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Home Office: como funciona esse tipo de trabalho?

Por João Paulo Silva Dia em Inovação

O Home Office tem aumentado cada vez mais o seu número de adeptos. Mas você sabe o que é essa forma de trabalho? Será que ela é realmente tão boa quanto é dito por aí? Veja neste artigo, o que é o Home Office e tire suas próprias conclusões quanto a esta modalidade de trabalho.

Não é o mesmo que trabalhar em casa
Nem sempre o home office significa que a pessoa irá trabalhar dentro de casa. Você pode trabalhar "home office" em qualquer lugar: cafés, hotéis, aeroportos, táxis, parques…ou em casa. Por isso, apesar de a tradução literal de "home office" ser "trabalho em casa", ele pode acontecer em qualquer lugar desde que seja remotamente, ou seja, em um espaço diferente do escritório da empresa.

Algum dia você vai ter que ir a empresa 
Só porque a maior do parte do seu trabalho vai acontecer de maneira remota (longe da empresa), não quer dizer que você não terá que ir até ela. Na verdade, o mais comum nesse tipo de trabalho é que o colaborador trabalha de maneira remota 2 ou 3 dias na semana. E mesmo quem trabalha todos os dias da semana em Home Office, tem de comparecer em reuniões presenciais de 15 em 15 dias.

É preciso disciplina
Para funcionar com produtividade, o home office exige autocontrole. A geladeira e a TV estão muito perto de você, então é necessário saber quando você vai poder ir até eles. Além disso, por mais que você esteja dentro de casa, não pega bem trabalhar sem camisa. Já ouviu aquele ditado: o hábito faz o monge? Pois é, um traje não profissional pode contaminar a seriedade do trabalho e reduzir a credibilidade e até a auto-estima do colaborador.

Mas... tem "lugar" melhor pra se trabalhar que home office?
Apesar dos desafios, quem consegue administrar seu tempo e produzir com qualidade no home office acaba trabalhando melhor e aproveitando muito mais a vida. O tempo que o colaborador ganha escapando dos congestionamentos pode ser utilizado para praticar esporte, acompanhar um filho no médico, relaxar, ou até mesmo adiantar as tarefas para garantir tempo livre em outro momento. Com a redução do stress no trânsito e a possibilidade de controlar a qualidade da própria alimentação, quem sai ganhando é a saúde do colaborador. Além disso, trabalhar em home office aumenta a motivação e reduz interrupções de colegas e reuniões desnecessárias, aumentando a produtividade. Bom para o colaborador, melhor ainda para a empresa que o emprega.

 

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Como as redes sociais influenciam as decisões de compra?!

Por João Paulo Silva Dia em Inovação

Quem nunca quis conhecer um lugar só porque o amigo deu check-in no Foursquare ou falou bem do passeio no Twitter? Ou, então, quem não ficou com vontade de provar uma comida após vê-la no Instagram alheio? E aquela marca que seu colega tanto cita no Facebook, não deixa você curioso para saber se ela é boa mesmo?

 Não tem como negar, as redes sociais estão cada vez mais presentes e influentes na vida das pessoas. Um estudo realizado pelo banco inglês Barclays prevê que, em 2021, 41% dos consumidores serão influenciados pelas redes sociais ou deverão usá-las para realizar compras.

Está curioso para saber quem são os canais influenciadores, como eles funcionam e qual a reação do público? Então dê uma olhada nos dados a seguir e entenda como as redes sociais influenciam na escolha de compras dos consumidores: 

1 - No videorrelatório The Social Media Revolution, idealizado pelo famoso autor do livro Socialnomics, Erik Qualman, é revelado que 53% das pessoas no Twitter recomendam produtos em suas publicações.

2 - Ainda no vídeo, descobrimos que 90% dos consumidores confiam em recomendações dos outros. Ou seja, se seu amigo tuitou que o chocolate Xis é bom, é provável que você vá comprá-lo sem medo de errar.

