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Dar poder ao vendedor: o impacto no sucesso

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

O tempo dos bons vendedores acabou. Pode ser que você ainda tenha um ou outro coringa dentro de sua loja, mas sem dúvida, uma das grandes dificuldades do varejo hoje é sobretudo a qualidade de sua mão de obra naquele que é o mais importante ponto-de-contato entre sua marca e seu cliente, o vendedor de chão de loja.

Mesmo que sua empresa se foque em treinamentos contínuos e de qualidade, ainda pesa o fato de que a profissão “vendedor de loja” ainda seja encarada como uma profissão temporária, ou ainda uma “primeira profissão”, uma vez que o varejo em si, embora seus esforços e avanços, exceto casos específicos, ainda não seja enxergado como um mercado de carreira para a grande maioria da população, em busca de oportunidades ainda na indústria, ou ainda correndo atrás do sonho do próprio negócio. Mesmo que a mão de obra empregada no varejo seja cada vez maior, basta perguntar ao vendedor se ele trocaria sair do varejo para trabalhar na indústria para entender sobre o que estamos falando.

Pensando nisso, explicamos alguns pontos que acreditamos ser a chave para entender melhor esse novo papel:

O VENDEDOR É UM CAÇADOR

Ele não pode mais ser visto como um agente passivo no salão da loja. Ainda mais em tempos de crise, não dá para ficar parado esperando sua vez em uma lista para atender o próximo cliente e “tentar” vender algo para ele. O vendedor de chão de loja inteligente toma atitude, busca clientes para ele. No melhor conceito dos vendedores B2B, eles são hunters (caçadores), atrás de novos clientes a todo momento, e não farmers (fazendeiros), que consideram como clientes apenas aqueles que já estão propensos a comprar.

O VENDEDOR TRABALHA PRA ELE

Seguindo a lógica do primeiro item, ele não tem mais o papel de trabalhar dentro de um quadrado. A loja é o seu palco, é o show-room do vendedor, o catálogo físico de tudo o que ele pode oferecer. Por isso, o vendedor empoderado deve ter essa flexibilidade para negociar e se tornar um grande consultor, expert naquilo que vende.

ABUSE DO QUE ESTÁ DISPONÍVEL

Você não permite que seus vendedores utilizem Whatsapp, Viber, ou qualquer outra ferramenta ou aplicativo que funcione em uma melhor conexão com os clientes de hoje? Está perdendo seu tempo, e com certeza algumas vendas. Estabeleça regras de conduta e práticas de uso, sempre importantes, mas dê a liberdade para que seu vendedor possa ir além do que o espaço físico da loja permite. Abra a gaiola. Permita que seus vendedores “empreendam-se”.

ISSO NÃO FUNCIONA NA MINHA EMPRESA

Então faça funcionar. Seja na sua loja, na sua entidade, faça funcionar. Dê liberdade ao vendedor, empodere-o e veja os resultados voltando junto com ele. Quanto mais livres, mais vontade de vestir a sua camisa.

Fonte: FCDL-MG
Imagem: Edson Vaughan

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6 estratégias que ajudam a fidelizar o consumidor na sua loja virtual

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

É muito mais fácil vender para um cliente antigo do que ter que conquistar um novo cliente. Essa máxima explica a importância da fidelização do consumidor, seja no comércio eletrônico seja nas lojas físicas.

Para que uma pessoa continue a adquirir seus produtos, é preciso, antes de tudo, que ela esteja satisfeita com a experiência e com o produto ou serviço oferecidos. “Sem dúvida, a qualidade daquilo que se vende é o principal fator para que o cliente volte a fazer negócio com você. Mas, além dela, há vários outros fatores que são levados em conta, e nos quais vale a pena investir, como o contato direto e o atendimento rápido e eficiente ao visitante”, comenta Bruno de Oliveira, especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com. Oliveira lista estratégias para conquistar de vez o usuário de sua loja virtual:

FAÇA CONTATO DIRETO: Estabelecer um relacionamento com seu cliente é uma forma de criar proximidade, conhecê-lo melhor e gerar empatia. “Esse contato pode acontecer das mais variadas formas: tratando o cliente pelo nome, enviando um e-mail personalizado ou um lembrete de que uma mercadoria que estava em falta já está disponível”, explica o especialista.

Pesquisas e pedidos de feedback também ajudam a estreitar o relacionamento e a gerar confiança. “Mantenha-se presente na vida do consumidor, primeiramente atendendo às suas necessidades para, somente depois, efetivar suas vendas”, ensina Oliveira.

