crédito para o lojista

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Crédito ou débito? É praticamente impossível entrar em um estabelecimento comercial e fazer uma compra sem ouvir essa pergunta enquanto cliente. Mas... E para o varejista? Essa dúvida também é pertinente e ele precisa definir quais formas de pagamento pode colocar à disposição dos consumidores, uma vez que a demanda pelo pagamento com cartões é cada vez maior.

Separamos então os pontos positivos e negativos de oferecer a modalidade de pagamento com cartão de crédito do ponto de vista do lojista. Veja:

VANTAGENS

  • Segurança – como o banco garante o pagamento da compra e ele mesmo cobra do cliente em caso de inadimplência, o lojista se sente mais seguro para fazer parcelamentos;
  • Praticidade – não precisar ir ao banco para realizar depósitos, encarar filas e até correr risco ao transportar quantias de dinheiro na rua;
  • Mais Clientes – em 2016 foram contabilizadas 13 bilhões de transações usando cartão de crédito e esse número não para de aumentar. Cada vez mais pessoas adotam o método para fazer compras e oferecer a modalidade como meio de pagamento atrai esses novos usuários;
  • Facilidade com Troco – o valor correto será repassado pela administradora do cartão, acabando com a necessidade de devolver o troco com atenção.

DESVANTAGENS

  • Aluguel da Máquina – são cobradas porcentagens entre 3% e 5% em cada transação realizada pelas famosas “maquininhas”;
  • Prazo do Repasse – Os bancos e as administradoras de cartão de crédito só repassam o valor da compra para o lojista após 30 dias, contados a partir da realização da transação;
  • Redução da Margem de Lucro – devido às taxas de administração pagas pelo lojista, aquele que opta por não repassar o custo ao cliente acaba sofrendo uma redução na margem de lucro.

Portanto, a dica de ouro é analisar a situação da sua empresa, a preferência da maioria dos seus clientes e ter certeza ao optar por oferecer a possibilidade de pagamento com cartão de crédito. Os custos devem ser uma vantagem competitiva e não um peso a mais no fechamento mensal.

FONTE: FCDL-MG
IMAGEM: Diego Maia

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82% dos jovens brasileiros contribuem para o sustento da casa

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com jovens entre 18 e 30 anos mapeou as relações sociais, responsabilidades financeiras, o estilo de vida dessa população e o envolvimento com a tecnologia e mostra que oito em cada dez jovens brasileiros contribuem financeiramente para o sustento da casa (82%), 29% arcam apenas com uma parte sem ser os principais responsáveis, enquanto 27% dizem que são os principais responsáveis pelas despesas. Já os que não ajudam somam 18%, sendo que 11% dizem que além de não possuírem qualquer responsabilidade sobre as despesas, têm as contas pagas pelos pais por falta de renda, com destaque aos com idade entre 18 a 24 anos (16%).

O levantamento também demonstra que mais da metade (51%) dos jovens mora com os pais e 38% dizem morar com companheiro ou cônjuge. Somente 4% moram sozinhos. Com relação ao estado civil, quase metade dos jovens (46%) estão solteiros, 26% são casados e 23% namoram, sendo que 10% moram junto.

Além disso, o estudo revela que 44% dos jovens têm o trabalho com carteira assinada como fonte de renda. Cerca de 25% dos jovens disseram trabalhar informalmente, fazer bicos ou atuar como freelancers para se manter, com destaque às classes C, D e E (28%), e 10% estão fazendo estágio, sobretudo entre 18 e 24 anos (14%). Aqueles que recebem ajuda financeira dos pais somam 10% e os que não possuem renda são 8%.

Conforme esperado, as pessoas que fazem parte da faixa etária de 18 a 24 anos são mais dependentes dos pais e familiares, em maneira geral. Isso se deve ao fato de estarem em processo de formação acadêmica e/ou desenvolvimento profissional e são, portanto, mais instáveis financeiramente. Por outro lado, jovens que pertencem às classes C, D e E, precisam ajudar no sustento da casa de alguma forma por necessidade de completar o orçamento familiar”, analisa Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

JOVEM ESTÁ CONECTADO E MAIORIA ACESSA A INTERNET PELO SMARTPHONE

A pesquisa revela que 89% dos jovens possuem smartphone, com destaque às classes A e B (98%), 80% têm notebook e 72% possuem computador de mesa. Além disso, o smartphone é o principal meio de acesso à rede mundial de computadores (81%), superando notebooks (68%), computadores de mesa (64%) e tablets (25%).