Em contrapartida, apenas 14% dos internautas confiam em anúncios das marcas. Fica o recado dos consumidores: não vamos engolir qualquer coisa que a propaganda nos queira vender. E isso só reafirma o quão importante é a recomendação de um amigo.

A empresa especializada em pesquisas de mercado Vision Critical levantou, no começo deste ano, as categorias mais seguidas em cada rede social, são elas:
Facebook: 44% saúde, 36% diversão e cotidiano, 36% alimentação e 31% tecnologia;
Pinterest: 66% alimentação, 63% decoração e artesanato, 59% saúde, 51% diversão e cotidiano e 45% moda e beleza;
Twitter:
 51% saúde, 46% diversão e cotidiano, 44% tecnologia e 42% alimentação.

A mesma pesquisa revelou, também, que 38% dos consumidores já compraram um produto após compartilhá-lo ou curti-lo no Facebook.

Um outro estudo encomendado pelo Mercado Livre indica que 61,4% dos brasileiros entrevistados buscam informações sobre produtos e serviços nas redes sociais antes de efetuar suas compras. No Brasil, 81% dos usuários seguem suas marcas favoritas para ficar por dentro dos novos produtos e serviços e 75,6% querem ficar ligados nos produtos com descontos especiais.

Mas e você? Sabe divulgar bem o seu negócio na internet? Participe da nossa palestra e saiba como ampliar as suas vendas com as mídias sociais! Saiba mais clicando aqui.

Fonte: Uol Host

 

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A Importância do Marketing Digital para a SUA Empresa!

Por João Paulo Silva Dia em Inovação

O Marketing Digital é, atualmente, a principal forma de divulgação de um negócio. E nós vamos te mostrar seis razões pelas quais você deve começar a investir no MD da sua empresa JÁ!

1. Garantir uma presença forte na internet

Quando você tem um problema ou uma dúvida, o que você faz? Se a sua resposta for: procuro no Google, saiba que você não está sozinho. O Google é o maior buscador online do mundo. Um bom investimento em Marketing Digital pode contribuir para que sua empresa apareça nos resultados e seja encontrada, reduzindo muito o custo de aquisição de clientes.

Não só quando alguém procura por uma solução que sua empresa oferece, mas também quando alguém procura pela sua própria empresa. Alguma vez você já se sentiu frustrado ao procurar por uma empresa no Google ou no Facebook e não encontrá-la? Ter uma presença digital hoje em dia é fundamental.

2. Construir uma audiência qualificada

Como você se relaciona hoje com sua audiência? Você sabe quem são os seus clientes? Seus hábitos de consumo? Seus comportamentos? Suas profissões? Outro ponto importante do Marketing Digital para empresas é o fato de você poder construir uma audiência que realmente deseja consumir seu produto/solução e se relacionar com ela até fidelizá-la.

O Marketing Digital possibilita que você atraia as pessoas que realmente estão interessadas e possuem fit com seu produto/solução.

3. Falar com o público certo na hora certa

É possível também criar mais de um público e segmentar a comunicação para cada tipo de audiência. Com as ferramentas existentes no mercado, tornou-se fácil monitorar as atividades e os perfis dos usuários. Assim, é possível segmentar de forma bem específica as pessoas para quem você quer anunciar um produto, serviço ou conteúdo. Isso permite que você personalize muito mais suas ações e campanhas de marketing.

4. Sair na frente da concorrência

Como falamos na introdução desse artigo, menos de 1% das empresas brasileiras investem em Marketing Digital. Isso mostra que, se começar a investir hoje, você se diferenciará de boa parte de seus concorrentes.

Sua empresa pode se diferenciar da concorrência com a criação de bons conteúdos que auxiliem o cliente na identificação e solução de seus problemas. Imagine que você está buscando por uma solução e ainda não possui referências. Sendo assim, em qual empresa você confia mais: uma empresa que possui um bom site, uma boa fanpage e um blog com conteúdos gratuitos e de valor ou em uma empresa que não tem nada disso?