APOSTE NO E-MAIL MARKETING: Segundo o Sebrae, essa ferramenta é responsável por 52% das vendas on-line concretizadas. Portanto, ela não deve ser menosprezada. “O e-mail marketing não serve somente para angariar novos clientes, como também é uma ferramenta efetiva para fidelizar pessoas, se utilizada da maneira correta”, diz.

Também é uma forma poderosa de recuperar clientes que já compraram na sua loja virtual, e estão inativos há algum tempo. Ou seja, além de ajudar a captar e fidelizar consumidores, é muito útil para retomar relacionamentos que por algum motivo se perderam”, afirma o especialista.

GERE CONTEÚDO DE VALOR: Não economize em vídeos e posts no blog da empresa. “Por meio desses canais, é possível oferecer aquilo que seu consumidor fiel procura. É preciso criar conexões reais entre você e seu cliente, oferecer conteúdo relevante, gerar valor na vida das pessoas. Uma vez feito isso, vender será uma consequência”, explica Oliveira.

Para criar um conteúdo adequado, é preciso estudar bem o perfil dos seus clientes e descobrir seus gostos, sua formação familiar, escolaridade, sexo, idade, classe social etc. "Com essas informações, torna-se bastante simples descobrir quais temáticas chamarão a atenção do seu público".

OFEREÇA DESCONTOS: Os vouchers com ofertas e promoções podem ser remetidos à base de clientes de diversas formas: por cupons via e-mail, dentro de um banner ou como recompensa. “Se for optar por essa estratégia, não tente enganar ninguém: dê descontos reais”, alerta Oliveira.

Uma estratégia bastante efetiva, que garante a chegada de novos clientes ao mesmo tempo em que fideliza os antigos, é oferecer descontos para o consumidor que trouxer seus amigos para a loja virtual. “Não se esqueça também do aniversário de seu usuário e do Natal. Aproxime-se!”, ensina.

MANTENHA CHAT ONLINE E ATENDIMENTO EFICAZ: “Faça os consumidores sentirem-se exclusivos aos olhos da sua marca e você com certeza irá faturar com vendas extras que não estavam previstas”, diz Oliveira.

Uma das maneiras de se fazer isso, de acordo com o especialista, é oferecer um bom atendimento antes, durante e após as vendas. “Ao disponibilizar um chat rápido, que apareça na tela assim que o usuário acessar o site, você poderá atuar para tranquilizá-lo e falar sobre seus certificados de segurança ou gateways de pagamento, por exemplo.”

MOSTRE CREDIBILIDADE: Segundo Oliveira, as pessoas querem estar seguras de que compraram de uma fonte segura e confiável e que, com isso, fizeram o melhor negócio possível. “Para isso, é sempre bom dar destaque aos seguintes aspectos em sua loja virtual: uma boa área ‘sobre a empresa’ no site, selos de segurança e presença nas redes sociais, além de políticas de entrega, trocas e devoluções claras. Tendo tudo isso, sua credibilidade será construída naturalmente, com o tempo e a satisfação no consumo”.

FONTE: Administradores

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5 dicas para investir bem o seu dinheiro

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Tanto nas vacas gordas quanto nas magras temos que ficar atentos e buscar investimentos que, pelo menos, nos deem retornos equilibrados e maiores que os esperados, e a poupança, queridinha dos brasileiros, certamente não é a melhor opção.

Portanto, é bom ficar atento e estar aberto às demais opções de mercado! Sim, existem outras soluções que possuem riscos baixos e uma certa segurança que permite essa traição na aplicação na poupança. Separamos algumas dicas para te ajudar a decidir qual a melhor alternativa para você investir o seu dinheiro:

  1. Organize suas finanças: separe as dívidas, a parcela para sobrevivência no período e o que pode ser guardado a curto ou a longo prazo;
  2. Estabeleça valores: é importante decidir a quantia mensal a ser economizada e saber quanto tempo pode deixar o dinheiro em alguma modalidade de investimento;
  3. Investigue: busque no mercado o tipo de modalidade de investimento que atenda às suas expectativas de segurança e de risco. Neste momento, é bom ter o “pé no chão” em termos de rentabilidade.
  4. Invista no conhecimento das modalidades e o que esperar delas: caso não tenha familiaridade com o assunto, consulte um especialista ou até mesmo o gerente do seu banco para alinhar essas expectativas;
  5. Cuidado com o medo e a ganância exagerados: eles são seus piores inimigos. Ainda mais ao romper a tradição de investir somente na poupança.

