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O que muda com a aprovação da Reforma Trabalhista?

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Pronta para ser sancionada, a proposta da reforma trabalhista foi aprovada na noite desta terça-feira (11) no plenário do Senado Federal, por 50 votos a favor e 26 contrários. O texto-base do projeto seguirá para sanção presidencial e as novas regras devem entrar em vigor 120 dias após a promulgação pelo presidente da República.

Para o presidente Frank Sinatra, a aprovação da Reforma Trabalhista é uma grande vitória para o setor varejista. "Um avanço que evidencia a força que temos para romper padrões obsoletos quando, organizadamente, atuamos em busca de um cenário melhor", afirmou. 

Saiba o que muda com a sanção da Reforma Trabalhista

Depois de sancionada, a lei trabalhista entrará em vigor com alterações em relação às férias, jornada de trabalho, contratos temporários, ações trabalhistas dentre outras mudanças. Acompanhe quais são as principais:

TRABALHO INTERMITENTE

Como funciona hoje: A CLT não contempla essa modalidade.

Com a nova legislação: Será permitida a contratação de funcionários com horários flexíveis sendo que o salário do trabalhador vai variar de acordo com o tempo trabalhado. Nessa modalidade, os direitos como férias, FGTS, 13º salário e previdência social são mantidos e pagos proporcionalmente ao tempo trabalhado. O valor do salário não pode ser inferior ao salário mínimo por hora. O empregado deverá ser convocado com, no mínimo, três dias corridos de antecedência.

HOME OFFICE

Como funciona hoje: A CLT não contempla essa modalidade de trabalho.

Com a nova legislação: Será regulamentado o trabalho feito de casa, sendo que o contrato deverá especificar as atividades que serão desenvolvidas pelo trabalhador. Além disso, todos os instrumentos utilizados com gastos com equipamentos, energia e internet serão acertados entre empregado e empregador.

PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS (PLR)

Como funciona hoje: Não há critérios definidos para o pagamento da PLR.

Com a nova legislação: Mediante acordo das empresas com o sindicato, o PLR poderá ser pago em até quatro vezes. O empregado poderá receber logo que a empresa publicar o balanço patrimonial ou o balancete.

FÉRIAS

Como funciona hoje: Atualmente as férias podem ser divididas em duas etapas sendo que um dos períodos não pode ser menor que 10 dias.

Com a nova legislação: As férias poderão ser divididas em até três períodos, sendo que um deles deve ser de pelo menos 15 dias corridos. Além disso, o período mínimo é de cinco dias e as férias não podem ser iniciadas dois dias antes de feriados ou fim de semana.

DESCLOCAMENTO PARA O TRABALHO

Como funciona atualmente: O tempo de deslocamento para o trabalho é contabilizado como jornada de trabalho. No caso de acidentes nesse percurso a empresa deve arcar com os custos hospitalares.

Com a nova legislação: O tempo gasto com transporte para o local de trabalho não será mais considerado como jornada de trabalho. No caso de acidentes no trajeto, o ocorrido não será mais tratado como acidente de trabalho.

JORNADA DE TRABALHO

Como funciona atualmente: A jornada padrão é limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais, podendo haver até 2 horas extras por dia.

Com a nova legislação: Jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais.

HORÁRIO DE ALMOÇO E INTERVALOS

Como funciona atualmente: Para um trabalhador que tem uma jornada padrão de 8 horas diárias é previsto mínimo uma hora e máximo de duas horas de intervalo para repouso ou alimentação.

Com a nova legislação: O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. Caso o empregador não conceda o intervalo mínimo, a indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho sobre o tempo não concedido.

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

Como funciona atualmente: É obrigatória e descontada uma vez por ano diretamente do salário do trabalhador.

Com a nova legislação: A contribuição sindical passa a ser facultativa. O trabalhador terá a liberdade de autorizar ou não o pagamento da contribuição

REMUNERAÇÃO POR PRODUTIVIDADE

Como funciona atualmente: A remuneração por produtividade não pode ser inferior à diária correspondente ao piso da categoria ou salário mínimo. Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas e prêmios integram os salários.

Com a nova legislação: Empresas e sindicatos entrarão em acordo para acertar como serão feitos os pagamentos por remuneração. O pagamento do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produção.