5. Baixo investimento para começar

Não estamos querendo dizer que o Marketing Digital é gratuito. Não é. Mas com as ferramentas existentes hoje, com o alto poder de segmentação e com as mais variadas estratégias de otimização do site para mecanismos de busca, investir em Marketing Digital tornou-se muito mais barato do que investir na mídia tradicional.

Com o passar do tempo, o preço para fazer marketing offline acabou ficando alto. Anunciar na televisão, no rádio, na mídia impressa ou em outdoors custa caro. É um investimento alto e do qual a maioria das empresas, principalmente as que ainda possuem pouco faturamento, não consegue dar conta. Já o Marketing Digital, embora exija, sim, um mínimo de investimento, pode ser muito mais barato do que o marketing de forma offline. Não à toa, as estratégias de marketing online ocupam também grande parte das estratégias de marketing de grandes empresas.

6. Analisar resultados com precisão

Como dissemos acima, o Marketing Digital permite que você determine com muito mais precisão quem é seu público e quais são seus gostos e preferências. Da mesma forma, é possível acompanhar com a mesma precisão os resultados de qualquer ação de Marketing Digital.

Vamos usar como exemplo um anúncio em flyer e uma campanha de Email Marketing. No primeiro caso você até sabe quantas peças imprimiu, mas não consegue saber exatamente quantas foram entregues, quantas foram de fato lidas e quantas geraram vendas para a sua empresa. Já no segundo caso, você consegue ter o acesso exato de quantas pessoas abriram o email, quantas clicaram em algum link e até mesmo quantas efetuaram uma compra por meio dessa campanha. 

Enfim, viu as vantagens que investir em Marketing Digital pode trazer para a sua empresa? A CDL ACIBOM está preparando uma palestra exatamente sobre este tema: Impulsione as suas Vendas com as Mídias Sociais! Se você é associado, garanta já a sua inscrição online, clicando no botão abaixo. Se não é, é só ligar no (37) 3522-5001.

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Fonte: resultadosdigitais.com.br

 

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5 estratégias de marketing para pequenas empresas e entidades

Por Dia em Inovação

O marketing digital está presente na vida de qualquer pessoa que hoje tenha acesso à internet. Antes adotado apenas por empresas de grande porte — graças aos custos elevados de se manter online há alguns anos —, hoje em dia o marketing digital pode ser utilizado por qualquer um. Não importa o tamanho do seu empreendimento, basta saber como se adaptar às melhores ferramentas. Aliás, segundo estatísticas, o marketing digital chega a ser 62% mais econômico que o tradicional e gera até quatro vezes mais resultados. Como escolher estratégias de marketing digital ainda é um pouco difícil para quem ainda não está totalmente familiarizado com o assunto, separamos 5 dicas que podem se adequar à realidade das pequenas empresas e aumentar o fluxo de vendas destas. 

 1) Redes sociais

Muitas pessoas pensam que o investimento inicial para estruturar uma página em determinada rede social é muito alto e foge dos limites orçamentários de empresas de pequeno porte. Na verdade, estabelecer sua presença em uma rede social possui custo inicial bem próximo de zero e requer uma pequena dedicação de tempo por parte de quem vai administrar a rede.

A manutenção desses perfis é que pode se tornar mais custosa com o tempo, mas é sempre possível adequar tudo ao seu orçamento. Se a sua presença digital já está ficando mais relevante e tomando o seu tempo como gestor (que deve focar em outras atividades), entenda que essa é uma boa hora para contratar um profissional para cuidar disso.

 2) Site e blog

Diferente das redes sociais, a criação de um site e de um blog exige um certo investimento inicial, mas que, com certeza, será recompensado. Estabelecer uma plataforma própria para a divulgação dos seus serviços e conteúdo é uma maneira de melhorar a reputação da sua marca e fidelizar clientes.

Além disso, a possibilidade de customizar totalmente essas ferramentas — o que você não pode fazer em uma rede social, por exemplo — é um diferencial de encher os olhos, pode confiar.

 3) E-mail marketing


O e-mail marketing é uma ferramenta de marketing digital que até hoje dá resultados incríveis e é bastante econômica. Campanhas bem feitas podem aumentar o fluxo de vendas e ainda atrair novos clientes.