O Meu Bolso Feliz evidencia os melhores investimentos e ainda ilustra os riscos de cada um e o que cada pessoa precisa saber antes de investir. O importante é pensar “fora da caixa”. Ver a imensidão do mercado e suas opções, bem como a segurança aliada às expectativas que vão nortear suas ações para atingir o que se espera, seja para fazer aquela compra tão desejada ou projetar a sua independência financeira.

De acordo com a Pesquisa de Intenção de Consumo realizada mensalmente pela FCDL-MG, 57,3% dos entrevistados investem em poupança. Assim, se você faz parte deste montante, não se preocupe. Sempre é hora de começar algo novo. Basta estar aberto às mudanças e às inovações.

Se você ainda não se convenceu, fizemos algumas simulações para 2017 no Acionista. Vale lembrar ainda que em várias opções é possível começar a investir com R$ 50,00.

POUPANÇA

Rendimento ao final de um ano: 8,47%
Dica: Indicada para quem saca com frequência o valor para cobrir déficits do mês. Isento de IR.

CDB pré-fixado (90% DI)

Rendimento ao final de um ano: 10,15%
Dica: Quanto maior o valor investido, mais alto o DI. Ganho não é tão afetado para saques antes do vencimento.

LCI/LCA (85% DI)

Rendimento ao final do ano: 11,58%
Rende mais que CDB para quem aplica grandes valores (acima de R$ 100 mil). Tem menor liquidez.

TESOURO LTN (Selic, pré-fixado)

Rendimento ao final de um ano: 11,83%
Rendimento é igual para quem aplica valores altos ou baixos. As taxas envolvidas são mínimas.

FUNDO DI (Taxa administrativa 1,5% a.a.)

Rendimento ao final de um ano: 10,52%
Taxas são menores para quem tem mais dinheiro. Não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito

FONTE: FCDL-MG

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Descontos e promoções: como fazer dar certo

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Mas, para que essas estratégias funcionem a seu favor, é importante fazer um planejamento antecipado e cuidadoso. Separamos algumas dicas sobre descontos e promoções para facilitar a sua vida:

O primeiro passo é saber identificar a oportunidade para desenvolver uma promoção que estimule o consumidor a adquirir determinado produto ou serviço sem prejuízo ou perda da competitividade. Portanto, o planejamento deve começar considerando-se os seguintes fatores:

  • Relação custo/benefício: os descontos devem ser determinados após uma detalhada análise dos custos da empresa, da qualidade do produto oferecido e do risco de desvalorização do mesmo diante do consumidor (qualidade percebida pelo cliente após a redução do preço);
  • Mercado de atuação: os brindes oferecidos devem estar alinhados com o ramo de atuação da empresa. Por exemplo, se os produtos vendidos são do setor automobilístico, de nada adianta oferecer uma cesta de frutas como brinde, certo? Se o produto for uma solução do SPC Brasil disponibilizada pela entidade, não “pega bem” oferecer algum brinde que não tenha a ver com o dia a dia da CDL;
  • Objetivos: a ferramenta de promoção deve ser estabelecida de acordo com o resultado que desejo alcançar, mesmo que todas, no final das contas, tenham o mesmo propósito: o aumento das vendas. Por exemplo, se desejo estimular o interesse de compra, posso utilizar a ferramenta de amostra grátis para instigar a experimentação de meu produto. Caso deseje premiar a fidelidade de um cliente, posso oferecer um desconto na recompra de um determinado bem ou serviço;
  • Estoques: preparar os estoques conforme a estimativa de vendas, no caso de comércio e indústria, é fundamental para não se correr risco de faltas ao longo do período promocional. Para o setor de serviços, o fundamental é preparar toda a infraestrutura de atendimento para o incremento de vendas;
  • Comunicação com o mercado: tanto melhor será o resultado da promoção quanto mais eficaz for a comunicação com o mercado. A decoração do ambiente de venda associada ao tema escolhido para desenvolvimento da ação promocional, por exemplo, é uma boa dica.
  • Dica de ouro: acompanhe os resultados dia após dia para fazer ajustes na estratégia de aumento de vendas. Registre os produtos ou serviços que mais saem e compare com essa saída em períodos de não-promoção.

Tipos de ações:

Desconto – abatimento no preço de um produto. Exemplo: desconto de 15% na compra de um ou mais itens específicos.

Amostra – quantidade grátis de determinado produto ou serviço. Exemplo: uma aula experimental de uma nova modalidade na academia de ginástica.

Brinde – item oferecido para estimular a compra de determinado produto. Exemplo: balde de pipoca decorado com o tema de algum filme em lançamento.