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Presidente da CDL ACIBOM, fala sobre abaixo assinado "Fica Batalhão"

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Hoje (12), o presidente da CDL ACIBOM, Mozart Lúcio Costa, falou, durante entrevista a Rádio Ativa, sobre o abaixo assinado Fica Batalhão, que solicita ao Ilustríssimo Senhor Governador do Estado de Minas Gerais e Representante do Comando Geral da Polícia Militar de Minas Gerais que mantenha o 7º Batalhão de Polícia em Bom Despacho e a reabertura dos Cursos de Formação de Soldados, Cabos e Sargentos, uma vez que já ocorreram aqui.

Participe do abaixo assinado. Apoie essa causa. Assine e divulgue, o seu apoio é muito importante!

CLIQUE AQUI PARA ASSINAR!

Confira a entrevista:

 

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Como as redes sociais influenciam as decisões de compra?!

Por João Paulo Silva Dia em Notícias

Quem nunca quis conhecer um lugar só porque o amigo deu check-in no Foursquare ou falou bem do passeio no Twitter? Ou, então, quem não ficou com vontade de provar uma comida após vê-la no Instagram alheio? E aquela marca que seu colega tanto cita no Facebook, não deixa você curioso para saber se ela é boa mesmo?

 Não tem como negar, as redes sociais estão cada vez mais presentes e influentes na vida das pessoas. Um estudo realizado pelo banco inglês Barclays prevê que, em 2021, 41% dos consumidores serão influenciados pelas redes sociais ou deverão usá-las para realizar compras.

Está curioso para saber quem são os canais influenciadores, como eles funcionam e qual a reação do público? Então dê uma olhada nos dados a seguir e entenda como as redes sociais influenciam na escolha de compras dos consumidores: 

1 - No videorrelatório The Social Media Revolution, idealizado pelo famoso autor do livro Socialnomics, Erik Qualman, é revelado que 53% das pessoas no Twitter recomendam produtos em suas publicações.

2 - Ainda no vídeo, descobrimos que 90% dos consumidores confiam em recomendações dos outros. Ou seja, se seu amigo tuitou que o chocolate Xis é bom, é provável que você vá comprá-lo sem medo de errar.

Em contrapartida, apenas 14% dos internautas confiam em anúncios das marcas. Fica o recado dos consumidores: não vamos engolir qualquer coisa que a propaganda nos queira vender. E isso só reafirma o quão importante é a recomendação de um amigo.

A empresa especializada em pesquisas de mercado Vision Critical levantou, no começo deste ano, as categorias mais seguidas em cada rede social, são elas:
Facebook: 44% saúde, 36% diversão e cotidiano, 36% alimentação e 31% tecnologia;
Pinterest: 66% alimentação, 63% decoração e artesanato, 59% saúde, 51% diversão e cotidiano e 45% moda e beleza;
Twitter:
 51% saúde, 46% diversão e cotidiano, 44% tecnologia e 42% alimentação.

A mesma pesquisa revelou, também, que 38% dos consumidores já compraram um produto após compartilhá-lo ou curti-lo no Facebook.

Um outro estudo encomendado pelo Mercado Livre indica que 61,4% dos brasileiros entrevistados buscam informações sobre produtos e serviços nas redes sociais antes de efetuar suas compras. No Brasil, 81% dos usuários seguem suas marcas favoritas para ficar por dentro dos novos produtos e serviços e 75,6% querem ficar ligados nos produtos com descontos especiais.

Mas e você? Sabe divulgar bem o seu negócio na internet? Participe da nossa palestra e saiba como ampliar as suas vendas com as mídias sociais! Saiba mais clicando aqui.

Fonte: Uol Host

 

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Posso cobrar preços diferentes nas vendas à vista e a prazo?

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Antes de responder essa pergunta, é preciso esclarecer que a prática de dar descontos para estimular as vendas com pagamento à vista é costume antigo da maioria dos lojistas e, até a sanção da Lei 13.455 no último dia 26, ainda não havia sido legalizada. Chamada de Lei de Diferenciação de Preços, o texto finalmente regulariza o hábito de ter preços diferentes para cada modalidade de pagamento. Bom para o lojista e bom para o consumidor! Mas, afinal, se já estávamos habituados à prática, o que acontece depois da aprovação de uma lei?