No entanto, cuidado, existem algumas boas práticas que não devem ser ignoradas. Busque oferecer conteúdo relevante para os leads e enviar seus e-mails apenas para pessoas que autorizaram o seu contato. Para fazer isso é preciso trabalhar com uma lista de clientes que tenha demonstrado sinais de que realmente quer receber o seu conteúdo.

 4) Conteúdo relevante e direcionado ao seu público

O marketing de conteúdo é definido como uma técnica que consiste em criar e distribuir conteúdo para atrair, envolver e conquistar o público-alvo do seu negócio. Exemplificando: você não vai mais até o seu cliente e, em vez disso, se prepara para atender as suas primeiras dúvidas, com o objetivo de que ele sempre venha até você como possível solucionador de problemas.

Uma pesquisa apontou que 90% dos consumidores começa uma compra ou contratação de serviços a partir de uma busca na internet e que esta tem se consolidado como aspecto decisivo no momento de escolher o melhor fornecedor.

Em suma, tirar dúvidas e solucionar problemas antes que o cliente tenha conhecimento do seu produto é uma boa estratégia para que, no momento da compra, a sua marca esteja no topo da lista de geradores de soluções. Plataformas como sites e blogs são excelentes para esse tipo de estratégia.

 5) Anúncios patrocinados no Google

No Google existem duas formas de anunciar: a rede de pesquisa e a rede de display. A rede de pesquisa é formada por sites ou aplicativos que estão relacionados à busca realizada. Quando se faz a opção de anunciar nesta rede, o seu anúncio deve ser exibido ao lado dos resultados de pesquisa quando um termo relacionado é buscado.

A rede de display, por sua vez, é formada por sites do próprio Google (como Youtube, Gmail, etc) ou parceiros como G1 e outros figurões da internet. Nela os anúncios são exibidos nas páginas que se relacionam com o seu produto ou serviço.

Seu anúncio pode ser em texto, imagens ou até em pequenos vídeos, que serão exibidos no topo, na barra lateral ou no rodapé dessas grandes páginas — o que é muito bom porque o número de acessos diários a elas é grande, portanto, sua visibilidade será proporcional.

 Como saber quais são as melhores estratégias de marketing digital?

Agora que você conhece algumas das estratégias que geram bons resultados, é preciso decidir qual (ou quais) utilizar. É importante avaliar onde está o seu público, antes de mais nada. Adianta muito pouco investir em uma rede social se o seu público não está presente ali, certo? Entenda que a sua audiência tem um determinado tom de voz e consegue absorver melhor as suas informações se você se comunicar da mesma forma. Objetivos, metas e prioridades devem ser definidos para determinar qual a melhor estratégia a ser seguida e, então, a sua empresa poderá traçar um planejamento para alcançá-los.

A eficiência do marketing está no planejamento, na boa execução deste e, principalmente, na medição dos resultados. Todas as suas ações vão gerar uma infinidade de dados que podem ou não ser relevantes para a estratégia. No fundo, tudo o que você quer saber é se sua campanha está dando certo, não é? Para isso, analise as variáveis que influenciam diretamente no seu objetivo. Só depois de analisar os resultados e entender como cada ação foi recebida pelo público é que você vai conseguir definir o que funciona e o que não funciona em uma estratégia, o que é essencial para continuar trabalhando ou quando é a hora de buscar novas abordagens.

Não se esqueça de que as ações devem ser pautadas pelas particularidades do seu público e do seu negócio e, a partir daí, coloque a mão na massa!

Fonte: FCDL-MG

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Crescimento x Qualidade: fatores que precisam andar lado a lado

Por Dia em Inovação

Toda a empresa almeja o crescimento. Mas, mesmo que a marca ganhe o mundo, a qualidade não pode deixar de ser uma prioridade. Ela é primordial. O assunto veio à tona nos últimos tempos, reforçando ainda mais a importância do zelo, principalmente quando o produto já é reconhecido pelos cuidados com a produção e com o consumidor. Manter o sucesso após muitos anos de negócio envolve uma série de fatores, como ter uma equipe afinada e realizada com o trabalho que desenvolve diariamente, saber ouvir o seu cliente e estar sempre próximo a ele, buscar constantemente novidades que vão agradar o público, pensar no futuro, e o mais importante: lembrar, todos os dias, o que levou a sua marca a chegar aonde ela chegou.