Cupom – código que garante desconto na compra de determinado produto. Exemplo: cupons anexados em revistas e jornais que, quando reunidos, dão direito ao desconto.

FONTE: FCDL-MG
IMAGEM: 1wallpaper

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Como escolher melhor ponto comercial para seu negócio

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

Selecionar adequadamente o ponto comercial onde o seu negócio vai funcionar pode ser a diferença entre alcançar ou não resultados positivos. A escolha do local precisa considerar a coerência entre os 4 P's de marketing: ponto, produto, preço e propaganda.

Se a localização demonstra aspectos negativos, isso pode comprometer o desempenho das vendas. É oportuno pensar em mudar o empreendimento para um lugar melhor e mais estratégico, mesmo que isso signifique investir mais em infraestrutura e propaganda.

Considere que não há uma fórmula que determine o melhor ponto para o seu negócio, no entanto, é necessário ficar atento às variáveis que podem mudar significativamente o seu comércio.

LOCALIZAÇÃO

O sucesso do negócio depende de sua localização. Mas, antes de decidir onde será a loja, é importante que o empreendedor esteja atento a questões como acesso físico, tráfego de pedestres, número de concorrentes nas proximidades e condições de estacionamento.

Lojas de rua e de shopping center têm suas especificidades:

Nos estabelecimentos de shopping, campanhas promocionais, segurança, estacionamento amplo, conforto e praticidade são algumas vantagens. As desvantagens são o alto investimento para aquisição, a taxa de condomínio alta, a cobrança de fundo de promoção, as regras de funcionamento e a cobrança de estacionamento.

Para as lojas de rua, os custos são mais baixos e há maior liberdade de gestão, além de estacionamento gratuito. Em contrapartida, dificuldade para estacionar, falta de segurança e de campanhas promocionais são aspectos negativos para esse tipo de ponto.

Algumas perguntas são norteadoras na hora de escolher o ponto comercial:

  • A loja é acessível aos clientes?
  • O local favorece a venda por impulso? Mesmo sem intenção de compra, os clientes sentem-se estimulados a comprar apenas ao ver o produto?
  • Qual o fluxo de pedestres no local?
  • A área em questão concentra mais atividades comerciais e/ou concorrentes?
  • Estacionamento é necessário?
  • O público-alvo tem acesso garantido à loja?

COMO ESCOLHER

Quando o empresário analisa as condições do ponto comercial, além do impacto no faturamento, ele precisa observar fatores que podem interferir negativamente na venda.

Confira a seguir dicas para garantir um bom ponto para o seu negócio:

  • Defina o perfil do consumidor que deseja alcançar e estabeleça qual produto será oferecido;
  • Analise o contrato, as condições de pagamento e o prazo do aluguel. Certifique-se de que o preço é compatível com sua capacidade de investimento e o prazo de retorno e movimento esperado;
  • Observe aspectos como: facilidade de acesso e visibilidade, volume do tráfego, local para estacionar (importante ter estacionamento próprio ou nas proximidades), nível de ruído, condições de higiene e segurança, água, luz, telefone, internet;
  • Verifique a existência de concorrência ou negócios similares nas proximidades;
  • Esteja atento à facilidade de aquisição de matéria-prima e ao recrutamento de mão de obra, ou seja, confira se há pessoas/serviços especializados nas mediações;
  • Solicite uma busca prévia de localização junto à prefeitura para verificar possíveis impedimentos para a montagem do negócio, com base no plano diretor urbano do município;
  • Compare diferentes opções de pontos comerciais para garantir o melhor lugar para o negócio e observe o movimento desses locais em diferentes dias e horários;
  • Converse com proprietários de estabelecimentos próximos e procure descobrir qual o valor médio de compra/aluguel da região;
  • Procure o lado da rua onde há sombra no período da tarde, pois nesse horário o movimento é maior;
  • Prefira pontos que tenham o mesmo nível da rua e sem recuo, próximos à entrada principal, a escadas rolantes, praças de alimentação ou lojas-âncora dos shoppings, pois eles têm mais visibilidade.

CUIDADOS

Confira orientações para você não se arrepender da escolha do ponto comercial:

  • Evite lojas em frente a pontos de ônibus, pois a visibilidade ficará comprometida pela aglomeração.
  • Fique longe de locais que causem sensação de insegurança. No caso de lojas de rua, um exemplo disso são as praças mal iluminadas.
  • Tente não optar por locais em últimos andares ou em corredores sem saída, pois eles apresentam pouco movimento.
  • Encontre um diferencial para o seu negócio e vá em frente. Concorrentes existem em qualquer empreendimento.
  • Olhe o mapa da cidade em toda sua amplitude e tente detectar as principais necessidades locais. Áreas consideradas nobres não são as únicas opções para bons pontos comerciais.
  • Fique atento que alguns municípios possuem legislação específica para determinados negócios. Verifique se é o caso do seu.