1) O QUE MUDA PARA O LOJISTA?

A partir de agora, o lojista é obrigado a afixar cartaz informativo em local visível com as informações sobre eventuais descontos oferecidos ao cliente em cada forma de pagamento. O não cumprimento dessa norma pode gerar multa, então é bom estar atendo!

2) O EMPRESÁRIO É OBRIGADO A OFERECER DESCONTO?

Não! A lei permite mas não obriga o estabelecimento a oferecer descontos em razão da forma de pagamento.

3) EXISTE UM LIMITE DE DIFERENÇA ENTRE OS PREÇOS À VISTA E A PRAZO? POR EXEMPLO, EM PRODUTO NÃO PODE SER MAIOR QUE X POR CENTO...

Não existe esse limite. Cabe ao lojista formar o preço final de seu produto baseado em seus custos e despesas, receitas e lucro previsto. A legislação só não permite a cobrança de juros abusivos, mas isso não é de hoje, né?

4) COMO DEVE SER ESSE AVISO EM LOCAL VISÍVEL?

A lei não estabelece parâmetros de tamanhos e formatos, somente determina que haja a informação clara e em local visível, especificando os eventuais descontos decorrentes da forma de pagamento.

5) E AS VANTAGENS?

Para o lojista, a lei permite incentivar o pagamento à vista, o que gera melhoria no fluxo de caixa, reduz taxas pagas às operadoras de cartão, entre outros. Já o consumidor vai ter a liberdade de realmente pagar mais barato, já que a medida amplia a concorrência de preços e abre o leque de opções na hora das compras.

Agora que você já sabe tudo sobre a Lei de Diferenciação de Preços, compartilhe com seus associados e os mantenha informados! Que tal aproveitar e saber também como o sistema de impostos atrapalha o nosso país?

FONTE: FCDL-MG

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Agora, compras em dinheiro podem sair mais barata para o consumidor!

Por Gabriel Philipe Dia em Notícias

Foi sancionada nesta segunda-feira (26), pelo presidente Michel Temer, a lei da Medida Provisória 764, que dispõe sobre a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou da forma de pagamento utilizada pelo consumidor.

Com a nova medida, comerciantes e empresários poderão cobrar, para um mesmo produto, preços diferentes conforme o meio de pagamento, ou seja, a nova lei regulamenta os descontos em compras à vista ou pagas em dinheiro em espécie.

A sanção da lei é aguardada há algum tempo, já que através dela a negociação com o cliente irá melhorar, além de estimular a economia em meio à crise que estamos passando e oferecer um maior poder de barganha aos consumidores. Todos saem ganhando!

Uma grande parcela da população será beneficiada com essa medidade, uma vez que, sempre pagam suas contas em dinheiro, poderão, a partir de agora, usufruir de um desconto maior ao efetuarem seus respectivos pagamentos.

Como o comércio varejista era proibido de efetuar estes descontos, alguns, certamente, imputiam os custos com o pagamento do cartão no valor do produto ou serviço, prejudicando mesmo quem comprava em dinheiro. Sendo assim, agora é possível obter melhores oportunidades de se fazer um bom negócio!

PESQUISA

De acordo com pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil, pechinchar e pedir descontos é prática comum para 74% dos consumidores e 77% dos varejistas acreditam que a nova lei é benéfica para seus negócios.

FONTE: Gazeta Digital

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Inadimplência de empresas mineiras desacelera ainda mais

Por João Paulo Silva Dia em Notícias

Segundo dados do Conselho Estadual de SPC de Minas Gerais (CESPC-MG), o índice de inadimplência das empresas mineiras desacelerou em 2017. A comparação foi feita analisando o período que vai de maio/2017 a maio/2016, sendo que nele o índice de inadimplência cresceu 6,43%. Contudo, ao compararmos com o período maio/2016 a mai/2015, o índice de crescimento foi bem menor, sendo que neste, a inadimplência de CNPJs teve alta de 14,96%.

Em relação a pessoas físicas, houve crescimento de 2,10% em relação a maio/2016, sendo também menor em relação a mesma base de comparação de maio/2016 com maio/2015, que teve um crescimento de 3,43%.

O presidente do Conselho diz que os recursos extras via FGTS das contas inativas tem possibilitado a quitação das dívidas.

Fonte: CDL-BH

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