Quando nos propomos a fazer parte da vida das pessoas através dos produtos ou serviços que comercializamos, é imprescindível pensar no impacto que eles podem ter no dia a dia da sociedade. Positivo ou não. Sem clientes, sem compradores, dificilmente uma empresa conseguirá se manter no mercado, correto?! Um deslize e todo trabalho de anos, de gerações, pode ir por água abaixo. Mas o que fazer para permanecer firme? A resposta é simples e deveria pautar o trabalho de muitas empresas: ofereça um produto ou serviço de qualidade e não deixe que o crescimento mude isso. Lembre-se diariamente que a sua marca, seja ela de qual ramo for, só está aonde está porque milhões de pessoas deram a ela um voto de confiança.

O início do relacionamento entre empresa e cliente é uma moeda de troca. A empresa oferece um bom produto ou serviço, logo, o cliente se sente atraído e o adquire. Saindo satisfeito esse cliente volta, mas ele só irá permanecer se sempre encontrar aquilo que o atraiu lá na primeira vez. Aqui vale mudar um pouco o famoso ditado popular de que a primeira impressão é a que fica. Realmente, ela é extremamente importante para fazer com que o seu cliente volte. Porém, ele só será fiel a sua marca se a boa lembrança da primeira impressão se fizer presente em todas as vezes que ele te procurar.

Não tenha dúvida de que o esforço vai valer à pena. Invista na sua equipe, invista no seu setor produtivo, mantenha o que te levou ao sucesso e ao crescimento e saiba retribuir. Ofereça ao seu cliente o que ele espera de você: zelo. Faça com que ele se sinta importante. Para manter a qualidade de uma organização, independentemente do tamanho, é assim. É necessário cuidar de toda a cadeia de valor, desde a criação até o produto ou serviço chegar ao seu consumidor.

FONTE: ADMINISTRADORES.COM

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Brasil sobe uma posição em ranking global de inovação

Por Dia em Inovação

O Brasil subiu uma posição no ranking global de inovação elaborado pela A.T. Kearney e agora aparece na 69ª colocação, entre 128 pesquisados. O País recebeu nota 33,2, na escala que vai de 0 a 100. A lista é liderada por Suíça, Suécia, Reino Unido, Estados Unidos e Finlândia.

São analisados 83 tópicos, divididos em sete pilares analisados. A melhor classificação do Brasil foi em Sofisticação dos negócios (39ª colocação). Na sequência aparecerem Sofisticação do mercado (57º), Infraestrutura (59º), Capital humano e pesquisa (60º), Produção de conhecimento e tecnologia (67º), Instituições (78º) e Produção criativa (90º).

O relatório aponta ainda alguns pontos fortes do Brasil, como os gastos em educação (em porcentual do PIB), facilidade na proteção de investidores minoritários, escala do mercado doméstico e pagamento de propriedade intelectual (como porcentual do comércio total).

Já entre as fraquezas estão questões como dificuldade para começar um negócio, formação bruta de capital fixa (como porcentual do PIB), produção editorial e as baixas notas em leitura, matemática e ciência no teste internacional Pisa.

Considerando apenas as chamadas economias de renda média, o Brasil ficou em terceiro lugar no ranking de qualidade da inovação este ano, perdendo a segunda colocação para a Índia. A China lidera o grupo. "O movimento positivo da Índia é resultado do seu desempenho no ranking de universidades e pedidos de patentes.

A performance do Brasil, por outro lado, mostra uma nota levemente melhor em menções em artigos periódicos, mas é afetada por pontuações mais baixas na qualidade das universidades", diz o relatório.

IMAGEM: Thinkstock

FONTE: Diário do Comércio

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