SAIBA MAIS

Para mais informações, acesse Rádio Sebrae o programa Escolha do Ponto, da série Negócios que dão certo.

FONTE: Sebrae

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Veja 10 direitos do consumidor que todos deveriam saber

Por Gabriel Philipe Dia em Artigos

empo todo nos deparamos com questões relativas a consumo, seja numa loja, na contratação de plano de TV a Cabo, na farmácia, em restaurante, enfim, a maioria das situações do nosso dia a dia são relacionadas ao consumo. Assim, para que você saiba se defender, apresentamos os 10 direitos básicos:

1 - PROTEÇÃO DA VIDA E SAÚDE

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que, antes de comprar um produto ou utilizar um serviço, o consumidor deve ser avisado pelo fornecedor sobre os possíveis riscos que eles podem oferecer à saúde ou a sua segurança. Assim, na hora de comprar, analise se o produto possui informações adequadas e questione os vendedores.

2 - EDUCAÇÃO PARA O CONSUMO

Você tem o direito de ser orientado quanto o uso adequado dos produtos e dos serviços. Havendo dúvidas que não foram sanadas na hora da compra ou em manuais de instrução, entre em contato com o fornecedor e peça as orientações necessárias.

3 - LIBERDADE DE ESCOLHA

Como consumidor, você tem todo o direito de escolher o produto ou serviço que achar melhor, sem nenhuma interferência do fornecedor. No momento da compra, reflita, analise e não se deixe influenciar pelo discurso do vendedor pois só você sabe o que realmente é importante e está adequado as suas necessidades.

4 – INFORMAÇÃO

Para tomar sua decisão, você precisa ter informações precisas daquilo que está adquirindo. Todo produto deve conter dados claros e precisos quanto a quantidade, peso, composição, preço, riscos que apresenta e modo de utilização. Da mesma forma, antes de contratar qualquer serviço, você deve ter todas as informações que julgar necessário. Questione sempre os fornecedores e esclareça todas as dúvidas antes de adquirir o produto ou serviço.

5 - PROTEÇÃO CONTRA PUBLICIDADE ENGANOSA

Você se encanta com um produto na propaganda que viu e depois de compra-lo, percebe que ele não corresponde àquilo que foi prometido no anúncio. Nesse caso, você tem direito de exigir que tudo que for anunciado seja cumprido. Caso o produto não corresponda ao que foi prometido, você tem o direito de cancelar a compra ou o contrato e receber o dinheiro de volta. A publicidade enganosa e abusiva é proibida.

6 - CONSUMIDO TEM PROTEÇÃO CONTRATUAL

Normalmente, ao contratar um produto ou serviço, o consumidor assina um contrato de adesão, que é um acordo com cláusulas pré-redigidas pelo fornecedor e conclui um contrato, assumindo obrigações. O CDC o protege quando as cláusulas do documento não forem cumpridas ou quando são cláusulas abusivas, que são contrárias as proteções previstas no CDC. Quando isso acontece, as cláusulas podem ser anuladas ou modificadas por um juiz..

7 – INDENIZAÇÃO

O consumidor tem direito de ser indenizado, caso tenha sido prejudicado, por quem lhe vendeu o produto ou lhe prestou o serviço, inclusive podendo ser recompensado pelos danos morais sofridos. Quando isso ocorre, o ideal é buscar informação nos órgãos de proteção ao consumidor (Procon, Juizados Especiais e entidades que atuem nessa área).

8 - ACESSO A JUSTIÇA

Sempre que o consumidor tiver seus direitos violados, pode recorrer à Justiça e pedir ao juiz que determine que eles sejam respeitados pelo fornecedor.

9 - FACILITAÇÃO DA DEFESA DOS SEUS DIREITOS

O CDC facilitou a defesa dos direitos do consumidor, permitindo até mesmo que, em certos casos, seja invertido o ônus de provar os fatos, bastando que o consumidor alegue o problema que teve, sem ter que apresentar provas,  deixando para o fornecedor a obrigação de comprovar que o problema não ocorreu.

10 - QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS

Os Órgãos Públicos e as empresas concessionárias de serviços públicos têm o dever de prestar serviços de qualidade, e garantir o bom atendimento do consumidor.

FONTE: Terra

IMAGEM: Shutterstock

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