Entre os jovens que possuem smartphone, 98% disseram acessar ao menos um aplicativo diariamente, com destaque para as classes A e B (100%). Aplicativos de mensagens (80%), jogos (49%) e geolocalização (45%) são os mais utilizados.

Já com relação aos principais motivos para acessar a internet, assistir a vídeos (70%), se atualizar (67%), enviar e responder e-mails pessoais (62%) e escutar música (61%) são as prioridades. A pesquisa revelou também que as principais redes sociais utilizadas são Facebook (95%), WhatsApp (93%) e YouTube (91%). Para 72% dos jovens que acessam as redes sociais, o principal motivo é manter contato com os amigos, seguido de distração (67%) e contato com a família (60%).

APARÊNCIA, LAZER E SAÚDE SÃO MUITO IMPORTANTE PARA JOVENS

O estudo do SPC Brasil e da CNDL também investigou a relação dos jovens com a aparência, lazer e saúde. Quase todos os entrevistados (98%) afirmaram cuidar da saúde, sendo que exercícios físicos (47%), alimentação balanceada (39%) e ser feliz e pensar positivo (33%) são as principais práticas para se manterem saudáveis. Caminhada (51%), musculação (49%) e corrida (35%) são as principais atividades entre os jovens que praticam exercícios.

Em relação aos cuidados para se sentirem mais bonitos e confiantes, 98% dos jovens também possuem algum hábito, com destaque às mulheres (100%). Cuidado com os dentes (47%), aquisição de roupas, sapatos e acessórios (47%) e atividades físicas (44%) são as principais atividades adotadas.

De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, os dados mostram que o mercado de consumo dos jovens tem grande potencial. “Os jovens demonstram ser bastante preocupados com aparência e saúde. Portanto, é importante que os empresários com foco neste público diversifiquem sua oferta de produtos e serviços nessa área”, avalia Marcela Kawauti.

O lazer é algo importante para todos os jovens entrevistados. O que eles mais fazem nas horas vagas é navegar na internet (69%), ouvir música (61%) e ver televisão (53%). Atividades que demandam gastos, como cinema, viagens, bares, baladas e restaurantes ou eventos culturais são realizadas principalmente pelas classes A e B, segundo o levantamento.

JOVENS SE PREOCUPAM COM A CARREIRA E QUEREM ADQUIRIR IMÓVEL NO FUTURO. CURRUPÇÃO E SAÚDE ESTÃO ENTRE OS MAIORES TEMORES

Quase a totalidade dos jovens entrevistados afirmam ter planos para os próximos cinco anos. A maioria está relacionada à carreira: 29% querem se formar na faculdade, 28% desejam estabilidade no emprego e 27% esperam ter boa carreira profissional. Outros 24% ainda têm a intenção de adquirir um imóvel.

Os jovens consideram que após os 30 anos serão adultos realizados se tiverem seu próprio imóvel (30%), forem felizes na profissão (28%) e tiverem tempo livre para fazer o que gostam (26%).

Quase todos os jovens entrevistados (99%) disseram ter preocupações com relação ao futuro, sendo as principais: não ter saúde física (29%) ou depender de outras pessoas por causa de doença (24%); não trabalhar naquilo que gosta (29%) ou não ter dinheiro para sustento próprio (24%); e também preocupações mais gerais, como corrupção (25%) e perspectivas de crescimento econômico do país (24%).

UM EM CADA CINCO JOVENS TEM PLANOS DE ABRIR O PRÓPRIO NEGÓCIO

Com acesso mais facilitado à informação, os jovens estão conhecendo mais sobre empreendedorismo e novos modelos de negócio. 22% dos jovens têm como desejo abrir a própria empresa nos próximos cinco anos. Além disso, 22% também dizem que se sentirão realizados após os 30 anos se tiverem uma empresa. Vale ressaltar que, hoje, 7% dos jovens são empresários, com destaque entre os 25 e 30 anos (10%) e pertencentes às classes A e B (16%).

O acesso amplo à internet traz ao jovem brasileiro mais informação sobre a cultura do empreendedorismo, gerando interesse em novos modelos de negócios como, por exemplo, as startups. Além disso, a crise econômica pode impulsionar esta busca pelo próprio negócio, uma vez que os jovens precisam encontrar alternativas para permanecer no mercado de trabalho sem depender do emprego com carteira assinada”, destaca Marcela Kawauti.

METODOLOGIA

Foram entrevistados 601 jovens com idade entre 18 e 30 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro no geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

FONTE: CNDL
IMAGEM: Reprodução

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É melhor abrir uma loja física ou online? Compare

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

As vantagens que o negócio online oferece ao pequeno empreendedor

Se você é uma pequena ou média empresa off – isto é, tem o seu negócio no mundo físico, como uma loja no shopping ou em um bom ponto comercial da cidade – e tem visto o movimento de consumidores diminuir nesses locais, talvez uma alternativa seja expandir o negócio para além dessas localidades.

O comércio online permite isso. Abrir uma loja com endereço www, ou mesmo passar a atuar em um marketplace (shopping virtual) e em redes sociais, ampliará o alcance dos seu negócio em muitas vezes. E essa é apenas uma das vantagens que o e-commerce pode oferecer ao PME.

Comparação de investimentos

Pense bem: se para ampliar o negócio você tomar a decisão de abrir outra loja física, isso exigirá investimento em imóvel (compra ou aluguel), decoração, manutenção do local, entre outros. Para oferecer seus produtos e/ou serviços na web também serão necessários investimentos, mas os altos custos citados anteriormente você com certeza não terá.

Além disso, o estoque – geralmente a linha de maior investimento – pode ser alocado onde o empreendedor achar melhor, diferentemente da loja física, que precisa estar com o estoque sempre à mão.

Comparação de horários de atendimento e compra

Outro aspecto positivo do comércio online para ser levado em conta é o fato de as portas da sua loja, seja de produtos ou de serviços, ficarem sempre abertas. Enquanto a atuação no mundo físico está limitada a determinados dias e horários, na web seu portfólio estará em exposição 24hs por dia, sete dias por semana. E o cliente poderá acessá-lo e fazer a compra no horário que achar mais conveniente.

Claro que, para prestar um bom atendimento – o que é essencial no e-commerce –, o empreendedor online tem que estar atento para responder ao cliente e iniciar o processo de envio do produto sempre o mais breve possível.

Estar com a loja aberta o tempo todo tem lá suas exigências. Uma alternativa, caso perceba que não dará conta de atender a demanda em qualquer horário, é estabelecer horários de atendimento e deixar isso muito claro para o cliente.

FONTE: CNDL

IMAGEM: Reprodução

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CDL ACIBOM e UNA Bom Despacho oferecem bolsas em pós-graduação

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

A CDL ACIBOM estão oferecendo aos seus associados, funcionários e ainda aos seus parentes de 1º grau, descontos* de até 42% nas mensalidades dos cursos de Pós-Gradução na Faculdade UNA de Bom Despacho.
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CURSOS

Confira quais os cursos de Pós-Graduação você pode fazer na UNA Bom Despacho:

  • Especialização em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho
  • Especialização em Direito Processual Civil
  • Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho
  • Especialização em Estética e Saúde
  • Especialização em Neurociências Aplicadas à Educação
  • Especialização em Perícia, Auditoria e Análise Ambiental
  • MBA em Controladoria e Auditoria
  • MBA em Gestão e Desenvolvimento de Pessoas
  • MBA em Gestão Empreendedora de Cooperativas de Crédito
  • MBA em Gestão Empreendedora do Agronegócio
  • MBA em Gestão Estratégica de Negócios
  • MBA em Gestão Estratégica de Projetos
  • MBA em Mercado Financeiro com ênfase em Banking

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TABELA DE DESCONTOS

1 a 4 matriculados 27% de desconto para cada aluno
5 a 9 matriculados 32% de desconto para cada aluno
10 a 14 matriculados 37% de desconto para cada aluno
15 matriculados ou + 42% de desconto para cada aluno

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MAIS INFORMAÇÕES

Para esclarecer quaisquer dúvidas sobre os cursos de Pós-Graduação da UNA Bom Despacho, entre em contato com Elaine Soares através do telefone (37) 9 9151-5544 (WhatsApp) ou pelo e-mail elainesoares@una.br.

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